.,
10.08.2005 - 14:13 (Id: 3406)
ahimsa
Indimedia Galiza, verdadeira esperança. Se falta imagem para ilustrar o texto, proponhovos esta:
eu,
10.08.2005 - 17:04 (Id: 3413)
Interesante proposta para a reflexión. Mais no texto dase por suposto algo co que non concordo: que o independentismo é un máis deses movementos antagónicos. Sería tanto coma dizer que o é o BNG ou Izquierda Unida. Un movemento que se presenta ás eleccións e que polo tanto pode obter deputados, e consecuentemente gobernar ou participar do goberno/estado... pode ser considerado un movemento antagónico? Eu entendo que non.
Mais ben ese estatus é unha das posibilidades que o independentismo ten diante de sí: establecerse dunha vez no seu espazo natural, o dos movementos autónomos, ou decantarse cara fórmulas de tipo partidario. O que se viu nos últimos anos é que a opción escollida foi esta última, e así o independentismo galego situouse no polo oposto dos movementos autónomos, por moito que xogara non sempre de forma hábil, a camuflarse como tal apuntandose ao movemento dos centros sociais ben integrandose non sen conflitos nos existentes ou creando outros novos. Mais non por eso pode pasar a ser considerado un movemento autónomo: sería o BNG un movemento autónomo se fixera as súas asambleas na Casa Encantada ou en Artabria por poñer un par de exemplos?
É de supoñer que ambas pulsións conviven no seo do independentismo, atravesado por outras transversais como o reintegracionismo, os centros sociais que comentabamos, nunca mais e outras historias. Tócalle ao movemento independentista deixar de xogar a dúas bandas e definirse, por que eso é algo que desgasta a todos e ten os resultados que xa estamos a ver: máis e máis fragmentación, incapacidade para exprimir mensaxes máis alá do próprio círculo, rexeitamento dos movementos rexurdintes, incapacidade para participar neles...
En resumo; o de clasificar ao independentismo como movemento antagónico é mais ben un desexo que unha realidade. Non sei se compartir ese desexo; a opción dun independentismo consolidado como o da FPG é atraínte a curto prazo. En calquera caso, violencia, non grazas. Xa tivemos dabondo.
GZ!,
10.08.2005 - 17:36 (Id: 3414)
"Tócalle ao movemento independentista deixar de xogar a dúas bandas e definirse, por que eso é algo que desgasta a todos"
Exacto. Eso é nimásnimenos ao que xoga o sistema. O independentismo HOXE é unha marioneta política do estado, apreta aquí, apreta acolá e desviste un santo para desvestir outro como dicía Mecano: "sombra aquí, sombra allá, maquíllate, maquíllate" Haberá algo mais vulnerabel que o independentismo no mapa político galego? Algo máis manipulabel? Algo mais maleabel? Tal como deixastes a eira destragada non vai haber quen queira xuntarse con vos pra comprar o autocargador! Non tendes nin cota de leite, nin de carne, e as galiñas nada mais que pra caldo valen, que xa nin ovos poñen!
Mónada Nómada 0.1,
10.08.2005 - 18:27 (Id: 3415)
Pois eu acho que reduzir o antagonismo aos espaços exteriores ao poder do Estado nom deixa de ser um tanto esquemático e mesmo empobrecedor desde as possibilidades de definir umha estratégia movimentista.
De feito, além dos esquematismos tradicionais de algumhas correntes do movimento, entendo que cómpre distinguir entre aquelas instituiçons do Estado que som eleitivas (os concelhos, o parlamento, etc.) de aquelas outras que nom o som; assi como dentro das primeiras, aquelas nas que se pode practicar umha democracia direita (os concelhos pequenos, por exemplo), de aquelas outras nas que nom.
Penso que reducir a análise da natureza do Estado a um bloco de poder monolítico perfeitamente independente dos sujeitos é umha vissom que ignora para bem ou para mal a autonomia que cada quem tem para agir ali onde se lhe ofrece umha possibilidade de intervir (segundo eu o vejo, moita da gente que optou polo há que bota-los pensava um pouco neste senso).
Cousa bem distinta, claro está, é considerar que as modalidades que conhecemos da forma-partido no independentismo galego nom vaiam além dos modelos leninistas mais ou menos clássicos (NóS-UP, FPG, etc.). Estes modelos, aliás, estam nas origes de outras organizaçons posteriormente integradas no establishment político (BNG, IU, etc.)
O certo é que quando se pensa nas alternativas a estes modelos "realmente existentes", a paisage é desoladora. Mas isto, entendo eu, nom é tam só um problema do independentismo.
Polo que um conhece e tem experimentado em diferentes organizaçons políticas, as experiências mais avançadas no senso de quebrar os modelos da democracia representativa por méio da instituiçom de modelos democrático-participativos (por exemplo, +s verdes alemá/n/s nos seus começos --nada que ver co de hoje) tenhem fracassado; o que nom significa que nom se poidam ensaiar, mesmo no independentismo.
Em suma, entendo eu que, mesmo no caso de que fora possível nom considerar a certas organizaçons independentistas como parte integrante do campo antagonista (algo que adquire senso, fundamentalmente, para quem nom participamos dos modelos de autoridade leninista), nom resulta moi atinado, porém, excluír do antagonismo ao independentismo no seu conjunto.
ipso,
10.08.2005 - 21:50 (Id: 3417)
Ao fío desta conversa, estas outras, por se sirven de referencia:
A VIOLÊNCIA É LEGÍTIMA SE SE TEM PODER
http://buscador.vieiros.com/comunidade/foros/read.php?f=9&i=79206&t=79206
POR FAVOR PARADE ISTO!!! (O de Lupe Ces)
http://buscador.vieiros.com/comunidade/foros/read.php?f=9&i=76813&t=76813
RÉPLICA A LUPE CES
http://buscador.vieiros.com/comunidade/foros/read.php?f=9&i=77258&t=77258
O MLNG (AMI, PL, Nós-UP, AGIR & Co.) apoia a loita armada
http://buscador.vieiros.com/comunidade/foros/read.php?f=9&i=78869&t=78869
BINOMIO INDEPENDENTISMO-VIOLENCIA
http://buscador.vieiros.com/comunidade/foros/read.php?f=9&i=48&t=48
E outra máis, esta póñoa enteira. Trátase dun suposto comunicado dun suposto movemento 'Resistencia Galega', que ten certos pontos en común co estilo da réplica a Lupe Ces e foi publicado no Indymedia de Brasil:
MANIFESTO POLA RESISTÊNCIA GALEGA
Falarmos de naçom galega significa fundamentalmente termos a vontade e a determinaçom colectiva para fazermos valer o nosso direito a existir como povo, sem ingerências nem dependências, preservando e orgulhando-nos da nossa identidade.
Somos naçom na medida que pelejamos, para sermos o que queremos ser, nem mais nem menos, e alimentamos com factos e nom só com palavras e bons desejos a existência de umha subjectividade colectiva, formada por cidadaos e cidadas livres numha Galiza soberana que constrói geraçom trás geraçom umha urdime e tradiçom de luita.
As cidadás e cidadaos galegos, o povo galego, nom somos um conceito abstracto, um ente metafísico constituído por inspiraçom divina. A identidade nacional forja-se sempre num tempo histórico e num espaço territorial em presença de catalisadores sócio-económicos, políticos e ambientais.
Quando aceitamos com resignaçom que as nossas filhas e os nossos filhos se espanholizem e imbecilizem nas escolas e licéus, quando acatamos resignadamente que se desmantele a nossa economia produtiva e agrária, fazendo-nos mais dependentes; quando aceitamos como umha plaga bíblica que o nosso País se queime todos os anos, se converta numha gigante granja de eucaliptos e moínhos de ferro e periodicamente a nossa riqueza produtiva e ambiental seja arrassada por marés negras, quando aceitamos passivamente que se especule com o chao e grande parte do território se converta num deserto povoacional; quando aceitamos impassivelmente que se expoliem os nossos recursos energéticos; quando aceitamos que as trabalhadoras e trabalhadores galegos, artífices de toda
a riqueza social que desfrutamos, continuem privados da propriedade dos meios de produçom e das decisons político-económicas que se tomam no País; quando aceitamos que boa parte da nossa mocidade trabalhadora fuja à emigraçom; quando aceitamos submiss@s que as intituiçons de poder espanholas nos imponham vassalagens, réguas, pautas e valores, verdades e mentiras… quando aceitamos resignadamente todas estas cousas estamos renunciando a sermos cidadaos livres, povo galego; renunciamos a exercer como naçom.
Nom imos descobrir agora aqui a situaçom actual do nosso País. É sabido por quase todas e todos o paradoxo de que nunca como hoje houvo tanta informaçom e um acesso tam veloz à mesma e, pola contra, nunca tam ameaçada estivo a nossa capacidade volitiva. A normalidade democrática espanhola é um facto histórico que administra a nossa morte como naçom, impedindo que as necessidades se convertam em realidades, frustrando historicamente o desejo e a necessidade de soberania através da retórica, o burocratismo, a legalidade imposta e o happening. Ou se redobram neste tempo de crise nacional prolongada as políticas de resistência a esta indolência, a esta agonia doce, a esta consumiçom quase pracenteira que vive umha parte do nosso Povo ou, como diz o refrám, tarde piamos.
Nom vamos dogmatizar sobre que políticas de resistência som as boas e quais as más. Fazê-lo seria incorrecto e empobreceria o tipo de respostas que exige umha situaçom política e social complexa num processo aberto de libertaçom nacional e social como o nosso. A resistência cultural, a resistência económica, a resistência estritamente política e a resistência ilegal, num sentido amplo, som todas pertinentes e necessárias. Aqueles e aquelas que se encham a boca com condenas, com absolutismos, com dogmatizaçons estéreis em torno aos métodos de luita e as formas de resistência, já for para desprezar as intervençons culturais e sócio-políticas ou para anatemizar as acçons ilegais e/ou de violência política, estám fanando irresponsavelmente as possibilidades de luita e condenando o nosso País ao fatalismo e à frustraçom eterna.
Chegou a hora de que o nacionalismo galego, com todas as suas famílias e subfamílias, grupos e subgrupos, compreenda que nengumha forma de resistência é anuladora das outras. Só desde umha análise dogmática da complexidade social e patrimonializadora da actividade política se pode desejar ver ao nosso povo desarmado material e subjectivamente.
