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Emergência: arde Galiza!
cmi_gz , 08.08.2006, (Id: 7889)

Segundo datos da Conselharia de Méio Rural, nos últimos 6 dias queimarom-se na Galiza mais de 15.000 hectáreas, o que convirte o mes de Agosto no pior desde 1989. E é que quase um centenar de incêndios forestais estam a arder nestes momentos nos nossos montes. A dimensom incontrolada que estam a tomar os incêndios avivados polo vento desborda a capacidade dos méios de extinçom de que disponhem as administraçons e mais umha vez tenhem que ser +s própri+s vizinh+s quem, fazendo uso dos precários méios ao seu dispôr, se auto-organizam para fazer fronte ao lume que, aliás de destruír o património ecológico, ameaza já as suas próprias vivendas.

Nom cabe dúvida de que a inmensa maioria dos lumes som intencionados e moitos de eles evidenciam um grado de planificaçom e coordinaçom próprios de umha intencionalidade delictiva. Os focos aparecem simultaneamente, em lugares de difícil accesso e aproveitando as condiçons de vento e vegetaçom que dificultam as actuaçons dos grupos de extinçom, queimado assi a maior superfície posível.


Cousa de meigas? CARTOGRAFÍA ESENCIAL DO LUME | Video con manipulacion subliminal | Submarino pantasma do narcotráfico | Google e a conexión inmobiliaria do lume
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O teu monte precisa de tí. (RGB sobre JPG de Pancho Lapeña, 2006)
O teu monte precisa de tí. (RGB sobre JPG de Pancho Lapeña, 2006)

Emergência: arde Galiza!

Segundo datos da Conselharia de Méio Rural, nos últimos 6 dias queimarom-se na Galiza mais de 15.000 hectáreas, o que convirte o mes de Agosto no pior desde 1989. E é que quase um centenar de incêndios forestais estam a arder nestes momentos nos nossos montes. A dimensom incontrolada que estam a tomar os incêndios avivados polo vento desborda a capacidade dos méios de extinçom de que disponhem as administraçons e mais umha vez tenhem que ser +s própri+s vizinh+s quem, fazendo uso dos precários méios ao seu dispôr, se auto-organizam para fazer fronte ao lume que, aliás de destruír o património ecológico, ameaza já as suas próprias vivendas.

Nom cabe dúvida de que a inmensa maioria dos lumes som intencionados e moitos de eles evidenciam um grado de planificaçom e coordinaçom próprios de umha intencionalidade delictiva. Os focos aparecem simultaneamente, em lugares de difícil accesso e aproveitando as condiçons de vento e vegetaçom que dificultam as actuaçons dos grupos de extinçom, queimado assi a maior superfície posível.

E porém, um ano após outro seguimos sem saber quem som os culpáveis de semelhante ecocídio e a quales som interesses que se agocham tras de esta queima incontrolada. Chegou o momento de umha mobilizaçom política em todo o país que impulse a clarificaçom de responsabilidades; as responsabilidades penais, evidentemente; mas também as responsabilidades políticas que se estam a derivar da negligência do governo. A marge que antano conferia ao Governo de Tourinho o benefício da dúvida, hogano e desleixo face à ciudadania e um risco ecológico gravissimo.

Nos últimos dias tenhem-se posto em marcha discursos exculpatórios e mistificadores. Porém, a velha propaganda fraguista ou a excepcionalidade da situaçom nom nos deveriam fazer perder de vista o enjuiciamento crítico de umhas responsabilidades que aumentam com cada metro queimado. Polo demais, umha reorientaçom de recursos nom só é possível, embora urgente para que Galiza nom se convirta no paraiso das catástrofes naturais.

Toda a solidariedade que poida impulsar a auto-organizaçom e mobilizaçom social (um feito já demostrado na práctica até extremos tam impressionantes como quando o Prestige) deve ter o seu correlato na esigência de responsabilidades face a um governo com importantes alianças partidistas a nível estatal. Em momentos de crise como os actuais, cómpre voltar a vista às experiências recentes do movimento, reinventar a política desde abaixo, apropriar-se mais umha vez da rua. LUME NUNCA MAIS!

ti, 08.08.2006 (Id: 5692)

Non sei se coñecedes Chuza! Alí pódese publicar tamén e están saíndo cousas interesantes sobre o tema dos incendios.




susinho, 08.08.2006 (Id: 5694)

Resumo do publicado até agora en Chuza.org




susinho, 08.08.2006 (Id: 5695)

Resumo do publicado até agora na Indymedia:

 http://prod.galiza.indymedia.org/gz/2006/08/7910.shtml





susinho, 08.08.2006 (Id: 5696)

Resumo das novas publicadas até agora nos blogs sobre a vaga de incéndios forestais:

 http://prod.galiza.indymedia.org/gz/2006/08/7912.shtml




susinho, 08.08.2006 (Id: 5697)

Resumo do publicado até agora en Vieiros sobre a vaga de incendios forestais en Vieiros.
 http://prod.galiza.indymedia.org/gz/2006/08/7909.shtml




susinho, 08.08.2006 (Id: 5698)

Arde Galiza
Arde Galiza


Por que?

