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Proposta de Debate: Quem pode publicar no CMI Galiza
comochoconto , 06.02.2008, (Id: 14144)
Como ex-membro deste CMI Galiza e dado que vejo e comprobo que o debate segue aberto e criando grandes polémicas. Acordei comigo mesmo a publicaçom da minha opinióm para invitar a um debate ao respeito a toda a comunidade de usuarias deste CMI
Os dez mandamentos da lei sagrada da rede global IMC que nasceu em Seattle e forma parte dum mundo globalblablablabla, não são mais que papeis e o importante é que a realidade fica ai fora, nada mais sair da casa, tes ai o dia a dia, a noticia, pese a que os medios oficiais só informem do que lhes interesa e silenciam o que não querem que o povo conheza, um medio alternativo tem que estar ai para contrarrestar este efeito pernicioso, desmontar as suas mentiras, mas também dar a conhecer o que silenciam.

A rede IMC é boa para isso, para que em cada núcleo, em cada povo, em cada bairro, haxa malta disposta a dar a conhecer o que se passa no dia a dia ao sair da casa, e também claro está para dar-lhe outro ponto de vista aos grandes temas do que os mass merdas chamam actualidade.

Eu são do convencimento de que um medio alternativo tem que se pringar a favor da malta criminalizada polo poder (ejerzam ou não a violencia revolucionária como meio de luta) os medios alternativos tenhem que dar-lhe voz, amplificar o seu descurso (ainda que não o compartas) e sair na sua defesa quando são atacados com argumentos reaccionários.

Umha boa prova de que nom todos os CMI cumprem o catecismo de Seattle é a mesma existência de um CMI Chiapas, porque é necessário um medio que comunique ao mundo a mensagem do EZLN, um partido político armado, um ejército, que está a lutar contra o Poder (ainda que vaia contra os princípios fundamentais do movimento de movimentos).

Cá, na Galiza, vivemos umha situaçom política moi própria, onde há colectivos, partidos e agrupaçons eleitorais que som a cotio criminalizados pelos grupos de Poder e mesmo as suas opinions som tergiversadas e manipuladas nos grandes médios.

Silenciar ou censurar as publicaçons e/ou comentários redigidos por estes colectivos nom favorece ao impulso deste CMI Galiza como medio alternativo.

O proselitismo partidário deveria estar circunscrito só a vetar a publicaçom de noticias procedentes dos partidos e agrupaçons eleitorais que desfrutam e abusam desde o Poder.


cinderella, 06.02.2008 (Id: 10095)

Aplaudo tanto esta proposta de debate como as valoraçons do companheiro Comochoconto.

Imaginai por exemplo um/ha militante de PL, ou da FPG que faga actividades de carácter socio-político em diversos ámbitos, que tenha interesse em participar deste meio para difundir e pôr em comum actividades, debates e iniciativas nas que participa. Bem seja o da sua organizaçom política, do seu trabalho sindical na empresa em que trabalha, do que fai a sua associaçom cultural, o Centro Social no que participa, a sua associaçom vizinhal... Nuns casos poderia difundi-lo e noutro nom?

É um exemplo suposto mais real.





Kiko das Leiras, 06.02.2008 (Id: 10096)

Pareceme ben que este portal amplifique as voces silenciadas...

Estou a favor de permitir este tipo de novas ;)

Apertas


Caixa dos correios:: kikodasleiras@ciberirmandade.org




xaseiquenvessendo, 06.02.2008 (Id: 10097)

Como lle gusta a alguns mangonear en cousas alleas...





comochoconto, 07.02.2008 (Id: 10098)

Sem ánimo de polemizar com a pessoa que adicionou o anterior comentário, acho que nom entendeu bem o por qué da minha proposta.

Se falei de ex-membro deste CMI é porque é certo que estivem participando activamente nos inícios deste projecto galego e desde aquela até hoje sempre houvo debate ao respeito de quem pode publicar e quem nom em base aos escritos fundacionais da rede indymedia.

Nom só há debate interno entre as pessoas que levam o carregado peso de manter isto vivo, senom também há debate ( e liortas e insultos ) entre quem gostamos de publicar neste médio livre. Moitas das vezes este debate da-se em comentários de notícias e acho que seria bo tratar entre todas as usuárias este tema a fim de que as compas que soportam este portal poidam ter umha vissom mais clara do que a gente opina e poidam, elas, acordar algo ao respeito.

Saudos e saude para todas e moito obrigado ao colectivo que sustenta isto pese às continuas críticas negativas que tenhem que suportar de quem nom entende que cá, estas pessoas, só estám dando altruistamente e generosamente, e nom estám a receber o aplauso que merecem.






calquera, 07.02.2008 (Id: 10099)

Comochoconto:

En poucas palabras: se os principios da rede indymedia non se axustan ás túas necesidades ou ás dos teus amigos terroristas, simplemente: PON EN MARCHA O TEU PROPRIO PROXECTO E ASUME AS RESPONSABILIDADES.

Pero claro, preferides parasitar o traballo e os proxectos dos demais, neso sodes especialistas; e cando non podedes controlalos, entón tratades de rebentalos dende dentro que foi o que intentaches facer con Indymedia.

Mira tí o "veterano de guerra" este que nos ven sacando as medallas de ex-combatente do IMC. Que xa nos vamos coñecendo home...




.