Na Galiza, desde 1974, umha parte do nacionalismo galego compreendeu a necessidade de implementar formas de resistência nacional de carácter ilegal e de violência política ante um marco jurídico-político fechado e dogmático que impossibilita a voz soberana para a nossa naçom. O universalmente proclamado direito de autodeterminaçom dos povos é negado expressamente na constiuiçom espanhola. O Estado espanhol negando à Galiza a decisom sobre o seu próprio futuro nega um dos elementos primários de qualquer relaçom política democrática. E os direitos políticos básicos, a democracia política, nom se esmolam. Conquistam-se.
Nom é possível falar de democracia para Galiza no entanto nom se satisfazerem as mínimas condiçons de liberdades e direitos básicos: as que passam polo reconhecimento explícito da autodeterminaçom e pola plena potestade para erguermos um outro modelo social alicerçado nos interesses e necessidades das maiorias trabalhadoras.
O independentismo galego entendeu sempre esta necessidade de implementar formas de intervençom política ilegal como parte de um universo político e social muito mais amplo. Este independentismo entende que o exercício da violência política em si mesma nom outorga credenciais de nada, nem converte quem a a pratica em mais puro ou mais nacionalista. Ora bem, tampouco podemos deixar de reconhecer que @s militantes nacionalistas que se implicam nesta forma de resistência som também umha referência política importante. Poderíamos dar mil razons para soster esta asseveraçom, mas avonda com reconhecer a enorme importáncia que tem fazer-lhe frente aos demonhos paralisantes num povo treinado desde muito cedo baixo as armas da repressom e a alienaçom na obediência e o
escapismo.
A história da violência política nacionalista na Galiza passou por duas grandes etapas. De 1974 a 1993 e de 1995 até hoje. Estes últimos dez anos, de maneira paralela à edificaçom de um novo processo político, fomos partícipes e testemunhas de novas formas de intervençom, de reformulaçons tácticas e estratégicas e da incorporaçom e concatenaçom por primeira vez na nossa Terra de até três geraçons de combatentes no mesmo processo. É um orgulho poder dizer que a chama independentista, em todas as suas frentes, continua viva, e que sabe rir-se desde a acçom e para a acçom das directrizes de submetimento espanholas e do triste nacionalismo de museu de tantos estrategas da mediocridade e a renúncia.
Desde 1995 assistimos a umha nova resistência galega que utiliza a violência política como umha arma mais de combate no processo de libertaçom nacional e social. Neste tempo instituiçons bancárias, transnacionais, empresas espoliadoras de recuros energéticos, forças de ocupaçom, projectos e empresas vencelhadas à turistificaçom, obras públicas agressivas com a Terra, meios de comunicaçom ao serviço do Estado, partidos políticos espanholistas, empresas escravagistas, imobiliárias… fôrom objecto de algum tipo de castigo popular independentista e pugérom em causa o mito da docilidade galega.
Umha resistência sem nomes, nem siglas, nem postas em cena organolépticas. Umha resistência anónima, como o sofrimento de milhares de galeg@s expropriad@s, emigrad@s, explorad@s e espanholizad@s. Umha resistência que se exprime através das suas acçons e que se dispom a impedir que os verdugos desta Terra dormam tranquilos. A resistência galega actual nom se amolda a formas rígidas impostas por qualquer dogma ideológico ou militança convencional, esforçando-se por descobrir na prática do combate os caminhos que vinculem as necessidades mais sentidas do nosso Povo.
Na nova resistência galega ilegal há lugar para tod@s, para todas as modalidades de intervençom e todas as variáveis organizativas, sempre e quando forem respeitados os interesses e a saúde do povo trabalhador galego. De dia ou de noite, individual ou colectivamente, com meios tecnológicos ou elementos primários, com explicaçons públicas ou sem elas, enquadrad@s em estruturas estáveis ou desde a raiva, o conflito ou os ataques ocasionais, os inimigos da Galiza devem ser fustigados em todo lugar e circunstáncia. Ninguém debe agardar a que o chamem à porta, nem delegar responsabilidades. Se algo demonstrou a nova resistência galega ao longo destes últimos dez anos é que os meios nunca som um impedimento irressolúvel se há vontade de luitar e reservas de imaginaçom
e criatividade.
A nova resistência galega está apreendendo a esquecer os protagonismos, tanto pessoais como organizativos; nom acredita em vacas sagradas e santuários, nem em mitos mortos ou vivos… O relevante nom é quem bate senom em quem se bate. O relevante nom é quem organiza nem o grau de organizaçom, senom o certeiro das acçons e o afortalamento da luita. A resistência galega é já um incipiente fenómeno social, medrando com cada acçom levada a cabo no País, para converter-se num rio fecundo. Assinala ante o Povo os inimigos irreconciliáveis da Galiza e a natureza radical e ilegítima da opressom.
Desde aqui fazemos um chamamento a tod@s @s nacionalistas galeg@s a somar-se à resistência galega com a sua força, imaginaçom e determinaçom.
VIVA A RESISTÊNCIA GALEGA
VIVA GALIZA CEIVE E SOCIALISTA
ANTES MORT@S QUE ESCRAV@S
Email::
info.cidadan@xunta.es
http://www.midiaindependente.org/eo/red/2005/07/323584.shtml
Galego,
10.08.2005 - 21:54 (Id: 3418)
Um milhão de parabéns ao CMI Gz por publicar sem complexos este editorial. Assim é como se constroi um pais, assim é como se constroi a humanidade, com debates abertos, plurais, ambiciosos.
Ao entrar no CMI e ver isto na capa... entroume uma vaga de "esperança" como quase nunca sentira por aqui. Obrigado.
Arbeit und Kraft.,
11.08.2005 - 01:31 (Id: 3420)
É desde logo arrepiante a capacidade que tenhem estas mulheres auto-proclamadas feministas e defensoras das mulheres para confundir e deitar névoa sobre questons tam profundas e complexas da natureza humana com um par de clichês típicos dos anos 60: " sociedade patriarcal", " machismo guerreiro", " deconstruindo o guerreiro".
As vossas argumentaçons nom tenhem nengumha base científica contrastada, senom todo o contrário: a Ciência demonstrou que existem diferências importantes entre as diversas raças e povos, e por suposto géneros.
A inteligência e capacidades cognitivas das mulheres nom som iguais que as dos homes, ao igual que a sua dinámica hormonal ou a sua susceptibilidade a enfermidades.
Vós, os auto-proclamados " comunistas" ou " feministas" ignorades ou desprezades todo isto. Ignorades que sí existe realmente umha Natureza humana, diversa e modificável por suposto, mas nom tanto como para sustentar as vossas fantasias.
Dizedes que a violència de género deve-se à sociedade " Patriarcal", mas ignorades que agressons às fémeas se dam também em outras espécies de primates próximas a Nós, e que o home nom deixa de ser um Mono mais, isso sí , com umha sofisticada pretenciosidade de ser filho de " deus" ou das circunstáncias sociais. Somos umha espécie jovem e violenta e isso foi o que nos permitiu sobreviver em ambientes hostis nos últimos 200.000 anos.
Como explicades que nas sociedades onde mais igualdade de género existe, existam também mais mortes por agressons masculinas???
http://img65.exs.cx/my.php?loc=img65&image=maltreatment.gif
Nas vossas teorias fantasiosas este feito é inexplicável.
Existe umha base biológica para a violència e a agressom: a violência é útil e necessária em muitos contextos, por isso se dá nas mais diversas espécies:
http://salmon.psy.plym.ac.uk/year2/aggression/aggression.html#Male%20aggression
Aliás, os homes som mais proclives à violència do que as mulheres, e ao menos que nos castredes assi seguirá sendo.
Ainda umha cousa, vós ignorades que realmente sí EXISTE um conflito entre GÉNEROS modelado pola selecçom Natural, onde se observa que os homes e as mulheres tenhem diferentes intereses e estratégias para perpetuar os seus genes. E estes intereses som às vezes antagónicos.
Umha mulher de qualquer cultura humana busca segurança, protecçom e fidelidade por parte do seu companheiro, porque isso asegura-lhe que os filhos que poda ter sejam bem cuidados e podem trnsmitir à vez os seus genes.
Um home busca beleza, juventude...porque está demonstrado que estas características asseguram umha gestaçom sem problemas e filhos saos. A mais atractivo físico feminino mais nível de estrógenos em sangue, maior capacidade de criar nenos vigorosos no útero.
Um home tem bilhons de espermatozoides que produze ilimitadamente ao longo da sua vida, umha mulher produze e perde um óvulo cada més.
Se queredes conhecer as razons profundas da violència de género começai a reflectir desde aí.
Os Guerreiros e a Violência seguirám existindo mentres sigam sendo um bom método para asegurar filhos saos e recursos suficientes num território dado.
A luita Nacional é a luita pola sobrevivência dumha Raça ameaçada.
Nengumha mistificaçom feminista pode parar isto.
A Ciência contradi-vos diariamente: a vida é conflito e é violência contra o inimigo que rouba os nossos recursos, e paz e carinho com os que compartimos o Sangue.
Que primates mais fantasiosas estades feitas algumhas! Jamais acabaredes coa dinámica da Vida, inscrita em leis Naturais inexoráveis.
Mónada Nómada 0.1,
12.08.2005 - 12:04 (Id: 3430)
Ciência ? De quê "ciência" falas ? De essa que primeiro idea a bomba atómica e logo nom quer saber nada de Hiroshima ?
Por moito que te amole, o nosso devir pós-humano situa-nos por riba de essa mesma ciência na libre difussom de saberes entre ciborgs de infinitos géneros.
O teu ideário totalitario socialista está tam morto como a utopia biopolítica arianista de Hitler. Com aparelhos categoriais como o teu o movimento nom sairia do século XX na vida.
Relaxa-te e descobre a tua própria multiplicidade antes de passar todo o dia a predicar o Um.
LoveUall
tiago,
13.08.2005 - 15:28 (Id: 3436)
>
COM/ Vamos ver:
1º Nom existe um tal Movimento Anti-sistémico integrado polo independentismo/MLNG e mais nom sei que mais grupos ou tendências (o editorial nom o di)
2º Movimentos políticos na Galiza há, mas som dous diferentes ao antes apontado: som o Movimento anarquista e o independentista. E som movimentos porque estám formados por grupos e pessoas que se inter-relacionam politicamente e onde as dinámicas, quaisquer que forem, retroalimentam-se no interior e afectam ao conjunto. Estas dinámicas nom som só organizativas nem de trabalho, mas também políticas e de imaginário. Um mesmo movimento compartilhará assim espaços, militantes, símbolos, políticas...