Arde Galiza é unha iniciativa espontánea de activistas de varios colectivos sociais e culturais galegos, aloxada na Rede de Acción Socio-Cultural “Arredemo”, e que vos ofrece un espazo onde publicar información, convocatorias, accións e reflexións que podan axudar na loita contra a vaga de terrorismo ecolóxico que arrasa Galiza.

A nosa idea: “ou construimos e defendemos o país entre todos e todas ou quedamos sen el”.




Da Ponte, 08.08.2006 (Id: 5699)

artigos en www.cntgaliza.org:

Pontevedra:

 http://www.cntgaliza.org/?q=node/168

Compostela:

 http://www.cntgaliza.org/?q=node/169





Lampedusa, 09.08.2006 (Id: 5704)

Moito balbordo agora que arden as nosas preciosas e ricas zonas costeiras, cheas de turistas nestas épocas, zonas prósperas, de praia, de sol, de marisco e de industria. E quen carallo se acordou de Ourense, que leva ardendo 15 anos ininterrompidamente?? Falo de comarcas como a de verin, que pasaron por isto mesmo o ano pasado, na mesma intensidade. Quedou todo devastado e levou a moita xente á absoluta miseria. Por riba de ser a provincia mais pobre da Galiza, é sistematicamente marxinada e esquecida.

ONde estaban todas estas voces entón?
Porque se esquece premeditadamente ao interior?
POr que segue a haber galegos de 1ª e galegos de 2ª?

Será que agora arden perto de Compostela e ameaza os locais sociais dos colectivos?

Pura hipocresía. Hai que ver o pais como un todo e deixarse de lerias.






eu, 09.08.2006 (Id: 5706)

desculpa meu pero o ano pasado houbo xente facendo exactamente o mesmo curre eiquí, publicando fotos dos avións que pasaban por riba do barrio da ponte por exemplo, e sacando os problemas que había coas contratacións tanto de xente coma de avións, o tema dos rumanos, o tema do material contraincéndios... seica non lembras nada diso? e tamén o ano pasado, na manifa que houbo contra os lumes na praza maior lembras? e foi a peña de ou a que se movilizou co tema de lumes nunca máis, o ano pasado tamén houbo movilización, a xente da burla subiu á catedral e vaia que se houbo solidaridade. evidentemente eran circunstancias moi distintas, pero igual que o ano pasado había lume e había movilización, iste ano hai lume e hai movilización non sei de qué te extrañas; iste ano haberá máis por que tamén está afectando a máis sitios, paréceme normal.

outra cousa é que os media estén interesadísimos en que se monte canto máis escándalo mellor, por que esta é -nunca mellor dito- a proba de lume do novo goberno, e hai que ir preparando as próximas municipais, pero mira iso é política institucional... que se apañen que pra eso lles pagan. eu o que non quero é que arda máis monte para que asfalten o país, e como de min dependa non vai ser me falte cristo.

por exemplo, o ano pasado:

 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/03/2065.shtml
 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/09/4549.shtml
 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/08/4410.shtml
 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/03/2141.shtml
 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/03/2151.shtml
 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/08/4355.shtml
 http://galiza.indymedia.org/pt/2005/08/4397.shtml

así que menos queixarse e imos axudar un pouco tod@s a acabar con esta praga.







eu, 09.08.2006 (Id: 5707)






zeg@uygc.com, 09.08.2006 (Id: 5709)

Feijo posando para a prensa.
Feijo posando para a prensa.

Que vai ser de nos sem Feijo?

Isto si que é umha burla.





aquél, 09.08.2006 (Id: 5712)

Un millon de héctareas asilvestradas polo abndono rural.
Parece ser mais barato queimar que limpar a lacra da propiedade privada, base da soldadesca franquista e base de todo-los males. Así é, baixo o lema clásico "a terra e de quen a traballa", trabállana os distintos interesados polos seus intereses privados.

