- Contido de publicación aberta de autodeter http://galiza.indymedia.org/gz/autodeter-newswire-content.rss - Contido de publicación aberta de autodeter Galiza Indymedia Open Content License, http://www.opencontent.org 2008-03-15T16:48:25+01:00 Candidaturas 2009? http://galiza.indymedia.org/gz/2008/03/14784.shtml Apresentamos um artigo de opiniom da autoria de Joam Peres, militante independentista, no qual debulha os porquês da posiçom das forças independentista na passada cita eleitoral e os apelos à possibilidade de que, nas Autonómicas 2009, o independentismo galego concorresse com umha única candidatura e dotar dumha expressom eleitoral o rechaço da política institucional e do processo de destruiçom do território erguendo sem complexos a bandeira da soberania nacional. Mas as eleiçons, segundo manifesta o autor, nom som a meta, mas um instrumento para um processo muito mais amplo. Apresentamos um artigo de opiniom da autoria de Joam Peres, militante independentista, no qual debulha os porquês da posiçom das forças independentista na passada cita eleitoral e os apelos à possibilidade de que, nas Autonómicas 2009, o independentismo galego concorresse com umha única candidatura e dotar dumha expressom eleitoral o rechaço da política institucional e do processo de destruiçom do território erguendo sem complexos a bandeira da soberania nacional. Mas as eleiçons, segundo manifesta o autor, nom som a meta, mas um instrumento para um processo muito mais amplo. ]]> <br />Candidaturas 2009? <br /> <br /> <br /> As duas forças políticas independentistas galegas com possibilidades (?) de apresentar-se às eleiçons do passado 9-M optárom simultaneamente por chamar à abstençom do eleitorado independentista real e potencial. Umha sábia decisom por parte de ambas por três razons principais: <br /> <br />Primeira, iludem encenar umha realidade evidente: que, por desgraça, FPG e Primeira Linha nom estám em condiçons de capitalizar o independentismo realmente existente e o descontentamento que medra progressivamente, dentro e fora, à esquerda do BNG. Lográ-lo exigiria umha inserçom social e um reconhecimento que distam de desfrutar e arrogar-se fachendosamente tal papel encenaria, mais umha vez, presunçom vá para além de umha nudez e fraqueza difíceis de assumir. <br /> <br />Segunda, o generalizado descontentamento que existe neste povo nom é independentista na sua imensa maioria. O salto do rechaço e a crítica do existente que se estendem por toda a parte a umha posiçom independentista está ainda por dar-se e, nesse processo complexo, o ámbito eleitoral é o menos determinante. Conta o trabalho de formiga que fagamos no dia-a-dia. Portanto, botar as contas da leiteira que asseguram que enfado nacional igual a voto independentista, quando nom se figérom bem os deveres de participar nas luitas e conflitos, quando nom se é um elemento presente e influinte na maioria das dinámicas onde se defende e se joga o futuro do País, quando em demasiadas ocasions se joga à política espectáculo, é um exercício um tanto ridículo… <br /> <br />Terceira, ante a inexistência dessa opçom legitimada por toda ou por umha maioria significativa da base social independentista, chamar à abstençom e, paralelamente, priorizar a abordagem das questons mais primárias que afectam à construçom e consolidaçom do movimento, parece a saída mais lógica. <br /> <br /> Os chamados simultáneos à abstençom vinhérom acompanhados nesta ocasiom de apelos também simultáneos à possibilidade de que, nas Autonómicas 2009, o independentismo galego concorresse com umha única candidatura ao processo eleitoral, e dotasse dumha expressom eleitoral ao rechaço da política institucional e do processo de destruiçom do território e degradaçom das condiçons de vida e de trabalho em que estamos, à vez que erguesse sem complexos a bandeira da soberania nacional. Som várias as reflexons que se nos ocorrem ao respeito: <br /> <br />1º Os problemas de articulaçom interna do movimento independentista galego, de superaçom da atomizaçom, a dispersom, a residualidade e as patologias seitárias, de decantaçom em forma de proposta sócio-política referencial e legitimada e de interacçom positiva com os movimento sociais, que som as questons que realmente devemos enfrontar e resolver, som muito complexos, tenhem um percurso próprio de resoluçom e devem resolver-se com paciência, criaçom de subjectividades construtivas e boa letra. Esse é o único caminho. <br /> <br /> Os tempos prévios a períodos eleitorais nom som o momento mais adequado para este tipo de labores e muito menos para vender ao povo galego “unidades” e “acordos amplos” carentes de fundamento real, é dizer, cénicos, inconsistentes, fraudulentos, que implosionam o dia depois. A casa, como todo, começa-se polos cimentos e nom polo telhado: quem quiger que o independentismo poda concorrer a um processo eleitoral autonómico com umha candidatura própria, legítima, unitária e realmente representativa de si próprio, do movimento real, deverá começar pensar em como esse movimento disperso, atomizado e internamente conflitivo pode construir, no dia-a-dia, ámbitos amplos de reflexom, luita e intervençom sócio-política conjunta real que sejam sustentáveis e, sobretodo, vivíveis. É a partir dessa base material e subjectiva que se podem dar passos a outros níveis diferentes. Encenar mediaticamente aquelo de que se carece, vender fume, apresentar expectativas irreais… é umha prática mais própria de todos os que concorrérom a estas passadas eleiçons do que dum independentismo realmente revolucionário. <br /> <br />2º Alguns nacionalistas parecem entender, de forma subliminal, embora nunca o admitirám porque a sua verborreia revolucionária rechaça de raiz tal possibilidade, que a concorrência ao citado processo eleitoral 09 daria por si própria “peso”, “referencialidade”, “seriedade”, “releváncia”, “notoriedade”, “respeitabilidade”, etc. ao nosso hoje minoritário e fraccionado movimento. Errónea forma de pensar: o que nom se ganha no dia-a-dia do trabalho e da luita dificilmente se consegue em campanha eleitoral. Afortunadamente, o nosso povo é inteligente e daria as costas a experimentos como este. Compreender as cousas do modo que criticamos delata o grau de eleitoralismo real que existe sob determinados discursos “superrevolucionários”, como diria Fidel Castro. Conhecêmos nestes anos diversas experiências práticas disto que estamos a dizer e que som totalmente irrecomendáveis como modelos a emular. <br /> <br />3º A participaçom nesse hipotético processo de configuraçom dumha candidatura única independentista do entramado Primeira Linha, dividores destacados desta conceiçom espectacular e mediatizada da intervençom político-social, é um lastre seguro para o seu sucesso. Evitaremos dar mais explicaçons que devem ser evidentes para qualquer militante que conheça a natureza desta fracçom e seguisse o evoluir do movimento nos últimos 15 anos. A unidade, qualquer umha, for do tipo que for, é impossível de construir com quem olha para os seus aliados com pulsons canívais e com quem demonstra ser incapaz de construir convivências políticas e organizativas produtivas e respiráveis. <br /> <br />4º Seria positivo que o Movimento Nacional-Popular Galego ou o Movimento de Libertaçom Nacional Galego fosse capaz de concorrer às Autonómicas 2009 com umha candidatura independentista representativa do movimento real, isto é, que fosse muito para além dum acordo superestrutural entre organizaçons políticas incapazes de integrar dentro de si esse movimento; que relegasse, a sério, protagonismos seitários e personalistas; que incorporasse os agentes sociais e as pessoas que em dezenas de pontos da Galiza estám a trabalhar na construçom nacional deste País e se enfrontam de facto ao capitalismo colonial com independência de serem cientes ou nom desta realidade; que mobilizasse esse activo de rebeldia e ilusom que existe no fundo do povo e só se ergue em situaçons de emergência; que exprimisse ao mais combativo deste País... Contodo: acho que tal processo careceria de qualquer razom de ser se fosse um fim em si próprio, se nom estivesse inserido num processo mais amplo de superaçom do presente do independentismo, se nom se concebesse como mais umha achega a umha dinámica aberta de articulaçom dum MLNG digno de tal nome. Quando estas condiçons nom se cumprissem, a apresentaçom dessa candidatura que se sugire suporia com segurança vender fume e tratar de fazer em AVE um percorrido sinuoso, nada rectilíneo, que, se se pretende andar a sério, unicamente pode ser andado amodo, com ritmos próprios, construindo a imprescindível confiança e com boa letra. As eleiçons de 2009 nom som a meta, mas mais um instrumento para um processo muito mais amplo, profundo e importante que algum dia deveremos focar… <br /> <br />É o momento, pois, de avançar. <br /> <br />Na Terra, em 12 de Março de 2008 <br /> 2008-03-12T23:48-07:00 independentista pt Família Real espanhola viaja a Ferrol no Dia da Classe Obreira Galega http://galiza.indymedia.org/gz/2008/03/14689.shtml O Dia da Classe Obreira Galega vai ver-se neste ano distorcida pola presença do chefe do Estado espanhol, o monarca nomeado por Franco, numha data em que precisamente se lembra a morte a tiro de dous trabalhadores em Ferrol, numha manifestaçom operária em 1972. O Dia da Classe Obreira Galega vai ver-se neste ano distorcida pola presença do chefe do Estado espanhol, o monarca nomeado por Franco, numha data em que precisamente se lembra a morte a tiro de dous trabalhadores em Ferrol, numha manifestaçom operária em 1972. ]]> 7 de Março de 2008 <br /> <br />O Dia da Classe Obreira Galega vai ver-se neste ano distorcida pola presença do chefe do Estado espanhol, o monarca nomeado por Franco, numha data em que precisamente se lembra a morte a tiro de dous trabalhadores em Ferrol, numha manifestaçom operária em 1972. <br /> <br />Entidades como a CIG ou NÓS-Unidade Popular já manifestárom o seu desacordo com a presença de Juan Carlos de Bourbon na cidade galega, nomeadamente numha data em que o protagonismo deve corresponder aos obreiros e obreiras e nom a um monarca eleito por obra e graça do mesmo ditador responsável pola morte de Amador e Daniel nas ruas de Ferrol. <br /> <br />A central sindical maioritária na comarca de Trasancos manifestou em conferência de imprensa, através do seu responsável comarcal, Xesus A. Pintos, a total inconveniência de que o rei espanhol e parte da sua família vaiam a Ferrol no dia 10 de Março para botar um barco de guerra, numha jornada de reivindicaçom operária e nacional como essa. <br /> <br />Por seu turno, NÓS-Unidade Popular dirigiu-se publicamente ao Governo municipal para que promova um rechaço institucional do Pleno Municipal à visita anunciada, que deve ser suspendida, dado o seu carácter provocatório numha data de tam fundo significado de classe e nacional. <br /> <br /> <br />Entre o silêncio e a mobilizaçom <br /> <br /> <br />Por enquanto, só essas duas organizaçons se manifestárom contra a visita real, mantendo silêncio os outros sindicatos e organizaçons políticas, incluídas as autodenominadas 'republicanas', como som o BNG e IU. Porém, será inevitável para elas ficarem na 'neutralidade': haverá umha recepçom ao monarca por parte dos grupos municipais e do próprio governo municipal, e aí deverám optar. <br /> <br />Entretanto, na rua, pessoas de diferente procedência ideológica estám a articular umha resposta à visita do monarca. Já no jogo de futebol de salom entre a Galiza e o Uruguai, decorrido em Ferrol na passada semana, pudo ver-se umha faixa com a legenda 'Fora o Bourbon', alusiva à anunciada chegada de Juan Carlos I a Ferrol. <br /> <br />Cartazes e autocolantes estám a ser distribuídos e colados pola cidade com diferentes legendas anti-monárquicas e foi convocada umha concentraçom às portas dos estaleiros de Ferrol no dia 10, se finalmente o Bourbon participa no acto oficial dentro desse recinto, às 18 horas. <br /> <br /> <br />Concerto anti-monárquico na Fundaçom Artábria <br /> <br /> <br />Também BRIGA organiza um concerto anti-monárquico no Centro Social da Fundaçom Artábria com idêntico motivo no sábado dia 8 de Março. Toda a informaçom está disponível no web da organizaçom juvenil independentista. <br /> <br />As e os comunistas galegos queremos aderir às posiçons anti-monárquicas e republicanas galegas, perante esta nova provocaçom, que vem acompanhada da tomada policial da cidade de Ferrol. O povo trabalhador galego deve dar resposta em chave democrática, nacional e de classe a tanta arrogáncia e provocaçom espanhola. 