Galiza IMC - Publicación aberta http://galiza.indymedia.org/gz/newswire-content.rss Galiza IMC - Publicación aberta Galiza Indymedia Open Content License, http://www.opencontent.org 2008-07-09T03:23:47+01:00 Bolhas, buracos negros e inflação http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16403.shtml O autor busca relacionar inflação mundial com o estouro da bolha imobiliária e o violento movimento do capital daí advindo. O autor busca relacionar inflação mundial com o estouro da bolha imobiliária e o violento movimento do capital daí advindo. Rall <br /> <br />As bolhas financeiras quando em crescimento, funcionam como diques de contenção do capital excedentário. Quando se rompem, o capital contido e multiplicado sai atrás de tudo que aparentemente reluz. As bolhas são como buracos negros, sugam toda matéria que possa ser alcançada por sua força de atração, mas a mantém contida pela energia aí gerada. Se explodem, joga tudo para fora - nesse caso as bolhas, pois não se tem conhecimento de explosões de buracos negros apesar de ser um evento possível. A matéria, o dinheiro expelido, busca acomodar-se em outros buracos que lhes sejam rentáveis, não sem antes causar distúrbios por vezes violentos. <br /> <br />A diferença da crise atual para as anteriores, causadas também por estouro de bolhas financeiras, é que agora todos os papéis parecem suspeitos, o que tem levado o capital a se dirigir e aportar em ativos reais, principalmente aqueles, que por motivos diversos, podem ou vem sofrendo alguma pressão de demanda. O exemplo mais evidente é o do petróleo, aonde os preços já vinham subindo em função da escassez na natureza e das incertezas políticas nos países produtores. Mas só o desequilíbrio entre a oferta e a procura, não é, de forma nenhuma, suficiente para explicar o salto absurdo dos preços logo após o estouro da bolha imobiliária nos EUA, como pregam alguns arautos do sistema. <br /> <br />O petróleo, como outras commodities, sobe num momento em que a expectativa é a redução do crescimento mundial, ou seja, de redução da demanda, o que aponta para a existência de uma bolha. O problema é que a bolha das commodities, em particular do petróleo, é altamente inflacionária, pois sendo este a matriz energética do mundo e matéria-prima de um grande número de produtos industrializados, a inflação tende a disseminar-se por todos os setores da economia. Para tomarmos consciência da importância do petróleo na produção mercadorias é só olhar além dos tanques de combustíveis de nossos carros, para os objetos que nos cercam, os alimentos que ingerimos e veremos o que significa o aumento de preços desse produto. <br /> <br />A bolha das commodities difere das demais pelo fato de o aumento dos preços se espalharem por todo planeta, não se restringindo a alguns países por ter a economia capitalista no petróleo a sua principal base sustentação. Quanto ao aumento dos preços dos alimentos, pode ter alguma relação com o consumo, mas é preciso levar em consideração os preços dos transportes, da armazenagem, dos insumos, principalmente dos fertilizantes, que direta ou indiretamente tem alguma relação com o petróleo. Mas não pode ser deixado de lado, de forma alguma, o impacto da utilização das commodities como refúgio do capital que foge dos estragos causados nas bolsas, no setor financeiro e em seus exóticos “produtos”, pela crise imobiliária americana. É só analisar a velocidade de negociação das commodities alimentares nas bolsas de mercadoria (1), e a voraz compra de terras produtivas e meios de produção pelos fundos em todo mundo e no Brasil. <br /> <br />É possível assistirmos aqui situação semelhante a dos anos setenta(2), quando no lançamento do Pró-álcool, terras destinadas ao cultivo de alimentos pelos pequenos agricultores e suas famílias, foram “expropriadas” pelo capital, que via na monocultura da cana-de-açúcar e na produção de álcool uma alternativa para aumentar a rentabilidade. Com o entusiasmo do governo pelos biocombustíveis e o capital global à solta, ávido por novas oportunidades, tudo fica mais fácil. Só estamos no início de um processo e a compra de terras por empresas e fundos nacionais e estrangeiros, que vão de vastas extensões a pequenos sítios, já fez subir significativamente o preço do hectare, o que deve complicar mais ainda a produção de alimentos e a inflação. As condições são propícias para uma nova onda de concentração da propriedade fundiária. <br /> <br />O discurso de um desajuste causado na economia pelo “choque de oferta” e pressão de demanda, como único responsável pelo aumento dos preços das commodities, não entende, ou intencionalmente