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Nacionalistas nom independentistas? onde se viu?
www.primeiralinha.org , 14.01.2008, (Id: 13856)
O BNG continua empenhado em convencer o eleitorado galego -a isso se reduz a sua ideia de Galiza, a um grupo de eleitores- de que nom tem nada de independentista.


14 de Janeiro de 2008

O BNG continua empenhado em convencer o eleitorado galego -a isso se reduz a sua ideia de Galiza, a um grupo de eleitores- de que nom tem nada de independentista. Disso se encarrega, dia sim, dia também, o seu inefável porta-voz, Anxo Quintana, que utiliza as plataformas mediáticas espanholas na Galiza para negar qualquer veleidade separatista do grupo político que representa.

O El Faro de Vigo foi o penúltimo exemplo, mas é provável que na altura de redigirmos estas linhas já tenha feito outras declaraçons do género a qualquer outro microfone.

Pensávamos que o BNG jogava a imitar o PNB e CiU, e que queria ser como eles quando fosse grande. Mas verificamos que até o regionalismo radical da burguesia basca lhe fica grande. Em lugar de afirmar a Naçom Galega como entidade plena e maior de idade, Anxo Quintana e o BNG continuam a vender umha imagem lamentável do nosso país, baseada na negaçom da sua realizaçom como naçom e num insuportável laio por ocupar um lugar ao sol madrileno.

A renúncia reiterada e explícita à soberania nacional, à independência, é um insulto a boa parte da base social e votante do próprio Bloque; umha vergonhosa evidência do nível de renúncias que essa força, outrora soberanista, está disposta a assumir, em nome do votinho e da boa vida que desfrutam os seus representantes que nunca pensárom viver tanto, e tam bem, do conto.


Irlanda, Chéquia, Escócia... nacionalistas ou independentistas?

Só isso explica que Anxo Quintana, em representaçom do BNG, reduza as aspiraçons do nosso povo a novas competências autonómicas no quadro constitucional espanhol, e descarte um referendo de autodeterminaçom, afirmando com total descaramento que o BNG é 'nacionalista', e nom 'independentista'.

Será que Quintana conhece algum outro caso de umha naçom sem Estado no mundo em que o seu movimento nacionalista exclui qualquer hipótese independentista? O que era o movimento republicano irlandês que conquistou a independência em 1921? 'nacionalista' ou 'independentista'? e o checo? O que é actualmente o movimento pola soberania da Escócia? 'nacionalista' ou 'independentista'?

Só conhecemos umha outra acepçom diferente do 'nacionalismo' soberanista praticado polos movimentos de libertaçom nacional: o dos estados imperialistas, em que a etiqueta nacionalista é equivalente a 'expansionismo', 'imperialismo' e até 'fascismo'.

Nom é o caso do BNG. Na verdade, o BNG deixou de ser nacionalista quando excluiu o horizonte autodeterminista da sua estratégia política, mas pretende manter a sua vergonhosa integraçom na espanholidade monárquica na ambigüidade de um jogo de palavras. Quer reduzir o seu 'nacionalismo' a reclamar que o Estado espanhol ceda competências à dirigência autonomista para aumentar lucros e influência como grupo periférico a gerir os interesses de Espanha e o capital.

Basta de contos eleitoreiros: numha naçom sem Estado como a Galiza, é impossível ser nacionalista renunciando à independência. o BNG é hoje umha força regionalista, inclusive mais parecida com 'Coalición Canaria' do que com o PNB. Porque, isso de 'nacionalistas sim', 'independentistas nom', onde se viu?

 http://www.primeiralinha.org

fartiño, 14.01.2008 (Id: 9915)

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Tanto o de uns , como a dos outros. fora de indymedia!





farta, 14.01.2008 (Id: 9916)

como podéis ser tam imensamente pessados!!!!! em sério!! à merda com o bloco e com os que o têm como paranóia pessoal ou grupal!!!!!





pepe, 14.01.2008 (Id: 9917)

Pois eu inda estando en contra dos pensamentos de primeira linha, prefiro no indymedia de galiza ler novas de galiza e non movidas de mapaches e chiapas, etc.
Para eso hai os respectivos indymedias e se queres informarte deses países entras nel.





valentino, 14.01.2008 (Id: 9918)

Tristemente, para esta multitude semi-ágrafa que habitualmente dispersa as súas defecaçons mentais no Indymedia, qualquer luta em qualquer lugar do mundo resulta máis atractiva que as que tenhem lugar na demodée e ruraliçada Galiza.

A día de hoje estes sofridos lutadores de nom se sabe mui bem o quê expremem as súas frustaçons ideolôgicas num país que contemplam como circunstancial e accidental, e nom como prôprio.

Nom nos escandaliçamos de que obviem por completo a raíz de muitos dos nossos problemas, a dependência nacional, mas este reduccionismo desubicador, consistente em passar do local ao global como por arte de mágia obviando a questom nacional convérte-os em sub-produtos acientíficos do márketing negriano.

Defender umha determinada estética vital e um modelo marginal (respeitável como qualquer outro modelo marginal e parcial), e nom um modelo válido para o resto da populaçom nom pode converter-se numha meta. A parcialidade é parte da súa proposta, así como o determinismo imperial.