2008-03-07T12:57-07:00 www.primeiralinha.org pt O venres 7, todxs a `El Belisco´ em Corunha. Contra o libertinaje lingüistico http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14450.shtml <p>7 de marzo de 2008: <a href="http://libertinajelinguistico.blogspot.com/">Una cosa es la libertad y otra el libertinaje</a></p> <p>7 de marzo de 2008: <a href="http://libertinajelinguistico.blogspot.com/">Una cosa es la libertad y otra el libertinaje</a></p> ]]> <p><a href="http://libertinajelinguistico.blogspot.com/2008/02/apoyamos-la-convocatoria-de-la-mesa-por.html">Convocatoria</a></p><p>:::AS MIL FILHAS DE PITA:::</p><p>Apoyamos la convocatoria de la Mesa por la libertad lingüística:</p><p>Españoles todos:</p><p>Desde hace varias semanas, nuestras organizaciones hermanas putativas, la Mesa por la libertad lingüística, Galicia Bilingüe y AGLI están convocando concentraciones de protesta contra el recorte de las libertades lingüísticas en las cuatro provincias gallegas. Todos los viernes, a eso de las ocho de la tarde (hora española, por supuesto) la zona de El Belisco de la ciudad de La Coruña se convierte en una alegre marea de banderas rojigualdas, portadas por gente sana y maja, que exige la derogación de los regímenes de intervencionismo lingüístico que someten a los ciudadanos a ese experimento de ingeniería social, digno de los tenebrosos tiempos de Castelao y Stalin, llamado "normalización lingüística".</p><p>Como era de esperar, estas espontáneas y apolíticas manifestaciones de rechazo a la imposición del gallego (que, por cierto, finalizarán coincidiendo con las elecciones generales, si Dios quiere) se ven perturbadas por los cachorros de can de palleiro del nacionalismo radical y excluyente, que concurren en desordenado y minúsculo aforo para proferir sus ininteligibles consignas en gallego lusista (si van a la aldea hablando así los apedrean) y motejar a los pacíficos manifestantes de... ¡españoles!, como si tuviese carácter vejatorio tal condición, que para nosotros más se asemeja a un título nobiliario.</p><p>Ante esta intolerable situación, un grupo de hombres de bien (y mujeres de muy buen ver) hemos decidido constituir esta Mesa contra el libertinaje lingüístico, pues, si bien está la libertad, no es raro que ésta degenere en vil libertinaje, y en cuestión de lenguas no podemos dejar de evocar imágenes pecaminosas que nos hacen sonrojar y apretar el cilicio. Por tal motivo, recogemos el guante de los Mil Filhos de Pita, que hace ya tres años celebraron Umha, Grande e Rachi para homenajear la bandera nacional king size que tremolaba en el Orzán, y convocamos a toda la ciudadanía gallega, y por ende española, a sumarse a la convocatoria de la Mesa por la libertad lingüística.</p><p>Evidentemente, está vedada la participación en el acto a toda chusma nacionalista, por lo que se ruega acudir impecablemente vestido (y las señoras de peluquería). Es recomendable, asimismo, venir caracterizado como un miembro de esos colectivos que tanto han hecho por la libertad (lingüística y de otros órdenes) en España, a saber: curia eclesiástica, ejército, Opus Dei, nobleza y aristocracia, fuerzas y cuerpos de seguridad del Estado, etc...</p><p>Recomendamos también traerse el Himno Nacional aprendido.</p> 2008-02-22T16:19-07:00 Ejpanhol! http://libertinajelinguistico.blogspot.com/ pt Francesco Cossiga: "é a vez da Galiza, Catalunya e Euskal Herria" http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14366.shtml Em concreto, pediu aos Estados Unidos e à Uniom Europeia que fagam pressom para obrigar os espanhóis a respeitar o exercício do direito de autodeterminaçom para "o País Basco, Galiza e Catalunha" Em concreto, pediu aos Estados Unidos e à Uniom Europeia que fagam pressom para obrigar os espanhóis a respeitar o exercício do direito de autodeterminaçom para "o País Basco, Galiza e Catalunha" ]]> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.primeiralinha.org">http://www.primeiralinha.org</a> <br /> <br />19 de Fevereiro de 2008 <br /> <br />O Estado espanhol recusou-se a reconhecer o novo Estado surgido no continente europeu, apesar de contar com as bençons dos imperialismos norte-americano e europeu. A independência de Kosova é mais um aviso à Espanha imperial, que vê como a teoria da autodeterminaçom restrita aos processos descolonizadores 'clássicos' perde mais e mais consistência. <br /> <br />O jornalista M. A. Murado lembrava num artigo publicado ontem que nos últimos 25 anos 17 novos estados surgírom de estados plurinacionais anteriores, só no continente europeu, e a maior parte por vias pacíficas. <br /> <br /> <br />'Excepcionalidade'? <br /> <br /> <br />A 'excepcionalidade' a que os espanhóis recorrem como argumento cada vez que umha nova naçom europeia exerce o direito de livre determinaçom é cada vez mais inverossímil, e diante do avanço dos movimentos independentistas em países como a Escócia, a Flandres e a Córsega, bem perto da Pensínsula Ibérica, Espanha entra em pánico. Daí a sua negativa a reconhecer a soberania unilateral de Kosova: sabe que no futuro pode viver, ao menos, três episódios semelhantes. <br /> <br />A última autoridade a lembrar ao Estado o espanhol a natureza franquista do seu projecto nacional foi o ex-presidente italiano Francesco Cossiga. Em concreto, pediu aos Estados Unidos e à Uniom Europeia que fagam pressom para obrigar os espanhóis a respeitar o exercício do direito de autodeterminaçom para "o País Basco, Galiza e Catalunha" (sic). <br /> <br />Em concreto, e de maneira literal, Cossiga afirmou que "após o amplo reconhecimento do novo Estado de Kosova, nascido de umha declaraçom unilateral de independência, espero que os países europeus e os Estados Unidos fagam pressom sobre o governo de Madrid (nesta matéria som o mesmo Aznar e Zapatero, e o Partido Socialista e o Partido Popular!) para que desista da repressom policial e judicial de tipo franquista contra os militantes das tres minorías do Estado espanhol e para que se reconheça a estes povos o seu direito de autodeterminaçom". <br /> <br /> <br />Mass Media europeus salientam pánico espanhol <br /> <br /> <br />Agências e meios de comunicaçom europeus sublinham nestes dais o pánico espanhol à acçom em cadeia que está a verificar-se com as independências sucessivas da última década, "que poda dar fôlego aos movimentos separatistas nas regions (sic) setentrionais de Euskádi, Catalunha e Galiza, que tenhem línguas de seu além do espanhol", dizia umha conhecida agência alemá de notícias, segundo referiu Vieiros. <br /> <br />Também Euronews, canal europeu de notícias, falou de eventuais reclamaçons soberanistas bascas, catalás e galegas, e as ameaças de Rajoi a qualquer tentativa semelhante à kosovar. <br /> <br />Agências francesas avaliárom em termos semelhantes a negativa espanhola a reconhecer o novo Estado balcánico, tal como a russa Interfax: "A situaçom na Europa Ocidental pode chegar a ficar difícil; por exemplo, em Espanha, onde os sentimentos separatistas som óbvios na Catalunha, na Galiza e em Euskádi, bem como na Córsega em França", (...) "no norte de Itália e levar ao colapso a Bélgica". <br /> <br /> <br />Que opina o BNG? <br /> <br /> <br />A satisfaçom que como independentistas galegos e galegas nos produz comprovar que a nossa luita tem eco internacional apesar das múltiplas dificuldades que enfrentamos, nom nos oculta a vergonhosa posiçom do regionalista BNG, outrora soberanista e hoje entregado de armas e bagagens à defesa da Constituiçom unitária e monárquica outorgada polo franquismo em 1978. <br /> <br />É, sim, umha vergonha comprovar como as vozes pola nossa liberdade nacional venhem de fora enquanto toda a dirigência política do movimento nacionalista liderado durante anos pola UPG se vendeu por uns postinhos à frente da autonomia outorgada que no passado detestavam. <br /> <br />Nom podemos negar que isso dificulta enormemente a consecuçom dos objectivos históricos do nosso movimento de libertaçom nacional, mas nom vai impedir que também o povo galego atinja a sua definitiva independência nacional. <br /> <br />Este tem que ser o século da liberdade para a Galiza. 2008-02-19T23:41-07:00 www.primeiralinha.org pt Primeiro número do vozeiro do Movimento pola Base http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14357.shtml Pode-se já aceder em pdf ao vozeiro nacional desta nova organizaçom política. Pode-se já aceder em pdf ao vozeiro nacional desta nova organizaçom política.
"Pola Base" número 1 em pdf ]]> Esta é a apresentaçom que aparece na sua web: <br /> <br /> <br />"Xa está editado o primeiro número do voceiro nacional da nosa organización, que repartimos masivamente na mobilización nacional de Galiza Non se Vende e que agora distribuiremos ao longo do país. Cunha tirada de 5.000 exemplares, aborda diversos temas da actualidade política galega e internacional. <br /> <br />Ademais de artigos de análise sobre a realidade política e social (sobre a crise económica e as suas repercusións, sobre a aplicación de Boloña, o Tratado de Lisboa ou sobre “Galiza Non se Vende” e a crecente despolitización dos movementos sociais…), abórdanse cuestión internacionais referidas a Colombia, Palestina ou Euskal Herria, así como a caza de bruxas anticomunista en Europa do Leste. <br /> <br />Artigos de carácter crítico como a análise dunha serie de frases fora de lugar do portavoz nacional do BNG, ou sobre a liquidación do proxecto histórico do periódico A Nosa Terra, ademais dunha sección de recomendación de libros e webs de interese e unha serie de referencias breves sobre a actualidade política veñen a completar os contidos desta publicación."
2008-02-19T15:49-07:00 El Uali http://www.polabase.org/w/?p=98 pt
El S.P. de la CNT y la cuestion nacional (cuando el lenguaje expresa ideología). http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14293.shtml Al margen o no de nuestra voluntad; la utilización de determinado lenguaje en muchas ocasiones no resulta neutra, y su utilización, implica, concientemente o no? Asumir toda una carga ideológica. Que en el caso concreto del léxico utilizado en la actualidad por el S.P de la CNT, puede llegar hasta resultar, sutilmente nacionalista. Al margen o no de nuestra voluntad; la utilización de determinado lenguaje en muchas ocasiones no resulta neutra, y su utilización, implica, concientemente o no? Asumir toda una carga ideológica. Que en el caso concreto del léxico utilizado en la actualidad por el S.P de la CNT, puede llegar hasta resultar, sutilmente nacionalista. ]]> Carta abierta al Secretariado de Prensa del C.N. de la CNT: <br /> <br />A proposito del lenguaje utilizado habitualmente por el “Secretariado de Premsa del Comité Nacional” de la CNT. Dejadme formular una pequeña cuestión sobre nomenclatura que tiene muy poca importancia respecto al tema concreto quye utilizo como ejemplo, y el valor de la praxis anarcosindicalista, y que hasta estaría de mas, si no fuera por todo lo que lleva implícito la cuestión. <br /> <br />Primero de todo, aclarar que mi comentario no va dirigido al conjunto confederado de la CNT en particular, sino mas bien y concretamente a una de sus instancias orgánicas, el “Comité Nacional” y mas concretamente a su secretariado de prensa. <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Al margen o no de nuestra voluntad; la utilización del lenguaje en muchas ocasiones no es neutra, y su utilización en determinado sentido implica asumir toda una carga ideológica, que en este caso me resulta sutilmente nacionalista. <br /> <br />Expresiones como estas; utilizando como ejemplo, extractos extraídos de comunicados emitidos a razón del reciente conflicto que mantuvieron los compañeros de MERCADONA, son un buen ejemplo de lo expuesto: <br /> <br />- "...la cNt hará concentraciones ante los supermercados Mercadona de TODA España..." <br />- ”la compañía pues abastece a sus supermercados del noreste de España: Cataluña...” <br />- “...que abastece a la regiones de Cataluña y Aragón”. <br />- “La CNT organiza una nueva movilización nacional...” <br /> <br /> <br /> <br />Hablar en estos términos, y esgrimir como propias ciertas expresiones normalizadas des de las instancias del poder. Significa dar por asumidas una serie de conceptos y valores profundamente nacionalistas que pueden hacer surgir al aire una serie de preguntas: <br /> <br />¿Que implica el ámbito “nacional”? ¿Cataluña es una región? ¿Respecto a que? ¿El noreste de España incluye Cataluña? ¿Es España una realidad nacional? ¿Es el marco de el estado el único marco posible donde se expresa el hecho nacional? <br /> <br />Referirse a España, sentirse parte de España; referirse a ella en tanto que nación, implica referirse a una realidad impuesta “manu militari”, de la que muchos trabajadores i trabajadoras que pertenecen a otras comunidades nacionales minoritarias no se sienten representadas. I mas a mas, cuando estamos hablando de unos trabajadores (en este caso