- Contido de publicación aberta de galego
http://galiza.indymedia.org/gz/galego-newswire-content.rss
- Contido de publicación aberta de galegoGaliza IndymediaOpen Content License, http://www.opencontent.org2008-03-15T16:48:25+01:00Actos de solidariedade com Galicia Bilingüe em Lugo
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/03/14669.shtml
Membros de Madia Leva solidarízam-se com Galicia Bilingüe
Membros de Madia Leva solidarízam-se com Galicia Bilingüe
membros de Madia Leva ofrecendo o seu carinho a GB
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Membros da S.C. Madia Leva ofrecem solidariedade e carinho a Galicia Bilingüe na sua campanha de recolhida de sinaturas. Foi o sábado 1 em Lugo. Mais informaçom e fotos em:
<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.agal-gz.org/blogues/index.php/madialeva">http://www.agal-gz.org/blogues/index.php/madialeva</a>
2008-03-06T11:10-07:00lucenseptSabotagem
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14541.shtml
Sabotagem ao auto-carrode galicia Bilingüe na noite de ontem.
Sabotagem ao auto-carrode galicia Bilingüe na noite de ontem.
Foto 1
Foto 2
Foto 3
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Sabotado o auto-carro que emprega a organizaçao galicia bilingüe para espallar as suas ideas espanholistas pola galiza.
<br />Sucedeu onte pola noite em lugo.
<br />Informamos a vindeiros saboteadores que polas noites durme umha pessoa polo menos.
<br />Na Galiza em galego!!!
<br />Bilingüismo é Fascismo!!!
2008-02-27T19:53-07:00SabotadorptAutocarro ultra contra o galego foi enxotado de Narom
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14427.shtml
O autocarro fretado por "Galicia Bilíngüe" para percorrer a Galiza em defesa da supremacia espanhola chegou hoje a Narom, situando-se à entrada de um conhecido centro comercial.
O autocarro fretado por "Galicia Bilíngüe" para percorrer a Galiza em defesa da supremacia espanhola chegou hoje a Narom, situando-se à entrada de um conhecido centro comercial.
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21 de Fevereiro de 2008
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<br />O autocarro fretado por "Galicia Bilíngüe" para percorrer a Galiza em defesa da supremacia espanhola chegou hoje a Narom, situando-se à entrada de um conhecido centro comercial. Aginha se juntou em torno dele um grupo de pessoas a reclamar que se fosse embora com o seu discurso antigalego.
<br />
<br />A reacçom dos ultras foi agressiva, tentando agredir umha rapariga das que se concentrárom contra a presença do grupo de provocadores de extrema-direita. O autocarro foi rodeado por numerosa polícia, chegando a contabilizar-se 4 carros zeta, umha carrinha e mais de 8 membros da brigada de informaçom.
<br />
<br />Apesar da cobertura policial ao colectivo pró-espanhol, o autocarro foi pintado por alguém com um sprai. A polícia, como é costume, identificou as pessoas concentradas em defesa da nossa língua, ameçando-as com denúncias por "concentraçom ilegal".
<br />
<br />Afinal, o autocarro foi-se com menos de 10 assinaturas recolhidas. Porta-vozes de "Galicia bilíngüe" culpárom as "coacçons" das pessoas concentradas do fracasso, já que no pouco tempo que estivérom no lugar recebêrom mais negativas para assinar do que assinaturas efectivas.
<br />
<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.primeiralinha.org">http://www.primeiralinha.org</a>
2008-02-21T23:35-07:00www.primeiralinha.orgptObxetivo CiberIrmandade: AUGAS DA GALIZA
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14417.shtml
A CiberIrmandade da Fala propón unha nova campaña para promover a galeguización das embotelladoras de augas de Galiza. A escolla dunha auga dun manancial galego fronte a outras de diversas procedencias é algo habitual na meirande parte dos cidadáns.
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A CiberIrmandade da Fala propón unha nova campaña para promover a galeguización das embotelladoras de augas de Galiza. A escolla dunha auga dun manancial galego fronte a outras de diversas procedencias é algo habitual na meirande parte dos cidadáns.
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Mais moitas das grandes empresas embotelladoras de Galiza, Augas de Mondariz, Fontecelta, Augas de Sousas ou Aguasana, só usan o galego, no mellor dos casos, na súa denominación, esquecéndoo no resto das súas actividades, na publicidade, nas etiquetaxes, nas páxinas web...
<br />
<br />A CiberIrmandade da Fala convídate a comunicarte con elas e demandarlles un maior uso do galego en todos os eidos, nomeadamente nas súas webs.
<br />
<br />Manda un prego a todas estas empresas dende a seguinte ligazón:
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<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.ciberirmandade.org/sitio2007/component/option,com_obxetivos/task,envioweb/id,104/">http://www.ciberirmandade.org/sitio2007/component/option,com_obxetivos/task,envioweb/id,104/</a>
<br />
<br />Grazas por colaborar ;)
<br />
<br />PREGO en RAG e AGAL:
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<br />Prezados/as señores/as,
<br />
<br />A calidade das augas de Galiza é motivo de grande orgullo para moitos galegos e galegas. Que a súa empresa embotelle e comercialice este produto, poñéndoo en valor e contribúa así á creación de riqueza e ao desenvolvemento do país, é tamén fonte de satisfacción para moitos de nós.
<br />
<br />Quero facerlle chegar, porén, o meu malestar pola pouca atención que a súa empresa presta á lingua galega, xa que esta está ausente na práctica totalidade das súas comunicacións, etiquetaxes, anuncios... así como na súa web.
<br />
<br />Como cidadán e potencial cliente das súas augas prégolle que teña en conta que somos moitos e moitas os que temos en conta as actitudes lingüísticas das empresas á hora de optar por un ou outro produto. Que as súas augas unan á súa calidade, un tratamento digno do galego facéndoo a súa lingua normal de comunicación en Galiza, sería para min
<br />de vital importancia á hora de facer a miña escolla diaria.
<br />
<br />Por último recordarlle que, tanto a Confederación de Empresarios de Galicia (CEG) desde a súa web, como a propia Secretaría Xeral de Política Lingüística, ofrecen un servizo gratuíto de normalización lingüística que fai inexcusábel a falta da opción de galego en calquera das súas páxinas web.
<br />
<br />Esperando que teñan en consideración as miñas suxestións, reciban un cordial saúdo.
<br />
<br />NOME
<br />DNI
2008-02-21T15:57-07:00CiberIrmandade da FalaptCarga policial contra umha concentraçom em resposta à conferência de "Galicia Bilingüe" em Vigo e boicote no interior
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14390.shtml
Continuam as iniciativas populares contra os inimigos declarados do galego no nosso país, enfrentando a crescente repressom espanhola.
Continuam as iniciativas populares contra os inimigos declarados do galego no nosso país, enfrentando a crescente repressom espanhola.
