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Frente aos lumes: exijamos umha nova política florestal e urbanística
nosgaliza , 10.08.2006, (Id: 8081)
Mais umha vez, a iniciativa espontánea do nosso povo ultrapassou as declaraçons partidistas, levando à rua milhares de pessoas para manifestar a raiva e impotência de ver como os políticos governantes e da oposiçom institucional mantenhem idêntica incompetência e falta de compromisso.
Mais umha vez, a iniciativa espontánea do nosso povo ultrapassou as declaraçons partidistas, levando à rua milhares de pessoas para manifestar a raiva e impotência de ver como os políticos governantes e da oposiçom institucional mantenhem idêntica incompetência e falta de compromisso para acabar com um problema que nem o PP durante 16 anos, nem o PSOE e o BNG durante o último ano, eliminárom ou sequer orientárom para a sua soluçom.



Nom somos um povo predestinado à derrota nem à submissom. Os desastres ambientais e socioeconómicos tenhem causas sociais e económicas, interesses bem concretos que estám a ser apontados de diversos ámbitos nestes dias:



- o abandono do sector primário e a terciarizaçom da nossa económia, fruto da política neoliberal imposta polo Estado espanhol e a UE com a cumplicidade da administraçom autonómica;



- a turistificaçom e urbanizaçom selvagem do litoral, que obriga à queima de terrenos com o objectivo de convertê-los primeiro em pasto das chamas e depois da especulaçom urbanística;



- a política florestal que condena o bosque autóctone e inça a Galiza de eucaliptos e pinheiros que espalham o lume sem controlo;



- a falta de previsom e meios, que cada ano pega “de surpresa” o governo de turno como se fosse a primeira vez que acontece.



NÓS-Unidade Popular manifesta o seu total apoio e adesom às mobilizaçons e alerta contra a possível tentativa institucional de manipulá-las para a via morta do consenso frente a um inimigo abstractamente identificado por todos como “as máfias”, “o terrorismo” e outras etiquetas parecidas.



As máfias e o terrorismo ambiental tenhem nomes e apelidos, razom social e redes empresariais de sectores como a construçom e a madeira. Devemos dirigir directametne as nossas reivindicaçons ao actual Governo da Junta, exigindo-lhe que rompa com a dinámica do PP, desmantele e ataque esses interesses económicos e reoriente radicalmente a política florestal. Queremos lembrar, neste senso, que NÓS-UP apresentou, há já um ano, umha “Tabela reivindicativa de mínimos para o novo governo autonómico”, as 444 medidas concretas para umha nova política nacional e de esquerdas, que incluía todas e cada umha das reivindicaçons hoje presentes nas ruas, sem obter nem sequer resposta formal do Executivo de Tourinho e Quintana.



Ou isso, ou continuarmos a ver como cada ano a Galiza se vê consumida polos fogos florestais, enquanto as instituiçons e os partidos “de ordem” querem convencer-nos de que som obra de “pirómanos”, “tolos” e “delinqüentes nom identificáveis”.



Tomemos as ruas e exijamos soluçons!



STOP à destruiçom do País!





Permanente Nacional de NÓS-Unidade Popular

Galiza, 10 de Agosto de 2006