catalanes) que pertenecen a un pueblo dividido administrativamente por fronteras, que históricamente y no lo olvidemos, ha sobrevivido mas de 3 siglos a pesar del proceso imperialista de asimilación y homogenización cultural al que ha estado sometido. <br /> <br /> <br /> <br />En cambio referirse a el Estado Español, implica una categoría simplemente descriptiva de una realidad administrativa de la cual todos nosotros formamos parte, al margen del pueblo o comunidad nacional de la que nos sintamos parte. <br /> <br />Precisamente aquellos compañeros que han representado el peldaño mas frágil y vulnerable de todo este conflicto, los inmigrantes, i mas concretamente los de origen Latinoamericano (la antigua Nueva España) representan un buen ejemplo de lo que esto significa. <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Es natural entre los libertarios i antiestatistas. El hecho de ser intrínsecamente contrarios a la construcción de una estructura de dominación como es un estado, ni que este sea un “estado propio”. Sin que esto quiera decir defender el actual “estado de las cosas”. <br /> <br />Si no estamos por la constitución de la comunidad nacional catalana en un estado-nación, y si en cambió por la construcción de espacios propios de contrapoder. Igualmente también deberíamos de combatir la idea jacobina de España constituye un “estado-nación”, i oponernos a cualquier modo de centralismo. <br /> <br />Evidentemente y a diferencia de otros, una realidad organizativa federal como es la CNT, será lo que quieran i decidan asambleariamente sus afiliados, sobre este punto nada a decir (solo faltaria!). Solo pretendo espresar al conjunto del movimiento (y no solo a una de sus expresiones) un deseo, el deseo de que según mi criterio, entre todos y todas adoptemos gradualmente un lenguaje mas acorde con los principios federalistas radicales e internacionalistas que propugna el pensamiento libertario, y el anarcosindicalismo en particular. <br /> <br />Al centralismo y a dependencia de un pueblo respecto a otro pueblo, nosotros oponemos el municipalismo, la interdependencia de los pueblos, el federalismo libertario i la autodeterminación de las personas y las colectividades! <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />------------------------------------------------------------------------------------------------------ <br />"El universalismo español Es muy provinciano: mientras que para los universalistas españoles Cataluña es una parte de España, para los universalistas catalanes Cataluña es una parte del mundo." <br />------------------------------------------------------------------------------------------------------ <br /> <br /> <br />Guerra entre clases, paz entre pueblos! <br />Por la federación de los pueblos libres del mundo! <br />VIVA EL COMUNISMO LLIBERTARIO! <br /> 2008-02-15T21:44-07:00 Kronstadt 21 pt Protesta por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14220.shtml El grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV a traves de emitir un voto simbolico a ANV en la pagina Web www.vredesprocesbaskenland.nl <br /> El grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV a traves de emitir un voto simbolico a ANV en la pagina Web www.vredesprocesbaskenland.nl <br /> NOTA DE PRENSA 11 Februar 2008 <br /> <br />Protesta por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV <br /> <br />El grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV <br />a traves de emitir un voto simbolico a ANV en la pagina Web www.vredesprocesbaskenland.nl <br /> <br />Para obtener más información puede contactarnos por correo electrónico <img src="/img/maillink.gif" border="0"/>&#160;<a href="mailto:info@baskinfo.org">info@baskinfo.org</a>. Tambien puede visitar nuestra habitual pagina web www.baskinfo.org <br /> <br />POR EL DERECHO DE AUTODETERMINACION DE EUSKAL HERRIA! <br />POR UN EUSKAL HERRIA INDEPENDIENTE Y DE IZQUIERDAS! <br />VOTA ANV! <br /> <br />De nuevo España prohibe partidos políticos democráticos Vascos. De nuevo una gran parte del electorado Vasco esta excluido del proceso democrático. Despues de prohibiciones anteriores, del partido Batasuna y sucesivos partidos de la Izquierda Abertzale, ahora estan prohibidos los partidos EHAK y ANV. Mientras por un lado los politicos españoles exigen al movimiento independentista Vasco que utilice solo métodos democráticos para obtener sus fines politicos, por el otro imposibilitan a este mismo movimiento incluso tomar parte en las elecciones. La llamada transición no sólo no se ha cumplido, sino que ha retrocedido en el tiempo. <br /> <br />Acción Nacionalista Vasca, ANV, nació antes de la transición, incluso antes de la guerra civil y la consecuente dictadura . ANV es un partido de izquierdas que en el año 1930 se convirtió en una alternativa para el movimiento nacionalista Vasco de derechas. Codo a codo con los socialdemocratas del PSOE, ANV luchó antes, durante y después de la Guerra civil, contra el fascismo del régimen Franquista. El pequeño y recien nacido partido era un fiel defensor de la segunda República. El partido luchó en la guerra civil con 4 batallones. 550 militantes de ANV murieron defendiendo la República. En los últimos años de esta República ANV incluso formó parte del gobierno Vasco y después de la victoria fascista ANV formó parte, junto con el PSOE, de varios gobiernos Vascos en exilio y en comites preparando la vuelta a la democracia de España. <br /> <br />ANV conoce la persecución e ilegalidad pero nunca podrían haber imaginado que sus antiguos compañeros del PSOE, tras 30 años de muerto el dictador, trabajarian junto con los herederos del mismo para prohibir su partido. <br /> <br />ANV trabaja para un Euskal Herria independiente y de izquierdas. ANV quiere lograr estos fines por vías democraticas – en sus estatutos rechazan el uso de la violencia – y exigen de España un cambio en el sistema de tal manera que esto sea por lo menos posible. ANV exige, dicho de otra manera, que los Vascos puedan decidir su propio futuro. La respuesta de Madrid es la prohibición. No sólo de ANV sino de cualquier otra organización que busque los mismos fines políticos que ETA y que no condene rotunda, explicita y publicamente a la organización. Asi no sólo se prohiben los métodos de ETA sino tambien sus fines políticos. Lo cual no es más ni menos que una persecusión politica, una falta de libertad democrática. <br /> <br />El grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la prohibición y a defender los derechos democráticos de la población Vasca a través de emitir un voto simbólico a ANV en la pagina web www.vredesprocesbaskenland. <br /> <br />BIC <br />Postbus 2884 <br />3500 GW Utrecht <br />The Netherlands <br />www.baskinfo.org <br />www.vredesprocesbaskenland.nl <br /><img src="/img/maillink.gif" border="0"/>&#160;<a href="mailto:info@baskinfo.org">info@baskinfo.org</a> <br /> <br /> <br /> 2008-02-11T19:25-07:00 Basque Information Centre http://www.vredesprocesbaskenland.nl es Protesta por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14194.shtml l grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV a traves de emitir un voto simbolico a ANV en la pagina Web www.vredesprocesbaskenland.nl <br /> <br />x Baskenland Informatie Centrum - Holanda l grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV a traves de emitir un voto simbolico a ANV en la pagina Web www.vredesprocesbaskenland.nl <br /> <br />x Baskenland Informatie Centrum - Holanda NOTA DE PRENSA 9 Febrero 2008 <br /> <br />Protesta por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV <br /> <br />El grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la reciente prohibición de los partidos politicos Vascos EHAK y ANV <br />a traves de emitir un voto simbolico a ANV en la pagina Web www.vredesprocesbaskenland.nl <br /> <br />Para obtener más información puede contactarnos por correo electrónico info (at) baskinfo.org. Tambien puede visitar nuestra habitual pagina web www.baskinfo.org <br /> <br />POR EL DERECHO DE AUTODETERMINACION DE EUSKAL HERRIA! <br />POR UN EUSKAL HERRIA INDEPENDIENTE Y DE IZQUIERDAS! <br />VOTA ANV! <br /> <br /> <br />"De nuevo España prohibe partidos políticos democráticos Vascos. De nuevo una gran parte del electorado Vasco esta excluido del proceso democrático. Despues de prohibiciones anteriores, del partido Batasuna y sucesivos partidos de la Izquierda Abertzale, ahora estan prohibidos los partidos EHAK y ANV. Mientras por un lado los politicos españoles exigen al movimiento independentista Vasco que utilice solo métodos democráticos para obtener sus fines politicos, por el otro imposibilitan a este mismo movimiento incluso tomar parte en las elecciones. La llamada transición no sólo no se ha cumplido, sino que ha retrocedido en el tiempo. <br /> <br />Acción Nacionalista Vasca, ANV, nació antes de la transición, incluso antes de la guerra civil y la consecuente dictadura . ANV es un partido de izquierdas que en el año 1930 se convirtió en una alternativa para el movimiento nacionalista Vasco de derechas. Codo a codo con los socialdemocratas del PSOE, ANV luchó antes, durante y después de la Guerra civil, contra el fascismo del régimen Franquista. El pequeño y recien nacido partido era un fiel defensor de la segunda República. El partido luchó en la guerra civil con 4 batallones. 550 militantes de ANV murieron defendiendo la República. En los últimos años de esta República ANV incluso formó parte del gobierno y después de la victoria fascista ANV formó parte, junto con el PSOE, de varios gobiernos Vascos en exilio y en comites preparando la vuelta a la democracia de España. <br /> <br />ANV conoce la persecución e ilegalidad pero nunca podrían haber imaginado que sus antiguos compañeros del PSOE, tras 30 años de muerto el dictador, trabajarian junto con los herederos del mismo para prohibir su partido. <br /> <br />ANV trabaja para un Euskal Herria independiente y de izquierdas. ANV quiere lograr estos fines por vías democraticas – en sus estatutos rechazan el uso de la violencia – y exigen de España un cambio en el sistema de tal manera que esto sea por lo menos posible. ANV exige, dicho de otra manera, que los Vascos puedan decidir su propio futuro. La respuesta de Madrid es la prohibición. No sólo de ANV sino de cualquier otra organización que busque los mismos fines políticos que ETA y que no condene rotunda, explicita y publicamente a la organización. Asi no sólo se prohiben los métodos de ETA sino tambien sus fines políticos. Lo cual no es más ni menos que una persecusión politica, una falta de libertad democrática. <br /> <br />El grupo Holandés de solidaridad con Euskal Herria, Baskenland Informatie Centrum, llama a protestar por la prohibición y a defender los derechos democráticos de la población Vasca a través de emitir un voto simbólico a ANV en esta pagina web." 2008-02-09T13:51-07:00 solidari@s http://www.vredesprocesbaskenland.nl/index.php?language=es es Ultima semana pra votar polo sentimento nacional http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14148.shtml Você ainda pode votar no inquérito do sentimento nacional até 12 FEV 2008. Depois, você poderá consultar os resultados completos. Você ainda pode votar no inquérito do sentimento nacional até 12 FEV 2008. Depois, você poderá consultar os resultados completos. Os inquéritos na Península Ibérica acerca de identidades nacionais, em muitos dos casos, estão castrados na possibilidade de respostas. Este é o primeiro de um conjunto de inquéritos com todas as respostas possíveis para o seu sentimento identitário. <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://nationalpolls.blogspot.com/2008/02/last-week-in-national-feeling-poll.html">http://nationalpolls.blogspot.com/2008/02/last-week-in-national-feeling-poll.html</a> 2008-02-06T22:11-07:00 peneiro http://nationalpolls.blogspot.com/ pt Audiência Nacional confirma perseguiçom política contra a esquerda independentista galega, por supostas ‘injúrias graves à Coroa http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/14080.shtml Tal como vinhemos informando durante as últimas semanas, um autocarro levou a solidariedade de militantes e simpatizantes de NÓS-Unidade Popular a Madrid, para fazer pública a frontal oposiçom galega à perseguiçom judicial das ideias soberanistas e republicanas. Tal como vinhemos informando durante as últimas semanas, um autocarro levou a solidariedade de militantes e simpatizantes de NÓS-Unidade Popular a Madrid, para fazer pública a frontal oposiçom galega à perseguiçom judicial das ideias soberanistas e republicanas. ]]> Tal como vinhemos informando durante as últimas semanas, um autocarro levou a solidariedade de militantes e simpatizantes de NÓS-Unidade Popular a