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<img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.primeiralinha.org">http://www.primeiralinha.org</a>
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<br />21 de Fevereiro de 2008
<br />
<br />Continuam as iniciativas populares contra os inimigos declarados do galego no nosso país, enfrentando a crescente repressom espanhola. A última foi em Vigo, onde um grupo de militantes da esquerda independentista conseguiu entrar numha conferência de Galicia Bilíngüe apesar do dispositivo de segurança preparado para o evento, enquanto umha numerosa concentraçom manifestava às portas o rechaço à imposiçom do espanhol.
<br />
<br />Aconteceu no Teatro García Barbom de Vigo. Umha companheira, ao pouco de inciar-se o acto da extrema-direita antigalega, despregou umha faixa de mao enquanto berrava as palavras de ordem “o bilingüismo é espanholismo”. Entre as agressons e berros do público ultra ali presente, abandonou o lugar.
<br />
<br />Minutos mais tarde, umha outra companheira erguia-se da cadeira com a sua faixa ao tempo que berrava as palavras de ordem “o bilingüismo é imperialismo”. A reacçom dos assistentes foi similar ou mais violenta, se calhar.
<br />
<br />Mais tarde, um companheiro procedia de igual jeito com a sua faixa e berrando “na Galiza em galego”. Os berros no Garcia Barbom e novas tentativas de agressom repetírom-se até que conseguirom pôr fora o terceiro activista em defesa do nosso idioma.
<br />
<br />Minutos mais tarde, quando continuavam as barbaridades por boca da conferencista Gloria Lago Cuadrado, outras três activistas mais subírom ao cenário berrando as palavras de ordem anteriores, tentando despregar umha faixa que lhes arrancárom membros da segurança e do público que subiu para tentar golpeá-los...
<br />
<br />Aí, os activistas abandonárom o teatro berrando as palavras de ordem assinaladas.
<br />
<br />
<br />Concentraçom às portas, cargas e um detido
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<br />
<br />Às portas do teatro, umha nutrida e plural concentraçom em defesa da língua e contra a conferência de ‘Galicia Bilingüe’ era vigiada por um forte dispositivo policial, portando umha faixa em que se podia ler “Na Galiza em galego. Galicia Bilingüe espanholistas”.
<br />
<br />Boa parte das pessoas concentradas foi identificada pola numerosa polícia deslocada ao lugar, até que se produziu umha violenta carga que provocou ferimentos a um manifestante na cabeça, enquanto um outro, vizinho de Coruxo, foi detido e levado para a esquadra policial.
<br />
<br />Antes de chegar junto das e dos manifestantes, dous dos companheiros que participárom do boicote fôrom também retidos e identificados pola Polícia espanhola. Durante a retençom, um deles sacou umha faixa de mao em que se podia ler “na Galiza em Galego” que pudo ler muito bem a dirigente do PP Corina Porro, quando se achegou a ela, que chegava nesse momento ao acto.
<br />
<br />
<br />Concentraçom às 9 nos tribunais de Vigo
<br />
<br />
<br />No momento de redigirmos esta informaçom de urgência, o detido continua na esquadra policial, e um grupo continua concentrado em frente. Para esta manhá, às 9 horas, está convocada umha concentraçom perante os tribunais de Vigo, aonde será conduzido o companheiro detido para declarar.
2008-02-21T08:16-07:00www.primeiralinha.orgptEl S.P. de la CNT y la cuestion nacional (cuando el lenguaje expresa ideología).
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14293.shtml
Al margen o no de nuestra voluntad; la utilización de determinado lenguaje en muchas ocasiones no resulta neutra, y su utilización, implica, concientemente o no? Asumir toda una carga ideológica. Que en el caso concreto del léxico utilizado en la actualidad por el S.P de la CNT, puede llegar hasta resultar, sutilmente nacionalista.
Al margen o no de nuestra voluntad; la utilización de determinado lenguaje en muchas ocasiones no resulta neutra, y su utilización, implica, concientemente o no? Asumir toda una carga ideológica. Que en el caso concreto del léxico utilizado en la actualidad por el S.P de la CNT, puede llegar hasta resultar, sutilmente nacionalista.
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Carta abierta al Secretariado de Prensa del C.N. de la CNT:
<br />
<br />A proposito del lenguaje utilizado habitualmente por el “Secretariado de Premsa del Comité Nacional” de la CNT. Dejadme formular una pequeña cuestión sobre nomenclatura que tiene muy poca importancia respecto al tema concreto quye utilizo como ejemplo, y el valor de la praxis anarcosindicalista, y que hasta estaría de mas, si no fuera por todo lo que lleva implícito la cuestión.
<br />
<br />Primero de todo, aclarar que mi comentario no va dirigido al conjunto confederado de la CNT en particular, sino mas bien y concretamente a una de sus instancias orgánicas, el “Comité Nacional” y mas concretamente a su secretariado de prensa.
<br />
<br />
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<br />
<br />Al margen o no de nuestra voluntad; la utilización del lenguaje en muchas ocasiones no es neutra, y su utilización en determinado sentido implica asumir toda una carga ideológica, que en este caso me resulta sutilmente nacionalista.
<br />
<br />Expresiones como estas; utilizando como ejemplo, extractos extraídos de comunicados emitidos a razón del reciente conflicto que mantuvieron los compañeros de MERCADONA, son un buen ejemplo de lo expuesto:
<br />
<br />- "...la cNt hará concentraciones ante los supermercados Mercadona de TODA España..."
<br />- ”la compañía pues abastece a sus supermercados del noreste de España: Cataluña...”
<br />- “...que abastece a la regiones de Cataluña y Aragón”.
<br />- “La CNT organiza una nueva movilización nacional...”
<br />
<br />
<br />
<br />Hablar en estos términos, y esgrimir como propias ciertas expresiones normalizadas des de las instancias del poder. Significa dar por asumidas una serie de conceptos y valores profundamente nacionalistas que pueden hacer surgir al aire una serie de preguntas:
<br />
<br />¿Que implica el ámbito “nacional”? ¿Cataluña es una región? ¿Respecto a que? ¿El noreste de España incluye Cataluña? ¿Es España una realidad nacional? ¿Es el marco de el estado el único marco posible donde se expresa el hecho nacional?
<br />
<br />Referirse a España, sentirse parte de España; referirse a ella en tanto que nación, implica referirse a una realidad impuesta “manu militari”, de la que muchos trabajadores i trabajadoras que pertenecen a otras comunidades nacionales minoritarias no se sienten representadas. I mas a mas, cuando estamos hablando de unos trabajadores (en este caso catalanes) que pertenecen a un pueblo dividido administrativamente por fronteras, que históricamente y no lo olvidemos, ha sobrevivido mas de 3 siglos a pesar del proceso imperialista de asimilación y homogenización cultural al que ha estado sometido.
<br />
<br />
<br />
<br />En cambio referirse a el Estado Español, implica una categoría simplemente descriptiva de una realidad administrativa de la cual todos nosotros formamos parte, al margen del pueblo o comunidad nacional de la que nos sintamos parte.
<br />
<br />Precisamente aquellos compañeros que han representado el peldaño mas frágil y vulnerable de todo este conflicto, los inmigrantes, i mas concretamente los de origen Latinoamericano (la antigua Nueva España) representan un buen ejemplo de lo que esto significa.