INDA QUEDA MOITO POR QUEIMAR OU MOITO POR EXPROPIAR, COIDAR E CULTIVAR!

Seremos capaces ou será a protesta dende abaixo flor dun dia para seguir igual, chorando de rabia ante a inutilidade do ESTADO e a voracidade do CAPITAL PROPIETARIO, ESPECULATIVO, CONTAMINANTE E MORTAL DE NECESIDADE?

QUINTANA ESTA DESAPARECIDO,TOURIÑO BÓTALLE A CULPA O NORDÉS, OS DO PP O IDIOMA E O EXERCITO TEN QUE FACER CURSILLOS, MANDA HUEVOS!





maragota, 09.08.2006 (Id: 5715)

denúncia a máfia do lume
denúncia a máfia do lume

Denúncia a mafia do lume
900 400 800 - 24 horas





Capitain Foie, 09.08.2006 (Id: 5716)

Resumo provisional operativo de convocatorias para SMS e rede, correde a voz:

MANIFESTACIÓNS MÉRCORES 9 DE SETEMBRO: Compostela: 20:30, cervantes. A Coruña:20:30,Obelisco. Vigo,20:30,diante do Marco. Redondela: 20:30,Casa do Concello.Informade das que xurdan ao longo do día.





alguen, 09.08.2006 (Id: 5721)

xa mo temia. É marchar o pp do goberno e dicir ALfredo Suarez Canal que os incendios se reduciran e comezar a arder por todos lados. Beneficio político e ainda por riba beneficio para as constructoras. Se queimasemos unha constructora por cada incendio seguro que en dous dias estabamos tranquilos.





Komunikando, 09.08.2006 (Id: 5724)









outro, 09.08.2006 (Id: 5725)

Unha das mafias do lume e a incapacidade do goberno de progreso da xunta de por en marcha durante un ano un gran plan con recursos necesarios para a limpeza do rural asilvestrado.





Raul Marinho, 09.08.2006 (Id: 5729)






mais outra, 09.08.2006 (Id: 5730)

Outra das mafias é a dessa suposta conciéncia crítica que prefire emigrar a Barcelona -qué cool!- ou vender o seu siléncio a cambio de subvençoms e privilégios no star-system nacional em troques de se enfrontar á estructura fascista que cimentou o fraguismo no país, cousa que sí facemos día a día e hora tras hora *s que estamos a trabalhar nessa Junta que tú tanto criticas:

 http://www.agapi.org/revista/index.php?seccion=ficha_noticia.php&id_noticia=38&id_idioma=2
 http://www.folque.com/
 http://www.ouvirmos.com/
 http://www.imaxin.com/
 http://www.aculturacircula.info/
 http://www.salanasa.com/
 http://www.clusteraudiovisualgalego.com/

E agora, seguimos a botar merda enriba nossa ou ponhémonos dunha vez a trabalhar junt*s contra a máfia do lume? Que cada quem afronte as súas próprias contradiçoms, que tud*s as temos nom é?






blogalego, 09.08.2006 (Id: 5751)

USpain - verdadeira Bandeira da Mafia do Lume
USpain - verdadeira Bandeira da Mafia do Lume

Este ano está a evidenciarse aquelo que o fraguismo quixo e puido ocultar até agora: os focos aparecen simultáneamente, en lugares de difícil acceso e aproveitando as condicións de vento e vexetación para dificultar as actuacións dos grupos de extinción e queimar a maior superficie posíbel. A inmensa maioría dos lumes son resultado de tal capacidade de planificación e coordenación que se fai evidente a existenza dun entramado financieiro e organizativo que decide onde e canto hai que queimar. Quen está detrás do lume entón?

É certo que estamos en lúa chea así que non podemos descartar que todas as personas afectadas de piromanías e outros desarreglos psicolóxicos cadren en prender lume ao mesmo tempo, nos mesmos lugares e seguindo o mesmo patrón mais... iso non quita que as áreas onde está ardendo máis o monte sexan xustamente aquelas onde sabemos que está habendo procesos de marbellización da costa, de expansión inmobiliaria nos arredores das nosas cidades, de expropiación de terreos para construir autovías e polígonos industriais, de asfaltado da costa, de entubamento de ríos e fervenzas ou de venta por metro cúbico do aire que respiramos.

Sabíamos que estamos a ser colonizados polo capitalismo global; o fenómeno dos incéndios forestais está a sinalar claramente cal é o axente patóxeno desta colonización no noso caso: as grandes corporacións financieiras, enerxéticas e inmobiliarias que operan no mercado español, en particular aquelas que máis se benefician da contratación pública galega.

