Apresentamos um artigo de opiniom da autoria de Joam Peres, militante independentista, no qual debulha os porquês da posiçom das forças independentista na passada cita eleitoral e os apelos à possibilidade de que, nas Autonómicas 2009, o independentismo galego concorresse com umha única candidatura e dotar dumha expressom eleitoral o rechaço da política institucional e do processo de destruiçom do território erguendo sem complexos a bandeira da soberania nacional. Mas as eleiçons, segundo manifesta o autor, nom som a meta, mas um instrumento para um processo muito mais amplo.
Soto,
13.03.2008 (Id: 10541)
Dá gosto pensar que aínda existe vida intelixente nesta casa...
Pergunteitor,
13.03.2008 (Id: 10542)
Sendo incapazes de por-nos dacordo pa sacar adiante algo tam sinxelo como umha campanha polo direito de autodeterminación a conto de qué pensar em unidades orgánicas e candidaturas electorais?
Um monte de terra que sachar e algúns perdendo o sentido da orientaçom cada vez que se anúnciam eleccçons.
um,
13.03.2008 (Id: 10544)
Está muito bem falar disso do sentidinho, a boa letra e a necessidade de superar ódios e sectarismos num artigo no que se lhe da estopa basicamente a umha das correntes da esquerda independentista.
É curioso que desde a sua tribuna o J.P. reparta credenciais de marginalidade ou inserçom social sem rubor algum, mas sem manifestar que a corrente na que ele se insire é quando menos tam marginal, senom mais, que as outras que integram o movemento soberanista.
Poderia-se, assimesmo, aplicar o conto dos comportamentos cainitas, criaçom de atmosferas irrespiraveis, e pulsons canivais a quem no momento no que cria achar-se numha posiçom maioritária agiu com a prepotência do todo ou nada, e nom estamos a falar de Primeira Linha senom da corrente nucleada a volta da AMI e o que posteriormente se denominou Espaço Irmandinho em casos como o do periodo prévio à 2ª Assembleia Nacional de NÓS-UP.
E se "o sentidinho" no independentismo galego representa-o Joám Peres, milhor fechamos os chiringuitos e dedicamo-nos a outra cousa.
Por outra banda, é evidente que a possibilidade de chegar às autonómicas do 2009 com umha candidatura conjunta do soberanismo exige um trabalho de fundo que permita construir um projecto que cumpla uns mínimos de estabilidade e seriedade.
No caso de cumplirem-se esses mínimos resultaria extremadamente possitiva a experiência, valorando na sua justa medida o peso da concorrência eleitoral; que nom é tam alta como di o discurso do sistema, mas tampouco tam baixa como se empenham em crer desde alguns sectores da esquerda anti-sistémica.
Mas em todo caso, se no seio dos diferentes sectores do soberanismo a actitude e disposiçom cara o resto das correntes que podem converger num projecto comum e semelhante a que manifesta o Joám Peres cara NÓS-Up e Primeira Linha, a cousa parece nom ter muito futuro.
Cameselle,
13.03.2008 (Id: 10545)
Chamouse á abstención, a realidade é que sen moito ánimo e nengunha explciación o que pasa é que naide ten pensado "priorizar a abordagem das questons mais primárias que afectam à construçom e consolidaçom do movimento" porque domina a peorr politicalla e o mirar polo grupiño de cada quen.
Pasa aquí o mesmo que no BNG: grupiños engreidos a disputarse a puñaladas unha tarta miserable? Ata cándo?
gz,
13.03.2008 (Id: 10546)
"um" nom dá um só argumento que rebata o texto e limita-se aos lugares comuns e os ataques ad hominem, ou seja, que pretende cargar-se o mensageiro.
Haberá alguém a estas alturas que pense que co matrimóio PL-UP se pode ir algumha parte? Quem será o parbo que está disposta a comer máis papas de Processo Espiral visto no que dou aquel invento?
