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8 de março todas á rua
Mracha Mundial das Mulheres , 06.03.2008, (Id: 14668)
8 de Março 2008

Dia Internacional da luita feminista

Nem um passo atrás! As mulheres nom podemos perder direitos.
Levamos um longo caminho andado desde que em 1910 se acordava na Conferencia Internacional Socialista de Mulheres, celebrada em Copenhague, sinalar o 8 de Março como um dia de mobilizaçom e loita polos direitos das mulheres. A nossa sociedade tem avançado cara a onde sonhavam as mulheres que vivírom a Segunda República, e como nem chegárom a imaginar as que tivérom que sobreviver à ditadura franquista. Com todo sabemos que nos queda moito por caminhar. Também sabemos que o que temos conquistado até agora, pode ser-nos arrebatado por interesses políticos, econômicos ou religiosos. Isto é o que sucedeu nas últimas décadas em países como Afeganistão, Iraque,Nicarágua, Egito, EEUU ou Polônia. Isto é o que pretendem as forças reacionárias representadas pola Conferencia Episcopal e a cúpula do Partido Popular.

Assistimos nestes últimos meses a um discurso ameaçador que relaciona um suposto caos social, coa liberdade das mulheres, e co nosso status de cidadás em igualdade, e cos direitos conseguidos até agora. E dos discursos pretende-se passar aos feitos.Assim já se fixo, abrindo processos judiciais a mulheres que se acolhérom à Lei do Aborto, demonstrando-nos que esta lei é insuficiente para proteger e garantir o nosso direito a decidir, e nos deixa desprotegidas ante a reaçom machista. Políticos conservadores,para a nossa intranqüilidade, asseguram que se ganham as eleiçons vam fazer cumprir a Lei do Aborto. É dizer, haverá mais mulheres enjuiciadas, mais clinicas fechadas e mais obxecçom de consciência na sanidade pública. Os discursos nom param aí. Fala-se do divorcio como um mal da nossa sociedade, e desculpa-se a violência machista por falta de paciência e capacidade de sacrifício das mulheres.

Para o nosso assombro, estes políticos, coreados pola Conferencia Episcopal,falam de negar os direitos humanos, o direito à igualdade, a lesbianas e gais, intentando imponher um modelo único de familia. Ademais, o racismo tinge este discurso, que pretende que recuperemos o medo à liberdade de épocas escuras, de exclusom e sofrimento para as mulheres. A situaçom é grave porque falamos da Instituiçom religiosa com mais poder no nosso país e dumha força política majoritária.

A Marcha Mundial das Mulheres recolhe moitos anos de experiência de loita feminista de todas partes do planeta. É por isso que sabemos que quando soam tambores anunciando passos atrás, retrocessos na conquista dos nossos direitos, o melhor jeito de fazer-lhes fronte é a denúncia,a organizaçom e a mobilizaçom. Este 8 de Março, estaremos apresentando autoinculpaçons de ter abortado nos julgados das sete cidades galegas. Fazemo-lo para mostrar a nossa solidariedade coas mulheres enjuiciadas, para denunciar umha lei que nom garante o nosso direto a decidir. Estaremos organizando, ao longo da geografia galega, actos de denúncia e toma de consciência, do que nos jogamos se nos arrebatam o que levamos conseguido. Estaremos visíveis, ocupando os espaços públicos. Estaremos unidas ao resto das mulheres do planeta que sentem a necessidade de cambiar o mundo para cambiar a vida das mulheres, e que hai que cambiar a vida das mulheres para cambiar o mundo.

-Ponte Vedra: Concentraçom às 20 h. na Praça 8 de Março.proibida pelo ‘Delegado del Gobierno’
-Vigo: Manifestaçom às 12 h. con saida da Praça 8 de Março.
-Ourense: Concentraçom às 13 h. diante do Julgado.
-A Corunha: Concentraçom às 12 h. na Praça de Quatro Caminhos.
-Ferrol: Concentraçom às 12 h. diante do Julgado (R/ Corunha).
-Compostela: Concentraçom às 20 h.na praça 8 de Março

feminista, 06.03.2008 (Id: 10504)

A proibição é geral para todas as convocatórias do país assim que com mais ração todas à rua. Não nos calaram.
Feminismo sem trégua!!!





uma, 07.03.2008 (Id: 10511)

Flipada fiquei de ler este panfleto das MMM, seica estám moi contentes com a política desenhada pelo governo do PSOE e temem-lhe à chegada ao poder do PP.

Qualquer diria que o PSOE e cia. estám a fazer grandes avances feministas. Pode que um grande avance seja pôr as eleições o dia 9 para anular o direito à movilização do dia 8. Poda que um outro grande avance seja seguir pagando milhões de euros a uma igreja católica que insulta e criminaliza ás mulheres, em troques de corta-lhes definitivamente a bilha cumprindo o estipulado na sua 'inmaculada constituição' ao respeito de ser um estado aconfessonal. Poda que não cumprir as suas promessas de ampliação do direito ao aborto também seja um grande avance,...

Nunca pensei que ante a proibição do governo PSOE de nos manifestar as mulheres o dia 8 de março, a MMM edite um panfleto dirigido contra o PP e a Igreja e fazendo loas da internacional socialista.

De la Vogue ficará bem contente com tamanha demostração de servilismo





Marcha , 07.03.2008 (Id: 10515)



Este 8 de Marzo seremos visibles en toda Galiza, desafiando as imposicións e recortes de dereitos con imaxinación e firmeza, ni un paso atrás na defensa dos nosos dereitos. Este 8 de Março estaremos na rúa.

Ante a prohibición da Delegación do Goberno en Galiza das manifestaciósn convocadas para o día 8 de marzo “Día Internacional das Mulleres” facemos de todas o posicionamento das compañeiras de Vigo:

1º) A falla de sensibilidade do goberno ao convocar as eleccións o día 9 de marzo, deixando o día 8 “Dia Internacional das Mulleres” invisivibilizado pola convocatoria electoral. Unha vez máis os intereses que prevalecen non son os das mulleres.

2º) Queremos denunciar a actitude cobarde da subdelegación do goberno que a pesar de ter coñecemento da convocatoria da manifestación desde o día 13 de febreiro non se atreveu a prohibila ata onte, día 5 de marzo -amparándose nunha sentenza do Tribunal Superior de Xustiza de Madrid-

3ª) A Marcha Mundial das Mulleres non considera que a manifestación do 8 de marzo, unha manifestación histórica, que se realiza en todo o mundo na mesma data, e que as organización de Galiza vimos convocando desde hai máis de 30 anos, sexa un acto de campaña electoral (acto que estaría prohibido polo artigo 53 da Lei Orgánica de Réxime Electoral Xeral), senón un xeito máis de autoafirmarnos e reivindicar a igualdade de dereitos e de trato para as mulleres.

4º) O Tribunal Superior de Xustiza de Madrid, no se que se basea a Subdelegación do Goberno para prohibir a manifestación, admite que “a manifestación convocada non ten finalidade electoral algunha” .

5ª) A prohibición basease en que a finalidade da xornada de reflexión é a de contribuir a unha formación de vontade libre de quen vai exercer o seu dereito de sufraxio activo ao día seguinte, sen mensaxes nin xestos que directa ou indirectamente poidan rachar esa neutralidade, e non todos os partidos políticos comparte os mesmos postulados respecto ás reivindicacións da muller.