- Contido de publicación aberta de mulher http://galiza.indymedia.org/gz/mulher-newswire-content.rss - Contido de publicación aberta de mulher Galiza Indymedia Open Content License, http://www.opencontent.org 2008-03-15T16:48:25+01:00 Video da acción e manifestación feminista do 8-M en Vigo http://galiza.indymedia.org/gz/2008/03/14721.shtml Este 8 de marzo, marcado pola ilegalización das tradicionais mobilizacións desta data, transcorreu en Vigo con especial movemento e sorpresas.. Unha mostra esta peza audiovisual Este 8 de marzo, marcado pola ilegalización das tradicionais mobilizacións desta data, transcorreu en Vigo con especial movemento e sorpresas.. Unha mostra esta peza audiovisual ]]> Unhas horas despois de que comezara o 8 de marzo unhas feministas quixeron mudar a cidade de Vigo. <br /> <br />Primeiro encheron farolas, marquesinas e paredes da Praza da Industria con imaxes de mulleres traballando, realizando tarefas vitais, que as veces parecen resultar invisibeis para moitos. <br /> <br />Despois dedidiron asaltar o monumento ao traballo que está nesta praza, que é un ferreiro masculino. <br /> <br />Con tecido morado e unha faixa co lema "Mulheres em pe: Da-lhe umha martelada ao machismo", travestiron ao ferreiro para criticar esta construción simbólica e comezar deste xeito a xornada de (i)reflexión. <br /> <br />Ao longo da noite houbo grupos de mulleres berrando nas paredes da cidade e pendurando faixas con lemas como "Pola independencia da loita feminista: Non nos manipulan". <br /> <br />Ás 12 da mañá, e na Praza 8 de marzo, comezaba a chegar a xente convocada para a mobilización que saía desta praza e remataba diante dos xulgados, onde se ían entregar as autoinculpacións recollidas polo aborto. <br /> <br />No video hai un pequeno resumo tanto da acción, como da manifestación, na que un numeroso grupo decidiu ocupar as rúas e manifestarse, máis alá das prohibicións e demais parvadas. <br /> <br />Parabéns a todas as mulleres, e especialmente ás da Assembleia de Mulheres de vigo. <br /> <br />A vitoria é nosa! <br /> <br />Podedes consultar o video de todo isto na seguinte ligazón: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://piratasgz.blip.tv/file/727028/">http://piratasgz.blip.tv/file/727028/</a> 2008-03-08T19:58-07:00 piratasgz http://piratasgz.blip.tv pt 8 de Março : Orgulho de mulher http://galiza.indymedia.org/gz/2008/03/14677.shtml No nosso mundo globalizado convivem uns outros mundos muito longe desta suposta sociedade próspera e desenvolvida, às vezes ao lado nossa. <br /> No nosso mundo globalizado convivem uns outros mundos muito longe desta suposta sociedade próspera e desenvolvida, às vezes ao lado nossa. <br /> Quem sofre a opressão, fome e miséria com quase total aussência de perspectivas somos todas e todos os trabalhadores e trabalhadoras, mas acentua-se gravemente no caso das mulheres e as suas filhas e filhos. <br /> <br />- As cifras cantam : 2/3 dos 300 milhões de crianças que não têm aceso à educação são mulheres e como resultado são os 2/3 de analfabetas do mundo (880 milhões). <br /> <br />- Uma de cada três mulheres no mundo, padece qualquer tipo de maltrato ou abuso, e não o dizem os anarquistas senão a ONU. Destas mulheres uma quarta parta sofre maltrato no embaraço. <br /> <br />- Ao ano produzem-se no mundo arredor de 50 milhões de abortos, dos que 20 são praticados em condições muito perigosas, e dos que um importante número são selectivos (em Índia, China o número de mulheres cai até chegar a menos do 30% da população), induzidos pela própria sociedade patriarcal e pelo estado. Não vou entrar no infanticídio ou abandonos em função do sexo pois todas conhecemos o que significa nascer mulher em muitos países. <br /> <br />A olhada de género e de classe, constata que o capitalismo ceba-se nos mais vulneráveis e de jeito selvagem : milhões de mulheres (nenas e nenos as mais das vezes) entram a trabalhar nas fábricas da roupa que consumimos no chamado “primeiro mundo”, com jornadas de trabalho esgotadoras, sem ensino e sem infância, sob a mais completa exploração capitalista. <br />As diferenças salariais são reais : na Galiza as mulheres percebem pelo seu trabalho uns 4600 € menos de média ao ano e nos postos de maior responsabilidade chega a ser 3 vezes mais. Nestes dados não entram as empregadas do lar o que faria medrar ainda mais a distancia entre uns e outras. <br /> <br />Que acontece em quanto estes milhões de seres humanos caem enfermos ? Simplesmente o capital procura outras mulheres e crianças que ocupem o seu lugar na cadeia e umas outras mulheres cuidarão deles. <br /> <br />- Cada ano mais de 2.000.000 de nenas são enviadas ao comércio do sexo (comércio que que ocupa o terceiro posto de rentabilidade no mundo do capital após a indústria de guerra e a farmacêutica) e 4.000.000 de mulheres e meninas são vendidas ou compradas para um prometedor futuro : matrimónio, prostituição ou escravidão. <br /> <br />- O desemprego das trabalhadoras é quase o dobro que o dos trabalhadores. Perante os anos de crise económica essas distâncias aumentam e como não a discriminação e a desigualdade de oportunidades é uma constante, e provoca que a média salarial feminina seja um 30% menos que a masculina. O emprego gerado para as mulheres é de menor qualificação e mais eventual. Só temos que ir de manhã em qualquer autocarro do rural e vemos que centos de mulheres vêm trabalhar a diário no serviço doméstico o sector mais precarizado de todos no mundo laboral e sem direitos plenos, ao arbítrio dum patrão (as mais das vezes patroa). A situação laboral deste colectivo de trabalhadoras “serviço do lar” põe em evidência que aparte duma olhada de género, é necessária uma olhada de classe. <br /> <br />- Como libertárias pensamos que as duas olhadas (de género e de classe) são imprescindíveis para que se poda criar coa nossa luta, coa nossa solidariedade, unhas relações sociais diferentes que nos façam avançar para um mundo novo. Temos que reivindicarmos a esses milhões de mulheres que nos precederam na luta pelos nossos direitos e a nossa emancipação, e como anarquistas lembrar a “Mujeres Libres” que já no ano 1936 souberam levar à mulher trabalhadora a uma luta de classe e pela emancipação. O orgulho de sermos mulheres e trabalhadoras : plantar-lhe frente a um mundo capitalista e insolidário que nos leva da mão como eternas crianças e nos explora de jeito selvagem. <br /> <br />- A violência de género não se soluciona com leis senão com a solidariedade de todas e todos para com as vítimas. O apoio não deve ser meramente assistencial como agora senão de conceito. O abuso, acosso ou maltrato supõe o exercício do poder mais absoluto, negando a identidade do outro, submetendo a uma outra pessoa, anulando-a. <br /> <br />- A trabalhadora é explorada por trabalhadora, mas também por ser mulher. Temos claro que há muitos trabalhadores em precário, sem contrato, sem direitos, morrendo por miles de acidentes laborais, mas para a mulher só por questão de género soma-se uma injustiça diferencial que não se pode ignorar. (casos de companheiras despedidas por exercer o direito à maternidade). <br /> <br />- Outra forma de exercer o capital a discriminação contra das mulheres é o invento de categorias : A para determinados trabalhos e B para outros, dentro dum convénio colectivo por exemplo. Há casos de convénios de limpeza (outro sector onde o feminino é maioritário) onde limpar os vidros é A (masculino) e fregar os pisos B (feminino). Quem fez a lei, fez a trampa. Prometem leis que “amparem” às mulheres para conciliar vida familiar e laboral , taxas para igualar o número e categoria laboral a homes e mulheres ; cotas de participação. Em definitiva nos “enroupam” mas não se nos libera das cárregas . Temos nós que conciliarmos a vida laboral e familiar ; temos nós que nos esforçar para ser “alguém” na empresa ; temos que ser submissas e aceitar o que nos dão. <br /> <br />Não nos deixemos enganar pelos cantos de sereia. Neste século XXI as mulheres trabalhadoras seguimos a ser exploradas o dobro : como trabalhadoras e como mulheres. Nestes tempos é mais necessário que nunca a união, a solidariedade, o apoio mútuo e sobretudo a organização das mulheres, para que um dia se poda viver sem estereótipos nem modelos sociais que nos oprimam, para que um qualquer dia vivamos sem exploração, e esse novo mundo o conseguiremos entre todas e todos coa nossa luta diária. A emancipação social não será possível se nós seguimos a ser escravas. 2008-03-06T17:38-07:00 CNT-compostela http://www.cntgaliza.org pt NÓS NOM PARIMOS, NÓS DECIDIMOS http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14523.shtml <p>Sábado 8 de Março, Ourense</p><p>Baixo a legenda "Nós nom parimos, nós decidimos" os machos do circo eleitoral da política institucional tiram as suas caroutas. Machistas disfarçados de progres ou fascistas, todos defendendo os mesmos interesses: o direito que o sistema outorga aos homens a decidir e organizar a vida e os corpos das mulheres...</p> <p>Sábado 8 de Março, Ourense</p><p>Baixo a legenda "Nós nom parimos, nós decidimos" os machos do circo eleitoral da política institucional tiram as suas caroutas. Machistas disfarçados de progres ou fascistas, todos defendendo os mesmos interesses: o direito que o sistema outorga aos homens a decidir e organizar a vida e os corpos das mulheres...</p> ]]> <p>Abonda de hipocrisia! Que os machos o digam claro: Nós nom parimos, nós decidimos! Que já depois lhes respostaremos....</p><p>Nos últimos messes tivemos que aturar a politicuchos, opinólogos, curas e outros machistas convertindo em slogam de campanha eleitoral o nosso direito ao ABORTO.</p><p>Esta é a democracia que nos oferece este sistema às mulheres: nós parimos, eles decidem.</p><p>Já estamos fartas!