tenta deixa de lado, a importância do violento movimento do capital, fictício ou não, em busca de rentabilidade na crise atual. A fragilidade do dólar frente às outras moedas, que busca compensar a queda das vendas internas americanas com as exportações, e, ao mesmo tempo, reverter o déficit na balança comercial, tende a agravar mais ainda a situação, pois a depreciação do dólar, que funciona como dinheiro universal, é causa e efeito dessa nova realidade. <br /> <br />29.06.2008 <br /> <br />(1) Nem que todos morram de fome... <br />(2) Uma breve história da expulsão do homem do campo pelo capital <br /> 2008-07-09T03:09-07:00 Rall http://rumoresdacrise.blogspot.com/ pt ¡Fuera complejos! http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16402.shtml Los leoneses están llamados a celebrar el Día sin Bañadores el próximo domingo, en el Lago de Sanabria o en las playas de Asturias Los leoneses están llamados a celebrar el Día sin Bañadores el próximo domingo, en el Lago de Sanabria o en las playas de Asturias J. A. <br /> <br />06/07/2008 <br /> <br />Castilla y León celebrará el próximo domingo 13 de julio el Día sin Bañadores en el Lago de Sanabria (Zamora) y aquellos que prefieran tomar el sol sin ropa en la playa, podrán hacerlo en las más cercanas, en el Principado de Asturias. Esta iniciativa, reivindicativa sobre los beneficios del nudismo para el ser humano, parte de las Asociaciones Naturistas de España, que animan a todos los ciudadanos españoles a participar y recuerdan que el desnudo no está prohibido en ningún espacio público de nuestro país. <br /> <br />La Asociación Naturista de Amigos del Principado de Asturias (Anapa) propone a los bañistas mostrar el cuerpo humano al desnudo en las playas de Gijón de San Lorenzo y Poniente y en las de Rodiles, Xagó y Vega en las localidades asturianas de Villaviciosa, Gozón y Ribadesella. Asimismo, en la región, el lugar indicado es el Lago de Sanabria aunque plantean que todos los castellanos y leoneses practiquen el nudismo en las orillas de ríos y pantanos el próximo domingo. <br /> <br />Además, Anapa pide a todos sus socios y simpatizantes que a través del correo electrónico <img src="/img/maillink.gif" border="0"/>&#160;<a href="mailto:anapa@naturismo.org">anapa@naturismo.org</a> elijan un lugar para celebrar de forma masiva el Día sin Bañadores. El objetivo es que los naturistas acudan a una misma playa, que no suele ser frecuentada por nudistas, para invitar a los bañistas que estén en ella a probar el desnudo en común para disfrutar de la naturaleza. La playa más votada hasta el día 10 de julio a las 22.00 horas, será donde tenga lugar esta convocatoria que se hace extensible a todo el país. <br /> <br />Normalización <br /> <br />El colectivo repartirá el tríptico ‘El nudismo es una más de tus libertades’ en las playas y lugares donde se celebre el Día sin Bañador. La Federación Española de Naturismo aseguró que esperan que el nudismo sea una opción más a la hora de ir a la playa y que desaparezca la diferenciación entre nudistas y no nudistas, puesto que la libertad de indumentaria y el derecho a la propia imagen está reconocido en el artículo 18.1 de la Constitución. <br /> <br />Denunciaron que 13 años tras la despenalización de la desnudez social, los nudistas todavía sufren la discriminación e incomprensión de una buena parte de la sociedad y el desconocimiento de la ley por parte de las policías locales autonómica y estatal. Así recordaron que según la legislación vigente, el nudismo “no puede ser limitado, ni sancionado y mucho menos prohibido”. <br /> <br />Por último, apuntaron que Unicef, máximo órgano internacional para la defensa de la infancia, no considera la visión de la desnudez humana perjudicial para la infancia. Señalaron que el nudismo es “socialmente beneficioso” porque ayuda a reducir las diferencias de género y a eliminar cualquier connotación sexual de la desnudez. <br /> <br />Webs relacionadas: <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.laopiniondezamora.es/secciones/noticia.jsp?pRef=2008070800_5_288239__COMARCAS-Miembros-varias-asociaciones-naturistas-preparan-acto-nudista-Lago-Sanabria">http://www.laopiniondezamora.es/secciones/noticia.jsp?pRef=2008070800_5_288239__COMARCAS-Miembros-varias-asociaciones-naturistas-preparan-acto-nudista-Lago-Sanabria</a> <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.naturismo.org/anapa/">http://www.naturismo.org/anapa/</a> 2008-07-08T17:24-07:00 Naturista http://www.naturismo.org/anapa/ es Colombia: La Paz Romana http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16397.shtml Critiqué con energía y franqueza