., 07.02.2008 (Id: 10101)

non se trata tanto de dicir quen pode publicar como de dicir "quen pode decidir quén pode publicar?"
eu, persoalmente, non teño vocación censora...





artur, 07.02.2008 (Id: 10102)

Esto nom é uma proposta de debate, esto é simplesmente mais umha reiteraçom do questionamento que o entorno político dos que defendem a loita armada em Galiza fam aos princípios que fundamentam a rede Indymedia, básicamente por que esses princípios impedíronlhes no passado a monopolizaçom deste CMI, tendo precisamente a Comochoconto como principal voceiro.

Nada novo por tanto, ecos doutras épocas; e a este respeito concordo com o comentario anterior, deberías (des) iniciar o teu (voso) próprio projeto de difussom da loita armada em troques de corromper o projecto global de Indymedia.





comochoconto, 07.02.2008 (Id: 10103)

Fica claro que há quem gosta mais do insulto que do debate de ideias e propostas. É triste, mas...(de todo tem que haver).

Que eu saiba, nom tenho nengum amigo militar, nem polícia, nem guardia civil , e nem sequer "seguretas", pelo que podo dizer que nom tenho amizades terroristas.






qualquer, 07.02.2008 (Id: 10108)

Acho que o debate sobre se podem os partidos políticos publicar no CMI não se está a focar no ponto clave. Tod@s sabemos que Nos-Up, FPG e demais são partidos políticos. Tod@s sabemos que andam na procura do poder político embora não podam exerce-lo. Bom, semelha evidente que mantêm posturas discrepantes que há malta que não partilhamos (autoritarismo, nacionalismo...) mas fai-se tambem evidente que o CMI tenciona uma amplitude à hora de seleccionar os coletivos que fazem uso dele. Se aceitamos esta vontade de amplitude, asentada no que alguem dixo cima, em que o CMI é uma voz de quem está silenciado pelo poder, acho que não deve haver problema com que estes partidos publiquem no CMI. Outra coisa é o uso que dele fazam, do que eu particularmente não gosto, mas é outro tema e deve ter outro lugar.

O problema é se um partido que faz parte do poder que nos siléncia ao resto pode publicar no CMI. Falo fo BNG, mas não so, é evidente, falo de todos os satelites dos que se arrodea, concretando: Galiza Nova, CAF, MpB, CIG, que são os que usam este CMI.

Eu acho, e fai-se-me claro até o ponto de ter muito claro que está planificado, acho que o uso do CMI por parte destes é uma estrategia, para, aparte de questoes de rendabilidade mais imediata, vaziar o conteudo do CMI. Não me estendo, quem quixer entendeu xá entendeu.

MAs seguindo em por que estes partidos e organizaçoes nomeadas não deverão publciar cá, acho definitivo o feito de ser eles próprios não so parte do poder, mas tambem disponibilizar duma série de meios em base à sua posição no poder e a sua falha absoluta de escrupulos, que se situam diametralmente face ao que é o CMI. O facto é que este partido marca as linhas do ente criador de pensamento, lobotomizador e uniformizador que é a RTVG; é uma voz omipresente na imprensa oficialista de qualquer tendência, é voz constante nos fscistas La voz de Galicia e El Correo Gallego (voz constante, com colunas pemanentes de até dirigentes da UPG, como PAco Trigo), conta com várias publicaçoes nas qeu expresar o que considerem (A Nosa Terra, Tempos Novos) várias delas capitalizadas pelo fascismo espanhol sen nenhuma vergonha, tendo acadado um pos pontos mias baixos no facto de uma desas suas publicaçoes ser o suplemento mensal da publicação fascista Galicia Hoxe (com todo o que tal coisa implica); para alem de ter voz tanto no parlamentinho de cartão de compostela como no parlameno de ferro de MAdrid.

Fai-se evidente para cualquer pessoa dotada do mínimo raciocínio, que estão muito afastados do que é um Centro de Media Inpendente, mesmo ainda é inimigo frontal do que representa um CMI, do que representa a contra-informação e do que representa a própria liberdade d eexpressão. Pelo tanto, fora do CMI, pelo mesmo motivo pelo que não se permitiria publicar ao PP.

E aos senhoritos/ritas do BNG que pedem liberdade de expressão no CMI, como se não houver, eu tambem quero liberdade de expressão na TVG, que el@s controlam, e quero que sejam tratados ao mesmo nível que o BNG a CNT, Ceivar e Adiante (por dizer aleatorimente três organizaçoes que usam este CMI). Digo ao mesmo nível, os mesmos minutos em informativos,a mesma presença en debates... Van fazer tal coisa senhoritos/ritas do BNG?

E como vejo vir a algum do BNG dizendo parvadas, não contestar coisas do tipo o BNG não controla tal coisa, o BNG não está presente em tal outra, o BNG não manda nada, porque já no vindouro post teremos que começar a dar nomes.





comotelocuento, 07.02.2008 (Id: 10110)

Vaia, eu que pensaba que a Lei do Karma ía devolverlle ao señor funcionario Comochoconto todo o mal rollo que deitou no IMC para venderllo aos seus amiguitos os mártires da pátria, pero polo que vexo todo vai quedar nunha nova tentativa de prohibirlle aos do bloque o uso do tema.

Pois nada, que siga la fiesta antibloque, que son unos vendidos y unos reformistas.

Pero mira, xa que provocaches que alguén que non escribía eiquí fai tempo saia facelo, pois aproveitar para sinalar que eso de que estiveches dende o início do IMC é falso: tí empezaches a participar cando o IMC estaba consolidado e só cando o proxecto do Portugaliza xa levaba un tempiño andando e marchaches pouco despois deixando o Portugaliza fechado e coa xente do Galiza queimada polos flames que provocabas coa túa demagoxia e os teus sofismos de todo a 100.