<br />
<br />
<br />
<br />
<br />Es natural entre los libertarios i antiestatistas. El hecho de ser intrínsecamente contrarios a la construcción de una estructura de dominación como es un estado, ni que este sea un “estado propio”. Sin que esto quiera decir defender el actual “estado de las cosas”.
<br />
<br />Si no estamos por la constitución de la comunidad nacional catalana en un estado-nación, y si en cambió por la construcción de espacios propios de contrapoder. Igualmente también deberíamos de combatir la idea jacobina de España constituye un “estado-nación”, i oponernos a cualquier modo de centralismo.
<br />
<br />Evidentemente y a diferencia de otros, una realidad organizativa federal como es la CNT, será lo que quieran i decidan asambleariamente sus afiliados, sobre este punto nada a decir (solo faltaria!). Solo pretendo espresar al conjunto del movimiento (y no solo a una de sus expresiones) un deseo, el deseo de que según mi criterio, entre todos y todas adoptemos gradualmente un lenguaje mas acorde con los principios federalistas radicales e internacionalistas que propugna el pensamiento libertario, y el anarcosindicalismo en particular.
<br />
<br />Al centralismo y a dependencia de un pueblo respecto a otro pueblo, nosotros oponemos el municipalismo, la interdependencia de los pueblos, el federalismo libertario i la autodeterminación de las personas y las colectividades!
<br />
<br />
<br />
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<br />"El universalismo español Es muy provinciano: mientras que para los universalistas españoles Cataluña es una parte de España, para los universalistas catalanes Cataluña es una parte del mundo."
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<br />
<br />
<br />Guerra entre clases, paz entre pueblos!
<br />Por la federación de los pueblos libres del mundo!
<br />VIVA EL COMUNISMO LLIBERTARIO!
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2008-02-15T21:44-07:00Kronstadt 21ptTod@s junt@s na defesa da lingua
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14265.shtml
Contra a ofensiva contra a nossa lingua... TODOS/AS JUNTOS/AS NA SUA DEFESA!!!
Contra a ofensiva contra a nossa lingua... TODOS/AS JUNTOS/AS NA SUA DEFESA!!!
Nos últimos meses estamos a asistir a umha ofensiva por parte dos sectores mais ultras e reaccionarios contra a nossa lingua. Baixo o que eles/as denominam liberdade de eleiçom agócha-se o desejo de continuar com a opressom da nossa lingua. Por suposto que nom é o obxectivo destas breves linhas rebater e demoler um por um os seus argumentos, calquera pessoa cum mínimo de sentido comúm e de conhecemento da realidade lingüistica deste pais decatara-se do esperpéntico e surrealista da situaçom criada: o galego fica practicamente ausente dos meios de comunicaçom, no ensino nom se cumpre com a tímida legislaçom existente, no ámbito laboral o emprego da nossa lingua pode-te sentenciar, a continua perda de falantes...
<br />É preciso que nom agardemos mais, já estám organizados/as, estám fazendo campanhas, e já nom vale tam só com ponher-nos em fronte deles/as (que também hai que faze-lo), é hora já de que nos ponhamos em pé, e actuemos em todos os ámbitos posíveis. É hora de que todos/as os/as que amamos a nossa lingua, de que todos/as os/as que luitamos por ela, sumemos as nossas forças, mais alá das posíveis diferênças em quanto à normativa ou demais aspectos. É hora de começar a fazer campanhas e actos. Já nom vale só com reaccionar ante as suas provocaçons. Hai que actuar, é hora de trabalhar.
<br />É hora de que todas as organizaçons e associaçons de defesa da lingua comecem a levar a cabo acçons e campanhas em positivo, nas que a defesa da lingua provoque a nossa uniom, é hora de que nos activemos e actuemos em todos os ámbitos, desde a participaçom em associaçons ou em actos de defesa da lingua, escritos aos jornais (cartas ao director), debates na rua...
<br />A lingua vai ser o campo de batalha dos próximos meses ou quiçais anos contra os/as inimigos/as da nossa terra. Já nom podemos continuar assim, reaccionando ante os seus actos. O futuro da lingua depende dos/as que a queremos/as.
<br />VIVA A LINGUA!!!
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<br />
<br />
2008-02-14T17:15-07:00Um marinenseptConcentraçom em repulsa de Galicia Bilingüe
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14250.shtml
O proximo dia 20 de Fevereiro, o coletivo "Galicia Bilingue" vai a levar a cabo um acto no teatro Garcia Barbon de Vigo.
<br />Dende o Foro da Mocidade de Vigo estamos a impulsar umha concentraçom de repulsa, o mesmo dia 20 de fevereiro as 19.45 no Garcia Barbon, chamamos e animamos a todos os coletivos que pulam pola defesa do Galego como idioma da galiza, a participar nesta convocatoria aberta e sem siglas. Difunde e acude.
O proximo dia 20 de Fevereiro, o coletivo "Galicia Bilingue" vai a levar a cabo um acto no teatro Garcia Barbon de Vigo.
<br />Dende o Foro da Mocidade de Vigo estamos a impulsar umha concentraçom de repulsa, o mesmo dia 20 de fevereiro as 19.45 no Garcia Barbon, chamamos e animamos a todos os coletivos que pulam pola defesa do Galego como idioma da galiza, a participar nesta convocatoria aberta e sem siglas. Difunde e acude.
O proximo dia 20 de Fevereiro, o coletivo "Galicia Bilingue" vai a levar a cabo um acto no teatro Garcia Barbon de Vigo.
<br />Dende o Foro da Mocidade de Vigo estamos a impulsar umha concentraçom de repulsa, o mesmo dia 20 de fevereiro as 19.45 no Garcia Barbon, chamamos e animamos a todos os coletivos que pulam pola defesa do Galego como idioma da galiza, a participar nesta convocatoria aberta e sem siglas. Difunde e acude.
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<br />Se te queres informar sobre Galicia Bilingüe nom tes mais que escribilo no google, e apareceran um monte de paginas ponhendo-os a parir. Gente com moita pasta e moitos preconceitos contra a nossa lingua.
2008-02-13T18:50-07:00Foro da Mocidade de VigoptEntre o delírio e o auto-ódio: Nom podedes vencer
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14215.shtml
O que eu, que sofrim nas minhas carnes a repressom laboral por ser galego-falante, nom vou tolerar é que montedes o vosso circo sem que se vos digam as verdades que nom nos cansaremos de repetir: o galego é a nossa língua, e nom só por ser a que falamos. É a língua que nos fai povo, que nos fai naçom, que contem o nosso ADN histórico e cultural. Aquí estaremos para o dizer com orgulho, frente ao vosso delírio fascista e o vosso auto-ódio.
O que eu, que sofrim nas minhas carnes a repressom laboral por ser galego-falante, nom vou tolerar é que montedes o vosso circo sem que se vos digam as verdades que nom nos cansaremos de repetir: o galego é a nossa língua, e nom só por ser a que falamos. É a língua que nos fai povo, que nos fai naçom, que contem o nosso ADN histórico e cultural. Aquí estaremos para o dizer com orgulho, frente ao vosso delírio fascista e o vosso auto-ódio.