</p><p>Sabemos que todos os direitos que nos reconheceu esta farsa democrática, ganhamo-los na rua e na luita, e ali estaremos este 8 de Março, com o nosso próprio acto eleitoral... Vota Machos!</p><p>-Sábado 8 de Março diante do Obispado a partir das 11 h, mesa informativa do Vota-machos</p><p>-Sábado 8 de Março diante do julgado a partir das 13 h, onde acudirám a concentraçom convocada pola MMM........</p><p>Vemonos na rua!</p><p>Lerchas</p> 2008-02-26T13:32-07:00 Vota-Machos http://lerchas.blogspot.com pt proxección de History Lessons http://galiza.indymedia.org/gz/2008/02/14369.shtml proxección de History Lessons proxección de History Lessons ]]> XOVES 21 de febreiro ás 21:00h no C.S.A. Atreu! <br />(Travesía San Xosé 2) <br /> <br />dende Nomepisesofreghao querémosvos convidar á proxección e posterior debate sobre o filme: <br /> <br /> <br />HISTORY LESSONS <br /> <br />dirixido por BARBARA HAMMER <br /> <br />EEUU | 2000 | 65' <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />Filme irreverente que recupera a historia negada do lesbianismo na cultura popular do século XX, centrándose no ámbito estadounidense, a partires da mestura de diversos fragmentos de material de arquivo: cine erótico dos anos vinte e trinta (feito no seu momento para unha audencia exclusivamente masculina), documentais de educación sexual, Leni Riefenstahl, William Wyler, melodramas de serie B, anuncios televisivos ou cine doméstico. Manipula estas imaxes de procedencia heteroxénea coa intención de simular unha maior presenza das lesbianas na sociedade, como sucede co fragmento da Conferencia de mulleres presidida por Eleanor Roosevelt. Toda unha lección de montaxe e de apropiación que ilustra o proxecto desta cineasta feminista de crear un cinema que actúe á vez de forma intelectual e subliminal sobre a mente d*s espectador*s. <br /> <br /> <br /> <br />Máis información en www.barbarahammerfilms.com 2008-02-20T01:43-07:00 nomepisesofreghao pt IV Edición de la Exposición virtual fotográfica de Ciudad de Mujeres: "Mujeres vistas por mujeres: una mirada de género" http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/14103.shtml Exposición fotográfica virtual que pretender recoger la visión de las mujeres por ellas mismas, organizada por Ciudad de Mujeres. Exposición fotográfica virtual que pretender recoger la visión de las mujeres por ellas mismas, organizada por Ciudad de Mujeres. Ciudad de Mujeres convoca su Exposición virtual fotográfica a la que os invita a participar sin más requisito que ponerse unas gafas violeta y coger una cámara de fotos para fotografiar mujeres. <br /> <br />En cada edición el número de participantes ha ido aumentando. Una vez más esperamos que os animéis y que podamos superar la cifra de años anteriores. Iugalmente te agradeceríamos que difundas este mail entre todas tus conocidas. <br /> <br />No dudéis en consultarnos cualquier duda o en hacernos llegar cualquier sugerencia. <br /> <br />Aquí os dejamos las Bases. <br />Un cordial saludo <br />Ciudad de Mujeres <br />BASES <br /> <br />1º PARTICIPANTES: <br />La participación esta abierta a todas las mujeres de cualquier parte del mundo. <br /> <br /> <br />2º CALENDARIO: <br />La exposición virtual se exhibirá con motivo del Día Internacional de las Mujeres, por lo tanto se podrá ver en <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.mujeresvistaspormujeres.com">http://www.mujeresvistaspormujeres.com</a> a partir de la segunda semana de marzo. <br /> <br />El envío del material fotográfico se puede realizar hasta el día 4 de marzo de 2008 a las 24:00h. <br /> <br /> <br />3º CONDICIONES TÉCNICAS: <br />Cada participante podrá presentar un máximo de 3 fotografías <br /> <br />Podrán ser realizadas en Blanco y Negro o en Color. <br /> <br />Las fotos deben tener formato electrónico (preferentemente JPEG) independientemente de la forma en que hayan sido obtenidas. Por lo tanto tienen cabida aquéllas hechas con una cámara digital o con una analógica y posteriormente escaneadas. <br /> <br />No se exige ninguna resolución ni medidas específicas, pero se recomienda un tamaño mínimo de 1600 x 1200 píxeles. <br /> <br />Cada fotografía deberá ser titulada. <br /> <br />Se sugiere que cada una de las fotografías se acompañe de un breve texto en alusión a la misma. <br /> <br /> <br />4º ENVIO <br />Los envíos, que pueden realizarse fotografía a fotografía, deberán contener: <br /> <br />Datos de la Autora: <br />- Nombre <br /> <br />- Seudónimo o nick (si se prefiere como opción para firmar las obras) <br /> <br />- Correo electrónico <br /> <br />Datos para cada fotografía: <br /> <br />- Título <br /> <br />- Texto relacionado <br /> <br />- Nombre del archivo fotográfico <br /> <br />Deberán ser remitidos poniendo en el asunto “Exposición virtual” a la siguiente dirección electrónica: <br /> <br />exposicion (at) mujeresvistaspormujeres.com <br /> <br /> <br />5º DERECHOS: <br /> <br />La remitente del envío fotográfico debe ser la única titular de los derechos de autora de las fotografías enviadas y asegurarse de que terceras personas no puedan reclamar ningún derecho con respecto a las fotografías presentadas. <br /> <br />La autora cederá expresamente a Ciudad de Mujeres las fotografías presentadas para su reproducción y exhibición dentro del marco de la Exposición “Mujeres vistas por Mujeres: una mirada de género”. Dicha muestra podrá ser llevada a cabo de forma virtual o materializada en cualquier otro formato siempre que conserve la finalidad de la misma y su reproducción no comporte ningún tipo de lucro. En todos los casos las obras serán expuestas siempre con el nombre de la autora o el nick escogido por la misma. <br /> <br />La propiedad de las obras en cualquier caso siempre será de las autoras de las mismas. <br /> <br />info (at) ciudaddemujeres.com <br />Ciudad de Mujeres <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.ciudaddemujeres.com">http://www.ciudaddemujeres.com</a> <br /> 2008-01-31T20:39-07:00 Ciudad de Mujeres http://www.mujeresvistaspormujeres.com/ es 7ª Crònica. Fuga Em Rede. Grupo Mèxico. 07/08 http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/14102.shtml presxs liberadxs de atenco e la otra campaña presxs liberadxs de atenco e la otra campaña ao distrito federal fomos para asistir a un evento de la otra campaña <br /> <br />contra la represion y en solidaridad con las comunidades zapatistas <br /> <br />cun xantar popular unhas platicas e a proxeccion da pelicula el violin <br /> <br />pero nas presentacions o evento se ocupou dunha fermosa nova <br /> <br />sete persoas presas nos sucesos de atenco sairon onte do penal <br /> <br />i esta tarde estaban duas delas entre nos con outras expresas <br /> <br />xa cando estabamos tomando uns tacos a chegada delas <br /> <br />probocou inmensas apertas e bagoas que non se podian conter <br /> <br />e agora desde a mesa son chamadas para que as recoñezamos <br /> <br />mariana selvas di ni un paso atrás e lembra as 19 persoas que seguen dentro <br /> <br />guillermo selvas pede que suba a falar a sua guia espiritoal e tamen expresa <br /> <br />magdalena que interven na sua lingua mazahua e no castilla <br /> <br />e o doctor guillermo di que aunque no nos conozcamos <br /> <br />tenemos un mismo rostro el rostro de la lucha y la dignidad <br /> <br />unha platica sobre a embestida do estado mexicano <br /> <br />contra as comunidades zapatistas e outra da autonomia e da guerra en chiapas <br /> <br />a primeira polo capise e a segunda pola revista rebeldia <br /> <br />deron paso a proxeccion dunha premiada pelicula en diversos paises <br /> <br />que tardou ano e medio en estrearse en mexico por ser sobre indios <br /> <br />en branco e negro sen protagonistas coñecidos mui lenta... <br /> <br />e sobre un espacio de conflicto en mesoamerica cecais chiapas <br /> <br />e a musica ao vivo de guitarras guitarrons violinos e voces <br /> <br />foi o ponto e seguido de la otra campaña <br /> <br /> <br />logo fomos a atenco a atoparnos con varias xeracions de macheteirxs <br /> <br />a comunidade parece que se vai levantando pero ainda hai muito medo <br /> <br />e hai feridos anonimos que merecian a cronika que non vos podemos escribir <br /> <br />como si podemos lembrar as verbas dunha cativa sinalando a foto <br /> <br />da liverdade do seu pai pegada no panel na praza da vila <br /> <br />mira aquí está mi papa dixonos sen coñecernos toda orgullosa <br /> <br />e o pai que non para de darnos as gracias e apertas polo noso apoio <br /> <br />somos amigos aunque no nos conociamos somos amigos <br /> <br />estamos en la misma lucha <br /> <br />o dia seguinte compartimos un percorrido didactico <br /> <br />polas desecadas pero ainda fertiles e descoñecidas chairas de atenco <br /> <br />onde se queria e ainda se quere construir o aeroporto <br /> <br />un veterano compañeiro vai falar da alga espirulina para unha reportaxe <br /> <br />e ofrecenlle machete e paliacate pero el bota a man ao bolsillo e di <br /> <br />el sombrero y el paliacate nunca los dejo <br /> <br />porque es como si andara en calzoncillos <br /> <br /> <br />e seguimos cara texcoco e subimos ao penal el molino de las flores <br /> <br />como adherentes de la otra campaña <br /> <br />o noso pequeno apoio pues formar parte do planton unhas horas <br /> <br />se na saida das sete persoas presas houbo sobre cincocentos apoios <br /> <br />cando nos chegamos ao campamento so eran cinco e catro chegarian na noite <br /> <br />compartir experiencias delxs e dos nosos colectivos <br /> <br />compartir os xogos o frio e os tempos mortos da resistencia <br /> <br />facer unhas guardias na noite do planton para que elxs descansen <br /> <br /> <br />df atenco molino de las flores 28-1-08 2008-01-31T18:02-07:00 Fuga Em Rede http://global.fugaemrede.info gl