Deixará de ser rentabel queimar o monte cando se impida licitar ou executar calquera obra pública ou privada nas áreas queimadas durante os decenios precisos para a súa rexeneración, que ademais debería facerse con espécies autóctonas. Esa é a tarefa urxente que debe asumir o goberno galego, ademais de xestionar os medios precisos para apagar o lume, e se non o fan ben, xa non será cuestión de botalos, senón de ir máis alá e botalos pero ao lume. A meio prazo, continuar coa política iniciada pola Consellaría de Meio Rural para revalorizar os nosos recursos forestais, e a longo prazo: máis innovación e menos cemento; seguramente sexa esa a chave que permita fechar a porta dos incendios forestais dunha vez e para sempre.

Pola nosa parte, a cidadanía, os movementos sociais, os altermedia... debemos escoller: ou loitamos ou emigramos; ou saímos á rúa ou acabarán vindo a por nós. Ou seguimos teimando en adicarnos ao cotilleo partidário e pelexar entre nós, ou decidimonos a parar ou alomenos a entorpecer este proceso de colonización.

Que non lles saia rentabel, que prefiran ir a outro sitio, que lles sexamos incómodos... rebelión e desobediéncia, transgresión, manifestacións, pintadas, webs, cartaces, boicots... por suposto! Mais non sen intelixéncia emocional, non sen a irmandade e a fraternidade que nos manteña conectados na loita coa natureza da que formamos parte e que por iso temos a necesidade de protexer.





senso comum, 09.08.2006 (Id: 5752)

Quem a estas alturas ainda nom entendeu que se pode loitar por defender a própria terra de orige desde Barcelona, Paris ou Tombuctú é que nom sabe em que mundo vive.

Polo demais, o respecto às regras de comunicaçom do CMI impide-me chamar a este de aqui enriba polo nome que mereceria. Sigamos assi que seguro que chegamos longe.

Saudos de um que loita e migra indistintamente





parceiro, 09.08.2006 (Id: 5760)

Reportage do programa "España Directo" (o "clone" de "A Revista" de TVG) no que um reporteiro acompanha a vezinhança e bombeiros a luitar contra o lume.

 http://www.blogoteca.com/obaul/index.php?cod=2936

Vós non estades no exilio, fostes buscar un sitio MELLOR. O cal é moi lexítimo pero agora mesmo a loita está aquí, non perdades eso de vista e non vos ofendades se non entendedes o que se escrebe por que a crítica que fixo o de arriba o silencio da "inteligentzia" galega está máis que fundado.

Un que puido migrar e quedou.




susinho, 09.08.2006 (Id: 5762)





Um, 10.08.2006 (Id: 5786)

Ide subindo neste postodos os audios que atopedes ou poidades recompilar.

 http://www.galiza.indymedia.org/gz/2006/08/8003.shtml





eu , 10.08.2006 (Id: 5807)

Bombeiros sem Fronteiras
Bombeiros sem Fronteiras
Bombeiros sem Fronteiras II
Bombeiros sem Fronteiras II
Reclutamento inminente
Reclutamento inminente

Para o que compra




CALQUERA, 11.08.2006 (Id: 5825)

O 94% de galicia é privado.
Logo o problema non é o reparto, senon a PROPIEDADE!

VIVA O MAL: O ESTADO E O CAPITAL!






Mari-Gaila, 11.08.2006 (Id: 5831)


CUI PRODEST ¿ A quén benefician os incendios ?

A gravidade da situación que estamos a viver arestora, co lume nas nosas portas, require a urxentísima aplicación de medidas excepcionais. É inexcusabel suspensión cautelar sine die de tódalas recalificacións de terreos e dos pláns parciais de tódolos concellos de Galiza.

Moitos pensarán que a mafia do formigón non poderá burlar a proibición de recalificar os terreos queimados en trinta anos: mirade quéns, con qué grandes grupos inmobiliarios están a recalificar ou construir ilegalmente; onde, as comisións que cobran e como o ilegal, despois dalgún tempo convírtese en legal: son eles.

A baza dos galegos despois de apagar o lume destes terroristas
-parvos de baba, dereitistas resentidos e incendiarios profesionais pagados polas mafias- é que as construccións ilegais sexan demolidas antes da súa legalización e que os proxectos legalizados a golpe de talonario sexan revisados e paralizados definitivamente.