Vades ter que admitir que estades máis sós/soias qe la una e qe ninugém se quer sentar ja à mesa com vós nim para os apareitivos.
umha,
13.03.2008 (Id: 10548)
penso que o melhor que podía passar em todas as possiçons do independentismo (todas) se dera umha funda renovaçom de pessoas e métodos. entendo que só assim poderemos construir umha alternativa crivel para o povo trabalhador galego, entendo que é imprescindivel que a alternativa independentista ganhe pesso no conxunto do país e nom só em nucleos ilhados. Máis alá de nominalismos pessoais. Penso que temos capacidade política na base, penso que tod@s deberiamos fazer um exercício de autocrítica, analisse e renovaçom. Na base existe o convencemento de que é indispensavel a unidade, desde a nossa diversidade.
Avante coa esquerda independentista!
Os inimigos estám atacando á Galiza e nós (como sempre) medindo até o infinito quem tem máis ou menos culpa.
gf,
13.03.2008 (Id: 10549)
Ás veces cómpre ler con mais vagar para asimilar mellor o que se está a ler. Na declaración feita pública pola FPG na súa web nacional
http://www.frentepopulargalega.org/index.php?option=com_content&task=view&id=195&Itemid=1
non se fala en momento algún de pedir a abstención.
Mais nada.
Moitas grazas.
J. Peres,
13.03.2008 (Id: 10550)
Efectivamente, há umha má interpretaçom de calado pola minha parte pola que pido sinceras desculpas aos/às companheiras da FPG.
Um saúdo independentista
Um qualquer,
14.03.2008 (Id: 10551)
"Quando em Junho passado constituíamos em Compostela esta emergente organizaçom de massas para a libertaçom nacional..."
Juanillo Perez dixit
11-10-01
Memória histérica...
http://nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=57
anti-NósUPerros,
14.03.2008 (Id: 10552)
"Non é posible formar fóra do BNG unha organización independentista que non sexa marxinal".
Carlillos Morales, empresario da noite lucrado a base se alcolizar universitarios e/ou menores e "sectario geral" da secta PL, "dixit".
Revista "Tempos Novos", Outono 1998.
SQS (Sabemos o que Sodes(,
14.03.2008 (Id: 10553)
Primeira Raia tildadndo de "essencialista" e "mística" a Defesa da Terra.
Como se nota que non saíchedes dos manuais.
http://www.primeiralinha.org/abrente/andre36.htm
obreiro,
14.03.2008 (Id: 10554)
"Consideramos que quem agita a palavra de ordem da Defesa da Terra como eixo central da acçom política do nosso movimento está a cair no erro de ignorar, por mais que o pretenda negar, a realidade mutável da relaçom que @s galeg@s estabelecemos com o território que habitamos."
Abaixo o ruralismo! A ravoluçom é avanço, e nom volta à Idade Média!
Vivam as fábricas e auto-estradas do progresso para o proletariado!
iguais,
14.03.2008 (Id: 10555)
que se AMI; que se Pl, que se moralitos, que se Joam PEres, se sodes tod@s uma panda de esencialistas racialistas. Mas sim é certo o bem que vos definides uns a outr@s e o mal que o fazedes a vós própri@s.
lendo...,
14.03.2008 (Id: 10556)
"umha má interpretaçom de calado"?
Vaia artigo máis chapuzas, que parte dunha falsidade por non entender o que leu. Estamos bos con estes "teóricos".
En vez de "na Terra", case podias asinar con: "na Lúa"...
Pepinho,
14.03.2008 (Id: 10557)
Cada dia que passa observamos como a construcçom de umha alternativa de esquerdas e soberanista constitue umha necesidade imperiosa para o nosso pais. Se sempre foi importante o dotar-nos de um instrumento para a defesa dos principios mencionados anteriormente, nos últimos tempos apresénta-se como mais urgente se cabe. E justifico este argumento ante a evidência da deriva consciente e progresiva por parte do nacionalismo maioritario que representa o BNG cara posturas mais “moderadas”, tanto no que se refire à questom nacional como no que se refire à defesa de políticas de esquerda. Por outra banda, tras a chegada ao poder por parte do BNG, está a aumentar entre importantes sectores da populaçom, incluida boa parte da base social e da militáncia do BNG, a sensaçom de que o BNG nom é quem de satisfacer as demandas do pais e de que nom deixa de ser um mais no circo da política profesional. É obvio que tras esta deriva, fica um espaço por cubrir.