Entre o delírio e o auto-ódio: nom podedes vencer
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<br />O dia oito de Fevereiro, a Mesa Por la Libertad Lingüística convocou a primeira de umha série de concentraçons que tenhem pensado fazer no Obelisco da Corunha até o 7 de Março (curiosa coincidência com o fechamento da campanha eleitoral) com a finalidade de protestar contra a Lei de Normalizaçom Lingüística e contra a pretensa discriminaçom que, segundo os promotores das anteditas concentraçons, sofrem os castelhano-falantes.
<br />
<br />A isto, responderom por volta de dous centenares de pessoas de maneira absolutamente espontánea e sem siglas de por meio, que se contra-manifestarom para pôr em evidência as mentiras e falácias da MLL. Como mínimo, os que se manifestarom CONTRA a convocatória deste fantasmagórico colectivo, duplicavam ou mesmo triplicavam a concorrência à manifestaçom anti-galega. Isto parece que nom entra na cabeça de quem teima em mentir para o seu próprio benefício sobre a realidade lingüística que se vive neste país; de facto, é bastante delirante a história que contam na sua página web.
<br />
<br />O que aconteceu é muito singelo de explicar e entender; simplesmente numhas poucas horas, e de maneira espontánea, duascentas pessoas conseguirom juntar-se e organizar-se frente a umha pequena manifestaçom de fascistas. A polícia carregou contra a manifestaçom em defesa do galego...e o quê aconteceu? Pois que nom apenas nom conseguirom disolver-nos, mas inclusso muita outra gente que passava por alí somou-se-nos. Nem com a polícia da sua parte conseguem os inimigos da nossa língua intimidar a ninguém, e desde logo, muito menos vam conseguir somar simpatias que nunca vam ter.
<br />
<br />O que nom se pode é ter a desfazatez e a desvergonha de afirmar que quem fala em espanhol sofre qualquer discriminaçom, quando a realidade é justo a contrária: quando nengumha família que quixer educar em galego aos seus filhos encontra no sistema educativo galego os méios para o fazer, quando a repressom e a discriminaçom laboral por razons de língua estám à ordem do dia, quando ainda segue a ser normal que num bar ou numha loja te tratem de humilhar por falar em galego. Nom podedes ir a nengum lado com essa mentira de que sodes as vítimas, quando vivedes neste país, por desgraça, como uns verdadeiros privilegiados, enquanto nós, galego-falantes, temos que viver como estrangeiros na nossa própria terra.
<br />
<br />A Mesa por la Libertad Lingüística, isso sim, nom pode representar a ninguém. Polo menos, temos essa sorte. Nom pode representar a ninguém quem nom dá a cara, quem nom é transparente sobre as suas origens nem sobre a sua composiçom, que nom surge da auto-organizaçom popular e sim tem o seu nascimento nas cloacas da extrema-direita. Nom sodes ninguém, porque quem joga a ser submarino de interesses políticos inconfessados, está condenado a isso, a ser um mero instrumento. E por isso nunca o povo vos dará a razom.
<br />
<br />O que eu, que sofrim nas minhas carnes a repressom laboral por ser galego-falante, nom vou tolerar é que montedes o vosso circo sem que se vos digam as verdades que nom nos cansaremos de repetir: o galego é a nossa língua, e nom só por ser a que falamos. É a língua que nos fai povo, que nos fai naçom, que contem o nosso ADN histórico e cultural. Aquí estaremos para o dizer com orgulho, frente ao vosso delírio fascista e o vosso auto-ódio.
<br />
2008-02-11T15:21-07:00Ramiro Vidal Alvarinhohttp://www.tangaranhovermelho.blogspot.comptCarga policial contra 150 corunheses e corunhesas que contestárom concentraçom de 50 ultras pró-espanhol
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14186.shtml
Para as 20 horas de hoje estava convocada umha concentraçom da autodenominada "Mesa por la libertad lingüística", organizaçom da extrema-direita ligada ao PP que pretende evitar qualquer avanço do galego no ensino oficial.
Para as 20 horas de hoje estava convocada umha concentraçom da autodenominada "Mesa por la libertad lingüística", organizaçom da extrema-direita ligada ao PP que pretende evitar qualquer avanço do galego no ensino oficial.
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8 de Fevereiro de 2008
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<br />Para as 20 horas de hoje estava convocada umha concentraçom da autodenominada "Mesa por la libertad lingüística", organizaçom da extrema-direita ligada ao PP que pretende evitar qualquer avanço do galego no ensino oficial. A resposta espontánea do povo corunhês foi clara: os 50 ultras pró-espanhol tivérom em frente o triplo de manifestantes em defesa do nosso idioma, que fôrom, como é costumeiro, violentamente espancados pola polícia espanhola.
<br />
<br />A concentraçom facha estava convocada no Obelisco da Corunha, e a ela assistírom conhecidos membros de Nuevas Generaciones, elementos da burguesia corunhesa e alguns militantes conhecidos de grupos fascistas da cidade. A média de idade era bastante elevada. Os inimigos do galego seguravam umha faixa com a legenda "contra la imposición lingüística", junto a um grande laço com as cores da bandeira monárquica espanhola.
<br />
<br />Desde o primeiro momento, em frente da concentraçom antigalega fôrom-se juntando pessoas de sectores populares diversos, autoconvocadas por telemóvel e em foros da Internet de maneira espontánea, incluindo a esquerda independentista, sindicalistas, estudantes, membros dos centros sociais corunheses, etc. Foi despregada umha faixa com umha legenda simples e eloqüente: 'Na Galiza em Galego'.
<br />
<br />
<br />Mais umha vez, violência policial
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<br />
<br />As corunhesas e corunheses defensoras do nosso idioma coreárom cánticos como "A imposiçom é do espanhol" e "Espanhol quem nom pular". Aos 10 minutos, e sem mediar qualquer incidente, o cordom policial interposto iniciou umha violenta carga com cacetes contra a concentraçom pró-galego, enquanto a "gente guapa" concentrada em frente aplaudia, ria e berrava "libertad!"
<br />
<br />No mínimo, meia dúzia de pessoas ficárom com fortes contussons resultado da contundência da actuaçom policial, que mais umha vez esclareceu de que lado é que está a suja legalidade espanhola que a Galiza padece.
<br />
<br />Se o objectivo era dispersar as pessoas que 'estragavam a foto' dos renegados, nom foi conseguido. As pessoas atacadas agüentárom a posiçom, reagrupárom-se, desfraldárom novamente a faixa e continuárom a cantar, acompanhadas por música de gaitas e percussom tradicional, e com pessoas a dançar perante a polícia espanhola.
<br />
<br />Algumhas pessoas que passeavam polo lugar aderírom à concentraçom galega, que só concluiu umha hora depois, quando os pró-espanhol decidírom ir embora.