Estáse a proxectar a construcción de máis de 600.000 vivendas en campos de golf e resort xigantescos; dunha magnitude, coma a os incendios, descoñecida ata agora no noso país. Un horror en forma de desmontes e valados de formigón que delimitarán as novas urbanizacións, algunhas delas, informádevos do que fan os vosos alcaldes, do tamaño de Lalin ou Carballo.

Axiña veremos numerosos desahucios e poboación desprazada polas recalificacións, a suba do prezo das vivendas, o incremento do número das baldeiras e, paradoxalmente, a do prezo dos alugueres. Tambén serán moitos os que na súa tolemia enaxenarán ledamente o lar dos devanceiros.

Producirase, asémade, o incremento dos arrastres erosivos que significarán a desaparición por soterramento ou contaminación dos bancos marisqueiros por mor das talas masivas, os incendios forestais e o impacto directo das proprias urbanizacións.

Este tipo de operacións contemplan a construcción de hoteis e macro-centros comerciais pensados para as franquicias e as grandes distribuidoras, dentro e fora das urbanizacións, que comportan o afundimento do comercio local e o aumento do coste da vida.

Sábese ben que a urbanización salvaxe do terrritorio supón a modificación dos microclimas locais, a desaparición da frora e da fauna autóctonas e a introducción doutras especies perxudiciais nas zonas aínda non eucaliptizadas xunto coa proliferación desmesurada de infraestructuras viarias -con pasos de fauna inexistentes ou meramente propagandísticos- ideadas para dar servizo exclusivamente ás grandes urbanizacións.

Coñécense tambén as consecuencias das alteracións nos niveis freáticos, ademáis da perda da calidade da auga e a contaminación de acuíferos, sendo imposibel a depuración de maiores volumes nas actuais instalacións.

O colapso dos servizos. Os desaxustes presupostarios lóxicos dun desenrolo vertixinoso e desordeado suporán o abandono de servizos por mor do desvío de recursos nos concellos mafiosos. Escolas e hospitais públicos ateigados pola nova viciñanza, insuficientes en número e dotación. Índices de constructividade delirantes e zonas verdes que en realidade serán de reserva do chán para servizos, porque non haberá outras nas que ubicalos... Colapso das infraestructuras viarias existentes por desgaste e incapacidade para absorber o inxente caos de tráfico consecuencia da desfeita.

Encarecimento e fallos nos suministros de auga e enerxía eléctrica. Abandono, en suma, do mantemento e prestación dos servizos públicos esenciais, que pasarán a ser un obxectivo secundario... Ou privado. Agora que ninguén pense na iniciativa empresarial ceibe porque vai todo nun mesmo paquete pechado: os mesmos que recalifican ilegalmente adxudican as novas concesións. Adiviñade a quén. O porqué exacto. De qué contrapartidas ilegais dependerán uns servizos públicos máis caros e selectivamente eficientes.

A propaganda; a ocultación da realidade e o fomento de falsas espectativas: un fraude de proporcións monstruosas. Corrupción dos medios de comunicación existentes e criación doutros temporais para vender a desfeita e xustificala políticamente. Fomento da sensación de impunidade legal entre os acólitos da mafia. Inzamento da falsa idea de que a sobrevaloración da vivenda pode durar sempre para que non se retraiga o consumo. Os máis lacazáns pensarán que levan algo coa estafa inmobliaria cando na realidade destruen a verdadeira riqueza, a calidade de vida e mailo patrimonio común. Ademáis, perderán diñeiro.

A sustitución da toponímia orixinal, borrando literalmente do mapa os nomes das aldeas e os lugares, será un feito se ninguén o impide. Sen falar da esquisita sensibilidade dos especuladores co patrimonio arqueolóxico, que xa é ben coñecida. A perda do patrimonio construido tambén estará garantida: demolición dos béns non inventariados, expedientes de ruina fraudulentos, e ausencia de diálogo formal entre as construccións tradicionais e as novas urbanizacións. Coa mafia chegarán tambén os coñecidos estilos constructivos do kitsch máis chafalleiro: logo virán os duplex tipo corredor, tambén coñecidos coma covas ou tubos, para que, democráticamente, podan hipotecar a súa vida os inmigrantes africanos que as construiron nos memos bancos que financian, teóricamente, a desfeita constructiva: nula calidade vendida a prezos de luxo.

O emprego non aumentará: as 12 horas de traballo para a man de obra de patera caerán no silenzo do amarelismo antiobreiro subvencionado. As baixadas salariais e a ausencia de alternativas rendibeis ao marxe dun modelo económico excluinte e insostibel faránse notar axiña. Unha vez rematada a festa non haberá industrias alternativas nas que traballar, nin, por suposto, onde emigrar.