Portanto toda a "análise" posterior a respeito desse suposto Movimento nom é mais do que um castelo no ar. Vamos ver, essa disjuntiva que aponta o editorial... em que grau afecta ao MLNG? Sinceramente, EM NADA. Talvez vos afecte A VÓS, gente de indymedia Galiza, e obviamente aos que com o novo governo vam encher os petos e por fim vam poder colocar aos filhos e sobrinhos, ou seja, à camarilha dirigente do BNG.
>
COM/ Como fazer frente à tensom??? Essa tensom sofreu-na o anarquismo galego e o independentismo galego desde há bem tempo. A política fai estranhos companheiros de cama, mas NÓS nom somos companheiros de cama dos bloqueiros, simplesmente porque para NÓS o BNG nom é umha força anti-sistémica desde há muitos anos. Polo que se vê do vosso discurso VÓS pensades de maneira diferente: para VÓS o BNG si é umha força desse suposto e inexistente movimento do que falades (mas nom explicades). NÓS nom temos que ter esse especial cuidado em afirmarmo-nos na nossa autonomia, simplesmente porque já temos claro o que somos e o que temos a ver com o BNG.
>
COM/ O que vem siginificando que lhe seguimos o jogo ao sistema. Polo que se vê aqui seguides as teses de tanto bloqueiro que escreve no indymedia galiza, dando-lhe a volta a tortilha e fazendo dos rebeldes cúmplices dos opressores. VÓS sodes como esses nenos que na escola nom deixam, e mesmo se enfrentem aos seus colegas de aulas que nom aguentam os abusos de um professor. O estado nom tem o plano de progredir com nengumha estratégia de tensom. Isso é simplesmente mentira. Ao sistema o que lhe interessa é invisibilizar os conflitos, a tensom no seu sentido completo. E só visibilza a repressom para exemplarizar e meter medo. Abofé que convosco o conseguírom.
>
COM/ Vamos, que toda a léria essa do Movimento esse, o antagonismo galego, era SÓ para vos justificardes e assi "ter" o direito a decidir sobre a táctica e a estratégia do MLNG. Mas que pensades?? Quem vos credes? Sodes patéticos se credes que o VOSSO MEDO vai fazer que NÓS tenhamos umha ou outra dinámica. Nem NÓS podemos fazer isso, só podemos ser coerentes na nossa linha revolucionária e adequar-nos ao contexto espaço-tempo. Os embates repressivos derivados da NOSSA prática consequente (obviamente consequente com a nossa linha política, nom com a VOSSA) ficam fora da nossa responsabilidade. A nossa responsabilidade é outra. E olho! também nom é a nossa responsabilidade se tremedes com o medo ou discordades da nossa postura... está visto que só queredes ser uns aprendizes de Ramonet. Eu nom esperava outra cousa...
Insistindo um bocado: a estratégia da tensom nom é umha trampa, nem um erro. É necessária (assi o cremos e o levamos defendendo desde hai 20 anos) e útil. Se nom acreditades nela nom a levedes adiante nem a apoiedes. Mas o vosso discurso anti-tensom é algo diferente, é posicionar-se na nossa contra. NÓS tensionamos, NÓS sofremos as consequências legais e repressivas. VÓS nom. VÓS buscades escusas para deslegitimar a tensom social e política. Parece-me bem, mas nom esperedes que atendamos a cantos de sereia. Em primeiro lugar porque para mim, fora do vosso discurso, que nom compartilho, nom tedes a legitimidade para dizer nada. Nada de nada. Nom inventedes pseudo-movimentos com o intuito de vos apropriar da pseudo-legitimidade para influir num Movimento que nom é o vosso.
>
COM/Aqui afondades na vossa postura (e miséria moral). Repito: NOM tedes direito a nos mandar em nada. Parece que nom vos fica claro e queredes bater com a cabeça contra a parede. Vós batei que é o vosso problema se abrides ou nom a cabeça. A ver, estades a dar por supostas cousas que simplesmente NOM compartilhamos. Nem compartilhamos a análise do contexto nem a linha a seguir. De que co-responsabilidade falades? Da que nos queredes impor!! Estades a ser um bocado arrogantes, ou nom? De que fracasso falades? Essa é a vossa análise. Que esgotamento? É irreversível? Que o causa? Que devemos fazer? Ante estas perguntas as NOSSAS respostas e as VOSSAS som DIFERENTES. A ver se vos entra na cabeça.
>
COM/ Mais do mesmo. O que nom necessita som PACIFISTAS IDIOTAS coma VÓS. Nem mártires, nem hegemonia, nem precipitaçom nem delírios de grandeza. Vamos ver, primeiro nos tentades fazer crer que fazemos parte do mesmo movimento (o que nom é verdade) para nos vender a mota. Repetides como tontos úteis do sistema o típico discurso anti-violência de hipis come-flores, passivos e cobardes. E por último, por se nom fosse insulto avondo o vosso paternalismo anterior, acabades o texto com essas "delicadezas". Assim nom ides convencer ninguém. Polo menos eu, o que sentim por vós, nom foi precisamente empatia. Visto o visto só desejar-vos o melhor no vosso activismo virtual, menos lobos meus, muita saúde e a desfrutar aí, na vossa atalaia de saber. Obrigado por marcar-nos o caminho.
Entre vós e nós há diferenças genéticas, de fundo. Poderia haver respeito, e onde coincidirmos, adiante. Mas essa soberba é intolerável. Esse messianismo é de papanatas.
Só duas cousas mais. Podíades ter feito público o vosso posicionamento contrário à resposta violenta frente à violência do sistema, mas de forma respeitosa, e eu acho que nom o fostes nada. Se semeades nom vos estranhedes se recolhedes. E por último, para acabar com umha só frase: A revoluçom será violenta ou nom será.
Saúde e Pátria
som,
13.08.2005 - 16:24 (Id: 3437)
Quem som NÓS e quem VÓS? Quem é quem para falar no nome dos demais, eu ja estou farto de escoitar ou ler à gente falar polo resto, creo que se assinasses o teu comentário ou polo menos falar em primeira pessoa seria mais tragavel, ainda que os teus insultos nom ajudam à réplica, que contestar? que queda aberto para poder falar? se tes a raçom, toda a raçom, é nom admites nem umha crítica nem umha voz discordante, quem che contou que representas a todo o independentismo?, quem che nomeou portavoz?, a vida política é pública e se che pica o que se poida dizer, será porque tes piolhos.
Podo asegurar-te que nom representas a todos os independentistas da Galiza, representas, isso sim, ao independentismo imovilista, e retrógrado, violento e filo-fascista, que critica e nom admite ser criticado, que cre ter a possessom da raçom absoluta.
Qual é a raçom de que nom se poida conseguir a independência sem violência? porque nunca antes se fixo? porque espanha nom o vai admitir? hahahaha, se algo caracteriça a um revolucionário é a capacidade de pensar no imposivel como posivel, a ideia de poder acadar a utopia, ainda sabendo que é inalcançavel, mais isso é o que nos fai avançar.
Um independentista que nom se sinte representado por ninguem mais que el mesmo.
tiago,
13.08.2005 - 16:43 (Id: 3438)
Talvez por usar certos símbolos, mas os trechos aos que fazia referência na mensagem anterior nom apareceram.vou repetir a mensagem com o texto ao que fago referência em cada COMentário.
((( Logo da impressionante vaga de mobilizaçons que tem sacudido Galiza nos últimos anos (da greve geral do 15-J até as manifestaçons contra a guerra do 15-F, e mesmo depois, passando pola loita contra a LOU, o Prestige, etc, etc), o movimento tem entrado numha fase de crise e reformulaçom estratégica. Nestes momentos, como em tantos outros que historicamente se tenhem dado (a finais do setenta e princípios dos oitenta, por nom ir mais atrás), a multitude de actores que integram a política do movimento dirime-se na já conhecida disjuntiva estratégica que se abre entre a gestiom dos éxitos mobilizadores e a radicalizaçom das esigências de câmbio político. )))
COM/ Vamos ver:
1º Nom existe um tal Movimento Anti-sistémico integrado polo independentismo/MLNG e mais nom sei que mais grupos ou tendências (o editorial nom o di)
2º Movimentos políticos na Galiza há, mas som dous diferentes ao antes apontado: som o Movimento anarquista e o independentista. E som movimentos porque estám formados por grupos e pessoas que se inter-relacionam politicamente e onde as dinámicas, quaisquer que forem, retroalimentam-se no interior e afectam ao conjunto. Estas dinámicas nom som só organizativas nem de trabalho, mas também políticas e de imaginário. Um mesmo movimento compartilhará assim espaços, militantes, símbolos, políticas...
Portanto toda a "análise" posterior a respeito desse suposto Movimento nom é mais do que um castelo no ar. Vamos ver, essa disjuntiva que aponta o editorial... em que grau afecta ao MLNG? Sinceramente, EM NADA. Talvez vos afecte A VÓS, gente de indymedia Galiza, e obviamente aos que com o novo governo vam encher os petos e por fim vam poder colocar aos filhos e sobrinhos, ou seja, à camarilha dirigente do BNG.
((( Num régime poliárquico (que nom necessariamente democrático) ou de múltiples poderes concorrentes, os dispositivos eleitorais do governo representativo operam à perfeiçom e ai estam os sucessivos câmbios de governo e alternáncias políticas para o pôr de manifesto. Velaqui, pois, umha primeira linha de tensom que qüestiona hoje às e aos activistas do movimento. Como fazer fronte à tensom centrípeta que os novos responsáveis do poder institucional vam inducir nas redes coas que até bem pouco conviviam no seo do movimento ? Moit*s d*s manifestantes de onte som o governo de hoje. E assi, todo aponta a que a retórica do "agora somos força de governo" vai ir em aumento. Perante isto nom cabe mais que um enéssimo esforço por afirmarmo-nos na nossa própria autonomia. )))
COM/ Como fazer frente à tensom??? Essa tensom sofreu-na o anarquismo galego e o independentismo galego desde há bem tempo. A política fai estranhos companheiros de cama, mas NÓS nom somos companheiros de cama dos bloqueiros, simplesmente porque para NÓS o BNG nom é umha força anti-sistémica desde há muitos anos. Polo que se vê do vosso discurso VÓS pensades de maneira diferente: para VÓS o BNG si é umha força desse suposto e inexistente movimento do que falades (mas nom explicades). NÓS nom temos que ter esse especial cuidado em afirmarmo-nos na nossa autonomia, simplesmente porque já temos claro o que somos e o que temos a ver com o BNG.