<br />
<br />
<br />Os meios do sistema, no seu papel: mentiras a dar c'um pau
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<br />
<br />Quem esperar imparcialidade dos media do sistema, é ingénuo ou ingénua de mais. As primeiras informaçons publicadas polo El Correo Gallego dá umha versom inventada que fala de 200 manifestantes "por la libertad lingüística" e de "otro centenar" em defesa do galego.
<br />
<br />O jornal reaccionário justifica a violência policial "que mantuviese separados a los manifestantes de una y otra tendencia" (sic), falsidade mais do que evidente.
<br />
<br />Em definitivo, a jornada de hoje serviu para devolver à rua algumha tensom normalizadora real, fazendo frente aos que querem liquidar de vez a nossa comunidade lingüística. Até quando teremos que aturar que a extrema-direita espanhola se manifeste nas nossas ruas reclamando que o nosso idioma continue caladinho, condenado à morte doce em braços do espanhol?
<br />
<br />Os corunheses e corunhesas que se concentrárom em defesa da língua e resistírom à violência policial merecem hoje os nossos mais entusiastas parabéns.
2008-02-09T01:08-07:00www.primeiralinha.orgptGrande-Marlaska rectifica: pequena vitória de quem nom se resigna ao desprezo, frente ao silêncio dos 'normalizadores oficiais'
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14159.shtml
Nom é nengumha novidade para o nosso povo receber desprezos mais ou menos abertos por parte das instituiçons do Estado espanhol.
Nom é nengumha novidade para o nosso povo receber desprezos mais ou menos abertos por parte das instituiçons do Estado espanhol.
<img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1422">http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1422</a>
<br />
<br />Nom é nengumha novidade para o nosso povo receber desprezos mais ou menos abertos por parte das instituiçons do Estado espanhol. O lamentável estado dos direitos lingüísticos na Galiza é umha prova evidênte e constante de um défice democrático no actual estado unitário espanhol.
<br />
<br />NÓS-Unidade Popular tem demonstrado na sua curta existência que a resignaçom nom é um dos seus sinais de identidade. A nossa teimosia em exercer os nossos direitos colectivos como galegos e galegas é umha constante da nossa actividade política, a nível de organizaçom e individualmente por parte da nossa militáncia.
<br />
<br />A rectificaçom do desprezo com que o magistrado da Audiência Nacional tratou o nosso idioma numha providência oficial no dia 28 de Janeiro, recebida polos serviços jurídicos da nossa organizaçom e anexado a este comunicado, é umha mostra de que a perseverança e a denúncia constantes dam os seus frutos. Este, por pequeno que seja, implica umha rectificaçom oficial de um juiz, perante o eco que conseguimos dar ao seu atrevimento, que escandalizou sectores importantes da sociedade galega.
<br />
<br />Queremos, neste senso, agradecer a difusom da nossa denúncia pública a meios de comunicaçom como Vieiros e Gznacion, e a entidades sociais como o Observatório para a Defesa dos Direitos e Liberdades 'Esculca' e a Associaçom Galega da Língua (AGAL).
<br />
<br />Ao invés, queremos sublinhar o sepulcral silêncio de outras entidades às quais nos dirigimos para solicitar iniciativas que nom se produzírom, nomeadamente a Mesa pola Normalización Lingüística e o Movimento polos Direitos Civis.
<br />
<br />Também é bem eloqüente o silêncio da Junta da Galiza e dos seus máximos representantes, o presidente Emilio Peres Tourinho e o vice-presidente, Anxo Quintana, bem como dos respectivos partidos, o PSOE e o BNG. Todos eles parecem mais interessados em pedir-nos o voto do que em representar com dignidade o nosso povo perante os ataques aos seus sinais de identidade.
<br />
<br />
<br />
<br />Chegárom antes as "sérias desculpas" de Grande-Marlaska, substituindo formalmente a denominaçom de "dialecto gallego" pola de "lengua o idioma gallego", que as respostas de entidades e instituiçons supostamente defensoras da nossa dignidade lingüística e nacional.
<br />
<br />
<br />
<br />Triste realidade a de umha autonomia que nom serve aos interesses da sociedade a quem se deve.
<br />
<br />
<br />
<br />Permanente Nacional de NÓS-Unidade Popular
<br />
<br />Galiza, 7 de Fevereiro de 2008
2008-02-07T23:29-07:00www.nosgaliza.orgptOs espanholistas concentraram-se na Corunha
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14151.shtml
Convoca-se umha contra-manifestaçom antiespanholista na Corunha para esta sexta feira, às 20 horas no Obelisco.
<br />"Mesa por la libertad lingüística" fora da Galiza!
<br />
Convoca-se umha contra-manifestaçom antiespanholista na Corunha para esta sexta feira, às 20 horas no Obelisco.
<br />"Mesa por la libertad lingüística" fora da Galiza!
<br />
O colectivo espanholista "Mesa por la libertad lingüística" concentrara-se "contra la imposición del gallego" esta sexta feira (8 de Fevereiro), às 20:00 horas, no Obelisco da Corunha.
<br />
<br />Coincidindo com este acto espanholeiro e desprezativo com a nossa língua, CONVOCA-SE CONTRA-MANIFESTAÇOM o mesmo dia, no mesmo lugar e à mesma hora.
<br />
<br />ACODE!
<br />
<br />ESPANHOLISTAS FORA DA NOSSA TERRA!
<br />NA GALIZA EM GALEGO!
2008-02-07T00:37-07:00CorunhêsptGrande-Marlaska chama 'dialecto gallego' ao nosso idioma numha providência da Audiência Nacional
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14142.shtml
NÓS-Unidade Popular fijo pública nas últimas horas umha providência do juiz da Audiência Nacional espanhola Fernando Grande-Marlaska em que denomina o idioma co-oficial da Comunidade Autónoma da Galiza "dialecto gallego".
NÓS-Unidade Popular fijo pública nas últimas horas umha providência do juiz da Audiência Nacional espanhola Fernando Grande-Marlaska em que denomina o idioma co-oficial da Comunidade Autónoma da Galiza "dialecto gallego".
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5 de Fevereiro de 2008
<br />
<br />NÓS-Unidade Popular fijo pública nas últimas horas umha providência do juiz da Audiência Nacional espanhola Fernando Grande-Marlaska em que denomina o idioma co-oficial da Comunidade Autónoma da Galiza "dialecto gallego". O documento, emitido polo Julgado Central de Instruçom nº 3 da Audiência Nacional, fai parte do caso da queima de um boneco de madeira que representava o rei espanhol, acontecida em vigo no dia 6 de Dezembro.
<br />
<br />O juiz instrutor do caso, Grande-Marlaska, recupera a denominaçom mais habitual para denominar a nossa língua durante o franquismo, "dialecto gallego", em resposta a um escrito da defesa solicitando serviço de intérprete nas declaraçons dos quatro militantes de NÓS-Unidade Popular denunciados pola polícia espanhola.
<br />
<br />A organizaçom independentista difundiu um comunicado em relaçom com este caso de desprezo a umha das línguas co-oficiais nas administraçons do Estado, por parte de um dos poderes em que se sustenta esse Estado, como é o judicial.