Menos mal que viñeron os posfordistas estes e déronlle un pouco de aire e cor ao tema; vale que son un pouco pedantes pero mira, polo menos sinalan un camiño interesante que se pode compartir con xente de todo o planeta (polo menos de occidente).

Así que menos andar sacando medallas, que dá noxo. E a vaselina que lles das aos do indy máis aínda.





dssdnt, 07.02.2008 (Id: 10111)

Aqui nom aparecem quase nunca, por nom dizer nunca, novas do BNG. Os CAF som umha organizaçom independente (ainda que gostemos mais ou menos do seu seguidismo -também depende de que gente, que os CAF som bem plurais-) que tampouco publica aqui quase nunca. Galiza Nova o mesmo, ultimamente nom tem aparecido nada aqui dessa organizaçom juvenil.

Por tanto determinadas "teorias da conspiraçom" que aqui aparecem nom tenhem muito sentido.

Falando já de colectivos como MpB ou Isca, tam criminalizados, vilipendiados e excluídos pola direcçom do BNG e os seus (poucos) meios afins, dizer que som "parte do poder" é de conha, vamos.

A CIG é a primeira organizaçom social do país, que tem abertos todos os dias conflitos e mobilizaçons laborais e sociais de todo tipo, com um nivel de actividade e agitaçom incomparável. Também criminalizada e permanente atacada polos meios do sistema, e, cada vez mais, pola direcçom do BNG, que nom gosta do seu discurso claro e sem complexos. A propósito, muitos independentistas (do MpB, mas também de Nós-UP, AMI ou a FPG) som filiados e alguns até fam trabalho sindical na CIG.


E se aplicamos a teoria do "entorno" e vetamos a todo o que cheire a BNG (teimando em confundir base social e direcçom), podedes ficar sós, porque esse é universo é tam amplo (cada vez menos, certo) que nel temos desde colectivos como o Movimento polos Direitos Civís até vários Centros Sociais, organizaçons ecologistas, etc.




k

k, 08.02.2008 (Id: 10112)

E que acontece con partidos como FPG ou PL (que me perdoen na Frente pola comparación...) se non lles publican nada nos meios pro-sistema por ser uns anti-sistema, nin nos meios anti-sistema e/ou alternativos por sabe-deus-que chorrada? Véxase Galizalivre ou Novas, como silencian sen disimulo a estes grupos (sobretodo á Frente).

Pódese comparar a estes partidos autoxestionados (ben, de PL non se sabe...) con auténticas organizacións-empresas como PP, PSOE, BNG ou IU?





oeu, 08.02.2008 (Id: 10113)

Ábrese o telón, sae Comochoconto no IMC pedindo "voz" para os seus amiguitos los mártires de la patria, péchase o telón... e ao día seguinte os telexornais abren coa notícia dunha bomba revolucionaria galega.

Casualidades?

JA!





un, 09.02.2008 (Id: 10115)

Deixádevos de trolladas!!
Deixádevos de trolladas!!

En primeiro lugar quero parabenizar ao comochoconto pola iniciativa de sacar este debate. Independentemente das opinións verquidas, penso que é unha iniciativa que fala de construir un indy-gz entre todas, promovendo un debate colectivo que incida na lóxica editorial e faga deste trabalho un espazo común cada vez máis amplo.

En segundo lugar necesito dizer que penso que as actitudes plantexadas por moitas das participantes neste debate é altamente nociva, xa que o único que se pretende é facer ruido e polo tanto invisibilizar a proposta. Non tenhen que ver as opinións, senón as formas. O insulto/descalificación non é o xeito, onde quedan pois as argumentacións? O post anterior ao meu, firmado por un tal oeu, é un exemplo extremo disto, aportando unha info absolutamente difusa e incriminatoria, que máis plantexa desavenencias persoais co comochoconto que un interese real polo debate plantexado, alén de ser unha acusación delirante e carente de fondamento, xa que non aporta nada que xustifique tan grave afirmación.

Por último dicer que na minha opinión, e xa referido ao tema de debate, penso que o plantexamento do indy global e no particular indy-gz referido a promocionar a difusión dos movementos sociais (trabalhos, convocatorias...) segue a ter unha especial importancia. Polo tanto eu si penso que se deben privilexiar estas infos sobre a de estructuras tales como partidos, etc... Outra cousa é a de borralos/eliminalos. Eu penso que deberíase facer unha división nas infos, onde estivesen as das estructuras en cuestión, que fose visible (non como o indy-lixo), mais que na parte alta da autopublicación estiveran as novas de centros sociais, cooperativas, diferentes propostas políticas de base en clave asamblearia (non-representativa),etc... Nesta linha é na que se está a trabalhar, non na da censura como moitas afirman, e penso que é unha alternativa de consenso na medida que ten en conta a proposta de manter a presencia de espazos políticos tales como partidos e sindicatos (aplicando a lóxica proposta polo comochoconto), e tamén ten en conta a proposta de priorizar o feito desde os procesos sociais.

Este é un debate interesante que deberíamos ter sen complexos e plantexando argumentos, extendéndose neles co obxetivo de clarificar posturas e alternativas que segan a falar na clave dun indymedia-gz feito desde abaixo e á esquerda, feito polo tanto, entre todas.

Fortes apertas e que prosega o debate...., e desaparezan as descalificacións e o ruido!!