Madrid, para fazer pública a frontal oposiçom galega à perseguiçom judicial das ideias soberanistas e republicanas. <br /> <br />Fôrom umhas três horas de animada e colorida concentraçom, a partir da entrada dos quatro militantes de NÓS-Unidade Popular, acompanhados polo advogado da nossa organizaçom, para serem interrogados polo juiz instrutor, Fernando Grande-Marlaska. <br /> <br /> <br /> <br />Concentraçom solidária <br /> <br />Às mais de 50 pessoas deslocadas de diferentes pontos da Galiza, somárom-se em frente do edifício da Audiência Nacional (antigo Tribunal de Ordem Pública franquista) companheiros e companheiras de organizaçons solidárias da esquerda madrilena, entre elas Nines Maestro, da Corriente Roja, o sociólogo Agustín Morán, do Centro de Asesoría y Estudios Sociales (CAES), o professor Carlos Taibo, velho amigo da esquerda independentista galega, e membros da direcçom madrilena de Izquierda Castellana. <br /> <br />Contodo, a presença mais ovacionada foi a de Pepita Seoane, mae de Carlos Cela Seoane, activista do SRI detido na passada semana na cidade da Corunha, sob umha arbitrária acusaçom de ‘terrorismo’ e ainda em prisom na capital espanhola. Pepita recebeu o afecto das pessoas concentradas, permanecendo toda a manhá junto ao resto de pessoas mobilizadas. <br /> <br />Ao todo, concentrárom-se umhas 80 pessoas, mas a polícia espanhola, que rodeou a concentraçom em todo o momento, impediu que o figessem na parte frontal do edifício, conduzindo-as para as traseiras da sede judicial, onde despregárom umha faixa de 12 metros de comprimento com a legenda “Galiza nom tem rei: Avante a República Galega. Santi, Alex, Cris e Carlos Solidariedade”. <br /> <br />Durante esse tempo, as numerosas pessoas que passavam polas ruas centrais onde se localiza a Audiência Nacional observárom as numerosas bandeiras da Galiza, junto algumhas castelhanas, da República espanhola, vermelhas e feministas. Entre as legendas mais coreadas polas pessoas concentradas, salientárom as de solidariedade com os acusados, e outras como “Liberdade para os povos”, “A Audiência Nacional nom nos calará”, “A repressom nom é a soluçom”, “A soluçom: autodeterminaçom”, “Nem príncipe, nem rei: República Galega”. <br /> <br /> <br /> <br />Declaraçom em galego, liberdade e imputaçom aos quatro independentistas <br /> <br />As declaraçons dos quatro acusados fôrom feitas em galego, contando com um intérprete em todo o momento. Quase à umha da tarde ficárom livres, após ter-lhes sido comunicada a imputaçom colectiva, apesar de só um deles reconhecer ter queimado o boneco que representava o chefe do Estado monárquico espanhol no dia 6 de Dezembro, em Vigo. <br /> <br />O magistrado interpreta no auto de imputaçom, de oito páginas, que os quatro participárom activamente ou “dando cobertura” umha acçom que considera um “delito de injúrias graves à Sua Majestade o Rei de Espanha” (sic). Daí que translade ao procurador do Estado as diligências prévias para que num prazo de dez dias “formule escrito de acusaçom solicitando a abertura do julgamento oral”. <br /> <br />O advogado dos quatro companheiros vai recorrer da decisom, considerando que nom há base para umha imputaçom de todos os denunciados pola polícia espanhola em Vigo, existindo só base racional para a imputaçom do militante autoinculpado por umha acçom que, de qualquer maneira, nengum Estado verdadeiramente democrático consideraria delictiva. <br /> <br /> <br /> <br />Expectaçom mediática e reafirmaçom soberanista e republicana <br /> <br />À saída dos acusados, as pessoas concentradas aplaudírom a firmeza dos quatro independentistas perante as pressons judiciais num caso de puro exercício do direito à livre expressom política. <br /> <br />A comparência dos militantes de NÓS-Unidade Popular criou umha importante expectaçom mediática, com presença de reporteiros da maioria dos meios televisivos e impressos espanhóis, bem como a Televisom e a Rádio galegas. <br /> <br />Os companheiros Maurício Castro, porta-voz nacional de NÓS-UP, e Alexandre Bolívar, o acusado que assumiu a queima do boneco monárquico, oferecêrom declaraçons reafirmando a legitimidade da acçom simbólica do passado dia 6 de Dezembro, e denunciando a arbitrariedade de tentar condenar os quatro companheiros, quando nas declaraçons deles ficou claro que só um deles participou numha acçom simbólica aplaudida polas várias centenas de participantes na manifestaçom autodeterminista de Vigo. <br /> <br />Maurício Castro agradeceu a importante solidariedade da esquerda social e política madrilena com a causa autodeterminista e republicana galega, sublinhando que som iniciativas solidárias concretas como essa as que podem alicerçar a necessária irmandade entre os respectivos povos para conquistar os direitos das maiorias sociais e a soberania das naçons sem Estado peninsulares. <br /> <br />A concentraçom concluiu com o canto do nosso Hino Nacional. <br /> <br /> <br /> <br />Manipulaçom mediática e actuaçons ilegais do El País <br /> <br />Mais umha vez, umha das agências que cobrírom a notícia espalhou umha informaçom falsa sobre a declaraçom dos companheiros, atribuindo-lhes umha suposta ‘argumentaçom’ contra a monarquia com base na transmissom da SIDA no interior da família real. Absurdas palavras que nunca fôrom pronunciadas polos nossos companheiros, totalmente solidários com a causa da luita social pola erradicaçom dessa doença e pola dignidade das pessoas afectadas pola mesma. <br /> <br />A nossa organizaçom tivo que dirigir-se à Agência EFE para exigir umha imediata rectificaçom dessa mentira, para evitar a desnaturalizaçom de umha justa reivindicaçom democrática do nosso povo. <br /> <br />Por outra parte, o jornal El País voltou a mostrar a sua privilegiada posiçom de poder, ao publicar integralmente no seu web, aos poucos minutos, o auto emitido polo juiz instrutor, o que apesar de ser umha prática ilegal continua a ser habitual em temas relacionados com supostos delitos de natureza política. <br /> <br />NÓS-Unidade Popular quer agradecer a solidariedade recebida durante as últimas semanas e encorajar o movimento popular a continuar a suster as necessárias luitas sociais e políticas em favor dos direitos nacionais galegos e os interesses do nosso povo trabalhador. <br /> <br /> <br />Crónica + Reportagem fotográfica aqui: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1407">http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1407</a> <br /> <br /> 2008-01-30T11:35-07:00 galego pt Inaguraçom!! http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/14055.shtml Grande inaguraçom o sábado 16 de Fevereiro em Boiro: difunde! Grande inaguraçom o sábado 16 de Fevereiro em Boiro: difunde! ]]> Depois de muito trabalho e nom poucos atrancos, por fim o nosso local social abrirá as portas em Boiro (Barbança), quere-mos convirdar a tod@s neste día de celebraçom! <br />O programa de actividades será o seguinte: <br /> =>Ás 19:30 começamos com petiscos debalde <br /> =>Proxecçóm dum vídeo sobre o trabalho de aturuxo <br /> =>Actuacçom das Xoaninhas (cantareiras) <br /> =>Grande concerto de Ataque Escampe <br />Galiza ceive! <br />Avante com Aturuxo! 2008-01-28T13:12-07:00 Aturuxo Local Social http://aturuxo.agal-gz.org pt Entrevista com Alexandre, Cristopher, Santiago e Carlos, citados pola Audiência Nacional acusados de queimar um boneco http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/14026.shtml Alexandre Bolívar, Cristopher Machado, Santiago Mendes e Carlos Pena, som quatro trabalhadores, vizinhos de Ponte Areias, que tenhem que declarar na “Audiência Nacional” sob a acusaçom de “injúrias à Coroa”. Conversamos com eles a poucos dias do seu deslocamento a Madrid Alexandre Bolívar, Cristopher Machado, Santiago Mendes e Carlos Pena, som quatro trabalhadores, vizinhos de Ponte Areias, que tenhem que declarar na “Audiência Nacional” sob a acusaçom de “injúrias à Coroa”. Conversamos com eles a poucos dias do seu deslocamento a Madrid ]]> A vindoura terça-feira 29 de Janeiro tendes que declarar na “Audiência Nacional” acusados de injúrias à Coroa <br /> <br />Alex.- Sim, efectivamente, estamos citados por Grande Marlaska, acusados de termos queimado no dia 6 de Dezembro, em Vigo, um boneco de madeira, tamanho natural, do rei espanhol, após ter finalizado a manifestaçom autodeterminista de Causa Galiza. <br /> <br />Tanto eu como o Carlos responsabilizamo-nos por esta acçom simbólica, que pretende chamar a atençom para denunciar o Estado espanhol nas suas evidentes responsabilidades na marginalizaçom e opressom que padece o nosso país, pola grave situaçom de exploraçom e carência de futuro que padecem amplas camadas da classe trabalhadora, basicamente a juventude. <br /> <br />Carlos.- Somos revolucionários galegos, somos militantes da esquerda independentista e nom reconhecemos o Bourbom como rei da Galiza. Nom podemos desconsiderar que foi posto por Franco e carece da mais mínima legitimidade democrática. A sua figura representa a negaçom dos direitos mais elementares dos povos, a impossibilidade de exercermos a autodeterminaçom, de podermos decidir o nosso futuro colectivo sem entraves de nengum tipo. <br /> <br />Eu quero que as minhas filhas podam viver em galego numha sociedade galega livre e igualitária. Só umha República Socialista pode garantir algo tam simples como isto, que todas as pessoas sejam iguais, tenham idênticos direitos. <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Como é o vosso estado de ánimo? <br /> <br />Cris.- Estamos tranquilos. Afrontamos esta nova acçom repressiva contra a esquerda independentista com serenidade e com firmeza. Somos plenamente conscientes que o Estado espanhol pretende impor umha nova acçom exemplarizante para dificultar o desenvolvimento do projecto independentista e socialista galego. Mas a história tem demonstrado a inutilidade destas medidas, pois quando um povo tem confiança no seu futuro e vontade de luitar, nom há maquinaria repressiva que o contenha. <br /> <br />Santi.- Contamos com o apoio e a solidariedade da nossa organizaçom, de NÓS-UP, e do conjunto do MLNG. No meu caso, com o apoio absoluto e incondicional da minha família e amig@s. Vamos a Madrid com a firme determinaçom e convencimento que a luita é o único caminho, que é necessário combater as políticas neoliberais que provocam o enriquecimento de uns poucos e o emprobrecimento de cada vez mais amplas camadas da classe trabalhadora. Eu quero que as minhas filhas podam viver em galego numha sociedade galega livre e igualitária. Só umha República Socialista pode garantir algo tam simples como isto, que todas as pessoas sejam iguais, tenham idênticos direitos. <br /> <br />Carlos.- A repressom que Espanha exerce sobre a esquerda independentista tem que ser assumida como natural entre a militáncia revolucionária e os sectores mais avançados do movimento popular. Som uns imperialistas fracassados e depois de 500 anos ainda nom lográrom assimilar-nos. Quase três décadas depois da morte de Franco, o actual regime espanhol e as forças políticas em que se apoia, chamem-se PP ou PSOE, BNG ou IU, negam os direitos mais elementares para a classe obreira e as naçons como Galiza, que luitam por sobreviver. E para impor o seu projecto nom duvidam em exercer a repressom com todas as suas variantes. <br /> <br />Alex.- É necessário afrontar a repressom com alegria e coragem. Nom nos podemos deixar amedrontar. Um povo que luita, umha classe que luita, padece repressom. É a nossa incómoda companheira de viagem. Sempre foi assim. Se nom há luita nom há repressom. É muito simples. <br /> <br /> <br /> <br />Que queredes transmitir à sociedade galega? <br /> <br />Alex.- Em primeiro lugar, umha reflexom sobre os défices democráticos de um regime que criminaliza as ideias, que fai do Chefe do Estado um fetiche intocável, semelhante aos monarcas absolutos, e que conserva um tribunal de excepçom, como é a “Audiência Nacional” espanhola, para combater a dissidência política. Nom podemos esquecer que esta instituiçom é continuaçom do Tribunal de Ordem Pública franquista, o famoso TOP por onde passárom centenas de trabalhadores e trabalhadoras, de estudantes e jovens galegos. <br /> <br />Hoje somos nós, como há uns meses fôrom outros militantes independentistas, quem somos citados por exercer a liberdade de expressom e defender os direitos nacionais da Galiza. <br /> <br /> <br />Cris.- Há uns dias, lim numha página web, nom lembro agora qual, umha reflexom a respeito da criminalizaçom das ideias republicanas por parte do regime espanhol, que perguntava se queimar umha carta com o selo do rei espanhol está também tipificado como um delito. Qual é a diferença entre isto e queimar um boneco? Porque este acto de oposiçom está penalizado num Estado que se declara democrático e de direito? <br /> <br />Santi.