<br />
<br />Achamos de interesse reproduzir o comunicado de NÓS-UP na íntegra:
<br />
<br />
<br />Grande-Marlaska, magistrado da Audiência Nacional, denomina ‘dialecto gallego’ o idioma co-oficial da Galiza
<br />
<br />
<br />NÓS-Unidade Popular quer dar a conhecer à sociedade galega um documento que ilustra a consideraçom que o nosso idioma merece ao magistrado da Audiência Nacional espanhola Fernando Grande-Marlaska Gómez.
<br />
<br />Numha providência emitida polo referido juiz no passado dia 28 de Janeiro, em resposta ao pedido de um intérprete por parte da defesa dos quatro militantes de NÓS-Unidade Popular acusados de queimar umha figura em madeira que representava o rei de Espanha, Grande-Marlaska afirmou literalmente que
<br />
<br />“en lo referente a [la] petición de designación de intérprete de dialecto gallego, ya se instó en su día por este juzgado de la Empresa encargada”.
<br />
<br />É importante sublinhar que nom se trata de um texto informal que pudesse admitir um descuido ou lapsus linguae. Estamos diante de um documento judicial de tipo formal, emitido polo Julgado Central de Instruçom nº 3 da Audiência Nacional, que opta por um tratamento denigrante e de claro desprezo para um dos idiomas co-oficiais numha das Comunidades Autónomas que actualmente formam o Estado espanhol.
<br />
<br />Em nossa opiniom, que um organismo judicial como a Audiência Nacional e um juiz como Fernando Grande-Marlaska se dem ao luxo de desprezar abertamente o idioma da Galiza é um facto relevante que deve ser conhecido pola sociedade galega e polas instituiçons da Comunidade Autónoma da Galiza. Mas é também necessário que se produza um pronunciamento dos máximos responsáveis da Junta da Galiza, o presidente Emilio Peres Tourinho e o vice-presidente Anxo Quintana.
<br />
<br />Para NÓS-Unidade Popular, esse desprezo judicial ao nosso idioma constitui mais um indício do carácter reaccionário e anacrónico da Audiência Nacional, organismo judicial continuador do Tribunal de Ordem Pública franquista. Mais um motivo para novamente exigirmos a sua desapariçom.
<br />
<br />À espera de umha reacçom institucional da Junta da Galiza, NÓS-Unidade Popular vai transladar o caso ao Valedor do Povo e aos organismos nom governamentais relacionados com os direitos civis e lingüísticos, nomeadamente o Movimento polos Direitos Civis, o Observatório para a defesa dos direitos e liberdades ‘Esculca’, a Mesa pola Normalizaçom Lingüística, e a Associaçom Galega da Língua.
<br />
<br />A sociedade galega nom pode deixar passar um desprezo institucional como esse contra a nossa língua.
<br />
<br />Direcçom Nacional de NÓS-Unidade Popular
<br />
<br />Compostela, Galiza, 5 de Fevereiro de 2008
<br />
<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1419">http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1419</a>
<br />
<br />
2008-02-05T17:45-07:00www.primeiralinha.orgptGaliza em trânsito
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14126.shtml
Intervenção cultural galega no Porto organizada pola Gentalha do Pichel. Dia 1 de Março.
Intervenção cultural galega no Porto organizada pola Gentalha do Pichel. Dia 1 de Março.
GALIZA EM TRÂNSITO <img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://galizaemtransito.wordpress.com">http://galizaemtransito.wordpress.com</a>
<br />
<br />Intervenção cultural galega no Porto.
<br />
<br />1 de Março do 2008.
<br />
<br />Maus Hábitos (rua Passos Manuel 178, 4º)
<br />
<br />
<br />Galiza em trânsito é uma intervenção cultural galega no Porto. O projecto está desenhado pola Biblioteca Anna Politkovskaya, da Gentalha do Pichel.
<br />
<br />Os objectivos desta acção são dois:
<br />
<br />1. Conseguir fundos para botar a andar uma biblioteca na Gentalha do Pichel.
<br />2. Fazer um intercâmbio cultural entre Galiza e Portugal.
<br />
<br />EVENTOS:
<br />
<br />- Exposições
<br />
<br />- proposta do fotógrafo Miguel Muñiz sobre a ausência de luz.
<br />
<br />- trabalho da artista Luz Castro em que ironiza sobre os modelos do masculino e
<br />
<br />a publicidade.
<br />
<br />- Lançamentos
<br />
<br /> - 1folio: fanzine do colectivo 1folio sob a máxima da simplicidade.
<br />
<br /> - Em trânsito: obra de relatos curtos da escritora Raquel Miragaia.
<br />
<br /> - Liquidación de existencias: obra de carácter aforístico e temática antropológica
<br />
<br /> do autor Marcos Lorenzo.
<br />
<br />
<br />- Espectáculos
<br />
<br /> - Dança: peça de dança contemporânea a cargo do Teatro D2.
<br />
<br /> - Teatro: representação da obra Flores migratorias da companhia Teatro D2.
<br />
<br /> - Música: concerto do grupo Marful.
<br />
<br /> - Vj & dj: espectáculo de the chemical orange.
<br />
<br />
<br />Mais informação: <img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://galizaemtransito.wordpress.com">http://galizaemtransito.wordpress.com</a>
<br />
2008-02-04T19:46-07:00Óscar Senra Gómezhttp://galizaemtransito.wordpress.comptCinema de Moçambique em Lugo
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13950.shtml
Alto Minho projectará nas próximas três quintas-feiras o melhor do cinema voltado para Moçambique
Alto Minho projectará nas próximas três quintas-feiras o melhor do cinema voltado para Moçambique
Cartaz do ciclo
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Os ciclos de cinema na nossa língua continuam a ser impulsionados em Lugo pola Associaçom Cultural Alto Minho.
<br />
<br />Sob a legenda "Moçambique também fala galego", em próximos dias 24, 31 de Janeiro, e 7 de Fevereiro, às 21h30, e com entrada totalmente de graça, os locais da rua Catassol, nº 15, tornarám-se umha grande sala de cinema.
<br />
<br />No dia 24 de Janeiro será exibido Preto e Branco (2003), de José Carlos de Oliveira, com ambientaçom na guerra colonial, que narra o relacionamento entre um soldado português e o seu prisioneiro, um soldado moçambicano capturado por ele.
<br />
<br />No dia 31 de Janeiro será a vez para um outro filme do realizador José Carlos de Oliveira, Um Rio (2005), e conta umha história que implica o regresso ao país explorado pelo braço do colonialismo, agora marcado por uma guerra fratricida que deixou feridas tam fundas como décadas de domínio colonial.
<br />
<br />Finalmente, no dia 7 de Fevereiro, projectará-se o filme A Costa dos Murmúrios (2004), de Margarida Cardoso, baseado no romance do mesmo título assinado por Lídia Jorge, onde se nos conta a história de Evita, umha mulher perdida num mundo que nom é o seu, apercebendo-se da violência de um tempo colonial à beira do fim.