Ficarán, eso sí, os mafiosos coa súa impresentabel estética neo-caciquil e os seus sinistros métodos e obxectivos. Propiciando, en plena crise enerxética, unha regresión aos modelos sociais e de desenrolo anteriores á nova conciencia ecolóxica; é dicir, ás redes da sociedade clientelar da época do fascista Fraga.

Non queremos un goberno coitado e esiximos a implementación de medidas excepcionais para impedir que esta catástrofe teña unha segunda parte: a do formigón.

Unha aperta a tódolos afectados polo terrorismo incendiario nestes días de pranto e borralla. Apaguemos os lumes. Fagamos algo.


Mari-Gaila










Erasmo, 12.08.2006 (Id: 5867)

Despois de 8 días NAVEGANDO entre lumes os LUGARES MÁIS EFICACES para facer algo en positivo:

ardegaliza.info
galiza.indymedia.org
www.galiciaconfidencial.com

Debemos pasar de discusións ideolóxicas que non van apagar o lume...
e tirar cara adiante...!

Insisto no que dixen fai DIAS sen éxito algún:


MATERIAL QUE DEBE APORTAR A XUNTA URXENTEMENTE:

Mascarilla / Casco / Pala Apaga Lume / Botas / Sulfatadoras Cargadas de Auga (camionetas que as transporten arreo).

1. Os VOLUNTARIOS CONTRA O LUME estaríamos ás ordes dos reténs que actúan nas Zonas e traballaríamos sobre todo coma FORMIGAS que SEN PRESA PERO SEN PAUSA barreríamos aqueles focos que son susceptibles de se REAVIVAR co vento...!

2. Se houbese REFLECTORES poderíamos traballar de NOITE con máis calma pois a temperatura permitiría traballar máis horas a gusto... e o lume vese mellor na noite impedindo accidentes graves por cambios repentinos na dirección do lume...por fin os 4x4 poderían ILUMINAR OS MONTES...!

3. NINGUÉN TRABALLARÍA POLA SÚA CONTA... OS VOLUNTARIOS estaríamos só pra apagar ou manter refrescadas aquelas zonas extinguidas polo reténs e hidroavións...

LEVAMOS 8 DÍAS ARDENDO...!!!

Non entendo por que se nos IMPIDE APAGAR O LUME...?

Cando entramos nun quirófano faisenos asinar un documento no que estamos de acordo en asumir os riscos que conleva a operación e renunciamos a solicitar indemnizacións etc...

Por qué non facer o mesmo co VOLUNTARIADO CONTRA O LUME..?

Ogallá chova, e chova e chova...!!!




copiei, 12.08.2006 (Id: 5872)

 http://madrid.indymedia.org/newswire/display/654/index.php

Madrid Noticia :: Medioambiente/Ecologismo

Madrid solidario con Galicia

Quienes quieran acudir a Galicia para colaborar como voluntarios en las tareas de extinción de los incendios forestales que estos días están asolando la zona, pueden contactar con el número de teléfono gratuito: 900 400 800. Las personas que residan en la propia Galicia deberán dirigirse al número de teléfono: 981 957 111.

Desde las instituciones oficiales se recomienda seguir el procedimiento formal, ahora bien, no hay que despreciar la posibilidad de presentarse por las buenas en la zona, y ayudar. ¿Por qué? Sin ir más lejos, hace horas que intento contactar con el teléfono gratuito y siempre comunica, y el otro teléfono se niega siquiera a conversar con quienes no residan en Galicia. Y pese a la inoperancia o desbordamiento de estas agencias oficiales, necesidad, hay.

¡Salud y solidaridad!

Enlaces relacionados
 http://www.asociacionforestal.org/
 http://www.efe.es/nacional/autonomias.asp?opcion=1&comunidad=12




Erasmo, 12.08.2006 (Id: 5877)


FUNCIONA MEJOR SI LLAMÁIS POR LA NOCHE == 900 400 800

PARA ACTUAR CON RAPIDEZ MEJOR AQUÍ ==  http://ardegaliza.info

Para actuar POR LIBRE mejor conocer la zona y contactar con VECINOS o Responsables de COMUNIDADES DE MONTES... si no es así mejor no te metas...! Puedes salir chamuscado o en la Comisaría... OJO...!!!

VOLUNTARIOS ADELANTE...!!!

Gracias.





Erasmo, 12.08.2006 (Id: 5884)

BICICLETAS CONTRA O LUME UNHA BOA INICIATIVA PARA VIXÍAR OS MONTES...!

