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Resistência global
CMI-Gz , 06.08.2008, (Id: 16662)
Assistimos inexoravelmente a umhas relaçons de dominaçom, opressom e exploraçom cada vez mais globalizadas. Mas, de maneira imparável, globalizam-se também as resistências, os afectos insurgentes e as relaçons de contra-poder. Também na e desde a Galiza: activistas galegas de diversos movimentos, levam tempo realizando um trabalho neste sentido em diversos pontos do planeta.

Nestas semanas várias companheiras galegas uniam-se à Caravana Internacional a Chiapas, que foi submetida a intentos constantes de boicote.

Ao mesmo tempo outro companheiro galego despraçado a Palestina sofria a repressom dos soldados israelitas junto a outros activistas internacionais e companheiros palestinos por participarem nas manifestaçons de Ni'lin contra o Muro. Durante estas manifestaçons produzia-se o assasinato em Ni'lin dum rapaz de 10 anos. Ao dia seguinte, outro jovem era ingressado com morte cerebral por disparos do exército. A repressom continua na vila palestina, co balanço de dous mortos e várias activistas internacionais e palestinas feridas de diversa consideraçom. Mas a luita segue: O Muro, todos os muros, caerám!!

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xxx, 12.08.2008 (Id: 11892)

Paramilitares colombianos amenazan con matar a un brigadista de Askapena.

x Askapena

Las amenazas fueron realizadas mediante una llamada desde Venezuela al movil de brigadista, en ellas le acusaban de ser "vocero" de las FARC.

Las amenazas fueron hechas por una persona que decía hablar en nombre del grupo paramilitar “Aguilas Negras” , mediante una llamada realizada al teléfono movil. En la llamada le acusaba de ser “vocero de las FARC” y le relataba las amenazas que este grupo suele realizar, asegurando que ellos cumplen las amenazas.

Askapena está trabajando las denuncias de estos hechos tanto en Euskal Herria, como en Venezuela, ya que , las amenazas fueron realizadas desde un teléfono de Venezuela. Es conocido que los paramilitares colombianos (ahora “Aguilas Negras”, y antes AUC y Convivir) tienen miembros tanto en Venezuela, como en el Estado español, y la historia negra que precede a este grupo nos obliga a tomar muy en serio estas amenzas.

 http://www.lahaine.org/index.php?p=32204