- O que aconteceu em Vigo no dia 6 nom é um delito. É um simples exercício de liberdade de expressom que na maioria dos estados da nossa área geográfica nom teria a mais mínima conseqüência jurídica. Mas aqui, os Zapatero e Rajoi de serviço, com a inestimável ajuda dos Quintana e companhia, pretendem meter medo, como antes tentárom ocultar a brutal repressom franquista, o holocausto que padeceu o nosso povo após 1936. <br /> <br />Carlos.- Solicitamos a solidariedade de todas as pessoas que se considerem demócratas e do conjunto do movimento popular. Estamos orgulhosos de ser luitadores galegos e vamos ir a Madrid com a cabeça bem alta. <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1401">http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1401</a> 2008-01-26T12:00-07:00 gzlivre pt Andanzas del terrorista protegido por la Casa Blanca http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13970.shtml CUANDO a cualquier norteamericano en espera de una decisión de un tribunal judicial le costaría caro exhibirse en un evento vinculado a una actividad criminal, Luis Posada Carriles, inmigrante ilegal cuyas actividades terroristas fueron reconocidas formalmente por los servicios de inmigración, se asocia de nuevo públicamente a la organización terrorista Alpha 66. CUANDO a cualquier norteamericano en espera de una decisión de un tribunal judicial le costaría caro exhibirse en un evento vinculado a una actividad criminal, Luis Posada Carriles, inmigrante ilegal cuyas actividades terroristas fueron reconocidas formalmente por los servicios de inmigración, se asocia de nuevo públicamente a la organización terrorista Alpha 66. ]]> Posada y Alpha 66 desafían a la Corte de Apelación <br /> <br />Andanzas del terrorista protegido por la Casa Blanca <br /> <br />Jean Guy Allard (Cubadebate) <br /> <br />CUANDO a cualquier norteamericano en espera de una decisión de un tribunal judicial le costaría caro exhibirse en un evento vinculado a una actividad criminal, Luis Posada Carriles, inmigrante ilegal cuyas actividades terroristas fueron reconocidas formalmente por los servicios de inmigración, se asocia de nuevo públicamente a la organización terrorista Alpha 66. <br />Desde sus oficinas del 2250 S.W. 8th St., en pleno Miami, la organización creada hace casi 50 años por la CIA para desarrollar acciones terroristas contra Cuba, convoca a una asamblea para el domingo 27 de enero en los salones del Big Five Club de Miami. <br />La organización que reagrupa a unos de los criminales más connotados de la Florida, propone “por la modesta donación de $30.00 dólares” un “exquisito almuerzo” un “variado programa” que incluye a una exposición “con hermosos cuadros de Luis Posada Carriles”, que se podrá comprar “a precios muy razonables”. <br />El “comunicado de prensa”, publicitado en la página de Alpha 66 en Internet, es firmado por Ernesto Díaz Rodríguez y Osiel González, dos terroristas con larguísima hoja de ruta. <br />Hace unos días, la conocida revista norteamericana Salon (*) revelaba como Posada Carriles participó, escoltado por los terroristas Pedro Remón y Reinol Rodriguez, en a una actividad publica de Alpha 66 en en el restaurant Miami Havana de la localidad de Westchester, al suroeste de Miami. <br />El amplio y muy documentado reportaje firmado por los reporteros de investigación Tristram Korten y Kirk Nielsen describía como el terrorista, asesino y torturador, cuya participación en conspiraciones contra Cuba y Venezuela ha sido denunciada en múltiples oportunidades por las autoridades de ambos países, fue el entonces invitado principal de un banquete. <br />Liberado, irónicamente, por los fiscales antiterroristas de Bush que hundieron su causa en una espiral de procedimientos, Posada se encuentra instalado en un lugar secreto bajo la protección de su red mafiosa. <br />Tuvo varias oportunidades de reunirse con “Gasparito” Jiménez y Guillermo Novo, encarcelados con él en Panamá por terrorismo, hasta que la presidenta mafiosa panameña Mireya Moscoso los soltó, con Pedro Remón, de la cárcel de El Renacer. <br />Ya recibe los capos del Cuban Liberty Council, desde Luis Zúñiga Rey, un íntimo de los Bush, hasta Roberto Martín Pérez y su redonda Ninoska, los Pérez-Roura y otras reliquias batistianas de la época de Rolando Masferrer, además del asesino, torturador de la Operación Phoenix y narcotraficante de Ilopango, Félix Rodríguez-Mendigutía. <br />En diciembre, exactamente 24 horas después de que el investigador Peter Kornbluh, de los Archivos de Seguridad Nacional (**), lo señalara como "uno de los más prolíficos proveedores de violencia política de la historia reciente", ante un Subcomité del Congreso, el municipio miamense de Hialeah inauguraba otra exposición de las "últimas obras" del "pintor cubano" Luis Posada Carriles, en el Walker Community Center, de 29th Street. <br />Anteriormente, el terrorista que Bush mantiene fuera del alcance de las leyes, presentaba su material gráfico de dudosa calidad estética ante su fan club de nostálgicos de la dictadura de Batista compuesto en gran parte de veteranos de la estación CIA miamense JM/WAVE. <br />Esta vez, Posada compartía los salones del Big Five Club con otro asesino, también aficionado, bastante torpe, de las bellas artes: nada menos que José Dionisio "Charco de Sangre" Suárez Esquivel, condenado por el asesinato del ex ministro chileno Orlando Letelier (y su asistente Ronnie Moffit, en Washington, 21 Septiembre 1976) y liberado por George W. Bush unos días antes del 9-11. <br />Posada, el “Comisario Basilio” de la policía secreta venezolana quién desapareció durante años a jóvenes revolucionarios venezolanos antes de ordenar la destrucción en vuelo de un avión cubano, se dedica a conspirar sin que el FBI del Special Agent Jonathan Salomon, recuperado por la mafia local, tenga nada que decir. <br />Estados Unidos es este mismo país donde cinco agentes antiterroristas cubanos han sido condenados a cuatro veces la cadena perpetua además de 75 años de cárcel por haber infiltrado los círculos que apadrinan a Posada. <br />En espera de una decisión de la Corte de Apelaciones de Nueva Orleans sobre su caso migratorio, Posada Carriles, está reclamado por Venezuela en relación con su responsabilidad en el sabotaje a un avión cubano en 1976 (*** CU-455, 6 Octubre 1976) que costó la vida a las 73 personas que viajaban a bordo. <br /> <br />22/01/08 <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.visionesalternativas.com/article.asp?ID={EBD03D24-0024-40B4-9546-7CF729CE9385}&language=ES">http://www.visionesalternativas.com/article.asp?ID={EBD03D24-0024-40B4-9546-7CF729CE9385}&language=ES</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />(*) <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.salon.com/news/feature/2008/01/14/cuba/print.html">http://www.salon.com/news/feature/2008/01/14/cuba/print.html</a> <br /> <br /> <br />(** ) <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB153/">http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB153/</a> <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv/news/20071115/index.htm">http://www.gwu.edu/~nsarchiv/news/20071115/index.htm</a> <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv">http://www.gwu.edu/~nsarchiv</a> <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB222/index.htm">http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB222/index.htm</a> <br /> <br /> <br /> <br />(***) <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.familiesforjustice.cu/interface.sp/design/home.tpl.html">http://www.familiesforjustice.cu/interface.sp/design/home.tpl.html</a> <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cubaweb.cu/secciones/crimen_barbados/index.html">http://www.granma.cubaweb.cu/secciones/crimen_barbados/index.html</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />A juicio ministro panameño <br />que excarceló al terrorista preferido de Bush <br /> <br />POR JEAN-GUY ALLARD —de Granma Internacional— <br /> <br />• UN tribunal de Panamá tendrá la oportunidad, a partir de este lunes 14 de enero, de descubrir las circunstancias en las cuales tres funcionarios cómplices de la presidenta Mireya Moscoso, incluyendo al ex ministro de Justicia Arnulfo Escalona, ayudaron a un protegido del gobierno norteamericano, el terrorista internacional Luis Posada Carriles, a escapar del país. <br />Posada estaba encarcelado en Panamá por haber intentado asesinar al Presidente cubano. <br />Escalona, el ex director de la Policía Nacional Carlos Barés, y el ex subdirector de Migración Javier Tapia comparecerán ante la jueza Marlene Morais, del Juzgado Decimosegundo de Circuito Penal, acusados de abuso de autoridad y extralimitación de funciones, por haber sacado a Posada y tres de sus cómplices de su cárcel para llevarlos a los aviones venidos expresamente de Miami para sacarlos del país. <br />Escalona, Barés y Tapia violaron la ley al actuar antes de la publicación en la Gaceta Oficial del indulto de los conjurados, ilegalmente proclamado por la Moscoso. <br />Posada, Gaspar Jiménez Escobedo, Guillermo Novo Sampoll, y Pedro Remón, fueron detenidos en la ciudad de Panamá, el 17 de noviembre del 2000, poco después de que Cuba reveló a las autoridades panameñas una conspiración para asesinar, con varios kilos de C-4, al presidente Fidel Castro en medio de una multitudinaria asamblea en el anfiteatro de la Universidad de Panamá. <br />Según los expertos, la explosión hubiera provocado un desastre comparable al de la Torres Gemelas de Nueva York, con más de 3 000 muertos. <br />Posada comparte con Orlando Bosch, de Miami, el título de "terrorista más peligroso del hemisferio", atribuido por el propio FBI. Y sus cómplices tienen, todos sin excepción, un amplio pasado terrorista: entre otros crímenes, Jiménez es el asesino del técnico cubano Artagnan Díaz Díaz, en México; Remón mató al diplomático cubano en la ONU, Félix García Rodríguez, y Novo participó en el asesinato del ex canciller chileno Orlando Letelier. <br /> <br />EL VIDEO QUE CUENTA LA COMPLICIDAD DE MOSCOSO CON BUSH <br /> <br />Fue el 26 de agosto del 2004, a penas unos días de terminarse su mandato presidencial, que la Moscoso indultó a los cuatro asesinos. Unas semanas después de la evasión de Posada y sus cómplices con la ayuda presidencial, aparecía en los medios un video que revelaba hasta que punto la Moscoso y sus cómplices obedecieron servilmente a las orientaciones del gobierno norteamericano y de la mafia cubanoamericana. <br />Las imágenes de una cámara de seguridad del aeropuerto de la capital de Panamá, grabadas ese mismo 26 de agosto del 2004, enseñaban a Bares, Tapia y al jefe de la Dirección de Investigación e Información Policial (DIIP), Arnulfo Escobar, fraternizando escandalosamente con los cuatro delincuentes y arreglando cada detalle de su salida ilegal del país. <br />El video muestra a los tres hombres y a otros funcionarios cuando departían y hasta comían con los cuatro terroristas cubano-americanos. <br />Se puede ver así a Posada Carriles, en cuclillas, hablando por teléfono celular (proveído por los propios funcionarios) por varios minutos, mientras de uno de los aviones sale la esposa de Jiménez para abrazar de manera efusiva y plantar un beso en la mejilla de Barés. <br />Se observa luego una amena despedida a Posada Carriles y a sus cómplices donde el ex Jefe de la Policía Nacional Carlos Barés y sus cómplices se abrazan con los delincuentes e intercambian documentos, pastelerías y tazas de café. <br />Nunca en la historia itsmeña presos tuvieron derecho a tan fraternal despedida. <br />El video fue obtenido por la televisión panameña gracias a las pesquisas desarrolladas por el Fiscal Superior Especial Arquímedes Sáez quién luego pago caro su iniciativa. Sáez fue quien obtuvo la condena de los cuatro terroristas ante los tribunales a pesar de la enorme presión ejercida tanto por la administración norteamericana como por la mafia cubanoamericana. <br />Todos los documentos originales del expediente de Luis Posada Carriles conservados durante años en la cámara fuerte del FBI de Miami fueron destruidos en el 2003, por órdenes tanto de Héctor Pesquera, entonces gran capo del propio FBI como de la Fiscalía Federal del Sur de la Florida, mientras la justicia panameña buscaba reunir pruebas del pasado criminal del terrorista en vista a su enjuiciamiento. <br /> <br />BUSH, POWELL, REICH, BOLTON, LA FNCA Y ALPHA 66 <br /> <br /> En el 2003, el caso de Posada y de sus cómplices era objeto en Miami de una intensa campaña desarrollada por la mafia terrorista, con todos los medios de que dispone tanto en la prensa como en su red de contactos políticos. <br /> Roberto Martín