Sem pretender fazer umha pormenorizada e detalhada análise da situaçom do nacionalismo galego, penso que até aquí todos os sectores soberanistas galegos estamos de acordo. Temos a necesidade de constituir umha alternativa política séria à esquerda do BNG e em clave soberanista, e que vaia mais alá da participaçom num proceso electoral, que se bem é importante, nom devemos converte-lo no obxectivo principal do Movimento de Libertaçom Nacional. A participaçom eleitoral debe ser um, entre outros, dos ámbitos de actuaçom de umha organizaçom política, mas nom podemos fazer dela o obxectivo central da actividade.
O seguinte paso seria, pois, estabelecer os pasos ou pautas de cara a converter esta necesidade numha realidade capaz de respostar a todas as demandas sociais e nacionais que actualmente ficam sem atender. Mas aqui é onde comezam os problemas. Depois de vários intentos, como se constrúe umha alternativa política entre diferentes sectores, entre os quais ademais abundam as desconfianças? Como se constrúe umha alternativa que poida aglutinar a todos esses sectores soberanistas e aos/às cada vez mais descontentos/as com a deriva do BNG?
É umha evidência que na actual conjuntura nom podemos aspirar a construir umha organizaçom política da noite para a manhá. A construcçom desta alternativa tem, pois, que construir-se amodo, paso a paso, estabelecendo espaços de confiança. Mas para isso fam falha várias cousas. É preciso de que todos/as nos decatemos de que se pretendemos, e queremos, construir tal projecto, os nossos plantejamentos nom podem triunfar ao 100%; temos que ser quem de ceder e conviver com outros plantejamentos. Por outra banda, é preciso que deixemos atrás comportamentos e actitudes mesquinhas e egoístas, que por desgraça tanto abundam em algúm sector do independentismo.
Isto que parece umha obviedade na teoria, consta-me que na práctica nom está tam claro. Nom creio que estea a descubrir a pólvora com este breve escrito, a construcçom dumha alternativa sólida, que constitúe umha necesidade para a nossa terra, tem que pasar pola posta em marcha de um proceso, que despacio e sem presas, vaia estabelecendo espaços de convivência e confiança, para o qual é preciso abandonar actitudes egoístas e mesquinhas.
A construcçom desta alternativa séria e com posibilidades de acadar resultados prácticos pasa por seguir estas breves linhas, simples e sinxelas na teoría, mas seremos capaces de ponhe-las na práctica? Na rúa a inmensa maioria da base social do independentismo está desejando que se construa tal alternativa, mas os/as que conformam os diversos sectores do independentismo estám dispostos a isto mais alá das boas palavras?
Nom creio que se me poida considerar pesimista, mas nas actuais condiçons, penso que é bastante complicado que se poidam dar pasos cara esse obxectivo. Ogalhá estea equivocado.
Todo pola terra,
15.03.2008 (Id: 10566)
Pois eu vexo todo muito claro. Se todas as correntes excuptuando a de PL coincidem em que esta é o cancro que impede o avanço do soberanismo na Galiza, seria doado prescindir dela.
Se som os de Morais os causantes de que nom se avance na construcçom de um movimento de libertaçom nacional sólido e com futuro, nom temos mais que trabalhar entre nós com essa premisa sobre a mesa. Somos FPG, AMI(...), MpB, sectores da CIG, PRT, PCPG, Locais Sociais... convoquemos umha reuniom sem os de PL, é legítimo e nom impossível. Lancemos algo sem eles ou expulsemolos de onde estejam. Se aínda nom foi feito, será porque nom há tampouco unidade entre as demais correntes (nem para extirpar o cancro).
Ao tempo se os de PL som os culpáveis de todos os males que nos asolam às demais correntes, que sucede? Som eles sós tam fortes como para evitar o avanço de todos os demais?. Eles sós som quenes de que todos os demais nom cheguemos a acordos?
