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O 25 DE JULHO E ALÉM
Colectivo Editorial CMI-Gz , 17.07.2007, (Id: 11749)

Achega-se o 25 de Julho. Para o movimento é un dia de encontro no que pensar a injustiça que se nos inflige por nascer e/ou querer viver na Galiza. Pode que se bote em falta o momento para o debate e desenho de estratégias de loita. Desde o colectivo editorial somos conscientes da importáncia que este momento concreto tem e gostariamos de abrir este espaço editorial a um debate inteligente sobre o que pode ser a reivindicaçom da Galiza hoje. Qualquera pode entender que, nestes tempos globais, conceitos como Estado, soberania, autodeterminaçom, etc tenhem mudado o seu significado. Mas, em quê medida? Para significar que outra cousa? Quales seriam, nesta redefiniçom do discurso de libertaçom nacional (o discurso que reivindica a dignidade de nascer na Galiza), as possíveis soluçons institucionais à qüestom nacional (independência, federalismo, etc.)? Quê significam em derradeira instáncia estes mesmos conceitos-soluçom e como se ligam aos conceitos que podem dar expressom hoje ao que segue a ser um feito (nascer na Galiza é nascer baixo umha forma de opressom que cómpre erradicar)? Quales podem ser os jeitos e ferramentas de loita mais atinados? Onde ubicar o recurso à violência? Quales podem ser as suas implicaçons tácticas no contexto actual? Paga a pena alimentar a estratégia da tensom coa que o Estado tem tentado historicamente inducir comportamentos das redes do movimento? Aqui vam algumhas das qüestons, que nom esgotam nem moito menos o tema. A cada quem, embora, de engadir o que se lhe ocorrer. Que comece o debate daquela!



eu, 17.07.2007 (Id: 8272)

por qué o 25 de xullo? (perdón pola ignorancia)



...

indey, 17.07.2007 (Id: 8275)

além do 25 de julho: o 26!




Antón, 17.07.2007 (Id: 8276)

- O BNG renuncia a "reivindicar a autodeterminación" en favor de "xestionar a autonomía".

- Ese valeiro é cuberto por unha nova organización ou proceso, Causa Galiza.

Creo que as dúas son boas novas. Feliz Día da Pátria!




sin patria nin patrón, 18.07.2007 (Id: 8277)

O problema é o patrón!



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ninguém, 18.07.2007 (Id: 8279)

amosa-se interessante este debate no indy,

o debate sobre o que som as naçons e o que nom e sobre todo de que sirve isto a nível organizativo na Galiza, o certo é que a naçom como sujeito político e como base para a organizaçom sempre actuou como máximo comúm divisor em vez de mínimo comúm múltiplo. tanto é assím que as linhas máis clássicas de organizaçom rematarom, e continuam sendo, autênticos fracassos.
a ausência de renovaçom é o que caracteriza ao independentismo galego que nom seduce, que nom ofrece nada novo para o que nom é a própria militáncia.

as linhas de fuga que se tenhem utilizado derom igual resultado, a idea do Centro Social como dinamizador de base social e creador de conflito e conciência do mesmo dentro dos núcleos urbáns. é innegável que o processo de impulso deste tipo de iniciativas desde o independentismo foi fundamental, pero á vez nom deu artelhado umha rede forte e que está excesivamente marcada por um culturalismo que fai estéril qualquer tentativa de acçom política, salvo honrosas excepçons....igualmente que o epifenómeno conhecido como Resistência Galega, que nom só serveu como excusa para aumentar os processos repressivos contra a militáncia política em Galiza e a demonizaçom dos mesmos senom que o fundamento teórico da própria iniciativa nom amossa muita inteligência, já que passa por ser um terrorismo vangardista pero à vez comete acçons sem nengumha repercussom e que porta um descurso sem mais fundamento político que a vinganza, a fascinaçom pola violência e a idea da Galiza colonizada alzada em armas...

o actual projecto "Causa GZ " em breves dará resultados, já se verá de que tipo, pero a presença de determinados sectores da esquerda galega da para pensar que sucederá o mesmo que com as Bases Democráticas Galegas, é dizer, NADA.