los métodos objetivamente crueles del secuestro y la retención de prisioneros en las condiciones de la selva. Pero no estoy sugiriendo a nadie que deponga las armas, si en los últimos 50 años los que lo hicieron no sobrevivieron a la paz... Critiqué con energía y franqueza los métodos objetivamente crueles del secuestro y la retención de prisioneros en las condiciones de la selva. Pero no estoy sugiriendo a nadie que deponga las armas, si en los últimos 50 años los que lo hicieron no sobrevivieron a la paz... ]]> La paz romana <br /> <br />Fidel Castro <br /> <br />Cubadebate: <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.cubadebate.cu">http://www.cubadebate.cu</a> <br /> <br /> <br />Los datos que utilizo fueron tomados fundamentalmente de las declaraciones del embajador de Estados Unidos en Colombia, William Brownfield, la prensa y la televisión de ese país, la prensa internacional y otras fuentes. Impresiona el derroche de tecnología y recursos económicos utilizados. <br />Mientras los altos jefes militares de Colombia se esmeraban en señalar que la operación de rescate de Ingrid Betancourt fue enteramente colombiana, las autoridades de Estados Unidos declaran que “fue el resultado de años de intensa cooperación militar entre los ejércitos de Colombia y Estados Unidos.” <br />“ ‛ La verdad es que hemos logrado compaginarnos de una manera que pocas veces hemos logrado en Estados Unidos, excepto con nuestros viejos aliados, principalmente de la OTAN ’ , señaló Brownfield, refiriéndose a las relaciones con las fuerzas de seguridad colombianas, que han recibido más de 4 000 millones de dólares en asistencia militar desde el 2000.” <br />“…en varias ocasiones el gobierno de Estados Unidos tuvo que tomar decisiones en sus más altos niveles para la operación. <br />“Los satélites espías estadounidenses ayudaron a ubicar a los rehenes durante un período de un mes que comenzó el 31 de mayo y concluyó con el rescate del miércoles.” <br />“Los colombianos instalaron equipos de vigilancia de video, proporcionados por Estados Unidos, que pueden hacer acercamientos y tomas panorámicas operadas a control remoto a lo largo de ríos que son la única ruta de transporte a través de densas zonas selváticas, indicaron autoridades colombianas y estadounidenses. <br />“Aviones norteamericanos de reconocimiento interceptaron conversaciones por radio y teléfono satelital de los rebeldes y emplearon imágenes que pueden penetrar el follaje de la selva.” <br />“ ‛ El desertor recibirá una suma considerable de los cerca de cien millones de dólares que el gobierno había ofrecido como recompensa ’, declaró el Comandante General del ejército colombiano.” <br />El miércoles 1º de julio, la BBC de Londres publicó que César Mauricio Velásquez, secretario de prensa de la Casa de Nariño informó que delegados de Francia y Suiza se habían reunido con Alfonso Cano, jefe de las FARC. <br />Según BBC, este sería el primer contacto que el nuevo jefe aceptaba con delegados internacionales después de la muerte de Manuel Marulanda. La falsa información sobre la reunión de dos emisarios europeos con Cano había sido transmitida desde Bogotá. <br />El fallecido líder de las FARC nació el 12 de mayo de 1932, según el testimonio de su padre. Campesino liberal de origen pobre, partidario de Gaitán, inició su resistencia armada hace 60 años. Fue guerrillero antes que nosotros, como reacción ante las matanzas de campesinos perpetradas por la oligarquía. <br />El Partido Comunista ―donde ingresó más tarde―, como todos los de América Latina, estaba bajo la influencia del Partido Comunista de la URSS y no del de Cuba. Eran solidarios con nuestra Revolución pero no subordinados. <br />Fueron los narcotraficantes y no las FARC quienes desataron el terror en ese hermano país en sus pugnas por el mercado de Estados Unidos haciendo estallar no sólo potentes bombas, sino incluso camiones cargados de explosivos plásticos que destruyeron instalaciones, hirieron o mataron a incontables personas. <br />Nunca el Partido Comunista de Colombia se propuso conquistar el poder con las armas. La guerrilla era un frente de resistencia, no el instrumento fundamental de la conquista del poder revolucionario, como ocurrió en Cuba. En el año 1993, en la octava conferencia de las FARC, se decide romper con el Partido Comunista. Su jefe, Manuel Marulanda, asumió la dirección de las guerrillas de ese Partido, que siempre se distinguieron por un hermético sectarismo en la admisión de combatientes y los métodos férreos y compartimentados de mando. <br />Marulanda, de notable inteligencia natural y dotes de dirigente, no tuvo en