La Rage, 09.02.2008 (Id: 10132)

Pareceme interesante a idea de Un. Poderiase facer algo mais longo o bloque de "Novas publicadas" e partilo a mitade. Na parte de enriba poderian ir as novas de "de centros sociais, cooperativas, diferentes propostas políticas de base en clave asamblearia (non-representativa),etc... " e na mitade de abaixo as novas dos partidos,sindicatos,etc.

Parece moi boa idea para non molestarnos uns ou outros e convivir "xuntas pero non revoltas" no Indy.





Indyxena, 09.02.2008 (Id: 10138)

Sí basta de ruido. Basta xa de discusións que se reproducen exactamente e nos mesmos termos unha e outra vez de forma periódica e sempre provocadas polas mesmas personas/ grupos de interese.

O que plantexa Comochoconto -por enésima vez- foi xa debatido en numerosas ocasións, aquí na coluna editorial, en público, en privado, na lista do CMI, nas reunións periódicas, en Galiza e tamén en Portugal. E ao final a conclusión é sempre a mesma: os principios da rede indymedia contradín os intereses dos grupos que lexitiman a violéncia. Xurde o conflito, repítense os esquemas argumentais de sempre, e ao final chégase á mesma conclusión: se non che gustan os principios da rede indymedia, en troques de METER RUIDO cuestionando sistemáticamente os principios da rede, o lóxico é METER CAÑA montando un proxecto comunicativo ad-hoc.

Quen queira publicar no CMI pode, o comportamento do equipo editorial é exemplar e quen diga que é "silenciado" no CMI simplemente está mentindo.





Cerne Celta, 10.02.2008 (Id: 10140)

O único antídoto contra os trolls é ignoralos. Se cada vez que o troll do comochoconto nos visita entrades a trapo o normal será que ao cabo dun tempo volva coa mesma cantinela.

Don't feed the trolls...





fly, 10.02.2008 (Id: 10141)

toda a solidariedade do mundo... ata que saia, enton, calquera nova que poda publicar en nome da sua organización, do seu partido -PCE(r)-, polo que se sinte representado, será censurada, ou relegada.


Que noxo de xente, convertindo un medio a priori plural num traxe á vosa medida.





kontra, 11.02.2008 (Id: 10142)

Perfeito, apartheid mediático contra as organizaçons transformadoras (partidos, sindicatos) que nom encaixem nos limitadíssimos (e velhíssimos, por muito que o vistam com retórica moderna) esquemas de quatro iluminad@s, que por desgraça se figérom fortes no IMC.


Vós mesm@s, aí vos quedades!





comochoconto, 11.02.2008 (Id: 10144)

Compartilho a moi interesante proposta exposta por "un", a quem agradeço o seu tom e o seu ànimo para mitigar o ruido de quem nom sabe aportar nem debater ideias.






zorgh, 13.02.2008 (Id: 10162)

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Quem pode publicar no IMC
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Resposta: Calquera que respeite a política editorial do proxecto.

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"a lei sagrada da rede global IMC"
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Resposta: Nin os princípios da Indymedia nin a súa interpretación/aplicación son sagrados; poden cambiarse e de feito teñen cambiado, por exemplo para darlle un maior protagonismo ao tema do xénero. Eso sí, requiren acadar o consenso da xente que participa en Indymedia... e as túas propostas non chegaran a suscitar nin tan siquera o consenso do teu CMI local. Tampouco tiveron éxito cando as fixeche no CMI de Madrid. Se cadra, o que está equivocado es tí.

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"o catecismo de Seattle"
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Resposta: Os catecismos son para a xente crédula; chamándolle catecismo aos principios da Indymedia estás simplemente insultando á xente que se compromete con eles para manter funcionando este proxecto. Unha cousa é provocar, outra cousa é insultar. Despois de tanto tempo espameando as listas nas que participas e deitando lixo nelas -as do CMI non son as únicas, nas da Casa Encantada tamén puidemos experimentar as túas provocacións e insultos continuos- quizá debería ir sendo hora de que reflexiones un pouco sobre a túa praxe comunicativa. Se molesta a tanta xente, por algo será, non cres?


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O CMI de Chiapas/ a situación política "moi propia" de Galiza
-------------------------------------------------------------

Resposta: Encántache sacar o tema este Comochoconto, non sí? Mágoa que estés tan pouco -e mal- informado. O CMI Chipas pasou, igual que o resto dos CMI, polo proceso de adhesión aos princípios da rede, así que non é nengunha excepción. Se o que queres é situar a Galiza no eido da excepcionalidade, permíteme lembrarche que existe un lugar chamado Euskal Herria onde por certo hai un CMI que funciona en base aos mesmos princípios que o Galiza... e onde sí se pode dizer que hai unha situación política "moi propria". Pretender derivar unha situación de excepcionalidade dos petardos das sucesivas chapuzas militaristas galegas, é produto dunha mente fanatizada.

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Silenciar ou censurar as publicaçons e/ou comentários
redigidos por estes colectivos nom favorece ao impulso
deste CMI Galiza como medio alternativo.
------------------------------------------------------

Resposta 1: Suxires que o CMI silencia/ censura as publicacións redixidos por "estes colectivos". Sexamos claros: de qué colectivos estás a falar? A quen se lle "silencian/ censuran" publicacións?

Mintes, Comochoconto afirmando cousas falsas da Indymedia. Acusas de censores/manipuladores á xente do CMI, Comochoconto: os teus amigos terroristas publican o que lles ven en gana. Atacas os princípios da rede Indymedia SEN APORTAR ALTERNATIVAS Comochoconto. E pides voz para as "voces silenciadas"... pero non dis quen son eses colectivos Comochoconto. Por casualidade, non haberá partidos políticos detrás desas "voces silenciadas" verdade?