Eu tambien abortei... ¡¡Tantas veces!! http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/14062.shtml Quen decidirá citarme a declarar? Quen decidirá citarme a declarar? ]]> Quen violase o meu vagina daqueles días que deixo de sangrar? <br /> <br />Quen vulnerase a miña intimidade? <br /> <br />Recordo que alguén subiu á lúa e as viaxes de ida e volta á Europa despenalizada. <br /> <br />A soidade e a incerteza do que incumbe ao xénero do non desexado. <br /> <br />As voltas dunha mente só feminina que non está para criar. <br /> <br />Eu tamén abortei, tantas veces que deixe de contar. <br /> <br />Contar mulleres de idades adolescentes e menopáusicas,salas de espera onde se dan cita decisións dolorosas,para seguir coa vida que nos espera ao cruzar a porta do que nos quitan. <br /> <br />Aborto todos os días, nas viñetas de Mafalda, por non poder parar o mundo e apearme desta farsa globalizada. <br /> <br />Aborto como dereito e digo se á vida que roxe e tira murallas. <br /> <br />Aborto e ábrome de pernas para expulsar guerras,desterrar invasións e desaloxar economías bolsistas,que nos enajenan de liberdades humanas. <br /> <br />Eu tamén abortei de embarazos non desexados en clínicas abortistas, victima de tantas violacións, tantas veces, que deixe de contar. <br /> <br />LQSomos. Turón Val. Xaneiro 2008 <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.loquesomos.org/lacalle/losotrosyyo/Tantasveces.htm">http://www.loquesomos.org/lacalle/losotrosyyo/Tantasveces.htm</a> 2008-01-28T23:19-07:00 LQSomos http://www.loquesomos.org gl A Marcha Mundial das Mulleres convoca HOXE concentracións polo dereito ao aborto. http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13949.shtml Diante das agresións e vulneracións de dereitos que veñen sucedendose nas últimas semanas, e que están afectando tanto a mulleres que interrumpiron o embarazo, como ao persoal que traballa nas clínicas onde se realiza a IVE, o próximo mércores 23 de xaneiro (hoxe), a Marcha Mundial das Mulleres convoca concentracións en varias cidades do país: Diante das agresións e vulneracións de dereitos que veñen sucedendose nas últimas semanas, e que están afectando tanto a mulleres que interrumpiron o embarazo, como ao persoal que traballa nas clínicas onde se realiza a IVE, o próximo mércores 23 de xaneiro (hoxe), a Marcha Mundial das Mulleres convoca concentracións en varias cidades do país: Hai case 30 anos o xuízo a 11 mulleres de Basauri por ter abortado iniciou unha longa campaña do movemento feminista polo dereito ao aborto. <br />Dimos pasos moi ousados nos que desafiabamos aberta e descaradamente a legalidade vixente, nunha campaña sostida ao longo de varios anos: dicindo que dabamos enderezos e información para abortar, autoinculpándonos de ter abortado, ou ter colaborado na realización de abortos, ou mesmo por realizalos. como xeito de loita, para poñer entre a espada e a parede ao poder xudicial e ao poder executivo. <br />Non se atreveron a xulgarnos (aínda que se abriron dilixencias a 8 militantes feministas que afirmaron a autoría material dun aborto practicado na cidade de Vigo e que así o testemuñaron diante do xuíz que as chamou a declarar no mes de setembro do ano 86). <br />Hoxe, tantos anos despois, as actuacións xudiciais que levaron á garda civil a entrar na casa das mulleres para citalas a declarar por ter abortado, ten xerado unha situación de indignación que nos retrotrae a épocas pasadas. <br />Ante todo queremos manifestar o noso total apoio e solidariedade con estas mulleres. <br />A persecución que sufriron é un ataque a todas e unha ameaza ao dereito de decidir, polo que desde a Marcha Mundial das Mulleres iniciamos unha campaña de autoinculpacións que entregaremos no xulgado o 8 de marzo. <br /> <br />ESIXIMOS AO GOBERNO E AOS PARTIDOS POLÍTICOS UN COMPROMISO CLARO E DECIDIDO PARA MODIFICAR A ACTUAL DESPENALIZACIÓN PARCIAL DO ABORTO, ACABANDO COA INSEGURIDADE XURÍDICA QUE XENERA. <br /> <br />ESIXIMOS QUE A NOVA NORMATIVA GARANTA E RESPECTE O DEREITO DAS MULLERES A INTERRUMPIR VOLUNTARIAMENTE O SEU EMBARAZO, ASEGURANDO QUE ESTAS INTERRUPCIÓNS SE FAGAN DE FORMA NORMALIZADA NA REDE SANITARIA PÚBLICA: <br />ABORTO LIBRE E GRATUITO NA SANIDADE PÚBLICA <br /> <br />concentracións polo pais: <br /> <br />* LUGO Praza do Concello ás 20hs <br />* VIGO diante do MARCO ás 20hs <br />* CORUÑA no Obelisco ás 20:30 <br />* COMPOSTELA no Toural ás 20hs <br />* FERROL diante do Edificio da Xunta ás 20hs <br />* PONTEVEDRA na Praza 8 de Marzo ás 20hs 2008-01-23T10:21-07:00 eu tamén abortei http://feminismo-galego.blogspot.com/ pt Todo listo para operación humanitaria en Colombia. http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13794.shtml En declaraciones desde la Casa de Nariño, el Comisionado para la Paz, Luis Carlos Restrepo, expresó la disposición del gobierno a garantizar el rápido desarrollo de la operación, que sería realizada de conjunto entre Venezuela, Colombia y el Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR) <br /> En declaraciones desde la Casa de Nariño, el Comisionado para la Paz, Luis Carlos Restrepo, expresó la disposición del gobierno a garantizar el rápido desarrollo de la operación, que sería realizada de conjunto entre Venezuela, Colombia y el Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR) <br /> Todo listo para operación humanitaria en Colombia. <br /> <br /> <br />Bogotá, 9 ene.- Prácticamente todo se encuentra listo en Colombia para culminar este jueves la operación humanitaria para la liberación por la guerrilla de la ex candidata a vicepresidenta Clara Rojas y la ex diputada Consuelo González, informó PL. <br />El ministro de Defensa, Juan Manuel Santos, informó en declaraciones a RCN Televisión, que ya los militares tienen las coordenadas del lugar donde las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) entregarían a ambas mujeres. <br />Señaló que el centro de la operación será la ciudad de San José del Guaviare, en el sur oriente del país, lugar más cercano desde el cual los helicópteros de la Cruz Roja Internacional (CICR) podrán volar al punto donde la guerrilla entregará a las retenidas. <br />Añadió que desde allí las naves regresarán a Venezuela. <br />Santos dijo además que fue autorizada por el gobierno colombiano la entrada al país de dos helicópteros, que volarán desde Venezuela hasta San José del Guaviare, con emblemas de la Cruz Roja Internacional y miembros de esa institución. <br />El ministro aseguró que en la zona de las coordenadas no habrá operaciones militares, pues ya fueron dadas las instrucciones para que las fuerzas del ejército que se encuentren en las cercanías se abstengan de realizar cualquier tipo de acción. <br />La operación para la liberación de Rojas y Perdomo se reactivó hoy tras informar el presidente venezolano, Hugo Chávez, que ya tenía en su poder las coordenadas entregadas por la guerrilla y establecerse de inmediato contactos entre las autoridades de Caracas y Bogotá. <br />En declaraciones desde la Casa de Nariño, el Comisionado para la Paz, Luis Carlos Restrepo, expresó la disposición del gobierno a garantizar el rápido desarrollo de la operación, que sería realizada de conjunto entre Venezuela, Colombia y el Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR). <br />El 9 de diciembre el secretariado de las FARC decidió liberar a Clara Rojas, su hijo Emmanuel y Consuelo González, y pocos días después se puso en marcha una operación encabezada por Venezuela y con el acompañamiento de delegados de siete países. <br />Sin embargo, la misión pareció destinada al fracaso cuando el 31 de diciembre el presidente Alvaro Uribe acusó a las FARC de incumplir por no tener en su poder a Emmanuel, que estaría en una institución benéfica en Bogotá. <br />En un comunicado fechado dos días después las FARC reconocieron que el pequeño se encontraba al cuidado del Instituto de Bienestar Familiar y reiteraron su disposición de continuar adelante con la liberación de Clara Rojas y Consuelo González. <br />Entre tanto, Notimex informó que las operaciones militares en la zona de entrega de las rehenes Clara Rojas y Consuelo González, en el sureste colombiano, serán suspendidas este jueves durante 12 horas, según el ministro de Defensa, Juan Manuel Santos. <br />'Hemos autorizado suspender operaciones ( militares) de las seis de la mañana a las seis de la tarde, tiempo suficiente para realizar la misión humanitaria', dijo Santos en una corta conferencia de prensa en el ministerio de Defensa. <br />El titular de la cartera aseguró que el Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR) está de acuerdo con el tiempo otorgado por el gobierno colombiano para garantizar el desarrollo de la operación humanitaria. <br />El funcionario aclaró, sin embargo, que el gobierno será flexible en el plazo de las doce horas, si por alguna circunstancia, como las del clima, se tiene que ampliar. <br />De acuerdo con EFE, las FARC revelaron este miércoles al Gobierno de Venezuela las coordenadas para recoger a dos rehenes que serían liberadas, e inmediatamente Caracas y Bogotá, junto al Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR), iniciaron preparativos para la misión humanitaria. <br />Las dos mujeres son las mismas que esa guerrilla ofreció liberar el año pasado, informó el presidente venezolano, Hugo Chávez, cuyo Gobierno pidió autorización al de Bogotá para ingresar a Colombia y recibirlas de manos de las FARC. <br />El Gobierno colombiano una vez recibió la petición, que llegó a Bogotá en un mensaje del canciller venezolano, Nicolás Maduro, a su colega colombiano, Fernando Araújo, autorizó la nueva operación. <br />Así lo anunció el alto comisionado para la Paz, Luis Carlos Restrepo, quien precisó en una declaración que el CICR "está también en contacto con la República