((( De feito, seguindo a sua própria lógica, as instáncias nom eleitivas dos poderes do Estado (policia, juices, etc.) semelham ter comprendido bem as novas condiçons contextuais e fam progressar com éxito a sua estratégia da tensom. )))
COM/ O que vem siginificando que lhe seguimos o jogo ao sistema. Polo que se vê aqui seguides as teses de tanto bloqueiro que escreve no indymedia galiza, dando-lhe a volta a tortilha e fazendo dos rebeldes cúmplices dos opressores. VÓS sodes como esses nenos que na escola nom deixam, e mesmo se enfrentem aos seus colegas de aulas que nom aguentam os abusos de um professor. O estado nom tem o plano de progredir com nengumha estratégia de tensom. Isso é simplesmente mentira. Ao sistema o que lhe interessa é invisibilizar os conflitos, a tensom no seu sentido completo. E só visibilza a repressom para exemplarizar e meter medo. Abofé que convosco o conseguírom.
((( Neste orde de cousas, também é responsabilidade do conjunto de organizaçons e colectivos que integramos o antagonismo galego pensar as próprias estratégias no cadro dos interesses comuns do movimento, a empezar por nom contribuir a fazer aumentar os riscos de participaçom política aos que se está a aplicar o Estado. A solidariedade com Briga, por exemplo, deveria ser tam evidente como nom caer na trampa da estratégia da tensom. Com independência do que se poida pensar sobre tal ou qual acçom públicamente qualificada como "violenta", é responsabilidade de cada colectivo calcular o impacto que as suas acçons podem ter para o conjunto do movimento. )))
COM/ Vamos, que toda a léria essa do Movimento esse, o antagonismo galego, era SÓ para vos justificardes e assi "ter" o direito a decidir sobre a táctica e a estratégia do MLNG. Mas que pensades?? Quem vos credes? Sodes patéticos se credes que o VOSSO MEDO vai fazer que NÓS tenhamos umha ou outra dinámica. Nem NÓS podemos fazer isso, só podemos ser coerentes na nossa linha revolucionária e adequar-nos ao contexto espaço-tempo. Os embates repressivos derivados da NOSSA prática consequente (obviamente consequente com a nossa linha política, nom com a VOSSA) ficam fora da nossa responsabilidade. A nossa responsabilidade é outra. E olho! também nom é a nossa responsabilidade se tremedes com o medo ou discordades da nossa postura... está visto que só queredes ser uns aprendizes de Ramonet. Eu nom esperava outra cousa...
Insistindo um bocado: a estratégia da tensom nom é umha trampa, nem um erro. É necessária (assi o cremos e o levamos defendendo desde hai 20 anos) e útil. Se nom acreditades nela nom a levedes adiante nem a apoiedes. Mas o vosso discurso anti-tensom é algo diferente, é posicionar-se na nossa contra. NÓS tensionamos, NÓS sofremos as consequências legais e repressivas. VÓS nom. VÓS buscades escusas para deslegitimar a tensom social e política. Parece-me bem, mas nom esperedes que atendamos a cantos de sereia. Em primeiro lugar porque para mim, fora do vosso discurso, que nom compartilho, nom tedes a legitimidade para dizer nada. Nada de nada. Nom inventedes pseudo-movimentos com o intuito de vos apropriar da pseudo-legitimidade para influir num Movimento que nom é o vosso.
((( E isto nom só polos interesses de tod*s, mas também polos próprios interesses de cada quem. Nenhum colectivo ou seitor do movimento tem capazidade para agir isoladamente contra o Estado. O mais que previssível descenso da participaçom nas mobilizaçons nom vai fazer outra cousa que reforçar este facto. Daquela, entendemos que hoje mais que nunca é necessária a co-responsabilidade no sostemento das condiçons gerais de participaçom política. A procura de espaços comuns e de concordáncia nos repertórios da acçom colectiva, pensar em como ajudar aos colectivos mais febles semelha o único jeito de fazer fronte ao (comprensível) esgotamento do que tenhem sido estes anos de continuado activismo. A tentaçom de sacar partido de umha maior resistência à repressom (já fôr por umha maior força ou por escapar aos objectivos prioritários do Estado) está chamada ao fracasso de antamao. )))
COM/Aqui afondades na vossa postura (e miséria moral). Repito: NOM tedes direito a nos mandar em nada. Parece que nom vos fica claro e queredes bater com a cabeça contra a parede. Vós batei que é o vosso problema se abrides ou nom a cabeça. A ver, estades a dar por supostas cousas que simplesmente NOM compartilhamos. Nem compartilhamos a análise do contexto nem a linha a seguir. De que co-responsabilidade falades? Da que nos queredes impor!! Estades a ser um bocado arrogantes, ou nom? De que fracasso falades? Essa é a vossa análise. Que esgotamento? É irreversível? Que o causa? Que devemos fazer? Ante estas perguntas as NOSSAS respostas e as VOSSAS som DIFERENTES. A ver se vos entra na cabeça.
((( O que o movimento necessita som activistas e nom mártires; cooperaçom e nom hegemonia; calma e nom precipitaçom; sentidinho e nom delírios de grandeza... )))
COM/ Mais do mesmo. O que nom necessita som PACIFISTAS IDIOTAS coma VÓS. Nem mártires, nem hegemonia, nem precipitaçom nem delírios de grandeza. Vamos ver, primeiro nos tentades fazer crer que fazemos parte do mesmo movimento (o que nom é verdade) para nos vender a mota. Repetides como tontos úteis do sistema o típico discurso anti-violência de hipis come-flores, passivos e cobardes. E por último, por se nom fosse insulto avondo o vosso paternalismo anterior, acabades o texto com essas "delicadezas". Assim nom ides convencer ninguém. Polo menos eu, o que sentim por vós, nom foi precisamente empatia. Visto o visto só desejar-vos o melhor no vosso activismo virtual, menos lobos meus, muita saúde e a desfrutar aí, na vossa atalaia de saber. Obrigado por marcar-nos o caminho.
Entre vós e nós há diferenças genéticas, de fundo. Poderia haver respeito, e onde coincidirmos, adiante. Mas essa soberba é intolerável. Esse messianismo é de papanatas.
Só duas cousas mais. Podíades ter feito público o vosso posicionamento contrário à resposta violenta frente à violência do sistema, mas de forma respeitosa, e eu acho que nom o fostes nada. Se semeades nom vos estranhedes se recolhedes. E por último, para acabar com umha só frase: A revoluçom será violenta ou nom será.
Saúde e Pátria
tiago,
13.08.2005 - 17:04 (Id: 3439)
- NÓS somos o MLNG e VÓS os assinantes do editorial, ou seja, o cmi galiza.
- Menos palavraria meu... como quem sou eu para falar dos demais? E entom quem és tu para falar de mim? Nom sei se te dás conta, mas isso nom é argumento nengum. Nom sei se por má fé ou porque és tonto ou nom sabes ler, mas queres que che diga como podo falar sobre o MLNG? Pois o 1º porque fago parte dele, 2º porque em nengum momento me erigim como seu porta-voz, e 3º o que figem foi simplesmente pôr em claro as posturas do MLNG desde sempre. Se discordas lê os pronunciamentos públicos das entidades do MLNG e os seus textos políticos. É só leres.
-O de que nom sabes ler mostra-se evidente: se atendes ao campo do nome verás que aparece, assi que SI ESTÁ ASSINADO.
- Meu, claro que admito críticas, mas o editorial nom é só umha crítica. Vamos ver, e tenho também que aceitar as críticas de por exemplo el correo gallego? Que classe de falácia é essa? Soa-me a tolerância de Basta Ya.
- O dos piolhos, paspám, também cho podo dizer eu a ti por responder-me a mim. Entendes? Os teus argumentos caem polo peso, som um bluff.
- Olha que bem, por representar só me represento a mim, ou talvez a esse independentismo retrógrado que tu dis. Por certo, qual é o outro? Si ho, responde. Qual é esse outro independentismo?
- Eu creio ter a razom absoluta? Polo que parece tu também crês ter a razom... Os teus argumentos som os típicos "e tu mais" dos nenos pequenos.
- O resto que dis já é de pena... Vamos ver, como sei que é impossível a independência da Galiza sem violência? Primeiro porque só concibo a independência da galiza como passagem prévia a umha república socialista ou como lhe queiras chamar. Umha tal independência fora do sistema burguês, como demonstra a história da humanidade, só pode ser conseguida e defendida por meio da violência política dos oprimidos frente aos opressores. E nom é porque como deves pensar somos monstros sem sentimentos que gostamos do sangue e de matar criacinhas. ABRE OS OLHOS!A violência é inevitável porque a direita, porque os burgueses, porque o sistema, age violentamente SEMPRE frente a qualquer avanço popular. Nom temos mais remédio, ou isso ou o suicídio. Tu decidiste o suicídio. Parabéns.
Daniel,
14.08.2005 - 11:43 (Id: 3443)
Mui ao contrário, o suicídio escolheste-lo VÓS... Que VOS preste. Depois vide com bonos-ajuda en aras do humanitarismo. Ninguem neste país VOS chamou a nada e VÓS sozinhos escolhestes o martírio e ademais perdoando-nos a vida a resto. De que vades?
Mónada Nómada 0.1,
14.08.2005 - 12:06 (Id: 3444)
]]]1º Nom existe um tal Movimento Anti-sistémico integrado polo independentismo/MLNG e mais nom sei que mais grupos ou tendências (o editorial nom o di)[[[
Tal e como eu o vejo na Galiza existe um movimento antagonista integrado por múltiples correntes procedentes de tradiçons históricas distintas (libertária, comunista, ecologista, feminista, autónoma, nacionalista --nas suas múltiples variantes das que o independentismo nom é mais que umha--, etc...). Evidentemente um/ha pode pensar (legitimamente) que isto nom é assi é que nom há mais movimento que o que a sua própria corrente organiza, sendo o resto dimensons do próprio projecto político ou bem outra cousa alhea ao "verdadeiro" movimento.
Desde esta conceiçom (históricamente nucleada co aparelho categorial da doutrina leninista) adoitam ser construidos campos organizativos que se predicam como umha totalidade (por exemplo, o MLNG) cuja funçom nom é outra que a de subsumir aquelas correntes de pensamento e redes sociais que se a integrar/hegemonizar ideológicamente (por exemplo, o ecologismo ou feminismo).
Umha conceiçom tal do movimento, aliás de partir de umha vontade reificadora do mesmo que difícilmente pode encaixar co antagonismo predicado, constitue umha falsificaçom da realidade. Falsidade que se expressa, aliás, mediante a prescripçom discursiva de discurso que se pretende expressom de umha verdade ontológica.