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O proselitismo partidário deveria estar circunscrito só a vetar a publicaçom de noticias procedentes dos partidos e agrupaçons
eleitorais que desfrutam e abusam desde o Poder.
-----------------------------------------------------------------

Resposta: O proselitismo partidário está circunscrito aos partidos e agrupacións eleitoriais. Punto. Non hai partidos e agrupacións eleitorais boas e malas: todas forman parte do sistema, todos desfrutan e abusan desde o poder, e se non o fan acabarán facéndoo por que esa é a súa natureza... ou é que imaxinas un partido político fora do sistema? Eso non sería un partido político, sería un movemento social, e os movementos sociais sí que teñen o seu espazo sen excepcións no CMI.

Véseche o plumeiro Comochoconto. PCE nalgunha das súas faccións, Primeira Linha ou Nós UP. Tampouco hai tanto onde escoller, afortunadamente.

Con todo, vindo a "proposta" dun funcionario, qué se podía esperar. O lóxico é que defendas o sistema, a fin de contas deso é do que vives, e non se pode defender o sistema sen defender a existenza de partidos políticos.

Sinceramente, eu non seguiría perdendo o tempo Indymedia. Se estivera no teu lugar poría en marcha un medio alternativo nos termos en que o defines, ou por non ir máis lonxe... poría a funcionar a web de Radio Kalimero, que é o proxecto ao que dixeches que te ías adicar cando marchaches de Indymedia, posto que era realmente asambleario e blablabla... e o certo é que dá pena velo. Nin unha rata.

Por algo será Comochoconto. Ao mellor resulta que o equivocado es tí. Ou é que queres tamén deixar sen unha rata ao CMI Galiza?






comochoconto, 13.02.2008 (Id: 10164)

Partindo de que a rede (e em especial a rede indymedia) oferece um espaço horizontal, democrático, sem precedentes, para o intercambio de ideias, para o encontro e a reflexom conjunta, públiquei este post chamndo ao debate e dando (sim, de novo) a miha posiçom sobre este tema que estava a ser debatido nos comentários das notícias desde que alguém fijo público o tema do indylixo.

Por suposto, partindo da ideia de que a minha postura ficava sujeita a ser criticada. E qué melhor!!, a fim de qualquer debate é aprender e expandir os teus conhecementos. Mas que umha pessoa publique a sua posiçom, nunca implica que ésta queira impor as suas ideias. E muito menos implica que estas ideias vaiam ser aceptadas. Cá fica a importância da crítica e do debate. E mesmo o feito de que nom queira impor a minha posiçom nom implica que tenha que abster-me de expressar o meu ponto de vista.

Lamentávelmente, há gente que despreza de forma irresponsável, infantil e violenta esta oportunidade, amparándose no anonimato da rede.

Está o que vem e pom-te uma etiqueta, “amigo dos terroristas”, “troll”, e fica tam cheio, sem ter-se tomado a molestia de argumentar e isto fai-lhe sentir que obtivo certa vingança, mas o que amosa é que, obviamente, nom é quem de rebater as propostas com ideias e sem insultos.

Numa segunda categoria estám quem pretendem conhecer ao "contrário" e tenta fazer umha "biografia nom autorizada" para minusvalora-lo e encasilha-lo, descubrindo ao mundo as razons ocultas de quem pranteja um debate.

Pode-se crer o que se quiger, sempre e quando se tenham argumentos para dizer por qué cres nisso. Se umha pessoa di “isto é assim”, e nom pode explicar o por qué… entom ou estamos a falar de fe religiosa, ou estamos a falar dumha pessoa com poucas luzes. Certamente, eu prefiro optar por manter viva a minha vontade de aprender, de experimentar, de viver; o que me leva a formar umha mente crítica de todo quanto me rodeia.

Só um dado mais : Andades moi mal encaminhadas, tedes que consultar melhor as vossas fontes policiais antes de atreveros a classificar as pessoas segum as suas ideologias. O feito de que alguém defenda o direito a expresar-se neste CMI a todas as pessoas silenciadas, criminalizadas e perseguidas, ainda que seja a traveso das suas organizaçons partidaristas, nom quer dizer que milita, e nem sequer que simpatiza, com essas ideias.

E como remate este extracto do texto do CMI Chiapas: "Somos un colectivo de mujeres y hombres que estamos conformando una red de comunicación, con el objetivo de difundir la lucha que emprenden las comunidades indígenas de Chiapas, así como las distintas resistencias que se desarrollan en otros lugares del país y del mundo. Surgimos como respuesta directa a la llamada del EZLN para crear redes alternativas de medios de comunicación. Pretendemos funcionar como un centro de información en video, audio, foto y escritos para su difusión en las comunidades indígenas, así como a nivel nacional e internacional".





.

., 13.02.2008 (Id: 10165)

Aqui o debate é se se censuram a todas aquelas expressons organizativas que saiam das estreitas margens do "social" que concebe o grupo editorial ou, como na maioria dos CMI's se respeitam diferentes concepçons ideológicas ou organizativas.

Porque haveria que definir, claro. Para o grupo editor: Pl/Nós-UP nom? e Briga sim? e AGIR? AMI? Isca? Adiante sim e FPG nom? MpB? CIG? CUT? Sindicatos nom mas "assembleias de precários" sim?


Depois, das paranoias pessoais deste tipo pessado com o tal "comochoconto" (q nom conheço de nada) e com o "terrorismo" melhor passar, nom deveriam desviar-nos do central que sim é bem preocupante.