Pérez, Feliciano Foyo y Horacio García, todos ex directores de la Fundación Nacional Cubano Americana (FNCA) que Posada designó públicamente como los "financieros" de sus actividades terroristas, fueron recibidos por el subsecretario Roger Noriega el 2 de mayo del 2003 en el Departamento de Estado. <br /> El 20 de ese mismo mes, el presidente norteamericano George W. Bush, invitaba a la Casa Blanca a once miembros de la extrema derecha cubanoamericana del Sur de la Florida. Entre ellos se encontraba Ernesto Díaz Rodríguez, hoy Jefe del grupo terrorista Alpha 66. <br /> El 3 de septiembre, se abría en Panamá la audiencia preliminar que, en dos sesiones, iba a llevar a Posada a un juicio. <br /> El viernes 10 de octubre del 2003, George W. Bush, acompañado por su Secretario de Estado, Colin Powell, ofreció un cóctel en el Jardín de la Rosa (el Rose Garden) de la Casa Blanca, donde apareció Ninoska Pérez-Castellón, la diva de la radio terrorista miamense, y Luis Zúñiga Rey, ex jefe de la sección paramilitar de la FNCA, ambos fundadores del Cuban Liberty Council. <br /> El encuentro provocó, entre otros resultados, que Powell, durante su visita a Panamá en diciembre del mismo año, abordó con la presidenta mafiosa Mireya Moscoso el tema de Posada Carriles. <br /> El 21 de enero del 2004, Otto Reich, Secretario de Estado Adjunto para Asuntos del Hemisferio Occidental, se reunió con Moscoso. En los días siguientes, circuló en Miami una información según la cual Otto Reich lo había "arreglado todo". <br />Se supo más tarde como la liberación de Posada y su pandilla fue negociada en Miami por la propia hermana de la presidenta corrupta, la "primera dama" Ruby Moscoso, por una suma de 4 millones de dólares. La operación fue dirigida por Pedro Gómez, cubanoamericano vinculado a la Mellon United National Bank, de Miami, quien también se encargó del pago de los honorarios a los defensores panameños, encabezados por el narcoabogado Rogelio Cruz. <br /> El 18 de marzo terminó el juicio relámpago contra Posada Carriles y demás acusados que recibirán condenas de complacencia… <br />El 12 de mayo el propio ministro Escalona, ahora acusado, se reunía con el Subsecretario de Estado norteamericano John Bolton, tristemente famoso por ser un derechista de los más fanáticos, en Washington. <br />Y el 26 de agosto siguiente, a unas horas de abandonar la presidencia, la Moscoso firmaba el indulto que permitía a los cuatro asesinos huir del país a toda velocidad. <br /> <br />EL EX JEFE DE LA POLICIA LOS SACA DE LA CELDA <br /> <br />Los cuatro terroristas fueron liberados del penal El Renacer en la madrugada del 26 de agosto, en un operativo en el que el propio Barés, abrió las celdas de los reclusos, a dentro del penal, sin siquiera notificar al director de la prisión, Ricardo Apú. Posada y sus sicarios fueron diligentemente llevados al aeropuerto de Tocumen, donde abordaron dos aviones privados que despegaron a las 6:50 a.m. <br />Los tres socios de Posada, todos terrorista fichados, entraron a Estados Unidos como se entra en un centro comercial, sin la menor pregunta de las autoridades migratorias del aeropuerto de Opa-Locka, bajo control mafioso, mientras Posada desaparecía en Honduras durante una escala programada con la complicidad de un representante del FBI. Reapareció meses más tarde en la Florida, a bordo del barco camaronero Santrina. <br />La justicia de Bush después de varios meses de procedimientos dilatorios para evitar una extradición del asesino a Venezuela que sigue reclamándolo, logró provocar su liberación por un tribunal complaciente de El Paso bajo el pretexto que sus declaraciones fueron mal traducidas al inglés. Posada se expresa perfectamente en el idioma de sus amos y no necesita traductor alguno. <br />Varios otros cómplices de Posada en el complot de Panamá, Santiago Álvarez Magriña, Nelsy Ignacio Castro Matos y Rubén López Castro, todos de Miami, nunca fueron formalmente acusados. Descaradamente, los tres visitaron repetidamente en su cárcel Panamá a Posada Carriles y sus secuaces para entregarles dinero y mantenerlos informados de sus conspiraciones. <br />Más aún, Santiago Álvarez Magriña y Rubén López Castro acompañaban a Posada en el Santrina, en su entrada ilegal en territorio norteamericano, en marzo del 2005. <br /> <br />POSADA SIGUE CONSPIRANDO CON LA PROTECCION IMPERIAL <br /> <br />En procedimientos tramposos que justifican la permanencia de Posada en territorio norteamericano, la Corte de Apelación de la Nueva Orleáns debe pronunciarse sobre su liberación aún que, de toda forma, los cargos seleccionados llevan una sentencia inferior al tiempo de detención que ya cumplió. <br />Un comité del Congreso pretende, mientras tanto, descubrir por qué, desde su llegada a Estados Unidos, el terrorista Posada Carriles se benefició de innumerables privilegios mientras cientos de individuos sospechados de terrorismo por la CIA y el FBI enfrentan un tratamiento bien distinto. <br />Servidor diligente de Bush padre y conocedor de numerosos secretos de su clan mafioso, Posada Carriles, nunca fue reconocido como terrorista por las autoridades norteamericanas lo que permitiría su encarcelamiento inmediato y permanente. <br />Goza ahora de su libertad, se radica en un lugar secreto proveído por sus socios terroristas, y se reúne libremente con cabecillas mafiosas. • <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cu/espanol/2008/enero/mier9/panameno.html">http://www.granma.cu/espanol/2008/enero/mier9/panameno.html</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Detrás de la candidatura de Rudolph Giuliani, los millones de la Bacardí <br /> <br /> <br />POR JEAN-GUY ALLARD —de Granma Internacional— <br /> <br /> <br />• Detrás de Rudolph Giuliani, pretendiente a la candidatura del Partido Republicano para las venideras elecciones presidenciales en EE.UU., se encuentra el dinero de la ronera Bacardí, revela en su última edición la revista norteamericana Harper's. <br />La Bacardí está también entre los mayores proveedores de fondos a grupos terroristas de Miami —incluyendo a los padrinos miamenses de Luis Posada Carriles— que, a lo largo de los últimos 50 años, han realizado acciones criminales contra Cuba. <br />Paradójicamente, el ex alcalde de Nueva York y ex fiscal neoyorquino que llevó a Eduardo Arocena, el jefe del grupo terrorista Omega 7, a la cárcel por el resto de su vida, se encuentra ahora asociado a los capos miamenses del Cuban Liberty Council que reúne los elementos más recalcitrantes de la extrema derecha cubanoamericana de Miami y que reclama abiertamente la liberación de ese peligrosísimo terrorista de la década del 80. <br />Según un análisis de Harper's, firmado por Ken Silverstein , su especialista en materia de política federal, la campaña de Giuliani se concentra ahora en las primarias de la Florida del 29 de enero próximo, para las cuales apuesta sobre los votantes conservadores "haciendo un particular énfasis en los cubanos derechistas". <br />El 3 de enero, en una reunión en Miami, Giuliani ajustó su discurso a esa clientela de fanáticos, la mayoría de avanzada edad, entre los ciudadanos de origen cubano que tienen derecho a votar. Adoptó ya los términos de la retórica propia de los peores elementos del show anticubano característico de esa ciudad totalmente dominada por la mafia terrorista cubanoamericana. <br />Harper's señala cómo el grupo de financistas que apadrinan la campaña de Giuliani está encabezado por la familia Bacardí, "cuyos abogados ayudaron a redactar una ley que, en medio de los años 90, vino a reforzar el embargo económico norteamericano contra Cuba". <br />En 1998, recuerda el analista, Otto Reich —entonces un lobbysta de la Bacardí y luego elegido como Subsecretario de Estado por George W. Bush en un controvertido nombramiento de receso del Congreso— ayudó a introducir en el proyecto de ley de más de 4 000 páginas, una medida que ayudó a Bacardí en su larga disputa legal con Havana Club. <br />Harper's señala además cómo Bacardí también recibió durante años un apoyo incondicional del ex líder de la mayoría en la Cámara Baja, el corruptísimo Tom DeLay. <br />En el 2003, la revista especializada Roll Call reportó que DeLay intentó introducir subrepticiamente una enmienda revisando los estatutos de marcas de comercio en el proyecto de ley anual de la defensa, una iniciativa diseñada específicamente para la Bacardí. <br />Bacardí, por supuesto, contribuyó con extrema generosidad a la prosperidad de DeLay, a pesar incluso de las protestas del Citizens for Responsibility and Ethics in Washington (CREW), grupo que intenta identificar a los políticos más corruptos, que observó cómo la ronera terrorista abastecía al congresista hasta inundar con su producto y sus bondades una reunión partidista convocada en un golf de Puerto Rico en el 2004. <br />Ese mismo año, otro fondo de campaña vinculado a DeLay fue acusado de reunir ilegalmente importantes cantidades de dinero proveído por Bacardi para encaminarlo hacia candidatos republicanos. Cuando el político fue finalmente alejado de sus funciones en la Cámara y llevado ante los órganos judiciales, Bacardí contribuyó con su habitual generosidad a su fondo de defensa. <br />La ronera que pretende enseñar a Cuba las reglas de la versión norteamericana de la democracia subsidiando a grupos extremistas, está ahora firmemente asociada al candidato Giuliani, lo que indica con absoluta claridad que la parte más extremista de los capos de la Miami terrorista se inclinó hacia el ex fiscal neoyorquino. <br />Harper's precisa que entre los que han ofrecido, oficialmente, dinero al fondo de campaña de Giuliani, se encuentran Facundo Bacardí, el "chairman" de la corporación, y John Espósito, el principal ejecutivo de Bacardí USA. <br />La Bacardí, desde el triunfo de la Revolución cubana, ha apoyado financieramente actividades terroristas contra la Isla. En documentos desclasificados del propio gobierno estadounidense, redactados en relación con el asesinato del presidente Kennedy, se demuestra cómo José Pepin Bosh, el entonces presidente de la Bacardí en la época, financió tentativas de asesinatos contra dirigentes cubanos, que se realizaron en colaboración con la CIA y la mafia italiana. <br />En 1965, la Bacardí está señalada en otros documentos oficiales, como patrocinadora del grupo terrorista RECE, encabezado por Jorge Mas Canosa. Un texto procedente de un agente del FBI en la representación diplomática norteamericana en México indica cómo "Luis Posada Carriles ha dicho el último 25 de junio (de 1965) que Jorge Mas Canosa del RECE le ha pagado 5 000 dólares para pagar los gastos de una operación de demolición en México". <br />"Posada dijo que estaba proyectando poner minas ‘limpet’ sobre un barco cubano o sovietico en el puerto de Veracruz, México, y que tenía 100 libras de explosivos C-4 y detonadores". <br />El complot se confirma en un último documento que precisa que Posada Carriles ha propuesto "a un experto en demolición viajar a España, México y otros países latinoamericanos a costa del RECE, a fin de poner bombas en instalaciones comunistas en estos países". <br />El agente de la CIA Mas Canosa, el jefe de RECE, se convirtió luego en fundador de la Fundación Nacional Cubano Americana (FNCA). <br />Según el respetado investigador norteamericano Gaeton Fonzi, los fondos de Bacardí y los de la CIA a menudo se confundieron en estas operaciones, la ronera dando la cara cuando la agencia lo necesitaba. <br />Desde hace casi cincuenta años, la Bacardí siempre estuvo al lado de los elementos más violentos de la mafia de Miami. De manera elocuente, su ron, destillado bajo licencia por varios fabricantes de alcohol, es omnipresente en las recepciones ofrecidas a sus informantes por diplomáticos norteamericanos radicados en La Habana. <br /> <br />EL EX FISCAL NEOYORQUINO BAILANDO CON LA MAFIA MIAMENSE <br /> <br />En 1983, Rudy Giuliani fue el Fiscal federal de Nueva York que enjuició al cubano Eduardo Arocena, Jefe del grupo terrorista Omega 7, entonces calificado por el FBI como la más peligrosa de todas las organizaciones criminales de Estados Unidos. No puede ignorar hoy que sus nuevos amigos del CLC sueñan con sacar a Arocena de la cárcel, mientras son los defensores más irreductibles de Orlando Bosch Avila y Luis Posada Carriles, responsables de la destrucción en pleno vuelo de un avión de pasajeros de Cubana de Aviación. <br />Esa misma pandilla de llamados "anticastristas" financió los atentados de La Habana, urdidos por Luis Posada Carriles en 1997. <br />Entre los más ruidosos partidarios de Giuliani que lo celebran ahora en cada rincón de Miami, se encuentran ciertos energúmenos que el propio FBI tiene fichados en relación con una investigación sobre el