<br />
<br />Mais informaçom:
<br />
<br />* Alto Minho
<br />
<br />* Portal Galego da Língua
2008-01-23T10:37-07:00Alto Minhohttp://altominho.orgptCampaña da Ciberirmandade: Confederación de Empresarios de Pontevedra
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13892.shtml
Nesta nova campaña a Ciberirmandade da Fala propón que dirixírmonos aos empresarios da provincia de Pontevedra, para demandarlles una maior uso do galego, comezando por ofrecer unha versión en galego da súa páxina web. As xustas reivindicacións laborais van noutro apartado.
Nesta nova campaña a Ciberirmandade da Fala propón que dirixírmonos aos empresarios da provincia de Pontevedra, para demandarlles una maior uso do galego, comezando por ofrecer unha versión en galego da súa páxina web. As xustas reivindicacións laborais van noutro apartado.
O mundo empresarial é un dos eidos nos que tradicionalmente houbo máis reticencias para unha incorporación normal do galego. Movidas por prexuízos culturais foron demasiadas as empresas que, malia estar totalmente galeguizadas no seu desenvolvemento interno, vendían os seus produtos ou ofrecían os seus servizos en idioma alleo.Pero xa desde principios dos anos oitenta houbo importantes empresas que optaron por incorporar con normalidade o uso do galego, sendo hoxe en día cada vez máis habitual a presenza da lingua propia de Galiza no eido empresarial.Porén, a Confederación de Empresarios de Pontevedra semella permanecer ancorada no pasado, inmóbil no seu rexeitamento ao uso do galego. E isto malia que a súa matriz, a Confederación de Empresarios de Galiza, se declara "en sintonía coa sensibilización lingüística presente na sociedade", e asegura que "asumiu o reto de apostar decididamente polo uso e extensión do galego, pilotando un proxecto de dinamización lingüística enfocado ao ámbito empresarial".Desde a Ciberirmandade da Fala queremos darlle aínda máis motivosSegue a ler á CEP para que mude a súa actitude, e faga do galego a lingua de seu. Envíalle un correo desde aquí .
2008-01-17T17:30-07:00Apanahttp://www.ciberirmandade.orgglMDL solicita ao Governo português apoio à introdução das TVs portuguesas
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13868.shtml
A passada quinta-feira, 10 de Janeiro, o Movimento Defesa da Língua enviou uma carta dirigida a diferentes membros do Governo português. O objectivo da carta foi fazer uma contextualização acerca da introdução dos canais de rádio e televisão portugueses na Galiza e fornecer argumentos sobre um tema que está a atingir especial visibilidade nos mass-media.
A passada quinta-feira, 10 de Janeiro, o Movimento Defesa da Língua enviou uma carta dirigida a diferentes membros do Governo português. O objectivo da carta foi fazer uma contextualização acerca da introdução dos canais de rádio e televisão portugueses na Galiza e fornecer argumentos sobre um tema que está a atingir especial visibilidade nos mass-media.
Governo da República apoiará medida
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Com motivo da próxima Cimeira Luso-Espanhola a celebrar-se em Braga durante esta semana, o MDL considera não haver melhor oportunidade que esta convocatória para solicitar por meio de uma missiva o início do diálogo entre ambos os estados para introduzir as rádios e TVs portuguesas dirigida aos membros do Governo, entre os quais Augusto Santos Silva , Ministro dos Assuntos Parlamentares - que se tem manifestado com grande interesse perante esta iniciativa - ou o próprio Primeiro-Ministro José Sócrates.
<br />
<br />A nossa associação reconhece a existência de algumas dificuldades técnicas, jurídicas e económicas, mas também pode assegurar que seriam superadas com um bocado de vontade política.
<br />
<br />A introdução destes meios só pode trazer vantagens para a construção do espaço comum de cidadania europeia da euro-região Galiza-Norte de Portugal, vantagens para a protecção da cultura galega e do nosso património comum e uma ocasião de ouro para a promoção da língua portuguesa na Galiza.
<br />
<br />Baseamos esta petição principalmente no documento aprovado (1992) e ratificado (2001) pelo Governo espanhol, a Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias, conforme a qual não só é direito da Galiza receber as emissões de rádio e televisão portuguesas, mas também a República portuguesa tem o direito de emitir os seus sinais na Galiza.
<br />
<br />Consideramos, no entanto, que existe a vontade de garantir este direito por parte de representantes políticos galegos e o Governo de Madrid está também disposto a falar deste tema, portanto, só precisamos e, aliás, solicitamos o mais importante: o apoio activo do Governo português.
<br />
<br />Confira o artigo original em:
<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://mdl-galiza.org/content/view/347/">http://mdl-galiza.org/content/view/347/</a>
2008-01-15T17:44-07:00mdlhttp://mdl-galiza.orgptObxetivo CiberIrmandade: Confederación de Empresarios de Pontevedra
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13858.shtml
O mundo empresarial é un dos eidos nos que tradicionalmente houbo máis reticencias para unha incorporación normal do galego. Movidas por prexuízos culturais foron demasiadas as empresas que, malia estar totalmente galeguizadas no seu desenvolvemento interno, vendían os seus produtos ou ofrecían os seus servizos en idioma alleo.
<br />
<br />
O mundo empresarial é un dos eidos nos que tradicionalmente houbo máis reticencias para unha incorporación normal do galego. Movidas por prexuízos culturais foron demasiadas as empresas que, malia estar totalmente galeguizadas no seu desenvolvemento interno, vendían os seus produtos ou ofrecían os seus servizos en idioma alleo.
<br />
<br />
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Pero xa desde principios dos anos oitenta houbo importantes empresas que optaron por incorporar con normalidade o uso do galego, sendo hoxe en día cada vez máis habitual a presenza da lingua propia de Galiza no eido empresarial.
<br />
<br />Porén, a Confederación de Empresarios de Pontevedra semella permanecer ancorada no pasado, inmóbil no seu rexeitamento ao uso do galego. E isto malia que a súa matriz, a Confederación de Empresarios de Galiza, se declara "en sintonía coa sensibilización lingüística presente na sociedade", e asegura que "asumiu o reto de apostar decididamente polo uso e extensión do galego, pilotando un proxecto de dinamización lingüística enfocado ao ámbito empresarial".
<br />
<br />Desde a Ciberirmandade da Fala queremos darlle aínda máis motivosSegue a ler á CEP para que mude a súa actitude, e faga do galego a lingua de seu. Envíalle un correo desde aquí .
<br />
<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://www.ciberirmandade.org/sitio2007/component/option,com_obxetivos/task,envioweb/id,103/">http://www.ciberirmandade.org/sitio2007/component/option,com_obxetivos/task,envioweb/id,103/</a>
<br />
<br />Grazas por colaborar!
<br />
<br />CiberIrmandade da Fala
<br />
<br />Texto do Prego:
<br />
<br />Prezados señores, prezadas señoras,
<br />
<br />O sector empresarial, nomeadamente as pequenas e medianas empresas, son
<br />un elemento crucial para o desenvolvemento de Galiza, tanto no aspecto
<br />económico como no social. Nese sentido considero de grande importancia
<br />certas iniciativas da Confederación de Empresarios de Pontevedra, como
<br />a promoción da incorporación das tecnoloxías da información e
<br />comunicación ás empresas. É este un camiño, na miña opinión, moi
<br />acertado.