CONECTAR EN

 http://ardegaliza.info/?p=96

CICLOTURISTAS VIXIANTES ADIANTE...!!!

SEREMOS UN EXÉRCITO DE FORMIGAS CONTRA O LUME...!!!!





Erasmo, 14.08.2006 (Id: 5938)

Estamos ante o fin da maior tomadura de pelo ó Estado de Dereito?

¿Especulacións PARANOIDES OU OPERACIÓN XENIAL
DA MAFIA NARCO-INMOBILIARIA-POLITICO-SOCIAL?

ALUCINO…? pero hoxe Lunes 14 os INCENDIOS DIMINUIRON BRUSCAMENTE e onte pola tarde (Domingo 13) apareceu abandoado o Submarino nas Cíes…?

¿CASUALIDADE? o EVIDENCIA?

Se a HIPÓTESE fora certa… vaia MERDA de Estado de Dereito que temos…!!!

Unidades Investigación Criminal Especiais, Exército, dous Gobernos (autónomo e central)… incluída la Unión Europea que foi aletada… preocupados todos polos Incendios mentres os NARCOS… colando a mellor descarga de Cocaína nunca vista…?

SI É ASÍ… NON SÓ QUEIMARON GALIZA POR FORA…

SENON TAMÉN POR DENTRO, MÁIS GRAVE AÍNDA!!!



A PARTIR DE AGORA SÓ NOS QUEDARÍA: CHERCHER L’ ARGENT…!!!

Seguirlle a pista os CAPITALES FÁCILES e INEXPLICABEIS que xurdirán en Galicia nos vindeiros anos…? (loucura ou realidade?)

NESTE CASO ESES CAPITAIS DEBERÁN SER CONFISCADOS E EMPREGADOS EN RECUPERAR OS MONTES A LONGO PRAZO E CONSTRUIR E REGALAR ÓS GALEGOS E GALEGAS VIVENDAS SOCIAIS…!!!

POR UN MONTE SEN LUMES…!
POR UNHA VIVENDA DIGNA…!

CONTRA OS ESPECULADORES DO LADRILLO E AS MAFIAS QUE OPERAN NESTA TERRA!!!




Erasmo, 15.08.2006 (Id: 5962)

Por lo menos alguien deja claro que tendremos que diseñar
desde ahora nuestros montes si queremos TENER FUTURO...!

Confirmado -a mi juicio- que las MAFIAS nos han aplastado como hormigas diminutas... cuando creíamos ser un ejército luchando contra el fuego...

Ironía del destino... sólo jugaban con nosotros... riéndose de nosotros y de nuestra desesperación... y llevar adelante su siniestro plan y diseñar nuestro futuro...!

Hoy no tengo más palabras que las que promueve la reflexión serena de esta Web Sensata y Esperanzadora si sabemos leerla entre líneas.

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El paisaje gallego está en construcción, mejor dicho, en destrucción. Sobre el lienzo que sostienen las madereras, pintan los cazadores con la paleta de colores que han escogido las celulosas, los de las brigadas le dan los retoques finales y deciden donde ponerle verde xesta o negro carbón. Mientras tanto, las administraciones contemplan la obra y asienten con aire distraído. La gente sólo ve retazos de la tela desde la ventanilla del coche, y pasa ante ellos entre indiferente y resignada.

Otros están dibujando la Galicia en la que tendrán que vivir nuestros hijos. ¿Y si tomásemos nosotros los pinceles y dibujasemos la que queremos? ¿y si Galicia fuera otra vez la que fue, antes de que Atila y sus hordas bárbaras arruinasen esta tierra?

Dejemos de soñar y pongámonos manos a la obra.
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VISITAR ESTA WEB PARA LA ESPERANZA...

 http://incendios-forestales.blogspot.com/




Dragosauro, 19.08.2006 (Id: 6097)

umha nova hipotese ganha forza:

 http://galsatia.blogspot.com/




Mari-Gaila, 04.09.2006 (Id: 6315)



OS ALICERCES DO CRIME


A destrucción premeditada e irreversibel da nosa terra está a ser perpetrada por bandas criminais que empregan coma tapadeira a promoción, a construcción e a venda de vivendas, e máis polo miúdo as recalificacións ilegais ou de máis que dubidosa legalidade para a ubicación de urbanizacións, hoteis, e grandes resorts ou campos de golf, constituindo este feito un gravísimo atentado que pola súa magnitude trascende nidiamente o eido legal, o técnico e o económico, ao proxectar e executar, máis aló da presunta prevaricación política e xudicial, unha auténtica catástrofe.

