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Agressom em Gaza: Paremos a ocupaçom!!
Cmi-Gz , 30.12.2008, (Id: 18042)

Sem temor a enganar-se, o brutal ataque que está a padecer Gaza é o pior sucesso desde os meses máis crudos da guerra no Iraque. Falar de hecatombe humanitaria é falar hoje de Gaza.

Hoje, desde os diversos espaços da Palestina Histórica até na propria Galiza começam-se a mover os protestos globais.

Infos detalhadas (por M. Vazquez)

Chamamento dos comités populares palestinos

Grupos de solidariedade desde Galiza:Galiza por Palestina | | FugaEmRede

Globais e internacionais na Palestina: Free Gaza | | PSP | | ISM

Contramedios1 e Contramedios2



Koldo Campos Sagaseta (trad comochoconto), 02.01.2009 (Id: 12803)



Perdeu-se umha comum palavra, entroutras quantas, que sempre está presente nas primeiras páginas dos jornais, dessas que nunca falham e soem ser o ponto de partida de qualquer noticiário que se preste, umha palavra já case familiar, tam cotidiá como os bos dias ou o vicinho no portal. Perdeu-se umha palavra que já nom nos alarma que apareza com tanta reiterada insistência nos primeiros planos do mundo que nos amossam os grandes médios de comunicaçom, pero que nos sorprende quando falha, por ejemplo, ante o manifesto e reiterado atentado terrorista israelita sobre a cidade de Gaza.

Falam-nos de “ofensiva aérea”, de “bombardeios”, de “cifra de mortos” , de “sangue”, de “tregua rota”, de “represália”, de “desproporçom na resposta”… mas, em nengum caso, essa comum palavra doutros dias atopa acomodo nissos grandes médios que se tenhem por equânimes e enchem-se a sua boca e os seus petos com soflamas morais sobre a nom violência e a tolerância, sobre o respeito aos valores democráticos e aos direitos humanos.

Centos de mortos baixo os impactos de decenas de misis lançados desde o ar sobre umha cidade... e nem umha so mençom ao TERROR. Umha cidade sitiada, acurralada, prácticamente sem serviços, sem defesas, as bombas que reiteram a massacre… e nem umha só mençom ao TERROR. Corpos destroçados de palestinianos mortos tendidos nas ruas, sangue que corre pelas maos, mulheres sepultadas, meninos rotos, memórias que se crispam e ameazam… e nem umha só mençom ao terror.

Eu nom sei onde poida estar essa palavra, baixo qué siniestra chave está agochada, pero sí sei quem a tenhem sequestrada, quem a amossam e a agocham à sua ética conveniência, quem a quitam e a ponhem dependendo de que essa palavra, agora impronunciável, ofenda os seus ingressos ou aplauda as suas vergonhas.

O TERROR israelita também tem o seu ENTORNO.



Tasio (trad comochoconto), 02.01.2009 (Id: 12805)

a família Foder
a família Foder

corresponde-se com o comentário antérior