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Audiência Nacional confirma perseguiçom política contra a esquerda independentista galega, por supostas ‘injúrias graves à Coroa
galego , 30.01.2008, (Id: 14080)
Tal como vinhemos informando durante as últimas semanas, um autocarro levou a solidariedade de militantes e simpatizantes de NÓS-Unidade Popular a Madrid, para fazer pública a frontal oposiçom galega à perseguiçom judicial das ideias soberanistas e republicanas.


Tal como vinhemos informando durante as últimas semanas, um autocarro levou a solidariedade de militantes e simpatizantes de NÓS-Unidade Popular a Madrid, para fazer pública a frontal oposiçom galega à perseguiçom judicial das ideias soberanistas e republicanas.

Fôrom umhas três horas de animada e colorida concentraçom, a partir da entrada dos quatro militantes de NÓS-Unidade Popular, acompanhados polo advogado da nossa organizaçom, para serem interrogados polo juiz instrutor, Fernando Grande-Marlaska.



Concentraçom solidária

Às mais de 50 pessoas deslocadas de diferentes pontos da Galiza, somárom-se em frente do edifício da Audiência Nacional (antigo Tribunal de Ordem Pública franquista) companheiros e companheiras de organizaçons solidárias da esquerda madrilena, entre elas Nines Maestro, da Corriente Roja, o sociólogo Agustín Morán, do Centro de Asesoría y Estudios Sociales (CAES), o professor Carlos Taibo, velho amigo da esquerda independentista galega, e membros da direcçom madrilena de Izquierda Castellana.

Contodo, a presença mais ovacionada foi a de Pepita Seoane, mae de Carlos Cela Seoane, activista do SRI detido na passada semana na cidade da Corunha, sob umha arbitrária acusaçom de ‘terrorismo’ e ainda em prisom na capital espanhola. Pepita recebeu o afecto das pessoas concentradas, permanecendo toda a manhá junto ao resto de pessoas mobilizadas.

Ao todo, concentrárom-se umhas 80 pessoas, mas a polícia espanhola, que rodeou a concentraçom em todo o momento, impediu que o figessem na parte frontal do edifício, conduzindo-as para as traseiras da sede judicial, onde despregárom umha faixa de 12 metros de comprimento com a legenda “Galiza nom tem rei: Avante a República Galega. Santi, Alex, Cris e Carlos Solidariedade”.

Durante esse tempo, as numerosas pessoas que passavam polas ruas centrais onde se localiza a Audiência Nacional observárom as numerosas bandeiras da Galiza, junto algumhas castelhanas, da República espanhola, vermelhas e feministas. Entre as legendas mais coreadas polas pessoas concentradas, salientárom as de solidariedade com os acusados, e outras como “Liberdade para os povos”, “A Audiência Nacional nom nos calará”, “A repressom nom é a soluçom”, “A soluçom: autodeterminaçom”, “Nem príncipe, nem rei: República Galega”.



Declaraçom em galego, liberdade e imputaçom aos quatro independentistas

As declaraçons dos quatro acusados fôrom feitas em galego, contando com um intérprete em todo o momento. Quase à umha da tarde ficárom livres, após ter-lhes sido comunicada a imputaçom colectiva, apesar de só um deles reconhecer ter queimado o boneco que representava o chefe do Estado monárquico espanhol no dia 6 de Dezembro, em Vigo.

O magistrado interpreta no auto de imputaçom, de oito páginas, que os quatro participárom activamente ou “dando cobertura” umha acçom que considera um “delito de injúrias graves à Sua Majestade o Rei de Espanha” (sic). Daí que translade ao procurador do Estado as diligências prévias para que num prazo de dez dias “formule escrito de acusaçom solicitando a abertura do julgamento oral”.

O advogado dos quatro companheiros vai recorrer da decisom, considerando que nom há base para umha imputaçom de todos os denunciados pola polícia espanhola em Vigo, existindo só base racional para a imputaçom do militante autoinculpado por umha acçom que, de qualquer maneira, nengum Estado verdadeiramente democrático consideraria delictiva.



Expectaçom mediática e reafirmaçom soberanista e republicana

À saída dos acusados, as pessoas concentradas aplaudírom a firmeza dos quatro independentistas perante as pressons judiciais num caso de puro exercício do direito à livre expressom política.

A comparência dos militantes de NÓS-Unidade Popular criou umha importante expectaçom mediática, com presença de reporteiros da maioria dos meios televisivos e impressos espanhóis, bem como a Televisom e a Rádio galegas.

Os companheiros Maurício Castro, porta-voz nacional de NÓS-UP, e Alexandre Bolívar, o acusado que assumiu a queima do boneco monárquico, oferecêrom declaraçons reafirmando a legitimidade da acçom simbólica do passado dia 6 de Dezembro, e denunciando a arbitrariedade de tentar condenar os quatro companheiros, quando nas declaraçons deles ficou claro que só um deles participou numha acçom simbólica aplaudida polas várias centenas de participantes na manifestaçom autodeterminista de Vigo.

Maurício Castro agradeceu a importante solidariedade da esquerda social e política madrilena com a causa autodeterminista e republicana galega, sublinhando que som iniciativas solidárias concretas como essa as que podem alicerçar a necessária irmandade entre os respectivos povos para conquistar os direitos das maiorias sociais e a soberania das naçons sem Estado peninsulares.

A concentraçom concluiu com o canto do nosso Hino Nacional.



Manipulaçom mediática e actuaçons ilegais do El País

Mais umha vez, umha das agências que cobrírom a notícia espalhou umha informaçom falsa sobre a declaraçom dos companheiros, atribuindo-lhes umha suposta ‘argumentaçom’ contra a monarquia com base na transmissom da SIDA no interior da família real. Absurdas palavras que nunca fôrom pronunciadas polos nossos companheiros, totalmente solidários com a causa da luita social pola erradicaçom dessa doença e pola dignidade das pessoas afectadas pola mesma.

A nossa organizaçom tivo que dirigir-se à Agência EFE para exigir umha imediata rectificaçom dessa mentira, para evitar a desnaturalizaçom de umha justa reivindicaçom democrática do nosso povo.

Por outra parte, o jornal El País voltou a mostrar a sua privilegiada posiçom de poder, ao publicar integralmente no seu web, aos poucos minutos, o auto emitido polo juiz instrutor, o que apesar de ser umha prática ilegal continua a ser habitual em temas relacionados com supostos delitos de natureza política.

NÓS-Unidade Popular quer agradecer a solidariedade recebida durante as últimas semanas e encorajar o movimento popular a continuar a suster as necessárias luitas sociais e políticas em favor dos direitos nacionais galegos e os interesses do nosso povo trabalhador.


Crónica + Reportagem fotográfica aqui:

 http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1407


Castelló lliure!, 30.01.2008 (Id: 10036)

Des de els Països Catalans, felicidades por el ejemplo de firmeza que habeis mostrado hoy en Madrid. Muchos ánimos y adelante con la lucha de la Izquierda Independentista!

Os dejo el enlace de una web que creamos aquí en Països Catalans a partir de el caso de los jucios a varios independentista procesados por esta misma qüestión.

 http://www.noalrei.elsud.org/

Als Països Catalans no tenim rei!
Galiza nom tem rei!
Endavant amb la lluita per la Independència i el socialisme!





svalk, 30.01.2008 (Id: 10039)

"o xenero human so comenzara a albiscar o futuro cando aforquemos o ultimo rei coas tripas do ultimo bispo"

e agora que imputen a rosseau e a min por citalo

saude e liberdade