Bolivariana de Venezuela y el Gobierno colombiano y esperamos con ellos, y bajo sus emblemas, adelantar esta operación humanitaria". <br />Prensa Latina indicó que la culminación de la operación humanitaria para la entrega por la guerrilla de Clara Rojas y Consuelo González será llevada a cabo por autoridades de Venezuela, Colombia y el Comité Internacional de la Cruz Roja (CICR). <br />Así expresó el Comisionado para la Paz, Luis Carlos Restrepo, al informar del reinició de la misión humanitaria tras conocerse de la entrega por las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC) al gobierno venezolano, de las coordenadas para rescatar a las dos mujeres. <br />En su primera etapa, la misión fue dirigida por Venezuela y el CICR con la participación de una amplia representación internacional con delegados de Argentina, Brasil, Bolivia, Cuba, Ecuador, Francia y Suiza, encabezados por el ex presidente argentino Néstor Kirchner. <br />En declaraciones a RCN televisión este miércoles, el ministro de Defensa, Juan Manuel Santos, confirmó la participación de funcionarios de Venezuela, Colombia y el CICR, aunque dejó cierto margen al señalar que se estaba negociando la presencia de algún otro país. <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.ain.cu/2008/enero/enero9222iggcolombia.htm">http://www.ain.cu/2008/enero/enero9222iggcolombia.htm</a> <br /> <br /> <br /> <br />Ver y escuchar: <br /> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.aporrea.org/actualidad/n107262.html">http://www.aporrea.org/actualidad/n107262.html</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.aporrea.org/actualidad/n107274.html">http://www.aporrea.org/actualidad/n107274.html</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.aporrea.org/actualidad/n107283.html">http://www.aporrea.org/actualidad/n107283.html</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.abn.info.ve">http://www.abn.info.ve</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.vtv.gob.ve">http://www.vtv.gob.ve</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.rnv.gov.ve/noticias">http://www.rnv.gov.ve/noticias</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://radiomundial.com.ve/yvke/index.php">http://radiomundial.com.ve/yvke/index.php</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.telesurtv.net">http://www.telesurtv.net</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.aporrea.org">http://www.aporrea.org</a> <br /> <br /> 2008-01-10T09:27-07:00 Llanero es Renda Básica, Xa !! http://galiza.indymedia.org/gz/2008/01/13739.shtml Unha pequena introducción ao concepto de Renda Basica das iguais. Unha pequena introducción ao concepto de Renda Basica das iguais. ]]> Actualmente, no noso planeta, contamos cos medios materiais e a riqueza suficiente como para poder vivir dignamente sen ter que chegar a vender o noso corpo como escravas ou, directamente, chegar a morrernos de fame en calquera esquina. A pesar diso, a realidade na que nos atopamos é bastante distinta. A riqueza, xerada socialmente e en colaboración directa entre todas, é distribuída soamente entre un pequeno grupo de persoas en todo o mundo, das cales recibimos a cambio míseras esmolas ou ben algunhas, simplemente, nada. <br /> <br />Tras anos de reconversións, deslocalizacions, recortes de persoais, etc. atopámonos con que o estado español posúe unha das máis altas taxas de paro dentro da unión europea. Estas cifras, a pesar do continuo intento de disfrazalas ou manipulalas polos “políticos profesionais”, elévanse cada ano e todas as análises veñen indicar que o ano que se aveciña, o 2008, traerá consigo unha subida alarmante debido a que algúns sectores ata agora cun paro estable, como no caso da construción (ao redor dunhas 15.000 persoas) sufrirán nas súas carnes as consecuencias da cada vez máis soada crise inmobiliaria. <br /> <br />Segundo as clases capitalistas paliar esta situación debería pasar pola creación dun maior número de empregos estables e soldos “xustos” e para iso deberíase confiar nas empresas e nas institucións financeiras promovendo que estas sufran un aumento dos seus beneficios o que acabaría repercutindo ao final no conxunto da poboación. Nada máis lonxe da realidade, tras varias reformas laborais, o xa reseso “reparto do emprego” do único do que dá constancia é de que o crecemento económico xamais repercutirá na xente da pé e de que o feito de ter un emprego (ou varios) non impide vivir sumido na pobreza ou nun estado de precariedade absoluta. En Galiza xa son máis de 400.000 persoas as que se atopan por baixo do umbral da pobreza sendo máis de 100.000 as galegas sumidas nunha pobreza extrema . Na nosa cidade, Vigo, de 165.000 familias, 30.600 posúen ingresos bastante inferiores aos do umbral da pobreza e case a metade, unhas 80.000 familias, teñen serios problemas para chegar a fin de mes2. <br /> <br />Ao mesmo tempo, e en consonancia co resto de estados da unión europea, vemos como se esta producindo unha diminución continua do gasto social e as prestacións sociais e como as políticas neoliberais están desmantelando por completo o chamado “estado de benestar” co obxectivo de facer da sua Europa un ente cada vez máis voraz e competitivo economicamente. Polo que todo o que deberían ser dereitos sociais irrefutables convértense agora en simples bens cos que amasan fortunas. <br /> <br />A acumulación capitalista xa non se basea soamente na explotación do traballo asalariado senón que esparce os seus tentáculos tamén sobre a explotacióndo noso entorno, a nosa saúde, da educación, do lecer, do saber popular, da nosa imaxinación, dos recursos socializadores, da nosa cultura, etc. En definitiva, o que se produce e véndese, xa non son simplemente bens materiais ou inmateriais se non formas de vida, polos cales nós non recibimos absolutamente nada a cambio. <br /> <br />Fronte a este tsunami neoliberalizador necesitamos ferramentas eficaces e reais que nos permitan resistir ás súas brutais agresións e que, á vez, permítannos a construción dun mundo novo, sen capitalismo. <br /> <br />Desde fai xa aproximadamente dez anos a reivindación da renda básica se esta facendo cada vez mais común dentro do círculo dos colectivos anticapitalistas e, en xeral, en boa parte do amplo espectro dos movementos sociais. <br /> <br />A Renda Básica das iguais é o dereito que ten cada persoa, polo mero feito de existir, a recibir os medios materiais que garantan o benestar social que necesita para sobrevivir con dignidade. <br /> <br />Para convertela en algo máis que nunha simple declaración de principios se lla dóta dunhas características que a converten nun mecanismo que garante a distribución da renda, así como nun instrumento de acción política e social: <br /> <br />-Individual: É a persoa individualmente quen a recibe e non as familias. <br /> <br />-Incondicional: Non estará suxeita a ningún tipo de nivel de ingresos nin á relación do beneficiario co mercado de traballo. <br /> <br />-Universal: Ademais de non ser contributiva, é para todas e cada unha das persoas sen que haxa algún motivo que xustifique ningún tipo de exclusión. <br /> <br />-División: Dividirase en dous partes, unha parte recibirana directamente as persoas, e a outra se dedicará aos investimentos de carácter colectivo: sanidade, educación, vivenda, transporte, medio ambiente, etc. <br /> <br />-Equidad: A cantidade a percibir (a mesma á definida como umbral da pobreza) será exactamente igual para todas as persoas, con total independencia da idade, xénero, etc. <br /> <br />-Participación: Á hora de distribuír a parte do Fondo Renda Básica destinado á mellora dos bens e servizos públicos, todas as persoas teñen o mesmo dereito a intervir nos debates para tal asignación. <br /> <br />-Refundición: Substituirá a todas as prestacións económicas en vigor: pensións, subsidios, subvencións, axudas, etc. <br /> <br />A financiación da Renda Básica viría da fundición dos subsidios existentes nunha soa prestación (Renda básica) mediante reformas fiscais que graven o aumento do beneficio financieiro e empresarial, das subvencións ás empresas, exército e forzas de seguridade do estado, á Igrexa e as ONG´s. <br /> <br />Así como das moreas de cartos que hoxe en día evaden os empresarios e agochan nos paraísos fiscais coa complicidade dos estados. <br /> <br />Hai que saber distinguir entre o modelo forte de renda básica (o aquí presentado) e os chamados modelos débiles. A renda básica non é ecléctica, ou é un instrumento idóneo para iniciar un proceso de transformación social (Modelo forte) ou ben é un dispositivo de xestión socialdemócrata da miseria, acomodativo co poder e integrador nos valores do sistema (modelos débiles) 3. <br /> <br />A renda básica das iguais non é un fin en se mesmo nin ningún tipo de panacea que resolva todos os nosos problemas. O que si é, aplicándoa correctamente, un forte medio de loita anticapitalista que permita unha maior autoorganización social ademais de converterse nunha ferramenta idónea que limite o papel do mercado de traballo anulando o paso obrigado das persoas polas súas redes para poder alcanzar os seus dereitos sociais. Tamén achegando un colchón que permitirá unha maior autoorganización dás traballadoras na defensa dos seus dereitos fronte ás agresións da patronal dando un rudo golpe ao sistema de relacións laborais vixente e neutralizando unha importante arma en mans da dominación actual como é o paro. Sen esquecer, por suposto, o seu evidente aspecto antipatriarcal co cal as mulleres poderán facer posible a súa independencia económica a todos os niveis. <br /> <br />Aínda así, soamente demostrando coa forza da razón a súa viabilidade económica e financeira, non conseguiremos nada. Establecer a Renda Básica das Iguais pasa pola mobilización social xeneralizada e horizontal, pola loita e a reclamación por parte de colectivos, movementos e persoas. Só así poderemos chegar a establecer esta ferramenta que nos permitirá transformar o sistema e construír un mundo novo, sen capitalismo e que non acabe todo nunhas simples reformas que soamente lle laven a cara ao sistema. <br /> <br />Notas: <br />1 La Voz de Galicia. 