Pola contra, quando observamos empiricamente o que é o tecido associativo do país, as redes e ideas que o integram, o que temos diante de nós é mais bem umha multiplicidade de correntes ou tendências, autónomas entre si e recombinantes, de um mesmo antagonismo. Longe do esquema da banda de lobos que encarna o modelo da avangarda leninista (co macho dominante liderando o partido que lidera o movimento), mais semelha que estemos diante de um enxame (a "nuve de mosquitos" coa que se quixo definir no seu dia o movimento altermundialista).
]]]2º Movimentos políticos na Galiza há, mas som dous diferentes ao antes apontado: som o Movimento anarquista e o independentista. E som movimentos porque estám formados por grupos e pessoas que se inter-relacionam politicamente e onde as dinámicas, quaisquer que forem, retroalimentam-se no interior e afectam ao conjunto. Estas dinámicas nom som só organizativas nem de trabalho, mas também políticas e de imaginário. Um mesmo movimento compartilhará assim espaços, militantes, símbolos, políticas...[[[
A meu bom entender, deveria resultar evidente que reducir o antagonismo na Galiza a duas correntes é de umha miopia considerável. Do que venho de dizer enriba, segue-se daquela que nom há dous movimentos antagonistas (anarquismo e independentismo). Basta com nom ser minimamente sectário para se decatar que no campo do nacionalismo nom independentista pode haver pessoas plenamente convencidas da necessidade de cambiar de sistema que legitimamente entendem que um câmbio tal passa por outros actores que o independetismo ou anarquismo.
Aliás, seguindo o razonamento de Tiago, nom seria possível explicar que fam numha mesma manifestaçom (por exemplo, umha convocatória contra o Prestige) anarquistas e independentistas compartindo símbolos (a bandeira galega de negro polo chapapote), espaços (aquel configurado polo próprio percorrido), militantes (ponhamos por caso *s companheir*s de umha organizaçom ecologista qualesquer na que participar anarquistas e independentistas), políticas (a recolhida do chapapote)...
Certamente, um/ha pode viver num mundo tam limitado que primeiro pregunte polo carné e depois intervenha políticamente. Mas, polo geral, a gente confunde-se na multitude, contamina-se das ideas d*s demais, procura espaços comuns, etc. Afortunadamente, o sectarismo é bastante menos frecuente do que se representa nos debates do movimento (tam marcados pola psicopatologia militante de umha hegemonia impossível).
Portanto toda a "análise" posterior a respeito desse suposto Movimento nom é mais do que um castelo no ar. Vamos ver, essa disjuntiva que aponta o editorial... em que grau afecta ao MLNG? Sinceramente, EM NADA. Talvez vos afecte A VÓS, gente de indymedia Galiza, e obviamente aos que com o novo governo vam encher os petos e por fim vam poder colocar aos filhos e sobrinhos, ou seja, à camarilha dirigente do BNG.
]]]COM/ Como fazer frente à tensom??? Essa tensom sofreu-na o anarquismo galego e o independentismo galego desde há bem tempo. A política fai estranhos companheiros de cama, mas NÓS nom somos companheiros de cama dos bloqueiros, simplesmente porque para NÓS o BNG nom é umha força anti-sistémica desde há muitos anos. Polo que se vê do vosso discurso VÓS pensades de maneira diferente: para VÓS o BNG si é umha força desse suposto e inexistente movimento do que falades (mas nom explicades). NÓS nom temos que ter esse especial cuidado em afirmarmo-nos na nossa autonomia, simplesmente porque já temos claro o que somos e o que temos a ver com o BNG.[[[
Resulta particularmente instrutivo esse NOS, tam auto-referencial como identitário (Tiago, meu, se já tes claro o que ti es porque te eriges como exégeta de umha identidade colectiva?). Mas, com independência de este acto de demarcaçom territorial de loita pola hegemonia na corrente nacionalista, o feito é que no BNG existem pessoas que practicam um antagonismo razoável e conseqüente. Pessoalmente nom penso que o BNG seja umha organizaçom que faça de umha estratégia antagonista a sua prioridade, mas isso nom me impide comprender quando age como tal. Aliás entendo que o antagonismo nom se pode construír sem entender a transversalidade política (assi, por exemplo, contrariamente ao que adoita pensar o anarquismo clássico, a abstençom nom escapa à representaçom política e votar independentista, nom por participar das estruturas institucionais do Estado fica excluido do antagonismo).
]]]COM/ O que vem siginificando que lhe seguimos o jogo ao sistema. Polo que se vê aqui seguides as teses de tanto bloqueiro que escreve no indymedia galiza, dando-lhe a volta a tortilha e fazendo dos rebeldes cúmplices dos opressores. VÓS sodes como esses nenos que na escola nom deixam, e mesmo se enfrentem aos seus colegas de aulas que nom aguentam os abusos de um professor. O estado nom tem o plano de progredir com nengumha estratégia de tensom. Isso é simplesmente mentira. Ao sistema o que lhe interessa é invisibilizar os conflitos, a tensom no seu sentido completo. E só visibilza a repressom para exemplarizar e meter medo. Abofé que convosco o conseguírom.[[[
Pois a mim dá-me que a importáncia mediática atribuida ao independentismo galego (significativamente maior quanto maior é a proximidade de estes média respeito dos aparelhos repressivos do Estado) resposta a um sobredimensionamento intencionado do Estado que sabe onde há que premer para obter resultados coa sua estratégia da tensom. Certamente, imagino que o narcissismo militante de cert*s independentistas dificilmente pode encaixar o feito de estar sobre-representado (tanta é a necessidade de umha identidade que mesmo há que inventar um "vós" imaginário protagonista de algum trauma escolar).
]]]COM/ Vamos, que toda a léria essa do Movimento esse, o antagonismo galego, era SÓ para vos justificardes e assi "ter" o direito a decidir sobre a táctica e a estratégia do MLNG. Mas que pensades?? Quem vos credes? Sodes patéticos se credes que o VOSSO MEDO vai fazer que NÓS tenhamos umha ou outra dinámica. Nem NÓS podemos fazer isso, só podemos ser coerentes na nossa linha revolucionária e adequar-nos ao contexto espaço-tempo. Os embates repressivos derivados da NOSSA prática consequente (obviamente consequente com a nossa linha política, nom com a VOSSA) ficam fora da nossa responsabilidade. A nossa responsabilidade é outra. E olho! também nom é a nossa responsabilidade se tremedes com o medo ou discordades da nossa postura... está visto que só queredes ser uns aprendizes de Ramonet. Eu nom esperava outra cousa...[[[
Pensa o ladrom...
]]]Insistindo um bocado: a estratégia da tensom nom é umha trampa, nem um erro. É necessária (assi o cremos e o levamos defendendo desde hai 20 anos) e útil. Se nom acreditades nela nom a levedes adiante nem a apoiedes. Mas o vosso discurso anti-tensom é algo diferente, é posicionar-se na nossa contra. NÓS tensionamos, NÓS sofremos as consequências legais e repressivas. VÓS nom. VÓS buscades escusas para deslegitimar a tensom social e política. Parece-me bem, mas nom esperedes que atendamos a cantos de sereia. Em primeiro lugar porque para mim, fora do vosso discurso, que nom compartilho, nom tedes a legitimidade para dizer nada. Nada de nada. Nom inventedes pseudo-movimentos com o intuito de vos apropriar da pseudo-legitimidade para influir num Movimento que nom é o vosso.[[[
Os resultados de participar de esta estratégia estatalmente inducida nom só é um erro fundamental. Aliás, os seus resultados som conhecidos: legislaçons desproporcionadamente repressivas, elevaçom dos custes de participaçom na acçom colectiva, esgotamento de recursos e capazidades dos colectivos, perda de activistas, etc. Demasiado útil funcionalmente ao Estado como para o deixar passar por alto.
]]]COM/Aqui afondades na vossa postura (e miséria moral). Repito: NOM tedes direito a nos mandar em nada. Parece que nom vos fica claro e queredes bater com a cabeça contra a parede. Vós batei que é o vosso problema se abrides ou nom a cabeça. A ver, estades a dar por supostas cousas que simplesmente NOM compartilhamos. Nem compartilhamos a análise do contexto nem a linha a seguir. De que co-responsabilidade falades? Da que nos queredes impor!! Estades a ser um bocado arrogantes, ou nom? De que fracasso falades? Essa é a vossa análise. Que esgotamento? É irreversível? Que o causa? Que devemos fazer? Ante estas perguntas as NOSSAS respostas e as VOSSAS som DIFERENTES. A ver se vos entra na cabeça.[[[
E ti tes direito a mandar em algo ? O carácter inmanente e prescritivo do teu discurso é verdadeiramente preocupante e manifestamente autoritário: mesmo chegas a apelar a umha moralizaçom das estratégias políticas d*s demais !
]]]COM/ Mais do mesmo. O que nom necessita som PACIFISTAS IDIOTAS coma VÓS. Nem mártires, nem hegemonia, nem precipitaçom nem delírios de grandeza. Vamos ver, primeiro nos tentades fazer crer que fazemos parte do mesmo movimento (o que nom é verdade) para nos vender a mota. Repetides como tontos úteis do sistema o típico discurso anti-violência de hipis come-flores, passivos e cobardes. E por último, por se nom fosse insulto avondo o vosso paternalismo anterior, acabades o texto com essas "delicadezas". Assim nom ides convencer ninguém. Polo menos eu, o que sentim por vós, nom foi precisamente empatia. Visto o visto só desejar-vos o melhor no vosso activismo virtual, menos lobos meus, muita saúde e a desfrutar aí, na vossa atalaia de saber. Obrigado por marcar-nos o caminho.
Entre vós e nós há diferenças genéticas, de fundo. Poderia haver respeito, e onde coincidirmos, adiante. Mas essa soberba é intolerável. Esse messianismo é de papanatas.
Só duas cousas mais. Podíades ter feito público o vosso posicionamento contrário à resposta violenta frente à violência do sistema, mas de forma respeitosa, e eu acho que nom o fostes nada. Se semeades nom vos estranhedes se recolhedes. E por último, para acabar com umha só frase: A revoluçom será violenta ou nom será.
Saúde e Pátria[[[
Ante argumentos assi de bem trabados que queres que che diga, meu... Acho que é triste, pois ao cabo, seguro que imos coincidir num montom de manifestaçons, ou bem tomando umhas canhas nos mesmos locais... compartilhando expressons diferentes de um mesmo antagonismo.
Abraços, a pesar de todo.
