As amigas e amigos, familiares, vizinh@s e colectivos sociais da cidade da Corunha, queremos manifestar, por em comúm de toda a cidadanía que, Carlos Cela Seoane detido o pasado 23 de Janeiro coma presunto membro dos GRAPO, numha operaçom mediático-antiterrorista, leva dende entom preso sem provas que demostrem a sua pertença a este grupo armado.
|Vídeo da mani 23F/2008| |Sucesso da mani do 23F/2008| |Carta dun amigo a Carlos Cela Seoane|
|Blogue de apoio ao Carlos|
|Assina pola liberdade de Carlos Cela|
Editoriais anteriores: |A violencia nom calará as nossas vozes (crónica da detención e primeiras manis, vídeos...)| |Umha outra vez: montagem e repressom|
Novas vencelhadas: |Cartaz + convocatoria da mani do 23F/2008| |Relato do Ché sobre a súa detençom|
Continúa a extender-se a noite do oscurantismo ideológico, a manipulaçom e a repressom. Porem contra a maré conspirativa abre-se a fenda da solidariedade activa e a denuncia social.
180 pessoas manifestárom-se em Compostela| |Urxente! Segundo detido polas protestas de economicas| |VALE TODO: El Mundo define AGIR como "organización estudiantil independentista de ideología neonazi"| |Concentraçom ás 20 no Marco de Vigo em solidariedade cos estudantes| |Fazendo História: A Queima do Reitorado , Cáncio, o Asno,o Porco, as Galinhas| |A uns repressom, e a outros.....| |Terceiro estudante levado a declarar, mais umha alucinación colectiva| | Carto estudante detido| | PANFLETO| |Programa da Kalimera sobre os sucessos coa San Gil|Vídeo feito por Agir.
Outros editoriais vencelhados: A violencia nom calará as nossas vozes| |Novo ataque aos movementos sociais| |Repressom e disconformidades| |De novo violência
O monopolio da violencia e da repressom. Da manipulaçom. A estrategia da tenssom.
CONCENTRAÇOM SOLIDARIA, luns 04 de fevreiro ás 20,30 no Obelisco da Corunha.
Dous militantes anti-repressivos detidos na Galiza pola ‘Guardia Civil’ num suposto “operativo contra o Grapo”.
Hoje em Corunha (+fotos) e Vigo actos em apoio e solidariedade com os detidos nas ultimas horas.
Crónica Vigo, Crónica audiovisual mani a corunha
Apoio e alegría de Anxo Quintana perante as detençons.
Ameijeiras define o arrassamento dos domicílios dos detidos como “um mal menor que tinha que passar”
400 pessoas mobilizam-se para exigir a liberdade dos dous detidos nesta semana
Comunicado do SRI.
Sucessos em:SRI (presos), Gara , la haine , Ceivar.
Dende a Comisión de Denuncia de Galiza, temos que dar noticia dun feito especialmente grave, por constituir un nidio exemplo de persecución aos movimentos sociais críticos e autónomos por medio de criminalización dos seus integrantes. Este vez o obxectivo é a asociación PreSOS, integrante da Comisión de Denuncia e o ataque dirixese persoalmente contra un dos seus fundadores.
Na noite do 30 de decembro de 2004, varios axentes axentes da Policia Local de Santiago de Compostela detiveron utilizando a forza fisica dun xeito absolutamente desproporcionado a un cidadán na Rua de San Pedro. Varias persoas foron testigos da desproporcionada actuación policial, entre eles o Presidente da Asociación PreSOS GALIZA ,Fran del Buey.
Fran del Buey tentou por medio de sua intervención mitigar a desproporcionada actuación policial chegando a ser ameazado con ser obxecto de detención, nembargantes manter unha actitude sosegada o representante da asociación PreSOS ca forza policial.
Editoriais anteriores vencelhados: Repressom e disconformidades , Campanha Non lles des os teus datos , Marcha á Lama , Campaña en defensa dos dereitos sociais das persoas presas.
Estes dias de novo volta a palestra com maior virulência que nunca a exploraçom sobre o territorio. Servida com inusitada mistura desde o poder dos mass media com titulares em torno ao `terrorismo´ ou a `violência´.
Longe de preguntarmo-nos quê violência (¿), quê terror (¿) pode ser esse que tanto preocupa a um Estado armado com meios de comunicaçom, com centos de miles de números armados ( assassinada umha mulher por um guardia civil), preguntámo-nos quales som as consecuências do tratamento mediático dos problemas que nucleam este conflito. Preguntamo-nos pola ausência de direitos das pessoas presas. Preguntámo-nos, em fim, como é que o poder utiliza as mil formas de rebeldia para tratar de dilapidar as múltiples respostas com as que cada quem tende a organizar-se.
Nova escalada de tensom, nova escalada das políticas de emergência em régime vertical desde o poder. Ferramentas manipulativas que pretendem impôr sobre a opiniom de massas a subjectividade do pánico com um claro objectivo: desviar a atençom sobre as redes de aniquilaçom da terra e deitar desconfiança, temor e controlo social massivo sobre as redes sociais.
Fomentar, já que logo, a subversom da alianza social sobre o caso da empresarizaçom manifesta dos recursos com exclussivos critérios capitalísticos. Além do máis, que queda: a vulneraçom sistemática de direitos; tortura, incomunicaçom, isolamento, dispersom. Desde `os tres do Eixo´ até os tres detidos de esta semana passando polos miles de presas e presos sociais que ateigam as cárceres do Estado español, a escalada punitiva sémelha sem fim.
Repressom contra quem expresa a sua disconformidade com os símbolos do Estado contra quem luita por umha vida digna e pola libertaçom de espaços (okupas em Corunha). Repressom e emergência, ao cabo.
A existência da Audiencia Nacional e a aplicaçom da `lei antiterrorista´ dispositivos disciplinários e repressivos de primeiro orde questionados sistematicamente por organismos jurídicos e sociais independentes som hoje a gris realidade imposta.
A côr, o caminhar dos movimentos ante o embate criminaliçador e paralisante. A côr –mais umha vez-, a alegre rebeldia e a solidariedade. A análise, a autocrítica, a reflexom. O movimento.
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