cambio oportunidades de estudio cuando era adolescente. Se dice que pudo cursar sólo hasta el 5to grado. Concebía una larga y prolongada lucha, un punto de vista que yo no compartía. Nunca tuve posibilidad de intercambiar con él. <br />Las FARC alcanzaron considerable fuerza y llegaron a sobrepasar los 10 mil combatientes. Muchos nacieron durante la propia guerra y no conocían otra cosa. Otras organizaciones de izquierda rivalizaron con las FARC en la lucha. Ya entonces el territorio colombiano se había convertido en la más grande fuente de producción de cocaína del mundo. La violencia extrema, los secuestros, los impuestos y exigencias a los productores de drogas se generalizaron. <br />Las fuerzas paramilitares, armadas por la oligarquía, cuyos efectivos se nutrían del enorme caudal de hombres que prestaban servicios en las fuerzas armadas del país y eran desmovilizados cada año sin empleo asegurado, crearon en Colombia una situación tan compleja que sólo había una salida: la verdadera paz, aunque lejana y difícil como otras muchas metas de la humanidad. La opción que durante tres décadas Cuba ha defendido en esa nación. <br />Mientras los periodistas cubanos discuten en su VIII Congreso las nuevas tecnologías de la información, los principios y la ética de los comunicadores sociales, yo meditaba sobre los acontecimientos señalados. <br />Expresé con claridad nuestra posición en favor de la paz en Colombia, pero no estamos a favor de la intervención militar extranjera ni con la política de fuerza que Estados Unidos pretende imponer a toda costa y a cualquier precio a ese sufrido y laborioso pueblo. <br />Critiqué con energía y franqueza los métodos objetivamente crueles del secuestro y la retención de prisioneros en las condiciones de la selva. Pero no estoy sugiriendo a nadie que deponga las armas, si en los últimos 50 años los que lo hicieron no sobrevivieron a la paz. Si algo me atrevo a sugerir a los guerrilleros de las FARC es simplemente que declaren por cualquier vía a la Cruz Roja Internacional la disposición de poner en libertad a los secuestrados y prisioneros que aún estén en su poder, sin condición alguna. No pretendo que se me escuche; cumplo el deber de expresar lo que pienso. Cualquier otra conducta serviría sólo para premiar la deslealtad y la traición. <br />Nunca apoyaré la paz romana que el imperio pretende imponer en América Latina. <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=69913&titular=la-paz-romana-">http://www.rebelion.org/noticia.php?id=69913&titular=la-paz-romana-</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />- La historia real y el desafío de los periodistas cubanos: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cubaweb.cu/secciones/ref-fidel/art27.html">http://www.granma.cubaweb.cu/secciones/ref-fidel/art27.html</a> <br /> <br /> <br />- Discurso del ministro cubano de Exteriores en la Conferencia de Ministros de Información de los Países No Alineados. Isla Margarita. 2-7-2008: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=69833">http://www.rebelion.org/noticia.php?id=69833</a> <br /> <br /> <br />- Pedirán este viernes en Panamá extradición de Posada Carriles: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.ain.cu/2008/julio/03cvposada.htm">http://www.ain.cu/2008/julio/03cvposada.htm</a> <br /> <br /> <br />- Considera Cuba acto de justicia invalidación de indulto a Posada Carriles: <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.granma.cu/espanol/2008/julio/sabado5/considera.html">http://www.granma.cu/espanol/2008/julio/sabado5/considera.html</a> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> 2008-07-08T15:10-07:00 envia F Espinoza es Emendas torpedo aprovadas po-lo Congresso Europeu http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16396.shtml Paseninho cara a neutralizaçom da Rede: <br /> Paseninho cara a neutralizaçom da Rede: <br /> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://ciberderechos.barrapunto.com/article.pl?sid=08/07/08/084240&from=rss">http://ciberderechos.barrapunto.com/article.pl?sid=08/07/08/084240&from=rss</a> 2008-07-08T11:44-07:00 lela pt Regálase violencia http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16394.shtml A situación dos menores en España, con respecto a certos contidos televisivos é para tirarse dos pelos; a tauromaquia é un perfecto exemplo de que a hipocrisía sempre triunfa neste territorio. A situación dos menores en España, con respecto a certos contidos televisivos é para tirarse dos pelos; a tauromaquia é un perfecto exemplo de que a hipocrisía sempre triunfa neste territorio. ¿Cal escollería para os seus fillos?