alcume, 18.07.2007 (Id: 8281)

Poucos saben que a bandeira estreleira comezou sendo un dos símbolos da Guerrilha antifranquista do PC na Galiza. Desenhada polo camarada Antonio Seoane nos anos 40. A primeira vez que apereceu, foi no uniforme da guerrilha, en forma de lazo compartido pola susodita bandeira e a da República.
Podedes consultar os datos na Wikipedia




alguém, 20.07.2007 (Id: 8303)



por que qualificas a Resistência Galega de "epifenómeno"?
A menos que entenda ao revés a tua intencionalidade comunicativa,

considerares um facto como "superficial" nom leva (?) a qualificá-lo de "epifenómeno" (??)... (?)



..

ninguém, 20.07.2007 (Id: 8306)

pois si, resposto-che

qualifiquei considerei-no como tal polo simples feito que a repercussom, nom só social, senom fáctica das acçons de RG foi de autêntica conha, além da patética invençom do suposto activista Osvaldo Brea.




alguém, 23.07.2007 (Id: 8320)

Epifenómeno s. m. (1) Sintoma que sobrevém numa doença já declarada. (2) Fenómeno que se vem juntar a outro sem exercer sobre este nenhuma influência [gr. epi + phainomenon].


Ninguém: continuo sem entender a tua qualificaçom da Resistência Galega como "epifenómeno"... (??)




sem-nome, 23.07.2007 (Id: 8321)

Suponho que se refire à segunda possibilidade:

2. Fenómeno que se vem juntar a outro sem exercer sobre este nenhuma influência [gr. epi + phainomenon].

RG viria ser um engadido ao independentismo realmente existente que nom exerceria influência nenhuma sobre o seu desenvolvimento.





ninguém, 23.07.2007 (Id: 8324)

pois si, evidentemente que é o 2º, já que se tentou a construcçom deste imaginário armado como complemento a outro imaginário movimento rebelde máis de rúa. até que se decatarom que nengúm dos dous existía.




eu, 23.07.2007 (Id: 8325)

RG é un instrumento útil só ao Ministerio del Interior para criminalizar ao nacionalismo galego. Incluído o que dentro do BNG mantén posicións soberanistas.

 http://www.vieiros.com/nova/59962/reforzan-a-presenza-policial-nas-vesperas-do-dia-da-patria







um, 24.07.2007 (Id: 8326)

A verdade é que o editorial pintava bem. Porém, semelha que fazer o troll co panfleto da AMI tem mais éxito. Será que nos asusta reflexionar tranquilamente? Curiosos, estes comportamentos cibernéticos...




gongh, 24.07.2007 (Id: 8328)

Epifenómeno tamén se pode entender como proceso emerxente, conducta ou estructura que xurde dunha interacción informacionalmente densa entre os nodos dun sistema e na cal as leis de funcionamento de seu NON poden ser formuladas en función das leis de funcionamento dos elementos nodais que dan forma á estructura.

Epifenómeno é, polo tanto ese todo que pode ser entendido como algo máis que a suma das partes.



pff

25-J, 24.07.2007 (Id: 8329)

sodes bem pesadinhos...




lene, 29.08.2007 (Id: 8582)

E a um mes depois, eiquí está o resultado do profundo debate promocionado dende a portada do que se supom un dos máis representativos sites da ' dissidência' popular galega. Así pois, umha de dúas: ou a ferramenta nom conecta coa intelectualidade galega de esquerda ou bem a suposta dissidencia nom existe máis sendo tempo de feiras. Em calquera dos dous supostos, mesmo no suposto de que ambos senham certos, compre plantexarse se compensa o dispendio enerxético de manter um indymedia galego se dende ele nom se xera nem debate nem conhecemento nem coordenaçom política de nengumha clase. O que sí queda moi claro é o estado de saúde do pensamento crítico na nossa terra.




gz, 29.08.2007 (Id: 8588)

Já, mas que me dis da riqueza de gama dos insultos que enchem os posts? Dá para umha antologia do disparate.