GALIZA LIVRE,
14.08.2005 - 13:15 (Id: 3445)
GALIZA LIVRE
Estimado inimigo Tiago
Mira por onde coincido contigo nalgo fundamental do debate, a editorial nom é nada acertada para o caso que nos trae, vê-se que nom se está muito com os pés na terra ao menos desde a minha opiniom. Mas como ponto de partida ainda que pouco acertada, pode-se ir criticando nos pontos que cada um de nós vejamos ou na sua totalidade como ti fás. Mas agora eu nom o vou fazer, prefiro entrar-che ao trapo, ao menos para reflexionar eu e alguém que o queira fazer comigo.
Cada um de nós toma posiçons na vida e decide quase livremente em que bando está. Sabendo de antemam que os bandos teóricos dos que estou a falar nom som monolíticos, mais bem som mui heterogêneos. Nom podemos dizer que existe umha confrontaçom total entre Galiza e Espanha, nom seria objetivo, à realidade estou-me remetendo. Mas bem é a paz social, por desgraça, o que mais navega por estas águas.
Ideologicamente há certa toma de posiçons, mas sempre quando há um debate social, qualquer pode tomar umha posiçom num assunto mas quanto mais geral ou global, mais possibilidade que o abano ideológico seja mais grande. Vou pôr um exemplo, Xosé Luis Bareiro Rivas, num artigo na "Voz" no aniversário do genocídio de Hiroshima e Nagashaki, posicionava-se antimilitarista e anti-imperialista dum jeito conseqüente e muito argumentado com o qual podemos coincidir muitíssimas pessoas, mas todas e todos sabemos que nom é nem anarquista nem marxista revolucionário, mas sim quedou claro que milita no antimperialismo e no anti militarismo, ao menos com a palavra que já é muito. Que quero dizer, pois que as cousas tenhem cor, nom som simplesmente brancas ou pretas, como ti amosas defender.
Inimigo meu, tenho mágoa de ti, nom por caridade cristiám, mas sim porque doe-me que pessoas como ti nadem na inoráncia política vítimas do sectarismo e que nom podamos fazer nada para abrir-te os olhos e provocar em ti umha pequena reflexom. Penso que o debate contigo é inútil, pois as reglas do mesmo, som diferentes, ti jogas com umhas e eu com outras, assim nom é possível a comunicaçom, aguardo que as minhas palavras servam para que alguém poda reflexionar, ademais de mim claro !
Desde a minha opiniom eres um inimigo da Galiza e da Classe Trabalhadora, polo tanto de mim também. Há quem che considera no campo da esquerda, eu nom, penso que partides do infantilismo esquerdista e dum nacionalismo pequeno-burguês muito misticista e irremediavelmente reacionário, mas seredes vós mesmos os que vos ides situar politicamente pouco a pouco, acçom trás acçom, comunicado trás comunicado, argumento trás argumento.
Com respecto à covardia, nom me fales! como lhe chamades ao que fixo alguém, desde o bando que tanto defendes, com Fram, quem som esses covardes que intentárom deixar cego e sem mans a alguém que num momento da sua vida mostrou a sua debilidade frente ao poder. Quem sodes vós para chamar-lhe a alguém covarde.
Nom sei que país ides construir, polo que decides tem que ser um país onde só podades viver os quatro iluminados polos ancestros galaicos e o resto escravizados ou nas tumbas e se pode ser comuns, pois a covardia nom há quem vos gane.
Antes mort@s que ercrav@s !
dualistas. qué cutre!,
14.08.2005 - 19:03 (Id: 3446)
Moi bó. Ou sexa que NÓS/ VÓS? Desculpa, pero pésache moito tanto cristianismo, mesmo que fora priscilianista. Non neniño/a, non, a revolución non se constrúe sobre pronomes, constrúese sobre verbos, estades abocados abocados á desaparición no burato negro da reconstrución do discurso de transformación social que NÓS, ou sexa TOD@s, estamos a compoñer ao mesmo tempo en todo o planeta, por que tampouco hai DENTRO/ FORA por se aínda non te decataches.
Non hai xeito de evolucionar de forma anexa ao movemento global de transformación social, e a proba máis palpabel é que ahí apareces tí coma un bebé balbuceando os ideogramas do marxismo ortodoxo e protestando en nome de ALGUÉN por que resulta incluído e categorizado en función dese movemento, non é vano que só nese contexto que é o de todos podedes ser explicados, evolucionar e integrar algo positivo neste movemento. Publica en Indymedia e estarás xustificando, acreditando, alimentando ese movemento que TE engule e do que formas parte tanto se che gusta coma se non. Esa é inevitabel forza magnética da transformación social. Son a repetido? Pois repito: TRANSFORMACIÓN SOCIAL.
Se hai algo tan cutre que poida provocar repulsión esas son as ontoloxías dualistas para verbalizar o todo que flúe ao redor dun: sí, sen control, caótico, fractal, pero harmónico, potente, imparabel.
Deixa de chorar coma un crío e ponte a traballar.
tiago,
15.08.2005 - 18:00 (Id: 3452)
Gostei muito de ler as respostas à mensagem que escrevi a respeito desta editorial... respostas cargadas de qualificações indemonstráveis por falsas e por ignorância. Muito divertido ler tanta carragem banhada por tanto preconceito típico desse invento hípi do altermundismo reformista. A sério, mais respostas por favor... Que me chamem mais pessoas inimigo da Galiza, traumatizado na minha infância, autoritário, iluminado, cobarde... assim poderei rir mais.
Vou responder, brevemente, às maravilhosas mostras de profundidade analítica da que figérom gala os anteriores comentários. Começo...
Daniel... o suicídio elege-o quem por cobardia, falta de interesse objectivo ou por ignorância fecha os olhos ante a realidade e perverte a responsabilidade que temos todos e todas com a humanidade e o futuro do nosso planeta. És tu o suicida porque a passividade frente ao sistema é umha condena a morte, porque defender que a violência revolucionária é negativa per se desarma qualquer tentativa de mudar o mundo com sucesso. TU viverás muito bem, ou mesmo eu, se nos compararmos com os milhares de milhões de excluídos-extremos de todo o mundo, mas que importam. Parece que nom sabes (ou queres olvidar) que a nossa vida é a sua morte, que a nossa inacçom os condena a seguir sendo escravos para o primeiro mundo. Pareces também querer olvidar que o sistema JÁ nos mata aqui na Galiza, JÁ nos condena aqui na Galiza. O sistema, meu cego ou ignorante, tu saberás, JÁ nos está a matar... ou queres estatísticas de pobreza, de exclusom social, de violações, de problemas mentais derivados da lógica inumana do sistema, de destruiçom do meio natural, da cada vez maior polarizaçom na distribuiçom da riqueza, etc, etc, etc, etc...??? Aqui na Galiza e no resto do mundo. Concluo: nom fazer TODO o possível e NECESSÁRIO para mudar este sistema que nos condena à morte é um SUICÍDIO.
Mónada Nómada... onde tu vês um movimento antagonista eu vejo dous movimentos antagonistas, o anarquista e o independentista de raiz socialista. Fora daí solidom, desestruturaçom, individualidade... e portanto, fora daí, nunca movimento.
((( Evidentemente um/ha pode pensar (legitimamente) que isto nom é assi é que nom há mais movimento que o que a sua própria corrente organiza, sendo o resto dimensons do próprio projecto político ou bem outra cousa alhea ao "verdadeiro" movimento. )))
Se isto que dizes fosse certo nom teria incluído o movimento anaarquista. Demonstras a tua baixeza ao manipular (aposto que conscientemente) as minhas palavras.
((( Desde esta conceiçom (históricamente nucleada co aparelho categorial da doutrina leninista) adoitam ser construidos campos organizativos que se predicam como umha totalidade (por exemplo, o MLNG) cuja funçom nom é outra que a de subsumir aquelas correntes de pensamento e redes sociais que se a integrar/hegemonizar ideológicamente (por exemplo, o ecologismo ou feminismo). )))
Subsumir? Hegemonizar? Deverias tranquilizar-te e deixar de ver fantasmas... Tu podes desqualificar-me por leninista, eu poderia dizer-che que vives fora da realidade. Com este tipo de argumentos nom vamos a nengures.
((( Umha conceiçom tal do movimento, aliás de partir de umha vontade reificadora do mesmo que difícilmente pode encaixar co antagonismo predicado, constitue umha falsificaçom da realidade. Falsidade que se expressa, aliás, mediante a prescripçom discursiva de discurso que se pretende expressom de umha verdade ontológica. )))
HAHAHA Ganhaste um galhifante!! Simplesmente é falso, para além de pouco útil. Muita palavraria para nom dizer nada com jeito; mascaras talvez a tua falta de critério com palavraria oca? Eu creio que si, mas enfim, já sabemos que os jogos de intenções som cousa do demo haha.
((( Pola contra, quando observamos empiricamente o que é o tecido associativo do país, as redes e ideas que o integram, o que temos diante de nós é mais bem umha multiplicidade de correntes ou tendências, autónomas entre si e recombinantes, de um mesmo antagonismo. )))
Quando eu observo a realidade empírica da Galiza vejo algo muito diferente. Tu tens a tua opiniom, eu a minha. Por que nom justificas a tua e tentas convencer alguém?
((( Longe do esquema da banda de lobos que encarna o modelo da avangarda leninista (co macho dominante liderando o partido que lidera o movimento), mais semelha que estemos diante de um enxame (a "nuve de mosquitos" coa que se quixo definir no seu dia o movimento altermundialista). )))
Digno trecho para ser estudado como mostra palpável de esquizofrenia e paranoia. Parece que tens um problema de ódio visceral a todo o que che soa a comunismo, porque isso de lobo. macho dominante... a que vem? Pensa mais com a cabeça e menos com as vísceras. Partes de um preconceito anti-comunista que che fai amoldar a tua "realidade" à tua ideologia.
((( A meu bom entender, deveria resultar evidente que reducir o antagonismo na Galiza a duas correntes é de umha miopia considerável. Do que venho de dizer enriba, segue-se daquela que nom há dous movimentos antagonistas (anarquismo e independentismo). Basta com nom ser minimamente sectário para se decatar que no campo do nacionalismo nom independentista pode haver pessoas plenamente convencidas da necessidade de cambiar de sistema que legitimamente entendem que um câmbio tal passa por outros actores que o independetismo ou anarquismo )))
Eu, caro manipulador, nom reduzo o antagonismo esse teu a duas correntes. Digo que há dous movimentos antagonistas, e que o resto nom som movimentos, pois falta-lhes a estrutura, a coesom imprescindíveis. Obviamente, para além destes dous movimentos, há também outras correntes, tantas como pessoas, poderia acrescentar. Mas mónada, atende, que movimento e corrente significam cousas diferentes!! E claro que há pessoas decentes fora do movimento independentista e do movimento anarquista. És demagog@ e manipulador/a. Mas nom som movimento, som pessoas. Captas a diferença? Menos vitimismo e menos sectarismo (o teu sectarismo anti-comunista).