¿Cal escollería para os seus fillos? ]]> A protección do menor sempre foi un campo que foi detrás das circunstancias, e en España, esta problemática agudízase. A televisión, ese gran invento do Século XX, tórnase nun instrumento pernicioso para os máis pequenos da casa. <br /> <br />Non me refiro a películas ou series de contido violento, que á fin e ao cabo corresponden á ficción; senón a outra parte da programación, como son certas imaxes dos telexornais, que buscan máis o morbo que a información, e ao sen dúbida, contido máis violento que nos podamos atopar: a tauromaquia, un espectáculo cruel e desgraciadamente real. <br /> <br />Os eventos taurinos retransmítense habitualmente dentro do horario denominado "infantil", no cal os contidos televisivos deben censurar programas que conteñan violencia explícita, palabras malsoantes, películas violentas, etc. Con todo, a tauromaquia non ten que pasar esa criba. ¿Por que? Pois non se sabe moi ben porque. Podería ser o lobby taurino o que presiona ao Consejo Audiovisual, ou podería ser que como é algo considerado cultura, termo máis que discutible, poidan velo as nenas e nenos. <br /> <br />Nun punto no que a sociedade ten graves problemas como a violencia de xénero, a homofobia ou o crecente racismo, seguir retransmitindo un espectáculo tan brutal, é como optar ao suicidio social dos nosos fillos. <br /> <br />Se nos fixamos na resposta cidadá, en Andalucía as retransmisións taurinas foron obxecto de 32 queixas ao Consejo Audiovisual Andaluz; todas elas foron rexeitadas, porque segundo o CAA, non incumprían o código de regulación para protexer ao menor. <br /> <br />De feito, o organismo que se supón que defende e protexe ao menor na Comunidade de Madrid, o Defensor do Menor, botou balóns fose declarando que había contidos máis perniciosos na televisión. A tauromaquia non era un deles. <br /> <br />Se organismos e entidades dedicadas á protección do menor obviar aspectos como os apuntados arriba, ¿como imos educar a todos os menores no respecto e a non violencia? Hipocrisía aparte; isto ten moi poucas solucións: acabar con este tipo de contidos violentos na caixa boba. <br />
2008-07-08T11:37-07:00 Rubén Pérez Sueiras http://botica.blogaliza.org gl
[GzVideos] III Roteiro da Vergoña pola supresión da simboloxía franquista (A Coruña) http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16391.shtml A Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica da Coruña organizou o pasado sábado 5 de Xullo un “Roteiro da vergoña” que vindicou a eliminación do rueiro da cidade de calquera referencia ou símbolo franquista que aínda perdure. A Comisión pola Recuperación da Memoria Histórica da Coruña organizou o pasado sábado 5 de Xullo un “Roteiro da vergoña” que vindicou a eliminación do rueiro da cidade de calquera referencia ou símbolo franquista que aínda perdure. roteiro
roteiro Apaga a TV, prende a túa mente!
Apaga a TV, prende a túa mente! ]]> Son moitos os casos, como a rúa General Sanjurjo, División Azul, Alférez Provisional, o hospital Juan Canalejo… mentres que o edificio do concello conserva intactas as vidreiras co escudo franquista e considera aínda como fillo predilecto ao dictador. Varios ilusionistas, entre os que se atopaba o mago Antón, acompañaron a marcha, e incluso conseguiron que a estatua de Millán Astray (fundador da Legión española) desaparera misteriosamente. Iso e moito mais no video que editamos. <br /> <br />Boas visualizacións! <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://gzvideos.info/3%c2%aa-marcha-civica-pola-supresion-da-simboloxia-franquista/">http://gzvideos.info/3%c2%aa-marcha-civica-pola-supresion-da-simboloxia-franquista/</a>
2008-07-08T01:14-07:00 GzVideos http://gzvideos.info/ pt
El Ambiguo Legado del '68 http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16390.shtml En su último artículo, publicado el 20 de junio de 2008 en In These Times, el filósofo esloveno Slavoj Zizek nos habla del Mayo del '68 cuarenta años después, provocando la reflexión con sus planteamientos: ¿qué fue revolucionado hace cuarenta años, el mundo o el capitalismo?. Considerando la necesidad de recordar que no sólo se trataba de des-jerarquizar sino de un rechazo global al sistema liberal, Zizek evoca las raíces de un giro que cambió para siempre el aspecto de occidente, en un momento en que los poderosos escudados en las instituciones europeas intentan imponer de nuevo condiciones laborales propias del Siglo XIX como las 65 horas semanales de trabajo. En su último artículo, publicado el 20 de junio de 2008 en In These Times, el filósofo esloveno Slavoj Zizek nos habla del Mayo del '68 cuarenta años después, provocando la reflexión con sus planteamientos: ¿qué fue revolucionado hace cuarenta años, el mundo o el capitalismo?. Considerando la necesidad de recordar que no sólo se trataba de des-jerarquizar sino de un rechazo global al sistema liberal, Zizek evoca las raíces de un giro que cambió para siempre el aspecto de occidente, en un momento en que los poderosos escudados en las instituciones europeas intentan imponer de nuevo condiciones laborales propias del Siglo XIX como las 65 horas semanales