financiamiento de estos actos de terrorismo. <br />Feliciano M. Foyo (que Posada Carriles llamó su "financiero"), Alberto M. Hernández, Diego R. Suárez y Felipe A. Valls estuvieron implicados en las actividades del Comité Paramilitar de la FNCA y ahora votarán por Giuliani. <br />Son estos mismos individuos quienes instaron a sus cómplices del FBI de Miami, en agosto del 2003, a desaparecer el expediente de Posada, entonces preso en Panamá; quienes compraron su indulto a la presidenta Mireya Moscoso y manejaron la liberación del terrorista, torturador y asesino por los fiscales de George W. Bush, una escandalosa maniobra que pretende investigar hoy un comité del Congreso. <br />Son estos mismos elementos quienes obtienen del inquilino de la Casa Blanca el encarcelamiento a Los Cinco antiterroristas cubanos que arriesgaron sus vidas para contrarrestar los planes asesinos de los socios de Eduardo Arocena que el ex fiscal Giuliani ahora abraza efusivamente. <br /> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cu/espanol/2008/enero/vier18/4giuliani.html">http://www.granma.cu/espanol/2008/enero/vier18/4giuliani.html</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Ver también: <br /> <br /> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.antiterroristas.cu">http://www.antiterroristas.cu</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.freethefive.org">http://www.freethefive.org</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cubaweb.cu/miami5/index.html">http://www.granma.cubaweb.cu/miami5/index.html</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cu/carriles/index.html">http://www.granma.cu/carriles/index.html</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.ain.cu/terrorismo/index.htm">http://www.ain.cu/terrorismo/index.htm</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.cubainformacion.tv/">http://www.cubainformacion.tv/</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.cubanradio.cu">http://www.cubanradio.cu</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Videos: <br /> <br /> <br />- "Misión contra el terror", acerca de los Cinco héroes cubanos prisioneros en cárceles del imperio: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://youtube.com/watch?v=CCdGdpeNps8">http://youtube.com/watch?v=CCdGdpeNps8</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://es.arcoiris.tv/modules.php?name=Unique&id=824">http://es.arcoiris.tv/modules.php?name=Unique&id=824</a> <br /> <br />- "Bacardí, el secreto del murciélago": <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://video.google.es/videoplay?docid=5416850335187952791">http://video.google.es/videoplay?docid=5416850335187952791</a> <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://es.arcoiris.tv/modules.php?name=Downloads&d_op=viewdownload2&cid=&orderby=title%20ASC&offset=0&email=&letter=E">http://es.arcoiris.tv/modules.php?name=Downloads&d_op=viewdownload2&cid=&orderby=title%20ASC&offset=0&email=&letter=E</a> <br /> <br />- "Sobre el terrorista Luis Posada Carriles": <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=M1KAaWgaD3Q">http://www.youtube.com/watch?v=M1KAaWgaD3Q</a> <br /> <br />- "Entrevista a Posada en ABC News": <br /> <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.freethefive.org/usTerrorism/USTerrABCNews42907.htm">http://www.freethefive.org/usTerrorism/USTerrABCNews42907.htm</a> <br /> <br /> <br /> 2008-01-23T16:09-07:00 envia F Espinoza es Sancionadas as pessoas convocantes da máni do 6-D http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13939.shtml As autoridades espanholas acusam estes activistas de Causa Galiza de “nom manter a ordem” e de “permitir” a queima da efígie de Juan Carlos de Bourbon <br /> <br /> As autoridades espanholas acusam estes activistas de Causa Galiza de “nom manter a ordem” e de “permitir” a queima da efígie de Juan Carlos de Bourbon <br /> <br /> ]]> Sancionadas as pessoas convocantes da manifestaçom autodeterminista do 6 de Dezembro <br /> <br />Galiza, 22 de Janeiro de 2008 <br /> <br />A Subdelegaçom do Governo espanhol em Ponte Vedra sancionou com 600 euros a cada umha das três pessoas que convocárom em nome de Causa Galiza a manifestaçom que o passado 6 de Dezembro percorreu as ruas viguesas contra a Constituiçom espanhola e a favor da autoderminaçom nacional. As autoridades espanholas acusam os três companheiros de “nom manter a ordem na manifestaçom” e de “permitir” a queima dumha imagem do monarca espanhol. <br /> <br />Cumpre lembrar que a queima da efígie de Juan Carlos de Bourbon se produziu umha vez concluída a manifestaçom do 6 de Dezembro. A marcha, ademais, decorreu sem nenhum tipo de incidência. <br /> <br />Causa Galiza enquadra estas denúncias dentro da campanha incessante de criminalizaçom do movimento soberanista galego que empreenderom as autoridades espanholas. As sançons contra estas três pessoas suponhem umha clara conculcaçom dos direitos de reuniom e manifestaçom e pretendem amedrontar o conjunto da esquerda autodeterminista. <br /> <br />O acosso contra militantes da Causa Galiza nom é algo novidoso. Os dias prévios ao 25 de Julho agentes da polícia espanhola retiverom pôr volta de umha hora vários membros da entidade autodeterminista quando estavam a distribuírem cartazes e faixas da plataforma nas redondeças de Compostela, mesmo sancionando um deles ao qualificar a polícia de “arma” o pequeno utensílio que portava para furar e segurar as faixas. Esta situaçom repetiu-se o passado 6 de Dezembro quando umha dezena de números da Guardia Civil acossou quatro activistas da Causa Galiza ao rete-los e regista-los na AP-9 à altura de Caldas de Reis, no momento em que regressavam de Vigo após participarem na mobilizaçom organizada pola plataforma. <br /> <br />Por último, Causa Galiza quer exprimir a sua plena solidariedade e o seu total apoio os três companheiros sancionados pola Subdelegaçom do Governo espanhol em Ponte Vedra. <br /> <br /> 2008-01-22T19:35-07:00 Causa Galiza pt Voto libre y voluntario en CUBA http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13923.shtml La no obligatoriedad de ejercer este derecho es también un elemento democrático en el sistema electoral de la Isla La no obligatoriedad de ejercer este derecho es también un elemento democrático en el sistema electoral de la Isla ]]> Voto libre y voluntario en CUBA <br /> <br />La no obligatoriedad de ejercer este derecho es también un elemento democrático en el sistema electoral de la Isla <br /> <br />Iliana Hautrive <br /> <br />¿Es obligatorio votar en Cuba?, preguntó el joven argentino, de visita en La Habana, interesado en conocer detalles del proceso electoral en la Isla, en el que el próximo domingo 20 de enero millones de cubanos concurriremos a las urnas para elegir a los diputados al Parlamento y a los delegados a las asambleas provinciales del Poder Popular. <br />Confieso que la interrogante dejó algo perplejos a los cuatro anfitriones, acostumbrados a ejercer, como todo cubano, este derecho de forma libre y soberana, sin que medien presiones ni castigos, y casi convencidos de que en todos los lugares del planeta, con sus particularidades, se respetaba este principio. <br />La respuesta del grupo no se hizo esperar. Al margen de anécdotas cotidianas y experiencias personales, el mayor argumento fue el contenido de la Ley Electoral de la República de Cuba, que en su artículo 3, del título Del derecho al Sufragio, consigna textualmente: el voto es libre, igual y secreto, y cada elector tiene derecho a un solo voto. <br />Tanto como el visitante se mostró satisfecho por el carácter democrático de tan sencillo aspecto, así fue la reacción de indignación de los interlocutores al conocer que en otras partes del mundo, incluido el continente latinoamericano, el voto se considera un deber y es de carácter obligatorio. <br />El tema es valorado como antagónico en las propias páginas de Internet.” Las elecciones, que en cualquier país no dictatorial representan la más alta expresión democrática de la voluntad de los ciudadanos de decidir y participar de la cosa pública, tienen en el Ecuador un ‘aire’ especial, diría casi autoritario, que vale la pena analizar. En primer lugar, la obligatoriedad del voto, en consecuencia, el castigo previsto para los que no cumplen con este deber, un castigo que pretende disminuir el valor de ser ciudadano al que incumple. Se tiene la impresión de que se ha trastocado el significado de las cosas. Votar no es un deber, es un derecho y, como tal, no puede ser obligatorio salvo que se quiera caer en una flagrante contradicción”, puede leerse en Hoy online, el primer diario en línea de América del Sur, en la red desde 1994. <br />Otro tanto ocurre en Uruguay. En la página Ecos, del diario El país digital, un ciudadano escribió el 25 de marzo del 2006 "Debo confesar que me enteré hace muy pocos días de la obligatoriedad de votar el domingo 26 para unas elecciones del BPS. En lo que me es personal, estoy más enterado de las noticias más relevantes de la región y el mundo que estas elecciones que no tengo claro cuál es su cometido. No se hizo ninguna propaganda al respecto, no sabemos nada de quiénes se postulan ni para qué y lo más absurdo la tan mentada obligatoriedad.” <br />Son sólo dos casos. Puede haber muchos más. La conversación con el joven argentino no soslayó la custodia de las urnas, donde en algunos lugares del mundo es responsabilidad de los militares, mientras que en Cuba lo hacen niños de la enseñanza primaria, quienes con su solemnidad y ternura, también imprimen un sello de democracia y transparencia a las elecciones en la Isla. <br />Cierto es que, como bien dijo el visitante, el 20 de enero será otra jornada de plena democracia en Cuba. Ya no sólo por la forma en que fueron nominados esos candidatos, la mitad directamente por el propio pueblo en sus barrios de residencia, y otra buena parte, a través de los plenos de los organizaciones de masas del país. Lo será también por aspectos tan sencillos como el voto libre de los cubanos, quienes por su sentido patriótico y elevada conciencia, concurren de forma masiva a las urnas, sin que nadie los obligue. <br /> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.trabajadores.cu/materiales_especiales/columnistas/ileana-hautrive-1/voto-libre-y-voluntario-en-cuba">http://www.trabajadores.cu/materiales_especiales/columnistas/ileana-hautrive-1/voto-libre-y-voluntario-en-cuba</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />8 millones de cubanos votan en las elecciones <br /> <br />Bernardo Gutiérrez <br /> <br />Público <br /> <br />09.00 de la mañana. Colegio electoral número 1 de la circunscripción 79, en el barrio obrero de Pogolotti de La Habana. Camila Escudero, una niña de 9 años, protege una urna blanca. Los electores depositan sus papeletas con tranquilidad. Algunos, como Margarita Serrano, lo hacen con lentitud y "orgullo revolucionario". "Estoy feliz de participar en unas elecciones que son la antítesis de las de Estados Unidos. Los candidatos surgen del pueblo y no ganarán un centavo", asegura Margarita. <br />María José Fernández, como Margarita, ha colocado una cruz en la casilla de voto único. Lo que significa que apoyan a todos los candidatos a diputado de su circunscripción. "Pueden no votar por alguno o por ninguno. El voto no es obligatorio y es secreto", asegura Ernesto Escudero, el presidente del colegio electoral. <br />La Habana, como todo el país, amaneció ayer forrada de carteles: "Contra el imperio, voto único". El voto único, que es opcional, es una estrategia puesta en marcha por Fidel Castro en 1993 para reforzar el "apoyo a la revolución". Sin embargo, el propio Fidel explicó en 1997 que "si hay quien no quiere votar por alguno, está en su pleno derecho" o incluso "por ninguno". <br />Raúl Castro, presidente en funciones de Cuba, votó a primera hora de la mañana y anunció que el 24 de febrero se constituirá la Asamblea Constituyente. Entonces se decidirá quién será el presidente del Consejo de Estado que comanda el país. <br /> <br />Participación masiva <br /> <br />Se sabe que cerca del 95% de la población votó, más de 8 millones. Casi con seguridad, se confirmarán a los 614 candidatos a diputados. Mayra Hernández, representante de la Comisión de Candidatos de Marianao, destaca el carácter abierto de las asambleas. <br />"En ellas se abordan todos los temas, los problemas. Se habla sin tapujos y con libertad", apunta. Y es que los cubanos tienen un especial orgullo de su sistema electoral. Ricardo Alarcón, presidente de la Asamblea Nacional del Poder Popular, destacó hace una semana que "ha creado un sistema que, aun con sus defectos, trata de acercar a la población la democracia abierta y clara". Ilda Belmas, presidente del Comité de Defensa