((( Aliás, seguindo o razonamento de Tiago, nom seria possível explicar que fam numha mesma manifestaçom (por exemplo, umha convocatória contra o Prestige) anarquistas e independentistas compartindo símbolos (a bandeira galega de negro polo chapapote), espaços (aquel configurado polo próprio percorrido), militantes (ponhamos por caso *s companheir*s de umha organizaçom ecologista qualesquer na que participar anarquistas e independentistas), políticas (a recolhida do chapapote)... )))
Isto é já simplesmente ridículo. Sem comentários.
(((Certamente, um/ha pode viver num mundo tam limitado que primeiro pregunte polo carné e depois intervenha políticamente. Mas, polo geral, a gente confunde-se na multitude, contamina-se das ideas d*s demais, procura espaços comuns, etc. Afortunadamente, o sectarismo é bastante menos frecuente do que se representa nos debates do movimento (tam marcados pola psicopatologia militante de umha hegemonia impossível). )))
Isto é umha obviedade.
((( Resulta particularmente instrutivo esse NOS, tam auto-referencial como identitário (Tiago, meu, se já tes claro o que ti es porque te eriges como exégeta de umha identidade colectiva?). Mas, com independência de este acto de demarcaçom territorial de loita pola hegemonia na corrente nacionalista, o feito é que no BNG existem pessoas que practicam um antagonismo razoável e conseqüente. Pessoalmente nom penso que o BNG seja umha organizaçom que faça de umha estratégia antagonista a sua prioridade, mas isso nom me impide comprender quando age como tal. )))
Tanta palavra para quê? Para dizer, como eu, que o BNG nom fai parte desse vosso antagonismo? Quanto aos teus qualificativos sobre mim só umha cousa: pergunta-me se me importo.
((( Pois a mim dá-me que a importáncia mediática atribuida ao independentismo galego (significativamente maior quanto maior é a proximidade de estes média respeito dos aparelhos repressivos do Estado) resposta a um sobredimensionamento intencionado do Estado que sabe onde há que premer para obter resultados coa sua estratégia da tensom. )))
Sobredimensionamento com que intençom? Intencionado? Como o sabes, por que o pensas? De que resultados falas?
((( Certamente, imagino que o narcissismo militante de cert*s independentistas dificilmente pode encaixar o feito de estar sobre-representado (tanta é a necessidade de umha identidade que mesmo há que inventar um "vós" imaginário protagonista de algum trauma escolar). )))
Soltas mais babas que um caracol, parece que és tu quem tem um trauma. Aconselho-che terapia.
((( Os resultados de participar de esta estratégia estatalmente inducida nom só é um erro fundamental. Aliás, os seus resultados som conhecidos: legislaçons desproporcionadamente repressivas, elevaçom dos custes de participaçom na acçom colectiva, esgotamento de recursos e capazidades dos colectivos, perda de activistas, etc. Demasiado útil funcionalmente ao Estado como para o deixar passar por alto. )))
Só te lembras de umha parte dos resultados, dos mais directamente relacionados com as actuações repressivas do estado. O que si é útil ao sistema é ser um hípi pacifista que crê que com boa vontade, amor, beijos e flores este sistema despiadado, cruel e assassino vai deixar de existir.
((( E ti tes direito a mandar em algo ? O carácter inmanente e prescritivo do teu discurso é verdadeiramente preocupante e manifestamente autoritário: mesmo chegas a apelar a umha moralizaçom das estratégias políticas d*s demais ! )))
Eu direito? Pois olha, tenho o mesmo direito a criticar um ataque do cmi-galiza contra o independentismo revolucionário do que tu a criticar a minha crítica. E obviamnete moralizo. TODOS E TODAS o fazemos, tu também quando cargas contra os comunistas ou quando me insultas (com pouco sucesso e altura, mas essa é outra estória).
((( Ante argumentos assi de bem trabados que queres que che diga, meu... Acho que é triste, pois ao cabo, seguro que imos coincidir num montom de manifestaçons, ou bem tomando umhas canhas nos mesmos locais... compartilhando expressons diferentes de um mesmo antagonismo. )))
Triste é o papanatas que sodes os pacifistas, vivedes num mundo de ilusom, nom sei se por medo, porque vivedes bem avondo como para nom querer mudar a fundo o sistema (só o que vos afecta a vós mais directamente) ou por que outra razom. E nom sejas parvo... tomar umhas canhas num mesmo local é expressom de que? De quase nada. E tranquilo, que nom tenho problema pessoal nengum contigo (nem te conheço), a ver se tomas a crítica política com um algo menos de visceralidade, porque pense que sejas um tonto-útil do sistema nom significa que pense que sejas má pessoa (desconheço-o) ou qualquer cousa polo estilo. Por último: cuidado com o lobo auuuuuu!!! hahaha
Caro GALIZA LIVRE, só duas cousinhas. Primeiro toma um tranquilizante, que parece que che fai falta, e aclara-te, porque se eu sou o teu inimigo entom tu és um picolo ou um fascista. Parece que tens um problema de personalidade.
((( Estimado inimigo Tiago
Mira por onde coincido contigo nalgo fundamental do debate, a editorial nom é nada acertada para o caso que nos trae, vê-se que nom se está muito com os pés na terra ao menos desde a minha opiniom. Mas como ponto de partida ainda que pouco acertada, pode-se ir criticando nos pontos que cada um de nós vejamos ou na sua totalidade como ti fás. Mas agora eu nom o vou fazer )))
Por que nom? Pois seria o mais interessante que poderias fazer, acho.
((( prefiro entrar-che ao trapo, ao menos para reflexionar eu e alguém que o queira fazer comigo.
Cada um de nós toma posiçons na vida e decide quase livremente em que bando está. Sabendo de antemam que os bandos teóricos dos que estou a falar nom som monolíticos, mais bem som mui heterogêneos. Nom podemos dizer que existe umha confrontaçom total entre Galiza e Espanha, nom seria objetivo, à realidade estou-me remetendo. Mas bem é a paz social, por desgraça, o que mais navega por estas águas.
Ideologicamente há certa toma de posiçons, mas sempre quando há um debate social, qualquer pode tomar umha posiçom num assunto mas quanto mais geral ou global, mais possibilidade que o abano ideológico seja mais grande. Vou pôr um exemplo, Xosé Luis Bareiro Rivas, num artigo na "Voz" no aniversário do genocídio de Hiroshima e Nagashaki, posicionava-se antimilitarista e anti-imperialista dum jeito conseqüente e muito argumentado com o qual podemos coincidir muitíssimas pessoas, mas todas e todos sabemos que nom é nem anarquista nem marxista revolucionário, mas sim quedou claro que milita no antimperialismo e no anti militarismo, ao menos com a palavra que já é muito. Que quero dizer, pois que as cousas tenhem cor, nom som simplesmente brancas ou pretas, como ti amosas defender. )))
Em que pareço defender esse tal reducionismo?
((( Inimigo meu, tenho mágoa de ti, nom por caridade cristiám, mas sim porque doe-me que pessoas como ti nadem na inoráncia política vítimas do sectarismo e que nom podamos fazer nada para abrir-te os olhos e provocar em ti umha pequena reflexom. Penso que o debate contigo é inútil, pois as reglas do mesmo, som diferentes, ti jogas com umhas e eu com outras, assim nom é possível a comunicaçom, aguardo que as minhas palavras servam para que alguém poda reflexionar, ademais de mim claro ! )))
Vamos ver, por que nom dizes claramente que és do BNG? Ou qualquer outro motivo para estas chorradas... NOM dás NENGUM motivo para eu ser essas cousas tam feias que me dizes... hahaha. As cousas nom som brancas nem pretas, vaaale. Que mais?
((( Desde a minha opiniom eres um inimigo da Galiza e da Classe Trabalhadora, polo tanto de mim também. Há quem che considera no campo da esquerda, eu nom, penso que partides do infantilismo esquerdista e dum nacionalismo pequeno-burguês muito misticista e irremediavelmente reacionário, mas seredes vós mesmos os que vos ides situar politicamente pouco a pouco, acçom trás acçom, comunicado trás comunicado, argumento trás argumento. )))
Sinceramente, a tua opiniom importa-me bem pouco. Mais bem nada. Por certo, tudo epítetos e zero argumentos.
((( Com respecto à covardia, nom me fales! como lhe chamades ao que fixo alguém, desde o bando que tanto defendes, com Fram, quem som esses covardes que intentárom deixar cego e sem mans a alguém que num momento da sua vida mostrou a sua debilidade frente ao poder. Quem sodes vós para chamar-lhe a alguém covarde. )))
Parece que tens muitos detalhes do ocorrido, deverias ir correndo à esquadra da polícia espanhola mais próxima e contar tudo. Quem somos nós? Quem é ninguém? Estou farto do mesmo tipo de resposta infantil. Pois somos quem somos, igual que tu és quem és e criticas o que che sai do cu. Faltaria mais. E com certeza, se há alguém que eu creia que tem "mais" direitos do que ninguém para criticar a cobardia de outros som os que se arriscam, com consciência revolucionária, e nom por capricho ou jogo, a passar umha cheia de anos na cadeia, a ser perseguido, espancado e torturado.
((( Nom sei que país ides construir, polo que decides tem que ser um país onde só podades viver os quatro iluminados polos ancestros galaicos e o resto escravizados ou nas tumbas e se pode ser comuns, pois a covardia nom há quem vos gane. )))
Polo que dizemos? O que é que dizemos? E que é isso de ancestros galaaicos? HAHAHA Vejo-che um pouco perdido.
((( Antes mort@s que ercrav@s !)))
Nom che parece um contra-sentido isto último? A ver se te aclaras!
((( Moi bó. Ou sexa que NÓS/ VÓS? Desculpa, pero pésache moito tanto cristianismo, mesmo que fora priscilianista. Non neniño/a, non, a revolución non se constrúe sobre pronomes, constrúese sobre verbos, estades abocados abocados á desaparición no burato negro da reconstrución do discurso de transformación social que NÓS, ou sexa TOD@s, estamos a compoñer ao mesmo tempo en todo o planeta, por que tampouco hai DENTRO/ FORA por se aínda non te decataches.