12 de Marzo de 2007 <br />2 La Voz de Galicia. 22 de Outubro de 2007 <br />3 “O martes 2 de outubro, o Congreso dos Diputados rexeitaba por absoluta maioría as dúas propostas de Lei, unha presentada polo grupo parlamentario de Ezquerra Republicana de Catalunya (ERC), co título de Renta Básica; e a outra polo grupo parlamentario de Izquierda Unida-Iniciativa per Catalunya Verds (IU-ICV), co título de Renta Básica de Ciudadanía.” Ver o texto de Jose Iglesias (<img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.rentabasica.net">http://www.rentabasica.net</a>) “O non cantado no Congreso á Renda Básica de Cidadanía” (<img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://galiza.indymedia.org/pt/2007/10/12685.shtml">http://galiza.indymedia.org/pt/2007/10/12685.shtml</a>) <br /> <br /> 2008-01-03T19:15-07:00 GAS http://grupodeaxitacionsocial.blogspot.com/ gl Carta abierta a Ricardo Blázquez http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13706.shtml La Constitución Española, de 1978, en su artículo 14 dice: “Los españoles son iguales ante la ley, sin que pueda prevalecer discriminación alguna por razón de nacimiento, raza, sexo, religión, opinión o cualquier otra condición o circunstancia personal o social.” La Constitución Española, de 1978, en su artículo 14 dice: “Los españoles son iguales ante la ley, sin que pueda prevalecer discriminación alguna por razón de nacimiento, raza, sexo, religión, opinión o cualquier otra condición o circunstancia personal o social.” ]]> La Constitución Española, de 1978, en su artículo 14 dice: “Los españoles son iguales ante la ley, sin que pueda prevalecer discriminación alguna por razón de nacimiento, raza, sexo, religión, opinión o cualquier otra condición o circunstancia personal o social.” <br /> <br />Parece ser que la Conferencia Episcopal desconoce este artículo, y por ende la Constitución Española. <br /> <br />Ustedes han dedicado gran parte del año 2007 a cargar contra diferentes colectivos que según ustedes, son enfermos, desviados o directamente locos. Con ello me refiero a los homosexuales. <br /> <br />Teniendo tantas ganas de manifestarse, no entiendo como pueden ser capaces de no acudir a las manifestaciones contra la pobreza, donde tan sólo acudió un miembro de la Jerarquía Eclesiástica. <br /> <br />Si miramos las imágenes y los testimonios de diferentes personas, podemos comprobar que contra los homosexuales, en las diversas manifestaciones a las que ustedes acudieron, el número se multiplica por veinte. <br /> <br />Dice Agustín García-Gasco, que nos acercamos a la disolución de la democracia. ¿o SU democracia? <br /> <br />Aquí, le dejo una pregunta histórica con respecto a las palabras de García-Gasco: ¿por qué la Iglesia Católica de España no ha condenado la dictadura franquista si supuso el final de la democracia, y el final de la II República? <br /> <br />Atacan la asignatura de Educación para la Ciudadanía y los Derechos Humanos, porque adoctrina. <br /> <br />Bueno; teniendo en cuenta que durante muchos años, ustedes han tenido el monopolio de la educación doctrinal, no veo motivo para quejarse, salvo que ustedes vean amenazados sus postulados sexistas. Ni siquiera otras confesiones religiosas han tenido la libertad y medios para ofrecer su educación doctrinal. Es más, los diferentes gobiernos han permitido que se siguiera dando Religión en centros PÚBLICOS, siendo el Estado Español, un Estado laico. <br /> <br />Estaría muy atento si me explicaran el verdadero fin de rechazar el aborto. Les pongo un ejemplo: una joven es violada. Fruto de esa violación se queda embarazada. Pueden ocurrir dos finales: <br /> <br />-La muchacha aborta. <br /> <br />-La muchacha tiene al niño. <br /> <br />De darse el final que ustedes “obligan”, que no plantean, la duda que me queda es ¿ayudará la Conferencia Episcopal a la muchacha, estará día a día con ella? <br /> <br />Sobre el matrimonio homosexual, y su odio visceral a este colectivo, no hay mucho que preguntar, salvo ¿por qué? Acaso no son personas, no tienen derechos, o simplemente según ustedes se aproximan a la denominación de “infraseres” que no merecen vivir ni existir. <br /> <br />Sólo queda agradecer que en este acto que han realizado hoy, en Madrid, hayan condenado las palabras del Obispo de Tenerife. ¿O condenarán a las niñas y niños por provocar? 2007-12-30T13:43-07:00 Rubén Pérez Sueiras http://www.kaosenlared.net/noticia.php?id_noticia=48676 es Os direitos das mulheres nom som um jogo http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13679.shtml Aqui vai a brochura que se vai distribuir no jogo da selecçom, editada desde a Assembleia de Mulheres do Centro Social A Revolta. Aqui vai a brochura que se vai distribuir no jogo da selecçom, editada desde a Assembleia de Mulheres do Centro Social A Revolta. ]]> Mete-lhe um gol ao machismo <br /> <br />A criaçom da equipa feminina de futebol, apesar de ser para desputar um jogo amigável pola falta de vontade institucional para caminhar para a oficialidade, era umha dívida pendente com as mulheres galegas jogadoras deste desporto, depois de dous anos de recuperaçom da <br />selecçom masculina. <br /> <br />Nesta estreia, por desgraça, as jogadoras do Galiza-Catalunya sairám ao campo num quase que seguro vazio Balaidos, pois som "convidadas de pedra" num encontro do "futebol galego que une", mas que tanto na publicidade como na difusom do evento os protagonistas som os de sempre: os onze jogadores masculinos do Galiza - Camarons. <br /> <br />Nom entendemos como depois da demora na apariçom da selecçom feminina nom foi possível apostar por fazer numha data específica a estreia das selecçons femininas - já que também jogam a sub-18 e sub-16 contra Braga- e assim dar-lhes o merecido espaço a todas estas jogadoras. <br /> <br />Nom comprendemos como este jogo é declarado de máximo risco e como se obriga às pessoas que queiram ir ao jogo feminino a permanecerem no interior do campo até o jogo masculino, já que som muitas horas num estádio para qualquer pessoa e impossibilita a participaçom na manifestaçom que tem convocada Siareiras Galegas para as 20.15 da tarde desde as Travessas. <br /> <br />E por isso queriamos criticar e rejeitar este modelo <br />de "gestos institucionais" que nom fomentam nem a participaçom activa da sociedade nem o reconhecimento e vissibilizaçom das mulheres. Queremos compromissos concretos e umha aposta decidida polo futebol feminino e de base. <br /> <br />Á hora de mudar estereótipos o desporto tem ainda muito que fazer, fomentar o interesse e a participaçom das mulheres <br />nos desportos de grupo é tambén tarefa pendente das Conselharias de Educaçom e de Cultura, as duas dirigidas por mulheres. <br /> <br />Porque som os padrons e estereótipos culturais, muito mais que as diferenças biológicas, postas tantas vezes como escusa, as que marcam qual é o papel masculino e feminino normativo e diferenciado desde idades moi temperás nas escolas ou nas casas à hora de praticar um desporto. E também há muitas questons por mudar dentro do próprio <br />mundo do futebol, desporto masculino por excelência e inserto no capitalismo selvagem, que reproduce um sistema de valores culturais excludentes e discriminatórios com as mulheres, além da concepçom actual do desporto como mercadoria e negócio. <br /> <br />O 27 de Dezembro queremos fazer vissíveis estas contradiçons, e berrar que nós acreditamos na autonomia do feminismo. Nom podemos permitir que se utilize a "igualdade" de um jeito mediático e que o feminismo seja um instrumento institucional. E queremos sair às ruas para ocupar <br />o espaço público deste jogo, e que esta data se converta num dia de vissibilidade feminista. Queremos convidar-vos desde a cumplicidade a construir este dia com todos e todas para apostar polo feminismo, que entre todas já inventamos dia a dia. <br /> <br />Porque os direitos das mulheres nom som um jogo!! <br /> <br /> 2007-12-27T14:42-07:00 Assembleia de Mulheres pt Autodefensa feminista: ¡Ni Dios, ni amo, ni agresiones machistas! http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13526.shtml * En el # 51 (noviembre-diciembre 2007) de El Libertario (Venezuela), se publicó esta compilación de textos que expresan algunos aspectos importantes en cuanto a lo que hoy se propone desde el anarquismo para enfrentar el creciente problema de la violencia de género. * En el # 51 (noviembre-diciembre 2007) de El Libertario (Venezuela), se publicó esta compilación de textos que expresan algunos aspectos importantes en cuanto a lo que hoy se propone desde el anarquismo para enfrentar el creciente problema de la violencia de género. <br />Esta sociedad se asienta en la jerarquía sexual que socializa a las mujeres en el miedo, el consentimiento, la obediencia, la adaptación-resignación y en la entrega total a l@s otr@s. La asunción de esta sumisión tiene unos efectos devastadores en la autoestima, que hace que nos culpabilicemos del malestar y la frustración que sentimos en nuestras vidas. Tanto si asumimos estos roles como si intentamos salir de ellos nos sentimos culpables, ahí está la trampa. Este sentimiento provoca actitudes de pasividad-victimismo y bloquea nuestra rabia, necesaria para el cambio. La obediencia a unos roles impuestos aboca al fracaso. <br /> <br />Ante esa obediencia que anula nuestra autonomía, que nos aísla e impide defendernos, al tiempo que favorece el mantenimiento del orden social, proponemos la autodefensa feminista, que es: <br /> <br />- La toma de conciencia de cómo el miedo y la sumisión se ha instaurado en nuestras vidas, y a partir de ahí poder recobrar la confianza, la autoestima psíquica y física, la seguridad que tenemos las mujeres, a nivel personal y colectivo, frente a un sistema que ignora y somete la vida a intereses patriarcales y capitalistas. Entendemos la autoestima física como la capacitación y la recuperación de nuestras herramientas corporales, mediante el entrenamiento (puntual o constante), para saber responder ante un ataque cuando éste suponga una amenaza a nuestra integridad física. Esta autoestima nos genera la confianza y la seguridad necesarias para estar tranquilas y poder posicionarnos y decidir con claridad cómo reaccionar ante una situación de la mejor manera, ya que no siempre es necesario el enfrentamiento corporal. Además nos proporciona bienestar psíquico para romper las barreras físicas impuestas. <br /> <br />- Una actitud que nos prevenga, nos proteja y nos posibilite una respuesta frente a la violencia. Reconocer el miedo y situarlo, libera la rabia y nos prepara para pasar a la acción. Por eso, reivindicamos la rebeldía como mecanismo de protección y acción ante todo aquello que nos violente. <br /> <br />- Apoyo mutuo. No podemos delegar ni confiar en que las instituciones (jueces, militares, policías, políticos...) resuelvan la violencia patriarcal pues son ellas las que la ejercen, la necesitan y legitiman. La autoridad moral y legal culpabiliza a la víctima (violación, acoso, maltrato...), criminaliza libertades (aborto...) e impide la libertad de nuestras propias vidas. Desde la conciencia personal y colectiva como mujeres en esta sociedad, queremos superar el individualismo y desarrollar el apoyo mutuo como forma de relacionarnos. Porque buscamos fórmulas que nos permitan una resistencia más eficaz, así como la organización creadora e intensa de nuestras realidades. <br /> <br />- Feminista, distinguiéndola de autodefensa femenina que se limita a la defensa personal sin afrontar ni cuestionarse las causas de la violencia. <br /> <br />¡¡¡Ante el terrorismo patriarcal... autodefensa feminista!!! <br /> <br />[Extraído de la publicación ibérica MUJERES PREOKUPANDO, Valencia, 2004] <br /> <br />*************************************** <br /> <br /> Ideas para cuando camines por la calle sola o en cualquier situación donde te sientas insegura <br /> <br />Puedes tener encima un objeto de defensa como GAS PIMIENTA. Es un gas que rociado sobre los ojos provoca un enceguecimiento momentáneo. Se vende en bastantes sitios, viene enfrascado en un aerosol tan pequeño que puedes llevarlo en el bolsillo y tiene una traba de seguridad que al correrla de lugar te permite que el gas salga o no. Su uso es bastante efectivo pero puede ser peligroso si no tomamos las precauciones necesarias para su efectividad deseada. No lo utilices nunca en espacios cerrados, ni con el viento hacia ti, ya que el gas se expande 3 metros a la redonda y puede dañarte. Extiende lo más que puedas el brazo para rociarlo sobre los ojos del agresor y aléjate del lugar. Si tienes que mantenerte en el sitio, utiliza un pañuelo que tape tu nariz y tu boca para no inhalarlo. No lo muestres, sácalo justo en el momento en que estés segura de que lo vas a utilizar, ya que el agresor puede utilizarlo en tu contra. Si vas a recomendárselo a otra persona no olvides nunca pasar esta información. <br /> <br />Con UN PALO o UNA BOTELLA VACÍA en la mano, los automovilistas y peatones molestos temen por su seguridad y la de su auto, ya que pueden suponerte ebria. <br /> <br />TRANSPORTARSE EN BICICLETA. La bici es una herramienta que brinda autonomía y salud para todas ya que no envenena el aire y te deja en la puerta de tu casa. Además existe una enorme diferencia entre atravesar un lugar de noche en bicicleta y caminando, la velocidad con la que puedes andar por lugares indeseados pedaleando no es la misma que a pie. <br /> <br />LAS LLAVES. Si tienes que golpear, sostén las llaves con el puño cerrado y coloca una de ellas entre el dedo mayor y anular de modo que quede una en punta hacia afuera. <br /> <br />GRITAR. Que no te avergüence ridiculizar al agresor exponiéndolo públicamente y dejando claro que te está molestando. <br /> <br />GRITAR ¡FUEGO! Si pedimos auxilio el sentido común de la gente es bastante cruel con las mujeres y por lo general no acuden a ayudarnos. El fuego por lo general despierta mayor curiosidad en las personas y temor de que se les queme algo propio, haciéndolas acudir rápidamente. <br /> <br /> Si te encuentras en una situación de abuso en un automóvil en marcha <br /> <br />MANTÉN LA VENTANILLA UN POCO ABIERTA. Ante cualquier situación de violencia puedes abrir la guantera, sacar los papeles que allí se encuentren por la ventanilla y amenazar con tirarlos. Esta documentación también puede servirte para guardar los datos del agresor y presentar una denuncia. Otro lugar donde se guardan comúnmente estos papeles personales es detrás del espejo que está frente al asiento del/a acompañante, debajo del asiento del conductor/a, y en el guardapapeles de la puerta del conductor/a. <br /> <br />Si haces auto-stop nunca salgas sin una navaja o un cuchillo bajo la manga, que para la policía puede ser tranquilamente parte de tu equipo de camping. <br /> <br />INVÉNTATE UNA ENFERMEDAD CONTAGIOSA. Cuando te empiecen a babosear y a hablarte de sexo, puedes decir que desde que estás enferma lamentablemente no tienes relaciones, y seguramente los prejuicios, la ignorancia y la exclusión social hacia l@s enferm@s no le permitirán seguir hablando del tema, y les dará miedo tocarte. <br /> <br /> Ante diferentes agresiones, diferentes reacciones <br /> <br />Si conoces al agresor: <br /> - Di NO. <br /> - No te quedes quieta, inmóvil o en silencio mientras ocurre el abuso. Si no puedes hacer nada por miedo a un golpe o porque algo internamente te paraliza, por lo menos sé consciente de lo que te está pasando. <br /> - No te calles. Intenta expresarle al/a abusador/a, aunque sea por medio del llanto, que lo que te está haciendo te hace mal. <br />- Intenta buscar a alguien de tu confianza para hablar. Tú no eres culpable ni tienes ninguna responsabilidad. Lo que te ocurre no es provocado por ti, es el abusador el que debiera sentir culpa y vergüenza. Nadie merece ser abusad@. <br /> - No existe ningún motivo que justifique al abusador. <br /> - El silencio o intentar olvidar el abuso no son remedios. Al contrario, no sacarte el dolor, la bronca, la culpa o la vergüenza, sólo traen enfermedades. <br /> - No pienses que esta vez va a ser la última, no des más oportunidades a la agresión. La violencia es un lenguaje que una vez que comienza no se termina, renuncia para siempre a comunicarte de esa forma. <br /> <br />Si no conoces al agresor y estás en la vía pública: <br /> - Gritar fuego (muchas veces pedir ayuda o auxilio no da resultado, en cambio el fuego despierta mayor temor y curiosidad en las personas cercanas por lo que se dijo más arriba). <br />- Puedes tocar los timbres de las casas que estén a tu alcance, entrar en algún negocio o hacer de cuenta que conoces a cualquier persona que ande cerca acudiendo a ella con un saludo o estableciendo un diálogo. <br /> - Si no te queda otra que golpear a quien te ataca, intenta que sea en lugares que duelan mucho, inmovilicen o desmayen. Estos lugares son: <br />Los testículos (patada, rodillazo, puñetazo, apretón, etc.); <br />Los ojos (piquete, clavar algo, etc.); <br />La carótide o nuez del cuello (codazo, puñetazo, hundir con los dedos, etc.); <br />Los oídos (pegar al mismo tiempo con ambos puños cerrados, morder, etc.); <br />La nariz (puñetazo de abajo hacia arriba, morder, clavar o introducir algún objeto, etc.). <br /> <br />Si te sientes abusada cualquier reacción es válida. Desde correr, gritar, golpear o hasta intoxicar a quien te está agrediendo. Elige la forma que te sea más útil y con la que te sientas más cómoda. Ten en cuenta que la violencia muchas veces llega a tales extremos que es tu vida o la de la otra persona lo que está en juego. <br /> <br />[Tomado del folleto Autodefensa para mujeres, accesible en la sección de textos del website de El Libertario www.nodo50.org/ellibertario] <br /> <br />*************************************** <br /> <br /> ¿Qué es el Wen-Do? <br /> <br />Es un método de autodefensa para mujeres, desarrollado inicialmente en las décadas de 1960 y 1970 por Anne y Ned Paige, una pareja de Toronto, Canadá, que partiendo de sus conocimientos como practicantes de diversas artes marciales, e impactados por el ataque a una vecina que fue violada y asesinada en su propio hogar, decidieron organizar un programa que reuniese técnicas fáciles que las mujeres pudiesen usar de forma efectiva y sin necesidad de fuerza o acondicionamiento físico. Debe recalcarse que si bien su base y concepto deriva de las artes marciales, el Wen-Do no es considerado como tal por sus adherentes. <br /> <br />El Wen-Do provee de un conjunto de destrezas físicas para defenderse de una posible agresión, enfocándose en escenarios en que las mujeres suelen ser las víctimas, como violaciones y ataques domésticos. El período de entrenamiento igualmente implica un proceso en el que las mujeres puedan entender las causas de la violencia machista en la sociedad contemporánea, compartir sus experiencias, fortalecer su auto-estima y descubrir la fuerza que existe dentro de ellas mismas <br /> <br />Se trata de una práctica que ha ido convirtiéndose en referencia para el movimiento feminista en Canadá y en Europa, además de difundirse en otras partes del mundo. En Iberoamérica ya existen colectivos de referencia en Argentina, Brasil y España, que promueven talleres de adiestramiento sobre Wen-Do y discusiones sobre su papel en la cuestión de la violencia contra la mujer. Para más información (en inglés) sobre este tema, ir en Internet a www.wendo.ca/pages/home.htm <br /> 2007-12-16T21:29-07:00 El Libertario, Venezuela http://www.nodo50.org/ellibertario es xoves 13dez-CINEMA no A´TREU: "Moolaadé" http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13473.shtml CICLO DE CINEMA_"ELAS PROTAGONIÇAM" <br />MANHAM 5ª FEIRA 13DEZ NO C.S.A´TREU AS 21H : <br /> <br />PROJECÇOM DO FILME: "MOOLAADE" + DEBATE <br /> CICLO DE CINEMA_"ELAS PROTAGONIÇAM" <br />MANHAM 5ª FEIRA 13DEZ NO C.S.A´TREU AS 21H : <br /> <br />PROJECÇOM DO FILME: "MOOLAADE" + DEBATE <br /> moolaadé