Coas normas urbanísticas dalgúns concellos galegos suspendidas por mor das flagrantes irregularidades detectadas, os demenciais pláns urbanísticos de moitos outros e o vagaroso Plan Territorial Integrado do Litoral da Xunta de Galiza aínda na fase de tramitación, cómpre adoitar medidas urxentes de movilización social e denuncia contra a destrucción do territorio.

Sen entrar en tecnicismos esvaradizos coma o de impacto ambiental, ou nas cifras fraudulentas da propaganda política da mafia da construcción, constátase a existencia de proxectos concretos para a executar unha destrucción física a grande escala no territorio galego, é dicir, o esmagamento sistemático e masivo do noso patrimonio paisaxístico e a alteración de grande parte da orografía orixinal ata facela irrecoñecibel xunto coa urbanización case total da liña de costa vencellada a un desordeado espallamento urbán moitos kilómetros cara ao interior -ou no mesmo interior- non sendo este feito eficazmente impedido, arestora, polas admistracións ás que tributamos. Os outros, os que no pasado non lexislaron para evitar o que hoxe acontece, sinxelamente minten.

Estáse a proxectar a construcción de auténticas cidades privadas de decenas de kilómetros cadrados que actuarán a xeito de illa no territorio e xerarán bolsas de miseria ao seu carón. Sería imposibel enumerar eiquí as consecuencias desta calamidade, que abranguen dende os deshaucios masivos nas zonas recalificadas ata o colapso dos servizos públicos, pasando pola sustitución dos topónimos e a destrucción do patrimonio natural e cultural das zonas afectadas.

Os alicerces deste noxento crime, as verdadeiras orixes desta prevaricación monstruosa están na súa apariencia legal. Sendo os métodos, as sociedades instrumentais e os nomes dos delincuentes -moitas veces electos ou de designación directa- públicamente coñecidos, preguntámonos porqué non actúa de oficio, eficazmente e a tempo, a administración da xustiza. Xa está nos xornais: os depredadores do territorio mercan ali e acolá concelleiros e alcaldes, cando non son eles mesmos; e todo, ou case todo, semella ser legal. Aparentemente legal.

Ninguén dubida xa que o estarrecedor nivel de destrucción causado polo chapapote combustibel e propagandístico que ciscaron as mafias neo-liberais nas nosas costas, non acadou, nin con moito, o da presente catástrofe.

Porén, o obxectivo lóxico resultante é a paralización da destrucción da nosa terra. Actuar e impedir a barbárie urbanística. Reaxir e presionar ás mafias locais e foráneas mediante a denuncia constante de tódalas súas actividades ilegais e para-legais publicitandoas ao máximo de xeito que os concelleiros e os alcaldes prevaricadores, convictos ou non polos seus crimes, paguen o máis alto prezo político nas eleccións municipais, xa que é imprescindibel o desmantelamento das redes clientelares artelladas nos longos anos de corrupción fascista nos concellos e nas deputacións, sendo estas as bases institucionais máis apetecidas polos mafiosos.

As irregulares constatadas públicamente sinalan aos seus autores, entendendo que non abondará con solicitar para eles longas penas de cadea e que cómpre esixir a urxente tipificación do delicto de terrorismo ambiental, aplicabel tambén, con agravantes, aos elementos políticos e xudiciais nos casos nos que se demostre a súa responsabilidade por dexación ou implicación directa nos feitos.

A gravidade da situación require a inmediata ampliación da superficie dos espazos protexidos, do seu número, e das actuais bases de protección: unha resposta social absolutamente contundente contra esta marea gris que faga ineficáz a propaganda política dos representantes da mafia.

Démoslles akelarre mediático e legal aos criminais: difundamos os datos e as imaxes da desfeita. Identifiquemos socialmente aos causantes e realicemos accións de denuncia concretas, pertinentes e constantes que obriguen á administración a dinamitar legalmente o disparate xa perpetrado e ao bloqueo definitivo dos proxectos de destrucción do territorio fraudulentamente legalizados.

Eiquí non, señores da mafia, eiquí xa dixéramos que nunca máis, que presentaríamos resistencia: farémoslles fronte legal e pacíficamente. Afundirémolos.

Queren formigonar Galiza e a bandeira tinguirase de gris.



(Fagamos algo xa. Tod@s. Agora. Xa. Contra a especulación que destrue a nosa terra. Outubro de movilizacións contra a especulación inmobiliaria na Galiza e a destrucción do medio en tódolos eidos sociais).





Zoloft, 22.08.2007 (Id: 8492)


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