Non hai xeito de evolucionar de forma anexa ao movemento global de transformación social, e a proba máis palpabel é que ahí apareces tí coma un bebé balbuceando os ideogramas do marxismo ortodoxo e protestando en nome de ALGUÉN por que resulta incluído e categorizado en función dese movemento, non é vano que só nese contexto que é o de todos podedes ser explicados, evolucionar e integrar algo positivo neste movemento. Publica en Indymedia e estarás xustificando, acreditando, alimentando ese movemento que TE engule e do que formas parte tanto se che gusta coma se non. Esa é inevitabel forza magnética da transformación social. Son a repetido? Pois repito: TRANSFORMACIÓN SOCIAL.
Se hai algo tan cutre que poida provocar repulsión esas son as ontoloxías dualistas para verbalizar o todo que flúe ao redor dun: sí, sen control, caótico, fractal, pero harmónico, potente, imparabel.
Deixa de chorar coma un crío e ponte a traballar. )))
Deverias deixar as drogas, nom che fam bem na cabeça. E que tal também se tentas argumentar algo?
É-che o que há, escravos a defender a base moral do escravo, a submissom, a defender a moral que os nossos amos nos querem impor. Moral de borregos.
Mónada Nómada 0.1,
15.08.2005 - 21:15 (Id: 3453)
Sendo como é a risa o contrário da violência, bem está que che tenhamos feito rir...
saudaçons
GZL,
15.08.2005 - 22:01 (Id: 3454)
Há em vieiros um foro aberto de ligado a esta questão muito interessante:
Galiza amputada:
http://buscador.vieiros.com/comunidade/foros/read.php?f=9&i=82018&t=82018
eu,
18.08.2005 - 18:43 (Id: 3475)
Todo ese texto para disimular que estás radicalmente só coa túa teima mesiánica? Síntocho moito, pero con toda esa parrafada non enganas a ninguén. Es incapaz de situar a túa movida mental alén do típico black-block que xurde en todo movemento antagónico, e o peor é que só te representas a tí mesmo. Acabas de ver o comunicado de Nós-UP? Afórranos eso a próxima vez, ponte en bolas diante de San Caetano e todos comprenderemos perfectamente a túa mensaxe...
rebel,
19.08.2005 - 14:46 (Id: 3481)
Indymedia galiza está cheo de memócratas, que xente, a ver se abrimos os olhos e nos liberamos de toda a propaganda burguesa...
O peor son os do BNG, partido do sistema, tan cabrons como os do PSOE ou PP, senon tempo ao tempo, xa veredes. E inda por riba pretenden dar leccions de moral!
Vou ir eu sen roupa a San Caetano, que agora como estará cheinho de bloqueiros asquerosos seguro que lhes mola verme en bolas hohohoho
PP=PSOE=BNG=MERDA
Así de claro!!
vermelho.gz.pt.,
14.10.2005 - 23:17 (Id: 3861)
em primeiro lugar quero deixar clara a minha repulsa ao atentado protagonizado pelos bombistas Ugio e Giana. sim, bombistas, porque isso é o que são, dado que é idiscutìbel que foram eles quem colocaram a bomba.
e quando falo nestes termos não o faço por seguir mimeticamente o discurso hipocrita de condena que estamos avezados a ouvir dos espanholistas quando algum bombista basco executa um acto similar. Não, faço-o desde a minha profunda convicção de esquerdas, e pelo tanto humanista, de que antes de sermos galegos, espanhois, fachas, revolucionarios, ignorantes, catolicos, celtas, ou o que se quiser, antes de todo isso, somos pessoas, e como tais temos direitos humanos, entre eles o direito à vida. e não me vale que os espanhois são os maus malosos do filme, que matam, torturam, etc... para justificar supostas acções similares, entre elas a de matar ou a de colocar bombas. ha actos que são maus ou bons em si mesmos, e desde logo o acto de colocar uma bomba à toa numa sucursal bancaria é um desses casos.
NÃO HA PRESOS INDEPENDENTISTAS no caso galego. muitos de nos somos independentistas e não estamos presos. a policia sabe que somos independentistas e não estamos presos. Ugio e Giana eram independentistas antes de terem colocado as bombas e não estavam presos. se agora estam presos é porque cometeram um delito. um medico, um juiz, uma professora, um operario da construção, um guardia civil, uma estudante, um cidadão, etc... no momento em que cometem um delito deixam de ser médico, juiz, professora, operario, guarda civil, estudante, cidadão, etc... e passam a ser delincuentes. e em função do delito cometido pois recebem a denominação de turno; violador, ladrão, assassino, etc...no caso que nos ocupa estamos a falar de bombistas. não me vale que os espanhois são mais maus malosos ainda, que a justiça espanhola antes de ser justiça é espanhola, que... caralhadas! pensa o ladrão que todos são da sua condição.
a justiça que existe é a que existe, se não gostamos dela pois façamos por mudar a realidade. pero para mudar a realidade não podemos fazer uso do que em si mesmo é mau, porque querer conseguir um direito(como é o de autodeterminação) não é excusa para não respeitar os direitos dos demais(como é o direito à vida). todos temos direito a circular livremente, mas a impossibilidade fisica de passar todos ao mesmo tempo por um lugar impõe a necessidade de um semaforo. e nisto acontece o mesmo, temos o direito de reclamar os nossos direitos colectivos, pero sem danar os direitos das pessoas, porque antes de colectivos somos pessoas. e se a todo isto engadimos que estamos numa posição de inferioridade colectiva com respeito ao ente que nos nega; pois mais razão ainda para agir com sentido comum. e em ultima instancia que povo galego, quem autorizado a falar em nome do povo galego, ou simplesmente do independentismo, lhe deu a estes chalados o permiso para no nosso nome cometer tal delito. quem caralho lhe comeu a cabeça a estes chalados para anima-los a fazer tal acto selvagem?
eu suponho que é aqui onde entra a responsabilidade colectiva do conjunto da esquerda independentista. não estou a dizer que os responsaveis ou culpaveis do acontecido seja o conjunto dos e das independentistas galegas; nada disso! mas sim que não houve quando menos a suficiente clareza discursiva a respeito desta tematica. sobretudo por via indirecta ao falar-se nos circulos independentista dum outro conflito que afecta aos espanhois (a fim de contas não deixamos de pertencer ao Estado espanhol) como é o conflito basco. sempre se falou da esquerda abertzale e mais em concreto da ETA com uma aureola de não-sei-quê-de-especial que os convertia numa especie de modelo a imitar ou a seguir.
a este respeito duas coisas previas e uma conclusão:
a primeira é que se nos dizemos independentistas é porque não somos espanhois, e se não somos espanhois devemos romper com Espanha, quando menos na forma de pensar e de ver o mundo; e com toda sinceridade digo que não hà nada mais espanhol que falar do conflito basco. A espanholidade não radica em estar a favor ou em contra de tal parte no conflito basco; senão em pensar nele como problema ou tema de actualidade politica. um bretão deixa ver os seus esquemas mentais franceses quando fala do conflito corso; ao igual que um escocês deixa ver seus esquemas mentais britânicos quando fala do conflito irlandês. a questão não ter uma ou outra opinião a respeito de um tema, senão falar desse tema.
a segunda é que não vejo eu que à esquerda abertzale lhe và tão bem, sobre todo tendo em conta a sua trajectoria historica. depois de 30 anos não se pode dizer que o que conseguiram fosse rendivel, sobretudo em função do investimento feito. e a isto ha que engadir que Euskadi tem uma trajectoria historica de patriotismo militante e social que é incomparavel com o assimilacionismo latente e o espanholismo militante da sociedade galega. e isto entronca jà com a conclusão que visaria assim/
nòs não somos responsaveis de que o nosso pais perde-se a independëncia (feudal) no século XI. nòs recebemos do passado, da historia, dos nossos antepassados o pais que temos. nas nossas mãos temos a responsabilidade historica de criar uma rede associativa, uma força social, que lhes permita às seguintes gerações conseguir para o nosso paìs o que nòs não temos. hà muitas formas de fazê-lo. o importante não està nos medios a empregar (que também!), senão nos objectivos a conseguir.
a esquerda independentista galega deve cortar de raiz com o modelo proposto pelos bombistas Ugio e Giana. desde logo que eu não vou enviar ninguém aonde eu não estou disposto ir nem considero que se deva de ir, e não o considero não por medo ou covardia, senão por sentido comum. o sinto mas é uma realidade que não estamos sòs no mundo.
o discurso da esquerda independentista galega serà ùtil a este paìs quando se centre nos problemas cojunturais e concretos dos cidadãos/ãs deste pais, quando apresente gente capaz de falar não de independência e socialismo senão dos problemas do dia-a-dia da gente que habita neste paìs.
Pedro Rodrigues de Souza,
06.03.2007 - 22:33 (Id: 7283)
O Presidente Lula com 62 anos de idade, o Ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos que estar beirando 70 anos e o Ministro da Defesa Valdir Pires que passou dos 70 anos, viveram no repressivo Regime de Exceção e sabem muito bem o que passou no período da Ditadura Militar. O Ato Institucional nº.5 denominando (AI-5), substituiu as Constituições de 1946 e 1967 os quais aqueles que tinham a maneira de pensar com seus comportamentos contrários ao regime, foram duramente penalizados com a perda das suas vidas, outros sendo presos, torturados, perseguidos politicamente, demitidos com a perda dos empregos. Pois o (AI-5) havia fortalecido o poder dos Presidentes Militares, que chegou a ponto de manter vigilância constante sobre a Imprensa, cerceando a liberdade de pensamentos e expressão da população brasileira.
A diferença o AI-5 e a Portaria 1.104 vigente do Ministério da Aeronáutica é: O (AI-5) Ato Institucional nº. 5 dava suporte ao Presidente da República para governar o País nos moldes de uma Ditadura como aconteceu nos anos de 1964 á 1985, e a Portaria 1.104/Gm3/1964 dava excesso de poderes aos Comandos da Aeronáutica para punir Cabos subversivos e não subversivos, em fim, todos eram penalizados iguais aos regimes de escravidão com torturas, espancamentos, prisões, expulsões e exclusões, e quando se conseguia completar oito anos de efetivo serviço a Pátria, era interrompido a carreira militar e expulsos ou excluídos sumariamente pela Portaria 1.104/Gm3/1964 sem direito a nada, porque dentro do Regime de Exceção dos anos de 1964 á 1979, os Comandos da Aeronáutica atropelaram a Lei do Serviço Militar com 261 Artigos 27 Capítulos e 15 Títulos, e posteriormente ignoraram a Lei 5.774 de 23 de dezembro de 1971 que regula os Estatutos dos Militares comuns as Forças Armadas, os quais se sentira