<br />
<br />Porén, chámame a atención que sendo tan capaces de ver a importancia
<br />das TIC, non sexan quen de percibir que o trato co cliente é unha das
<br />ferramentas de máis valor que teñen as PEMES, e de que a lingua na que
<br />se establecen esas relacións é fundamental.
<br />
<br />É unha mágoa que a CEP dea tan mal exemplo ás empresas da provincia,
<br />facendo un uso raquítico do galego e non tendo nin tan sequera unha
<br />versión en galego da súa páxina web. Esta actitude tan negativa chega
<br />incluso a provocar situacións tan incomprensibles como a de promocionar
<br />uns "Encuentros de negocio Luso-Galaicos" integramente en español.
<br />
<br />Prégolle que de aquí en diante teña en conta a importancia que o uso do
<br />galego ten para unha grande parte da poboación, e que actúe en
<br />consecuencia dando pasos decididos para facer desta lingua a de uso
<br />normal na CEP, comezando por ofrecer unha versión en galego da súa
<br />páxina web.
<br />
<br />Atentamente,
<br />
<br />NOME
<br />DNI
2008-01-14T16:06-07:00Kiko das Leirashttp://www.ciberirmandade.org/sitio2007/ptAssociação Pró AGLP lança sítio web e DVD
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13852.shtml
A Associação Cultural Pró Academia Galega da Língua Portuguesa, criada o 1º de Dezembro de 2007, disponibiliza o vídeo mais a transcrição das conferências de 8 de Outubro no seu novo sítio web: www.aglp.net
A Associação Cultural Pró Academia Galega da Língua Portuguesa, criada o 1º de Dezembro de 2007, disponibiliza o vídeo mais a transcrição das conferências de 8 de Outubro no seu novo sítio web: www.aglp.net
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Ângelo Cristóvão - Presidente da Associação Pró-Academia Galega da Língua Portuguesa
<br />
<br />A Associação Cultural Pró Academia Galega da Língua Portuguesa, criada o 1º de Dezembro de 2007, disponibiliza o vídeo mais a transcrição das conferências de 8 de Outubro, protagonizadas polos académicos Evanildo Bechara, da ABL, e Malaca Casteleiro, da ACL. Estes conteúdos, e outros que iremos produzindo, estão acessíveis neste novo sítio web.
<br />
<br />Julgamos de grande interesse a difusão destes textos, verdadeiro exemplo da ideia que os promotores temos da Academia como motor de integração da Galiza na lusofonia, valorização da língua e divulgação cultural.
<br />
<br />Naturalmente, estamos acostumados a ver no nosso contexto outros modelos académicos, em geral, como entidades com escassa margem de operação, subordinadas às políticas dos estados, o que se traduz num funcionamento lento, redução de eficácia e dificuldades no relacionamento com o entorno cultural, de que deveria ser um reflexo.
<br />
<br />Consideramos que, no nosso caso, outro modelo é possível e necessário. Pretendemos uma instituição nacional galega criada por iniciativa da sociedade civil, independente dos organismos do estado. Uma AGLP presidida por princípios de responsabilidade e rigor no trabalho, integrada por aquelas pessoas que mais têm apoiado a lusofonia galega, através de diversas formas como a docência, a investigação, a criação literária ou o ativismo cultural. Uma entidade que recupere e ponha em valor o nosso património linguístico e literário, ora maltratado, ora esquecido, ora deturpado.
<br />
<br />Os leitores podem comprovar como os académicos Evanildo Bechara, da Academia Brasileira de Letras, e Malaca Casteleiro, da Academia das Ciências de Lisboa, já manifestaram o seu apoio à criação da nova Academia, que pretendemos constituir em 2008. Outras entidades darão a sua aprovação e começarão, logo que possível, o intercâmbio de publicações.
<br />
<br />Como presidente da Associação Cultural Pró Academia Galega da Língua Portuguesa e em nome da Junta Diretiva, desejo manifestar o nosso compromisso no projeto e solicitar a colaboração dos leitores em qualquer das formas possíveis.
<br />
<br />Muito obrigado.
<br />
<br />
<br />Pode visualizar o vídeo através do artigo original
<br />
<br />A qualidade do vídeo foi adaptada para a Internet. O nosso muito obrigado ao colaborador que preparou o DVD para a sua visualização na Internet.
<br />
<br />Se deseja um formato de maior qualidade (DVD) pode solicitá-lo no e-mail de contacto:
<br />
<br /> pro[@]aglp.net
<br />
<br />Artigo original:
<br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/> <a href="http://aglp.net/index.php?option=com_content&task=view&id=19&Itemid=31">http://aglp.net/index.php?option=com_content&task=view&id=19&Itemid=31</a>
2008-01-14T11:18-07:00Pro-AGLPhttp://aglp.netptO Foro da Mocidade inicia campanha pola língua
http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13770.shtml
A campanha quer fomentar o associacionismo e recuperar a tensom social sobre a situaçom do nosso idioma. A iniciativa vai pôr especial atençom na denúncia da hipocrisia que supom o chamado 'bilingüismo harmónico' e na morte doce cara a que caminha o galego.
A campanha quer fomentar o associacionismo e recuperar a tensom social sobre a situaçom do nosso idioma. A iniciativa vai pôr especial atençom na denúncia da hipocrisia que supom o chamado 'bilingüismo harmónico' e na morte doce cara a que caminha o galego.
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O Foro da Mocidade de Vigo é umha entidade assemblear de confluência da juventude revolucionária viguesa. Nela, participam militantes da comarca a nível individual. Esta iniciativa botou a andar o passado 17 de Novembro com um magosto popular.
<br />
<br />O Foro da Mocidade informa da nova campanha que pom em marcha para o presente curso: umha campanha pola nossa língua que volva pôr no debate social a morte silenciosa do nosso idioma
<br />como língua de uso social. Esta campanha vai-se desenvolver através de institutos, faculdades e lugares de socializaçom habitual da juventude.
<br />
<br />Objectivos:
<br />
<br />– Fomentar o associacionismo juvenil ao redor desta problemática.
<br />– Apresentar o monolingüismo social como única saída viável para o futuro do idioma.
<br />– Gerar espaços de debate sobre esta questom.
<br />– Centrar a campanha na questom do uso social e nom na normativa (RAG/AGAL).
<br />
<br />A campanha desenvolvera-se com as seguintes iniciativas:
<br />
<br />– Realizaçom de palestras em institutos e faculdades.
<br />– Ediçom de colantes e cartazes com as diferentes reivindicaçons.
<br />– Realizaçom de murais.
<br />– Denunciar as agressons que se deam às pessoas galego-falantes nos centros de trabalho e ensino.
<br />
<br />O Foro da mocidade de Vigo anima ao resto da juventude galega a organizar-se em entidades amplas que deam pé ao trabalho conjunto nesta questom em cada comarca do País.
2008-01-08T03:34-07:00Foro da Mocidade de Vigopt