(N)ada, 13.02.2008 (Id: 10167)

o debate é se o embiguismo determinadas agrupacións van a entender de unha vez como funciona o indy, e non spamear unha e outra vez con novas repetidas para facer do indy o seu voceiro.
o que pode acontecer cando comece a campaña eleitoral e que de súpeto o indy sexa o indy-atreu o cognitario-indy, e que queres que che diga, aburre un pouco,
e se non tempo ao tempo, e que eu saiba só se falou de xestionar cantidades grandes de novas que tinguen dunha cor a columna dereita, non de censurar nada, que tedes máis mala baba, se estivese decidido, queridas, este post non estaria destacado, nun sitio que, por certo non é o seu, pero vese a boa intención do colectivo editorial, que cada vez, me desperta máis simpatía polo que teñen que aturar.





Águeda, 13.02.2008 (Id: 10169)

Boas,

Non servirá de nada tanto ruído. O que sucede é moi simple: que algunha xente non entende o qué é Indymedia.

Pensan que Indymedia é un medio "alternativo" aos mass-media. Claro. E como é "alternativo" entón pensan que algúns partidos políticos deberían poder publicar no CMI. Claro. Comochoconto por exemplo. Cre que como Indymedia é un medio "alternativo" a, poñamos por caso, La Voz de Galicia; entón as noticias de Primeira Liña, Nós-UP, ou cando poñen bombas e tal, entón habería que darlle relevancia en Indymedia.

Pero non.

Indymedia é un mecanismo de loita social ANTAGONISTA cos mecanismos de REPRESENTACIÓN: gobernos, institucións, parlamentos, consellos de administracións... partidos políticos, agrupacións eleitorais, coalicións, bloques, etc etc.

Así que ir a Indymedia a pedir que se permita publicar a un partido político é absurdo. Bastaría decir: mira Comochoconto, é que Indymedia é CONTRA os partidos políticos, todos, sen excepción. Todos buscan o mesmo: poder mediante os mecanismos de representación. E todos acaban no mesmo: pactando co poder, corrompéndose, vendéndose ao mellor postor. E con Indymedia queremos un mecanismo de PARTICIPACIÓN DIRECTA. Non queremos representación, para eso xa está o sistema. Así que non pidas algo que vai contra a natureza de Indymedia.

Claro, así sería fácil. Pero home, chegas aquí, empezas por insultar a todo o mundo, e aínda por riba fas unha proposta que claramente busca darlle cobertura á xente que non a ten por defender a violencia como mecanismo lexítimo de loita, cousa que a maior parte da xente rexeita... e o lóxico é que a xente se sinta insultada, provocada, e que salte.

Simplemente pénsao así: xeneras violencia, recibes violencia. Non ten sentido que te queixes, é exactamente o que provocaches. Asume a responsabilidade.

Hai un dito budista que dí: se non che gusta o que recibes, reflexiona sobre o que ofreces.





joder co funzionario este, 13.02.2008 (Id: 10170)

oye Comochoconto se anduveches metido en mil mobidas sempre metendo brasa é normal que a peña se quede contigo, joder, que un tipo que é funcionario. que anda nos cincuenta tacos e que sempre está montando broncas pois como que chama a atención non? non fai falta ser da pasma para sabelo joder...





engadidor, 13.02.2008 (Id: 10171)

Há quem fala do tema sem ter puta ideia. Poucos parezeram documentar-se adequadamente.

Lendo detidamente as "políticas fundacionais" de Indymedia. Leam atentamente e julguem, pois isto é básico:

 http://docs.indymedia.org/view/Local/Pol%EDticaEditorial

"O imc-galiza asume como própria política editorial do newswire de www.indymedia.org(trad.ao espanhol):

 http://docs.indymedia.org/view/Global/FrequentlyAskedQuestionEs

- "Los partidos políticos y organizaciones también pueden publicar artículos en newswire, pero, al hacerlo, están invitando al lector a un debate público acerca de sus posiciones. Qualquier lector puede responder publicando su comentario a continuación del artículo en cuestión."

- "Las personas involucradas con Indymedia tienen una amplio y personal punto de vista político"

- "Es verdad que muchos organizadores de Indymedia y las personas que publican artículos en los sitios tienen opiniones políticas de izquierda, aún así cualquier individuo elige en que medida involucrarse."

-" No hay nada en ninguna Declaración de Objetivos de Indymedia que declare que las personas involucradas deben ser de un pensamiento en particular, siempre que no trabajen en contra de los valores expuestos por Indymedia."

Mais é melhor nom ler nada e atacar aos que intentam dar o devate a sério. Hipócritas.






o meu nome, 13.02.2008 (Id: 10175)

Entón se deteñen a Mesa Nacional de Batasuna aquí poderíase publicar un comunicado de Fugaemrede ao respecto porque son guais e modernos pero non da FPG porque son un partido e ao Colectivo Editorial non lles mola.

Vaia concepto da democracia, non?





Xan, 13.02.2008 (Id: 10176)

Dóeme moito que metades a Chiapas nesto. Pero qué reduccionismo é ise? Ou é que os da "vangarda revolucionaria galega" vos considerades unha sorte de ELZN? Pero qué barbaridade!!





Furabolos, 13.02.2008 (Id: 10177)

Eu teño lido noticias da FPG, do BNG, de Primeira Linha (a eito) de Nós-UP (tamén)... e todo diós publica o que lle dá a gana, ninguén borra nada agás se cadra durante o período eleitoral, cousa que é perfectamente lóxica.