de trabajo. El Ambiguo Legado del '68 <br /> <br />¿Qué fue revolucionado hace cuarenta años, el mundo o el capitalismo? <br />Por Slavoj Zizek <br /> <br />Traducido por Decondicionamiento.org <br /> <br />En el París de 1968, uno de los graffitis más famosos en las paredes de la ciudad fue "¡las estructuras no caminan por las calles!". En otras palabras, las manifestaciones masivas de obreros y estudiantes en el 68 no podían explicarse en los términos del estructuralismo, no podían explicarse como determinados por los cambios estructurales en la sociedad, como en el estructuralismo de Saussure. La respuesta del psicoanalista francés Jacques Lacan fue que precisamente esto fue lo que sucedió en el 68: las estructuras descendieron hasta las calles. Los visiblemente explosivos sucesos en las calles, fueron en último término el resultado de un desequilibrio estructural. <br /> <br />Hay buenos motivos para sostener la perspectiva escéptica de Lacan. Como notaron los eruditos franceses Luc Boltanski y Eve Chiapello en "El Nuevo Espíritu del Capitalismo" en 1999, de los años 70 en adelante emergió una nueva forma de Capitalismo. <br /> <br />El Capitalismo abandonó la estructura jerárquica Fordista del proceso de producción (que, con su nombre dedicado al fabricante de automóviles Henry Ford, imponía una cadena de mando jerárquica y centralizada), y desarrolló una forma de organización basada en red responsable de la iniciativa individual del empleado y de la autonomía en el centro de trabajo. Como resultado, tenemos redes con una multitud de participantes, organizando el trabajo en equipos o por proyectos, con la intención de la satisfacción del consumidor y el bienestar público, o hasta preocupándose por la ecología. <br /> <br />De este modo, el capitalismo usurpó la retórica izquierdista de la auto-gestión del trabajador, transformándolo de un slogan anti-capitalista a uno capitalista. Era el Socialismo el que era conservador, jerárquico y administrativo. <br /> <br />Las protestas anticapitalistas de los 60 trajeron como suplemento a la crítica tradicional de la explotación socioeconómica, una nueva crítica cultural: la alienación de la vida diaria, la comodificación del consumo, la falsedad de una sociedad de masas en la que "llevamos máscaras" y sufrimos opresiones sexuales y de otros tipos. <br /> <br />El nuevo capitalismo se apropió triunfante de esta retórica anti-jerárquica del '68, presentándose como una revuelta libertaria exitosa contra las organizaciones sociales opresivas del capitalismo corporativo y el socialismo "realmente existente". Este nuevo espíritu libertario es personificado por los des-estirados capitalistas "guays" como Bill Gates en Microsoft, o los fundadores del helado Ben & Jerry. <br /> <br />Lo que sobrevivió de la liberación sexual de los '60 fue el hedonismo tolerante incorporado de buena gana a nuestra ideología hegemónica. Hoy el gozo sexual no sólo está permitido, es ordenado; los individuos se sienten culpables si no son capaces de disfrutarlo. El impulso hacia formas radicales de gozo (mediante experimentos sexuales y drogas u otros medios de inducción de trance) emergieron en un momento político preciso: cuando el "espíritu del '68" había agotado su potencial político. <br /> <br />En este punto crítico a mediados de los 70, fuimos testigos de un empuje-hacia-lo-Real directo y brutal, que asumió tres formas principales: primero, la búsqueda de formas extremas de gozo sexual; segundo, el giro hacia lo Real de una experiencia interna (misticismo oriental); y por último, el alza del terrorismo político de izquierda (Red Army Faction en Alemania, las Brigadas Rojas en Italia, etcétera). <br /> <br />El terror político de izquierda funcionaba bajo la creencia de que, en una época en que las masas están totalmente sumergidas en el sueño ideológico capitalista, la crítica estándar de la ideología ya no es operativa. Sólo un recurso al crudo Real de la violencia directa podría despertarlas. <br /> <br />Lo que estas tres opciones comparten, es la retirada que suponen respecto a la implicación socio-política concreta, y lo que hoy sentimos son las consecuencias de esta retirada. <br /> <br />Los disturbios en los suburbios franceses en Otoño del 2005, se mostraron como miles de coches ardiendo y un importante arrebato de violencia pública. Pero lo que destacaba era la ausencia de visión positiva utópica alguna entre los manifestantes. Si Mayo del '68 fue una revuelta con una visión utópica, la revuelta de 2005 fue un arrebato sin pretensión de visión alguna. <br /> <br />Aquí hay una prueba del aforismo común de que vivimos en una era post-ideológica: Los manifestantes en los suburbios de París no pedían nada en particular. Sólo había una insistencia sobre el reconocimiento, basada en un resentimiento vago y sin articular. <br /> <br />El hecho de que no hubiera programa en la quema de los suburbios de París, nos dice que habitamos un universo en el que, aunque se celebre a sí mismo como una sociedad de la elección, la única opción disponible aparte del consenso democrático impuesto, es la explosión de violencia (auto)destructiva. <br /> <br />Recordemos aquí el reto de Lacan a los estudiantes que protestaban en el '68: "Como revolucionarios, sois histéricos que piden a un nuevo maestro. Lo obtendréis." <br /> <br />Y obtuvimos uno, bajo el disfraz del maestro "permisivo" post-moderno cuya dominación, al ser menos visible, es mucho más fuerte. <br /> <br />Mientras que muchos cambios sin duda positivos acompañaron a este cambio (como nuevas libertades y el acceso de las mujeres a posiciones de poder), uno debería plantear en cualquier caso cuestiones duras: ¿Fue este paso de "un espíritu del capitalismo" a otro realmente todo lo que sucedió en el '68? ¿Fue todo el ebrio entusiasmo de libertad tan sólo un modo de sustituir una forma de dominación por otra? <br /> <br />Las cosas no son tan fáciles. Mientras que la cultura dominante se apropió del '68 como una explosión de libertad sexual y creatividad anti-jerárquica, Sarkozy dijo en su campaña presidencial de 2007 que su gran tarea era hacer que por fin Francia superase el '68. <br /> <br />Así que lo que tenemos es "su" y "nuestro" Mayo del 68. En la memoria ideológica de hoy en día, "nuestra" idea básica de las manifestaciones de Mayo, el enlace entre las protestas estudiantiles y las huelgas de los trabajadores, se olvida. <br /> <br />Si observamos nuestra situación con los ojos del '68, hemos de recordar que, en su núcleo, el '68 fue un rechazo del sistema liberal-capitalista, un "NO" a su totalidad. <br /> <br />Es fácil bromear sobre la noción del economista político Francis Fukuyama del "fin de la historia", de su afirmación de que en el capitalismo liberal hemos encontrado el mejor sistema social posible. Pero hoy en día, la mayoría son Fukuyamaistas. El capitalismo liberal-democrático es aceptado como la fórmula hallada al fin para el mejor de los mundos posibles, tal que sólo queda hacerlo más justo, más tolerante, etcétera. <br /> <br />Cuando Marco Cicala, periodista italiano, utilizó recientemente la palabra "capitalismo" en un artículo para el diario italiano La Repubblica, su editor le planteó que el uso de este término era innecesario, y le preguntó si no podía sustituirlo por un sinónimo como "economía". <br /> <br />¿Qué mejor prueba del triunfo del capitalismo en las tres últimas décadas que la desaparición del propio término "capitalismo"? Así pues, la única verdadera cuestión hoy es: ¿apoyamos esta naturalización del capitalismo, o contiene el capitalismo global de hoy en día contradicciones lo bastante fuertes como para prevenir su reproducción indefinida? <br /> <br />Hay (al menos) cuatro antagonismos así: la amenaza de la catástrofe ecológica; lo inapropiado de los derechos sobre la propiedad privada cuando se aplican a la "propiedad intelectual"; las implicaciones socio-éticas de nuevos desarrollos tecno-científicos (especialmente en biogenética); y por último pero no menos importante, nuevas formas de apartheid, en forma de nuevos muros y barrios bajos. <br /> <br />Los primeros tres antagonismos se refieren al dominio de lo que los teóricos políticos Michael Hardt y Toni Negri llaman "comunes", la substancia compartida de nuestro ser social cuya privatización es un acto violento que debe ser resistido con medios violentos si es necesario (esto es, violencia contra la propiedad privada). <br /> <br />Los comunes de la naturaleza exterior están amenazados por la polución y la explotación (del petróleo a los bosques y hábitat natural en sí); los comunes de la naturaleza interna (la herencia biogenética de la humanidad) están amenazados por la interferencia tecnológica; y los comunes de la cultura (las formas socializadas de capital "cognitivo", principalmente el lenguaje, nuestro método de comunicación y educación, pero también la infraestructura compartida del transporte público, electricidad, correos, etcétera) son privatizados en busca del beneficio. (Si se le permitiera a Bill Gates un monopolio, habríamos alcanzado la absurda situación en que un individuo privado habría sido propietario de la textura software de nuestra red básica de comunicación). <br /> <br />Nos estamos dando cuenta gradualmente del potencial destructivo, hasta la propia auto-aniquilación de la humanidad en sí misma, que podría desatarse si se permite apoderarse libremente de estos tres comunes a la lógica capitalista. <br /> <br />El economista Nicholas Stern caracterizó adecuadamente la crisis climática como "el mayor error de mercado en la historia humana". <br /> <br />Hay una consciencia en aumento de que necesitamos una nueva ciudadanía global en cuanto al medio ambiente, un espacio político para responder al cambio climático como una cuestión de importancia común para toda la humanidad. <br /> <br />Uno debería dar peso a los términos "ciudadanía global" y "preocupación común". Este deseo de establecer una organización política y de implicación global que neutralice y canalice las fuerzas del mercado, ¿no significa que necesitamos una perspectiva propiamente comunista? La necesidad de proteger los "comunes" justifica resucitar la noción de Comunismo: Nos permite ver cómo se está "encerrando" a nuestros comunes como un proceso de proletarización