Para elas o campo de batalha está em tentar deixar em evidência os fracassos do movimento nacional-popular (mesmo acusando-o de assassino com tudas essas panóplias do dereito dobre a vida e a morte), exaltar a grandilocuência nas formas (linguísticas e estêticas), centrando a batalha no urbano, no marginal, e practicando um consumismo ideolôgico que vai deixando atrás ideología em favor da novidade, e onde o mêrito e ascenso pessoal vêm motivado pola capacidade discursiva e nom polo trabalho a pê de rúa junto aos problemas das trabalhadoras. Rendem culto à mobilizaçom e à confrontaçom com escasa análise da realidade, e acusam aos demáis de violentos.

Como movimento estêtico aínda terá uns anos máis de vida, agochado tras um verniz pseudo-ideológico que vêm a agochar as súas misérias. Nom fracasará nunca porque precissamente nom têm em mente grandes logros a cumprir, mais alô da auto-satisfacçom de dar umha pequena batalha de modo esporádico e parcial, na qual o êxito fica garantido pola liliputiense meta inicial.

Por isso andam tam crescidos, porque, a fin de contas, nútren-se dos fracassos dos demáis no seu errático intento de sumar multitude nesa orgiástica debacle ideológica da meta parcial, do consumismo intelectual e da perseguiçom de todo o que desprenda o velho fedor nacional-popular.

A batalha da discussom está perdida de antemao com eles, assim que nom malgastedes o tempo. A diferença fundamental darémo-la no agir diário e no compromisso com o povo trabalhador, nom com umha vanguarda de salom de tê.

Dito isto, Primeira Linha nom é nemgúm modelo a seguir, nem muito menos. Mas há certas coisas que deveríam ficar bem clarinhas:o cámbio social neste país nunca pode vir desde a fragmentaçom, a parcialidade, a inconcreçom, o culto a modelos de luta de difícil aplicaçom , nem do intento por crescer em apoio em base à erossom dos companheiros de barricada.














Boaventura, 14.01.2008 (Id: 9919)

e digo eu.... e a que vem todo isso (Rodolfo) Valentino... aproveitando que o minho passa por Ourense... meto-me com `a multitude semi-ágrafa que habitualmente dispersa as súas defecaçons mentais no Indymedia´...

que tem que ver esto com o que se fala na nova e com as críticas recebidas por Primeira Linha...??? digo...

enfim.. pais...

bjs

D.





indy Livre ja, 14.01.2008 (Id: 9920)

si senhor(a?)...

o indymedia galego para Os Galegos. So novas galegas, sobre Galiza, em galego.. blablablebleblooobleeeoooblaaoooeeeeee...

Mi madrinha o que há que ler....!! estades de ir a mirar-se no ispicialista!!!

ou seja que agora publicar umha nova que nom tenha que ver direitamente com o povo trabalhador galego é contrarevolucionario...
pega-te umha volta por qualquer indy.... verás como a penha colga infos de qualquer luita digna...

ai...isso sim, vivamos como Galegos...

...pais, pais...

RG, RG, RG!!!





un, 16.01.2008 (Id: 9929)

o Pobo como bloque social oprimido que fala a sua lingua ou linguas impórtalle un carallo a nación, por eso os indíxenas zapatistas non piden nación maya, senon que fan un chamado os de abaixo plurales, contra os de arriba e o seu dios o diñeiro e a sua lei, a ganancia.
Todo o demais sonche caralladas!





anti-sub-morais, 16.01.2008 (Id: 9930)

estes que agora tanto atacan ao bng son os mesmos que hai poucos anos estaban dentro do mesmo.
son os mesmos que definían como mlng á suma de bng, cig, caf, galiza nova,... (textos do 1º congreso de pl).
son os mesmos que dicían que todo o independentismo que se construíse fóra do bng só podería ser marxinal (declaracións do careco á revista tempos novos).
enfin, xa son coñecidos estes paxaros, non ?





XXX, 17.01.2008 (Id: 9939)

Para comprender o de PL e o "seu" MLNG, só hai que se meter na mente desta xente: O MLNG é SEMPRE onde estexan eles. Se mañán, por por un exemplo, se pirasen para IU, o MLNG sería IU, CCOO, UJCE e o Sindicato de Estudantes.

O das declaracións a tempos novos é pola teima do calvo en ser un bocazas e meter a gamba. Como cando sae co tema da cuarta forza política ou co dos 10.000 votos e depois sacan mais votos en Gipuzkoa que en Galiza, e incluso os superan o Partido Humanista e as tropecientas falanxes. E depois de ser os menos votados e ficar moi lonxe do 10.000 votos, van e dín que foi un "sucesso" (=éxito, no idioma destes). E non cambiará nunca o chaval.

Do demais. Eu creo que no Indy temos sitio tod@s. Os mapuches, os partidiños, os sindicatos, os chiapatecas e o calvos empresarios da noite. E é que este é un espazo libre que non obriga a ninguén a ler o que non queira.

Un saúdo da tod@s.





:-P, 17.01.2008 (Id: 9943)

Incluso os atrasados mentais como XXX tenhem sítio... imagina...

:-)