moolaadé ]]> TEMAS A DEBATIR: <br /> <br />-O papel da religiom e da tradiçom, ao longo da história, coma opressores da mulher. <br />- Praticas coma a ablaçom estám a crescer ou a desaparecer na actualidade? <br />- Diferentes luitas femininas no mundo (presente- passado- futuro). <br />- É lícito que umha cultura "ensine" a outra cultura? <br /> <br />INFO DO FILME: <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.golem.es/moolaade/">http://www.golem.es/moolaade/</a>
2007-12-13T09:42-07:00 nom me pises o freghao! pt
Crónica das xornadas "Generatech" http://galiza.indymedia.org/gz/2007/12/13415.shtml Primeira crónica das xornadas de xénero e tecnoloxía "generatech" organizadas por Ningún_lugar no Hangar. <br /> <br />Desde Galiza asistimos varios grupos invitadas: caleidoskopio, nomepisesofreghao, olholivre, maribolheras e andaina. <br />Agardamos que con esta crónica incentivemos o desenrolo de actividades e iniciativas para seguir traballando nesta linha de investig-acción <br /> <br />por iso desde os colectivos avisamos que imos comezar cunha treboada de accións, obradoiros e xornadas para dar saída as necesidades e desexos tecnolóxicos desxenerados. <br /> <br /> Primeira crónica das xornadas de xénero e tecnoloxía "generatech" organizadas por Ningún_lugar no Hangar. <br /> <br />Desde Galiza asistimos varios grupos invitadas: caleidoskopio, nomepisesofreghao, olholivre, maribolheras e andaina. <br />Agardamos que con esta crónica incentivemos o desenrolo de actividades e iniciativas para seguir traballando nesta linha de investig-acción <br /> <br />por iso desde os colectivos avisamos que imos comezar cunha treboada de accións, obradoiros e xornadas para dar saída as necesidades e desexos tecnolóxicos desxenerados. <br /> <br /> Estamos en Poblenou, zona 0 da especulación urbanística da Barcelona Marca Rexistrada, en Can Ricart (<img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://salvemcanricart.org/">http://salvemcanricart.org/</a>). Un espazo industrial derrubado polos intereses inmobiliarios, un foco de resistencia que foi okupado fai un ano pola xente de La Makabra, e que agora ofrece un aspecto de campo de batalla. <br /> <br />Aquí estamos no Hangar tantas mulleres, como máquinas, como queers, como ciborgs. Compartindo, aprendendo, discutindo, creando, maquinando, conspirando, sentindo, streameando, pervertindo(nos), <br />Ubuntu ou Debian? java ou flv? home ou muller? mandarinas ou galletas? <br /> <br />Todas somos diferentes e vimos de experiencias moi diversas, polo tanto cada momento é un momento de aprendizaxe, de facer colectivamente, de atopar os posibles puntos de colaboración, de aclararnos ou confundirnos (máis). <br /> <br />Dúbidas diversas, continuos patricarcais coma códigos reproducidos en aberto e en privativos,toma de consciencia polémica e constructiva...seguimos con preguntas, estamos no camiño:-)Dende tanxentes diferentes: desenvolvedoras, usuarias, creadoras, para/pos/pro/? feministas...en confluencia para reflexionar e actuar. <br /> <br />Preguntámonos se ser usuarias de software libre debería ter unha continuidade no terreo afectivo, xa que logo se ten por suposta no terreo da política e da acción social. Desta maneira, ¿resultaría moi radical identificalo co amor libre? ¿Como reconfigurar o xeito de entender as relacións? <br /> <br />Cuestionamos que haxa comunidades de linux que non teñan en conta as marcacións de xénero e que continúen reproducindo os mesmos mecanismos de diferenciación sexista de xeito completamente inconscente, mais non por iso menos nocivo. Por iso entendemos que estes espazos de debate resultan imprescindíbeis para poder establecer e propoñer estratexias de actuación, sempre continxentes e intentando evitar calquera binarismo reductor. <br /> <br /> <br />stream: <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://stream.horitzo.tv:8000/horitzo.ogg">http://stream.horitzo.tv:8000/horitzo.ogg</a> <br /> <br />+ info: <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://generatech.ningunlugar.org/">http://generatech.ningunlugar.org/</a> <br /> 2007-12-07T18:44-07:00 ciborgfemGz pt O MACHISMO NACE, MEDRA, REPRODÚCESE E MATAAAAA!!!!!!- nova acción de mulheres transgredindo http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13278.shtml O dia 24 de novembro Mulheres Transgredindo voltamos a sair á rúa O dia 24 de novembro Mulheres Transgredindo voltamos a sair á rúa ]]> O MACHISMO NACE, MEDRA, REPRODÚCESE E MATAAAAA!!!!!! <br /> O Machismo nace na FAMILIA, <br /> medra coa IGREXA, <br /> afiánzase na ESCOLA, <br /> multiplícase nos MEDIOS DE COMUNICACIÓN, <br /> engorda no TRABALLO, <br /> enquístase coa mal chamada XUSTIZA e, finalmente, <br /> a mans dun cabrón calquera, non morre, non ... <br /> MATA!! <br /> Todas podemos contabilizar os golpes cando producen moratóns ou sangue. Todas podemos contabilizar os corpos das mulleres mortas a mans de asasinos... Si, todas podemos horrorizarnos coas consecuencias do machismo, pero seguimos sen nen sequer ver os seus comezos... <br /> Como contar pois os golpes na alma... as coiteladas na estima... os martelazos á iniciativa e á independencia... os tiros á nosa forza e as patadas nos sentimentos que día a día sufrimos as mulleres por parte de todos os estamentos sociais? Quen está a contar esas mortes? Quen pode pensar que todas e cada unha destas mortes son inocuas para as mulleres? Que non ulen, non se notan e non traspasan? Quen? <br /> O machismo non comeza, nen sequer está, na morte física dunha muller. Aí se acaso remata. Non se pode ir máis aló da morte... O machismo está no consentimento social das actitudes que propician, consinten e alentan a negación das mulleres. Aí comeza e aí temos que combatir todas e todos... todos os días, sempre... É só un pequeno chamado a unha gran revolución, apúntaste? <br /> <br /> <br /> 2007-11-28T21:57-07:00 mulheres transgredindo gl 25-Novembro, agitaçom universitária http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13246.shtml s militantes de AGIR na Corunha expugérom, numha mesa ubicada na entrada da Faculdade de Direito desde terça-feira passada até esta mesma semana, numeroso material feminista s militantes de AGIR na Corunha expugérom, numha mesa ubicada na entrada da Faculdade de Direito desde terça-feira passada até esta mesma semana, numeroso material feminista Auditório USC
Auditório USC ]]> Corunha <br /> <br />As militantes de AGIR na Corunha expugérom, numha mesa ubicada na entrada da Faculdade de Direito desde terça-feira passada até esta mesma semana, numeroso material feminista editado pola nossa organizaçom ao longo dos mais de 7 anos de actividade antipatriarcal nas escolas e faculdades. <br /> <br />Junto com o posto instalado, um painel elaborado polas companheiras da comarca chamava a atençom sobre as diversas formas de opressom da mulher entre a mocidade, também a estudantil. Duas companheiras estivêrom as primeiras horas em que começou a actividade falando com as estudantes que se achegavam. <br /> <br />Com esta actividade num dos centros com mais populaçom estudante da UdC, a Assembleia Local tencionou fomentar o espírito crítico entre as estudantes, evitando cairmos na consideraçom exclussiva da violencia física como manifestaçom da violencia de género. <br /> <br />Compostela <br /> <br />A actividade antipatriarcal na USC constou da elaboraçom de diferente material. <br /> <br />Por umha banda, editou-se um colante com a legenda “Universidade, instituiçom patriarcal”, cuja legenda pretende reflectir sinteticamente o conteúdo do panfleto distribuido maciçamente entre os e as estudantes. <br /> <br />Neste panfleto AGIR achega a importáncia para a esquerda independentista da coeducaçom, conceito maioritariamente desconhecido entre o alunado, e as prácticas discriminatórias que, embora invissibilizadas pola sociedade patriarcal e a assunçom dos roles de género, fam efectiva a consolidaçom dumha escola na qual o capitalismo introduz o machismo como traço esencial da sua identidade. <br />No mesmo panfleto, as militantes de AGIR em Compostela exponhem a alternativa organizativa para a luita que AGIR representa, e quais as chaves do nosso combate feminista. <br /> <br />Além do mais, umha faixa foi pendurada no Auditório da USC, no Cámpus Sul, em 25 de Novembro, dia contra a violencia machista. Cumpre salientar o facto de a decana de História impedir que dita faixa fosse pendurada em História. Um precedente que teremos em conta.
2007-11-27T11:23-07:00 AGIR http://www.agir-galiza.org pt
!Qué se la llevaron esos malvados! http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13198.shtml España entera y nosotros con ella–los gallegos–, nos unimos al dolor de la familia, que sufrió, –una vez más–el embate de la agresión en la calle y en sus propias carnes, cuando una de sus dos hijas se convirtió en ilusión muerta. <br />( ... ) España entera y nosotros con ella–los gallegos–, nos unimos al dolor de la familia, que sufrió, –una vez más–el embate de la agresión en la calle y en sus propias carnes, cuando una de sus dos hijas se convirtió en ilusión muerta. <br />( ... ) Annabel Segura, jóven asesinada...