Tal vez a realidade seja outra diferente a que constantemente se conta seguindo a doutrina Goebels.
Sem PL dentro os acordos som iguais de impossíveis. O que é pior, aínda mais impossíveis.
analisando,
16.03.2008 (Id: 10568)
"Todo pola terra", deste a chave: é evidente que antes de existir Primeira Linha (fundado em 1996) nom havia unidade soberanista. Essa unidade existiu na fundaçom da 1ª FPG (nada a ver coa actual), e rompeu em siguida em mil pedaços, sem que nunca fossem recompostos, nem com Primeira Linha, nem sem ela.
É incontestável que até hoje nom foi possível esse acordo de mínimos nem com Primeira Linha nem sem ela. Portanto, haverá que esforçar-se por superar a verborreia sectária do autor desse desastre de artigo, ver os problemas reais e de fundo, com honradez, e tentar solucioná-los.
Mandachover,
17.03.2008 (Id: 10571)
O que se está a debater é consequência do acontecido com PL em relaçom a Nós-up, que é semelhante ao que se passara com o PCLN em relaçom a FPG, ou à UPG com AN-PG.
Na minha opiniom o primeiro é evitar os esquemas organizativos do tipo PARTIDO (UPG/PCLN/PL) dentro (i.e. a dirigir) da UNIDADE POPULAR (AN-PG/FPG/N-up).
outro,
17.03.2008 (Id: 10572)
"A unidade, qualquer umha, for do tipo que for, é impossível de construir com quem olha para os seus aliados com pulsons canívais e com quem demonstra ser incapaz de construir convivências políticas e organizativas produtivas e respiráveis".
o Joám Peres parece que se está a definir a si próprio e a sua trajectória militante...
Os mesmos comportamentos que @s da P.L.
Como propom fazer o contrário do que el mesmo fai e representa no dia a dia, ano trás ano?
Há que predicar com o exemplo
alguém que nom dá acreditado,
17.03.2008 (Id: 10573)
...que quem leva toda a vida militando, e toda a vida militando em solitário pese a ser mais conhecido que o Pupas e estar "mais ligado"(ou menos desunido) a umha corrente que a outras
preconize que a uniom de todos os sectores é imprescindível, etc., etc. (por miuto que isso seja o desejável)
asdf,
17.03.2008 (Id: 10574)
os de sempre atacam as pessoas e a súa integridade mas nom respondem nunca os argumantos. há individuso neste país que levan dando a cara polo independentismo desde antes de que vos saírades do BNG e aínda tedes cara para repartir carnés de legitimidade e excomunions. sodes escória, asi de claro debemos dizi-lo: escória. e com gente desta pasta nom se constrúe. está por ver se as demáis famílias podem entender-se algum día, mas o que é claro é que encanto os de Morais andem polo meio neste país nom hai nada que rascar. punto e final.,
alguém que nom dá acreditado,
23.03.2008 (Id: 10591)
Concordo com que há pessoas, grupos, correntes,
mas, sobretodo, ACTITUDES E MODOS DE (NOM) FUNCIONAR que constituem umha autêntica escória para o nosso movimento, porque som cáncro onde se inserem: P.L., Joám Peres
e mais algum dos seus falsos amigos que tampouco se livra de contar com o trofeo de funcionar como motor desarticulador de colectivos e projectos.
É claro que os projectos de refundaçom e revitalizaçom e, sobretodo, ARTICULAÇOM dum movimento independentista
nom podem estar em maos dos seus maiores desarticuladores, sejam os Joám Peres, os Morais e etc.
Som escória desarticuladora.
mais outro,
25.03.2008 (Id: 10599)
ASDF, deverias de pensar que todo o mundo começa algumha vez
a militar no Independentismo, ou onde for.
Quando o Joám Peres já militava no Independentismo, os da P.L. ainda estavam no B.N.G., certo.
Quando havia gente que estava já coas armas na mam por este país
e no seio de agrupaçons armadas, o Joám Peres ainda estava no B.N.G.
Daquela??
O Peres nom é nengum "histórico" militante independentista