de la Revolución Rafael Trejo, destaca el carácter participativo de los comicios. "Unas elecciones donde el 50% no vota, como las americanas, no son representativas", señala. <br />A las elecciones concurrían ayer candidatos como Grettel Rafuls, una joven de 19 años. Grettel, que estudia comunicación social, asegura que se sintió sorprendida cuando fue propuesta: "Yo formaba parte de la Federación de Estudiantes. Ahora, tengo una grandísima responsabilidad. Los jóvenes tenemos que profundizar la revolución". <br />Aunque no es obligatorio votar, algunos lo hacen con desencanto. El taxista Félix Martínez asegura que votó "para que los vecinos no crean que no eres revolucionario". Antonio (nombre ficticio), de 17 años, afirma que votó en blanco porque "considera insuficiente las atribuciones del Parlamento". Las críticas también llegaron de la disidencia interna. Y del exilio. Desde México D.F, el cubano Miguel Cossío denunció en un duro artículo que "el voto unido excluye a los cubanos exiliados". Germán Sánchez, embajador de Cuba en Venezuela, invitó a participar a "los que quieren imponer el capitalismo": "Que lo debatan en las asambleas, con sus vecinos. Si convencen pueden ser candidatos. Son unas elecciones abiertas". <br /> <br />De candidatos del pueblo a estrellas del béisbol <br /> <br /> <br />Datos de los comicios <br />Más de 8 millones de cubanos votaron ayer en los más de 38.000 colegios electorales del país. 190.000 voluntarios trabajaron en las mesas electorales sin recibir compensación económica a cambio. <br />Representación <br />Más del 50% de los candidatos proceden directamente de las asambleas populares previas a las elecciones. El otro 50% son designados por asociaciones de masas como la Central de Trabajadores o federaciones de estudiantes. Los candidatos tienen que tener más del 50% de los votos para ser elegidos. <br />Candidatos famosos <br />Aunque la mayoría de los candidatos son anónimos, entre los aspirantes a diputados figuran personajes populares en Cuba como Yuliesky Gourriel (estrella de la selección de béisbol), Miguel Barnet (escritor), Concepción Campa (la científica que creó la vacuna contra la meningitis) o José Rubiera (un popularísimo meteorólogo). <br />Distribución <br />Apenas el 17% de los diputados son de la generación que llegó al poder con la revolución de 1959, según el diario oficial ‘Granma’. Además, la Asamblea Nacional renovará sus cargos en un porcentaje del 63%. <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Todos los medios repiten la afirmación falsa de Efe de que sólo el partido comunista participa en las elecciones de Cuba <br /> <br /> <br />El periodismo papagayo <br /> <br /> <br />Pascual Serrano <br /> <br />Rebelión <br /> <br />Con motivo de las elecciones legislativas cubanas ayer 20 de enero, la agencia Efe difundió en un teletipo este fragmento del que se deduce que sólo el partido comunista de Cuba se puede presentar a las elecciones: <br />“ "Yo puedo anticiparle que yo voy a votar por él", dijo Lage tras participar en las elecciones, a las que no concurren partidos políticos, todos ilegales en la isla, salvo el Comunista, al que pertenecen la mayoría de los candidatos”. <br />Fue replicado por todos los periódicos regionales que recurren mayoritariamente a Efe para resolver la información internacional. Pero también por la prensa nacional. <br /> <br />El Mundo el 20 de enero: <br />"Puedo anticiparle que yo voy a votar por él", dijo Lage tras participar en las elecciones, sin partidos políticos, todos ilegales en la isla -salvo el Comunista , al que pertenecen la mayoría de los candidatos-. <br />El País el 20 de enero: <br />(…) en los comicios a los que no concurren los partidos políticos, ilegales en la isla, salvo el Comunista. <br />Y el Público el 21 de enero: <br /> <br />"Yo puedo anticiparle que yo voy a votar por él", dijo Lage tras participar en las elecciones, a las que no concurren partidos políticos, todos ilegales en la isla, salvo el Comunista, al que pertenecen la mayoría de los candidatos. <br /> <br /> <br /> <br />Y ahora veamos lo que dice la legislación cubana: <br />Ningún partido tiene derecho a postular candidatos. La postulación de los candidatos se efectúa directamente por los propios electores en asambleas públicas. El Partido Comunista no es una organización electoral, y por tanto ni se presenta a las elecciones ni puede postular candidatos [1] . <br />En cuanto al porcentaje de candidatos que pertenecen al partido comunista, que según Efe son mayoría, el embajador cubano en Lima, Luis Delfín Pérez, declaró en conferencia de prensa que más de la mitad de los electos no son militantes del Partido Comunista de Cuba (teletipo de Prensa Latina del 17 de enero de 2008). <br />Es el periodismo papagayo, una gran agencia dice una mentira que interesa y todos los medios la repiten. Me pregunto para qué están en Cuba tantos corresponsales y enviados especiales a las elecciones. ¿O es que no interesará contar la verdad que están viendo los corresponsales? <br /> <br /> <br />[1] Ver “Cien preguntas y cien respuestas sobre el sistema electoral cubano » en: <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.parlamentocubano.cu">http://www.parlamentocubano.cu</a> Parlamento cubano. <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.pascualserrano.net">http://www.pascualserrano.net</a> <br /> <br /> <br />Ver también : <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.cubasi.cu/graficosinteractivos/multimedia-elecciones-en-cuba/elecciones-cuba-caracteristicas-generales.htm">http://www.cubasi.cu/graficosinteractivos/multimedia-elecciones-en-cuba/elecciones-cuba-caracteristicas-generales.htm</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.ain.cu/elecciones2007/principal.htm">http://www.ain.cu/elecciones2007/principal.htm</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cubaweb.cu/secciones/elecciones/index.html">http://www.granma.cubaweb.cu/secciones/elecciones/index.html</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.prensalatina.com.mx/Media/Elecciones%20CubaF/EleccionesCuba.html">http://www.prensalatina.com.mx/Media/Elecciones%20CubaF/EleccionesCuba.html</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.radiocubana.cu">http://www.radiocubana.cu</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.cubainformacion.tv">http://www.cubainformacion.tv</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.antiterroristas.cu">http://www.antiterroristas.cu</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.freethefive.org">http://www.freethefive.org</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> 2008-01-21T21:06-07:00 envia F Espinoza es Autodeterminação do Povo Sul-Brasileiro http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13905.shtml O Povo Sul-Brasileiro, que habita os Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, esta em luta pelo seu direito de autodeterminação. Renasceu com toda força na década de 80 os movimentos de libertação nacional, tendo a frente o "Movimento O Sul é o Meu País". O Povo Sul-Brasileiro, que habita os Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, esta em luta pelo seu direito de autodeterminação. Renasceu com toda força na década de 80 os movimentos de libertação nacional, tendo a frente o "Movimento O Sul é o Meu País". Movimento O Sul é o Meu País
Movimento O Sul é o Meu País ]]> O Brasil não deu, não dá e nunca dará certo. O "País do futuro" foi uma das maiores mentiras contadas através dos tempos para os vários povos dos "brasis" e do mundo. Esta verdade a cada dia ganha mais e mais adeptos. Ninguém suporta o lamaçal sem fim que meteu-se o estado brasileiro. Prova de que a realidade é mesmo esta, é que os donos do Brasil esforçam-se para continuar impregnando as pessoas com esta mentira. Mantém 24 horas por dia aparelhos repressores da liberdade como as concessões de televisão e outros tantos meios difundindo a esperança de um futuro glorioso para uma pobre gente escrava de um Império excludente. O neo-colonialismo esta a todo vapor na América Portuguesa. <br /> <br />Os povos brasilicos, vem derrubando esta infame mascara do "País do Futuro", onde os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. As oligarquias dos diversos brasis locupletam-se do dinheiro público sem mais vergonha, pois definitivamente, o Brasil lhes "pertence". Se antes as oligarquias sanguinárias eram compostas somente de membros das chamadas direita política, hoje, esta repleta de novos membros, da esquerda, que um dia disse-nos que faria a revolução e acabaria com este câncer nacional. <br /> <br />Definitivamente estamos entregues as cobras... Resta-nos a rebelião. <br /> <br />Os Movimentos pela autodeterminação dos povos dos vários "brasis" começam a pipocar em todos os recantos, agora com mais força que na década de 80 e 90, quando sob a égide da famigerada Lei de Segurança Nacional herdada da ditadura, tentaram abafar as liberdades coletivas dos cidadãos no mais patético estilo "ditadura militar". <br /> <br />Como tudo no Brasil é feito por interesses pessoais, a peleia de 1993, rendeu ao então ministro da Justiça Mauricio Correia um emprego no Supremo Tribunal Federal. Serviu também para mostrar ao mundo a verdadeira face da "República Federativa do Brasil". Uma ditadura nazi-fascista que segue os mandamentos ditados por Hitler, para quem é o "Estado que faz a Nação" e não "a Nação que faz o Estado". Ou seja, enquanto eles acusam os povos que querem se libertar, de fascistas, estão na verdade seguindo a cartilha Nazista onde o "Estado torna-se o tirano". A "brincadeira" foi tão séria que chegaram a implantar no seio da comunidade sulista, "separatistas de proveta" defendendo teses racistas e dizendo-se "líderes" da revolução Sul-Brasileira. Como estes, devem aparecer outros "quinta coluna" no decorrer do tempo. <br /> <br />A grande novidade é que, uma nova militância está a frente dos Movimentos autodeterministas. São jovens, estudantes, professores, profissionais liberais, que não hesitam mais em doar-se pela causa libertária, seja dos povos brasileiros, seja dos povos do mundo que estejam na mesma situação. A disposição de resistir pacificamente aos atos de terrorismo que mais cedo ou mais tarde continuarão a vir do Império do Brasil mostra que esta militância entendeu que não basta apenas pensar. É um direito que lhe assiste, se organizar pacificamente para defender seu pensamento e resistir aos ataques a sua liberdade. <br /> <br />O Movimento O Sul é o Meu País que luta pela autodeterminação do povo Sul-Brasileiro a cada dia que passa organiza-se e toma corpo e quase a totalidade dos municípios Sulistas. A meta é chegar no final de 2008 com cerca de 100% dos municípios organizados e em plena ação. <br /> <br />Ao mesmo tempo que os Sulistas se organizam para defender o seu inalienável direito de autodeterminação os Paulistas também redescobrem o caminho da liberdade para sua Pátria. Em 2007 entrou em ação o MRSP (Movimento República de São Paulo), que veio aliar-se a luta da FLP (Frente de Libertação Paulista), a LDP (Liga de Defesa Paulista) e ao MISP (Movimento pela Independência de São Paulo). Com uma gama de conteúdo programático estes Movimento buscam no Direito de Autodeterminação dos Povos e no próprio Estado de Direito Brasileiro, sua principal base legal. A luta dos paulistas renasceu em 1993, quando um grupo de Rio Claro organizou e distribuiu manifesto pregando o desligamento de São Paulo do Brasil e a formação da República Paulista. <br /> <br />Não fosse sulistas e paulistas, o povo nordestino também já descobriu que seu maior mal não é a seca, mas sim o poder central do Império Brasileiro. Eles se deram conta que Brasília, usa o problema da seca para manter aqueles Estados escravizados e como "currais" eleitorais para perpetuar no poder uma elite expúria ligada a Máfia Brasileira que enclausurada em Brasília tiraniza todos os povos do Brasil. Neste sentido as Manifestações do GESNI (Grupo de Estudos Nordeste Independente) com sede em Pernambuco vem a cada dia ganhando a simpatia das classes populares. Junto ao GESNI renasce nasce também o MORIN (Movimento Revolucionário Nordeste Independente), com sede em Recife. <br /> <br />Outra descoberta importantíssima diz respeito a OAPA (Organização pela Autodeterminação dos Povos Amazônicos) que defende o Direito de Autodeterminação dos Povos daquela região da tirania de Brasília. Argumentam eles a falta de atenção por parte do governo central e a invasão e destruição dos seus valores milenares, especialmente das centenas de nações indígenas, que estão sendo dizimadas pelo que eles chamam de "carrascos" brasileiros. No entendimento deles, a Amazônia é hoje cobiçada pelo mundo inteiro, mas ela tem dono