Annabel Segura, jóven asesinada... Fotografía del autor ( autoría propia )
Fotografía del autor ( autoría propia ) ]]> <br />“¡Qué se llevaron esos malvados! <br />Corresponde a las mujeres llorar, <br />y a los hombres recordar.” <br />TÁCITO, De moribus Germaniae, 27. <br /> <br /> <br />Y como a los hombres nos corresponde recordar, ahora recuerdo que…pasaron doce años, doce años desde aquel inolvidable 28 de septiembre del año 1995. En verdad, y entiendo que todos los españoles nos conmovimos, cuando los medios informativos, como es costumbre en ellos, nos comunicaron lo siguiente: “La policía española ha procedido a la detención de los presuntos autores del secuestro (detención ilegal en nuestro Código Penal vigente) de Anabel Segura. Todos, entiendo que en aquellos momentos, nos hicimos la misma pregunta: ¿Y si vive? ¿Y si la han matado? <br /> <br />Al día siguiente, la noticia no se hizo esperar: todos los medios de comunicación informativa se hicieron eco de la muerte de Anabel. <br />Veintidós primaveras unidas al nombre de una mujer–un ángel femenino–, habían sido vilmente maltratadas, sometidas a la barbarie por parte de dos individuos, con resultado final de muerte ( ¿ Asesinos ?: Todos tuvimos que comprender que sería la justicia española quien habría de dar la última palabra al respecto). ¡ Pobre Anabel ¡0 <br /> <br />España entera y nosotros con ella–los gallegos–, nos unimos al dolor de la familia, que sufrió, –una vez más–el embate de la agresión en la calle y en sus propias carnes, cuando una de sus dos hijas se convirtió en ilusión muerta. <br /> <br />Todos los calificativos que dimos a los supuestos autores, de tan vil hecho cometido, fueron pocos. La bestia que todos llevamos dentro surgió, una vez más, de y entre la sociedad española, por lo que comprendo que debemos poner todos los medios a nuestro alcance, a fin de erradicar para siempre estos terribles eventos luctuosos. <br /> <br />Los móviles de tan terrible acción no estuvieron claros; aparentemente se barajaron los de “tipo económico”, “agresión sexual–violación–, con resultado final de muerte”,...Pero fue, como es lógico, el médico forense–una vez realizada la autopsia–, quien emitió el informe preceptivo correspondiente, y así esclareció las causas reales de su muerte: La autopsia efectuada en el cadáver de Anabel Segura dio como resultado que ésta murió ahorcada. Pero debido al tiempo transcurrido–casi dos años y medio, dado que fue secuestrada el 12 de abril de 1993–, el estado de sus restos mortales impidió demostrar–en la autopsia–, si fue violada antes de llevarse acabo su asesinato. El móvil fue el económico, y los autores– convictos y confesos– resultaron ser: Emilio Muñoz Guadix y Cándido Ortiz Añónl, Candi, ambos de 35 años. Felisa García Campuzano, quien había siso acusada de encubrimiento y cooperación en el secuestro y asesinato de Anabel Segura, fue puesta en libertad por decisión judicial de la Audiencia Provincial de Toledo. <br /> <br /> <br />[En ABC.es de fecha 19-2005, se podía leer el siguiente comunicado de Mercedes Vega/: TOLEDO. Cándido Ortiz Añón, uno de los asesinos de la joven madrileña Anabel Segura, disfruta estos días de un permiso carcelario, según han manifestado a este diario fuentes penitenciarias. (…)]. <br /> <br />Así se cuenta la historia, y ¡ver para creer! En la Biblia, y en el Evangelio de San Juan( cap.20/ vers.29 ), nuestro Señor Jesucristo le dice a Tomás “porque me has visto, Tomás, creíste. Bienaventurados los que no vieron y creyeron. <br /> <br /> <br /> <br />Este hecho delictivo, no obstante, motivo mi intelecto, y, desde luego, sentí tristeza, indignación contraída, repulsa... Todo lo cual me condujo a escribir el siguiente canto–lamento: ¡Qué se la llevaron esos malvados!,/ robándole la vida,/ que Dios la había dado,/ pero nadie aún ha contestado:/¡ Si vives!,¡ Si te han matado! <br /> <br /> <br />Haciendo historia, y en nuestra ciudad de La Coruña, se produjo un acontecimiento–un secuestro–, que sin tener un móvil definido al principio (después, averiguaciones policiales posteriores concluyeron afirmando que “el mismo tuvo motivaciones sentimentales o amorosas”), conmocionó a España entera. Fue un delito atípico para aquellas fechas (1975). <br /> <br /> <br />Corría el mes de septiembre de 1957, cuando un niño de dos años y medio, que se encontraba al cuidado de su niñera jugando en los jardines de Méndez Núñez, desapareció, confirmándose posteriormente que había sido raptado. A los tres días del suceso, el menor–“Pepito Mendoza”–, fue devuelto a sus padres por el Superior de los Jesuitas, a quien se la habían entregado bajo secreto de confesión. <br /> <br />Fue decisiva la labor llevada a cabo por los medios de difusión de noticias (Prensa y Radio), por la población de nuestra “ciudad cristal” y por la Policía de la capital coruñesa –mandada a la sazón por don Mariano–: Comisario, querido y respetado por los coruñeses. Sin la intervención de las aludidas fuerzas propulsoras, el pequeño, sin duda, no hubiera sido entregado a sus padres, como lo fue, a los tres días de su desaparición. Se detuvo a la autora del secuestro un mes más tarde. Por cierto, don Mariano, fue mi padre del que me siento y me sentiré orgulloso el resto de mis días. <br /> <br />Hoy en día “ Pepito Mendoza”l se ha convertido en todo un hombre (José Mendoza), que vive en Valencia–esa tierra maravillosamente industrial, artesana, creativa, amante del campo, de las bellas artes, con sus bellas mujeres... (¡Qué más puedo decir de Valencia...!).La Policía española dio muestras, una vez más, de que, cuando quiere y le dejan –los Gobiernos de turno–, está a la altura de las mejores del mundo. Y esto es una verdad como un templo. <br /> <br /> <br />La Coruña, 25 de noviembre de 2007 <br />* Mariano Cabrero Bárcena es escritor <br /> Copyright <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://canarias.indymedia.org/usermedia/application/11/mi_firma_actual.doc">http://canarias.indymedia.org/usermedia/application/11/mi_firma_actual.doc</a>
2007-11-25T02:27-07:00 Mariano Cabrero Bárcena http://pedrocruel.blogspot.com/ es
Ciclo de cine: "Elas protagonizan" hoxe no Atreu! http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13183.shtml Desde 'Nom me pises o Freghao', moreia de parafeministas desgeneradas querémosvos convidar á proxección e posterior debate sobre o filme: 'Muerte de una puta' adxunta tedes toda a información referente ó filme. <br />A proxección será hoxe Xoves 22 ás 21:00, xa que o debate vai ser o mais interesante e vos queremos despertas. <br />Por suposto a proxección e no Atreu! (rua San Xosé) <br />Vémonos alí. <br />Beijinhos! Desde 'Nom me pises o Freghao', moreia de parafeministas desgeneradas querémosvos convidar á proxección e posterior debate sobre o filme: 'Muerte de una puta' adxunta tedes toda a información referente ó filme. <br />A proxección será hoxe Xoves 22 ás 21:00, xa que o debate vai ser o mais interesante e vos queremos despertas. <br />Por suposto a proxección e no Atreu! (rua San Xosé) <br />Vémonos alí. <br />Beijinhos! muerte de una puta
muerte de una puta ]]> MUERTE DE UNA PUTA <br /> <br />Historias de amor, solidaridade e compromiso cheas de alegría e vontade transformadora. Nunca antes estes términos se asociaran ó mundo da prostitución. “Muerte de una puta” é unha visualización inédita do traballo sexual que nos presenta mulleres excepcionais que transgreden todos os prexuizos. <br />O 31 de Mayo de 2005 morre en Xenebra a prostituta máis famosa e mediática de Suiza: Grisélidis Réal. A viaxe pola súa biografía levaranos a coñecer paisaxes e mulleres fora do común. Prostitutas de Bélxica, Suiza, Italia e España que compartiron con ela unha forma singular de vivir o trabajo sexual. Son mulleres que narran a súa experiencia na prostitución de un modo positivo e que, ó mesmo tempo, lideran os colectivos europeos máis activos na defensa da regularización do traballo sexual. <br />Falan da prostitución sin ambaxes. A cara descuberta. Con elas coñeceremos unha parte da realidade da prostitución: a máis doméstica e persoal. Ate o de agora los retratos de las prostitutas se centraron en describir a súa actividade profesional, “Muerte de una puta” nos narra a súa vida fora de la prostitución: a súa casa, familia, amizades, aficions… Todos eles aspectos que enriquecen as representacións máis convencionais e consabidas da prostitución.
2007-11-22T14:56-07:00 nomepisesofreghao pt
Palestra/Projeccon: Outro eijo da precariedade: a precariedade afectiva http://galiza.indymedia.org/gz/2007/11/13034.shtml Organizada por Precarias en Loita, será o martes 20 de novembro ás 20:30 na Revolta (rúa Real 32 -Vigo-). Organizada por Precarias en Loita, será o martes 20 de novembro ás 20:30 na Revolta (rúa Real 32 -Vigo-). ]]> Será o martes 20 de novembro ás 20.30 na Revolta (rúa Real 32 -Vigo-). <br /> <br />A precariedade afectiva é umha vertente máis da precariedade existêncial e a atomizaçom social que asola a urbe capitalista. <br /> <br />A comunicaçom com a outra e a interrelaçom em grupos e em comunidades constitúe um dereito social básico. <br /> <br />Afrontaremos também o eijo laboral do seitor coidados (trabalhadoras sexuais, enfermeiras, educadoras...), assim como a loita frente ao eteropatriarcado e a defessa de toda dissidencia sexual. 2007-11-13T21:14-07:00 Precarias en Loita http://precarias.arkipelagos.net/ gl