Entón, a qué ven todo esto? Ou se cadra é que están tratando de controlar o Indymedia os dos partidos políticos e andan a facer ruído?

Eu prefiro que Indymedia siga sendo libre e independente de ningunha ideoloxía. Cada quen que poña o que queira, e que ninguén se queixe se alguén pensa distinto.

E os que estades tratando de controlar Indymedia con partidos políticos, polo menos podiades deixar de insultar.





grelos, 13.02.2008 (Id: 10178)

Ou sexa que primeiro os princípios de indymedia son rexeitables por ser como textos bíblicos... e agora tirades da biblia para poder publicar en Indymedia? Pois se pode publicar Primeira Liña entón tamén pode o BNG, pero vós de qué vades?

E outra cousa sodes incapaces de falar sen insultar e cuspir na xente?





LIBREDOM, 13.02.2008 (Id: 10179)

SE NON TADES CONFORMES CON INDYMEDIA

FACEDE A VOSA WEB

TAN LISTOS QUE SODES PARTIDOS POLÍTICOS E BOMBISTAS

INDYMEDIA LIBRE !!!
GALIZA LIBRE !!!





un, 13.02.2008 (Id: 10183)

debater v.t. Tratar [un asunto] entre varias persoas, xeralmente con puntos de vista distintos, estudando os seus diferentes aspectos.

debate.m. Acto de debater, particularmente cando se fai de maneira organizada.

sego sen entender a insistencia dalgunha xente a falar en termos tales como censura, chiringuito dalgúns,... semella unha obsesión excesiva por enturbiar un debate que non fala nen en clave de censura nin de patrimonialización. este espazo non lle pertence a ninguén, senón ao conxunto das suas usuarias, efectivamente. gosto moito do título do comentario de (n)ada (no desenrolo non concordo tanto, ainda que si en parte): "o problema é xestinar o SPAM".

por outra banda non se trata de clasificar entre movementos sociais e partidos, senón de entender a multiplicidade da nosa realidade, o cal supón promover o que se move polo baixo, o que carece de voceiros, o que se artella a partires da afinidade que xurde do cotiá. Esto non é o chiringuito de catro iluminados, senón a realidade de moitas persoas diferentes na Gz. Priorizar esta info é unha obriga, tanto como entender que a nosa realidade política concreta, ten en determinados procesos estructurais (eminentemete sindicais, mais tamén partidos e filiais) unha importante forza de loita. polo tanto sería absurdo botala fora do indymedia.

en definitiva, a proposta que fala dunha distribución no espazo da info, privilexiando aquela xurdida fora das estructuras representativas, e ubicando esta outra nun espazo propio e tamén visible, segue a ser a melhor proposta polo momento, xa que integra (insisto) as diferentes posturas respecto ao tema.

temos que ter en conta que o acordo ante duas posturas diferentes nunca pode ser nengunha das duas, xa que iso suporía unha victoria violenta dunhas sobre outras. o lóxico é buscar espazos onde todas poidamos estar cómodas: o indymedia permite esta convivencia, quen non o esta a permitir é toda a xente que postea con violencia, sen argumentos, esquecéndose de que este é un portal contra-informativo, non un espazo de debate teórico nen ideolóxico, nen moito menos un ring de boxeo virtual. e por suposto tampouco un espazo onde spamear (e que cada quen faga un pequeno "acto de contricción" sobre isto, se me permitides a imaxe)

ah, por certo! non confundir spamear con empregar o medio (de feito moitas xentes que trabalhan no pais apenas o empregan, interesante obxetivo, que non?). promover os procesos sociais, o común, o colectivo, este é o obxetivo, difundir a disidencia, non facer proseletismo (de nengún tipo)

fortes apertas






zorgh, 13.02.2008 (Id: 10190)

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Sego sen entender a insistencia dalgunha xente a falar en
termos tales como censura, chiringuito dalgúns,... semella
unha obsesión excesiva por enturbiar un debate que non fala
nen en clave de censura nin de patrimonialización.
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Efectivamente, existe esa obsesión, que se te fixas opera do mesmo xeito na rede que nos centros sociais, asambleas, plataformas e toda canta iniciativa cívica xurde neste país. En canto calquera delas acada capacidade de visibilización e relevancia social, é sometida por esa "vangarda revolucionaria" a un proceso de toma de control en primeira instancia, e cando esta falla, de inducción de ruído que impida todo proceso decisional debilitando o proxecto até a súa inanición.

Se cadra non estás a ter en conta que ese foi o proceso que sofreu o CMI Galiza non fai tanto tempo, inducido pola mesma persona e prácticamente nos mesmos termos: Comochoconto, o troll por antonomasia do CMI Galiza.





----, 14.02.2008 (Id: 10191)

Eu en cambio propoño que se privilexien as novas de carácter máis "político", é dicir, estratéxico, frente a temas mais locais e concretos, que teñen a súa importancia pero non se poden equiparar ao outro. É lóxico que non é igual unha mani pola autodeterminación/independencia (de quen sexa) ou do primeiro de maio (de quen sexa) que un conflicto específico dunha parroquia.





comochoconto, 14.02.2008 (Id: 10193)



Acho que "un", umha outra vez, amostra moi bem como deveria ter sido esta proposta.

Aplaudo as suas palavras e, umha vez mais, concordo com o exposto e apoio a moi interesante proposta de como distribuir as notícias priorizando as que provenham de pessoas e/ou colectivos nom vinculados a nengumgha estructura partidária.

Nom vou intervir mais (crio que já digem bastante) e nom vou a entrar ao trapo nas desqualificaçons pesoais por muito que insistades.

Só dizer que no meu ánimo ao prantejar este debate nunca pretendim ser irrespetuoso para com a gente que mantém isto vivo, e crio que elas souberom ve-lo assim desde o momento em que acordarom pôr o meu Contributo-Proposta neste lugar destacado.

Muito obrigado a quem segue querendo fazer deste CMI Galiza um médio alternativo onde todas poidamos compartilhar as nossas notícias sem insultos nem desqualificaçons pessoais.

Como remate, um dito budista, para quem gosta delo (em português, colada de  http://paraserzen.blogspirit.com/tag/apego ):

Noções e conceitos podem ser úteis se aprendermos a usá-los habilmente, sem sermos aprisionados por eles. O mestre zen Lin Chi disse: “Se você vir Buda em seu caminho, mate-o”. Ele quis dizer que, se você tem uma idéia de Buda, ela impede você de ter uma experiência direta de Buda, porque você está preso a um objeto de sua percepção. E o único meio para você se livrar e experimentar Buda é matar sua noção de Buda. Este é o segredo da prática. Se você se prende a uma idéia ou noção, você perde a oportunidade. Aprender a transcender suas construções mentais sobre a realidade é uma arte. Os mestres devem ajudar seus estudantes a aprenderem como não acumular conceitos. Se você carrega noções, nunca será emancipado. Aprender a olhar profundamente para enxergar a verdadeira natureza das coisas, ter contato direto com a realidade e não somente descrever a realidade em termos de noções e conceitos, é a prática.





Águeda, 14.02.2008 (Id: 10195)

Hai, hai, hai. Canta violencia xeneras Comochoconto. Cando dis que non pretendeches insultar a ninguén. Pero baseas as túas mensaxes en insultar e provocar a quen pensa distinto ca tí.

Eso é como o borracho: non estou borracho, non estou borracho. Pero todos e todas vemos que estás borracho, todos vemos que estás enfermo: eres incapaz de falar sen insultar. Incapaz de opinar sen menosprezar a quen pensa distinto. Incapaz de facer postas en común sen polemizar.

Nesta ocasión mesmo chegaches a escribir no CMI usando outra normativa para apoiarte a tí mesmo... carai, eso debería darche un pouco de vergonza non cres? A nova do macaco verde. Chico resulta tan evidente...

E cando a xente te planta cara, denuncia a túa actitude intolerante, protesta pelos teus insultos... cal é a túa resposta? A túa resposta cal é: "Matar".

Pois. Compre que revises o blog do que copiaches e pegaches ese texto. Fíxate no título:

compartilhando um caminho de paz / sharing a path of peace

Compartilhando, Comochoconto. Compartilhando. Non impoñendo. Escoitando: non berrando. Vivindo: non matando. Un caminho de paz Comochoconto. De paz, non de violencia.





politica, 14.02.2008 (Id: 10201)

Los partidos políticos y organizaciones también pueden publicar artículos en newswire





zorgh, 15.02.2008 (Id: 10213)

Pois claro que os partidos políticos poden publicar na coluna dereita. Xa se sinalou no "debate" que o problema non é "quen pode publicar", senón como xestionar o SPAM.

Deixando á marxe o tono xeral de simples provocación de Comochoconto, á que xa non ten afeitos, e deixando de lado tamén a velada acusación que fai á xente do CMI de censurar as noticias, a polémica está provocada polo tenor da "proposta":

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O proselitismo partidário deveria estar circunscrito só a vetar a publicaçom de noticias procedentes dos partidos e agrupaçons eleitorais que desfrutam e abusam desde o Poder.
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Ou sexa, que según San Comochoconto hai partidos políticos bós e hai partidos políticos malos; claro que non nos dí cales son eses partidos políticos bós que sí deberían ter dereito a facer proselitismo partidario no CMI.

O proselitismo partidario, veña do partido político que veña, é merda e como merda debería ser tratado no IndyLixo.





Antom, 15.02.2008 (Id: 10215)

Por tratar de extraer algum tipo de conclusom. Tras ler tudo iste (por momentos cansino) debate:

1º: Que a problemática nom é "Quem pode publicar" tal como proponhia Comochoconto. A problemática é cómo gerir o IndyLixo.

2º: Que Indymedia é umha ferramenta de transformaçom social. Antagónica ao sistema representacional. Nom debe ser entendida tam só como "alternativa" aos mass-media. Pra isso já estam os vozeiros de cada organizaçom. Ou as webs sociais como Chuza, Menéame e demais.

3º Que os partidos políticos podem empregar esta ferramenta. Se bem o proselitismo partidario irá direitamente ao IndyLixo. Comochoconto proponhia (de novo) diferençar entre partidos políticos "bós e malos". Mas a súa proposta desperta mas bem disenso e recelos que confiança ou consenso (de novo).

4º Como activista conhecido, semelha haber um clamor unánime para que Comochoconto rebaixe o nível de agressividade dos seus comentarios. Todos os pontos de vista som válidos e necessarios. Mas os processos de posta em comum nom parecem beneficiarse do despreço e violéncia implícitas que transpiram as súas intervençoms.

Pessoalmente, parabeniçar ao coletivo editorial do IMC Galiza pelo seu trabalho. Animalos a continuar na linha que venhem amosando nos últimos anos.

Saudaçoms.





artur, 15.02.2008 (Id: 10216)

Concordamos ao 100% com as conclusoms de Antom, únicamente como já propuxem no meu comentario, apelar a que se alguem está em desacordo com os princípios da Indymedia o melhor é ponherem em marcha o seu próprio projecto