de aquellos que por tanto se encuentran excluídos de su propia substancia. <br /> <br />Sin embargo, es sólo el antagonismo entre los Incluídos y los Excluídos lo que justifica propiamente el término Comunismo. En los barrios marginales del mundo, estamos siendo testigos del rápido crecimiento de una población fuera del control del estado, que vive en condiciones fuera de la ley, con una necesidad terrible de formas mínimas de auto-organización. Aunque esta población esté compuesta por trabajadores marginalizados, funcionarios redundantes y ex-campesinos, no son simplemente un excedente redundante: se encuentran incorporados en la economía global, muchos trabajando como asalariados informales o como empresarios autoempleados, sin cobertura sanitaria o social adecuada. (La fuente principal de su alza es la inclusión de los países del Tercer Mundo en la economía global, con las importaciones de comida barata de países del Primer Mundo arruinando la agricultura local). Estos nuevos habitantes de los barrios bajos no son un accidente desafortunado, sino un producto necesario de la lógica más interna del capitalismo global. <br /> <br />Quien vive en las favelas -o pueblos de chabolas- de Rio de Janeiro en Brazil, o en Shanghai en China, no es esencialmente distinto de alguien que vive en las banlieues -barrios marginales de las afueras- de París o en los ghettos de Chicago. <br /> <br />Si la tarea principal de las políticas de la emancipación en el Siglo XIX fue romper el monopolio de la burguesía liberal politizando a la clase trabajadora, y si la tarea del Siglo XX fue despertar políticamente a la inmensa población rural de Asia y África, la tarea principal del Siglo XXI es politizar -organizar y disciplinar- a las "masas desestructuradas" de los habitantes de los barrios bajos. Si ignoramos este problema de los Excluídos, el resto de los antagonismos pierden su filo subversivo. <br /> <br />La ecología se convierte en un problema de desarrollo sostenible. La propiedad intelectual se convierte en un complejo reto legal. La biogenética se vuelve un asunto ético. Las corporaciones -como Whole Foods y Starbucks- son favorecidas entre los liberales incluso a pesar de que se involucren en actividades antisindicalistas; apenas porque venden productos con un toque progresista. <br /> <br />Compras café hecho con grano comprado por encima del valor justo en el mercado. <br /> <br />Conduces un vehículo híbrido. <br /> <br />Compras de compañías que proporcionan buenos beneficios a sus compradores (según los estándares de la corporación). <br /> <br />En pocas palabras, sin el antagonismo entre los Incluídos y los Excluídos, podríamos tropezar con un mundo en que Bill Gates fuera el más grande de los seres humanitarios, combatiendo la pobreza y la enfermedad, y que el Rupert Murdoch de NewCorp fuera el mayor defensor del medio ambiente mobilizando cientos de millones a través de su imperio mediático. <br /> <br />En contraste con la clásica imágen de los proletarios que "no tienen nada que perder excepto sus cadenas", estamos TODOS en peligro de perderlo TODO. El riesgo es que seremos reducidos a sujetos vacíos abstractos cartesianos deprivados de contenido substancial, desposeídos de sustancia simbólica, nuestra base genética manipulada en un entorno imposible de habitar. <br /> <br />Esta triple amenaza a nuestro ser nos hace a todos potenciales proletarios. Y la única forma de prevenir convertirse en uno, es actuar preventivamente. <br /> <br />El verdadero legado del '68 se encapsula del mejor modo en la fórmula Soyons realistes, demandons l’impossible! (Seamos realistas, pidamos lo imposible) <br /> <br />La utopía de hoy, es la creencia de que el sistema global existente puede reproducirse indefinitivamente. La única forma de ser realistas es prever lo que, dentro de las cordenadas de este sistema, no puede sino aparecer como imposible. 2008-07-07T12:07-07:00 Slavoj Zizek es Nuevo blog anarquista que narra las luchas anti TAV y contra el cemento, para estar al tanto de lo que ocurre al sur de los Alpe http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16389.shtml Nuevo blog anarquista que narra las luchas anti TAV y contra el cemento, para estar al tanto de lo que ocurre al sur de los Alpes. Nuevo blog anarquista que narra las luchas anti TAV y contra el cemento, para estar al tanto de lo que ocurre al sur de los Alpes. Queremos presentar un nuevo blog anarquista de noticias centrado en las luchas contra la cementificación, la militarización y la destrucción del entorno en las regiones italianas del Trentino y el Tirol del Sur (o Alto Adige). <br /> <br />Esta zona de los Alpes está sometida a una agresión muy fuerte: linea ferroviaria de alta velocidad (TAV) entre Verona y Munich, la construcción del Túnel del Brennero (Tirol), una base militar en Mattarello (cercano a Trento), incineradoras, pistas de esquí, etc. <br /> <br />Pero donde hay una agresión es donde se organiza la resistencia. Y en estos momentos va construyendose poco a poco una resistencia auto-organizada, formada por individualidades, por asambleas abiertas y comités independientes de toda organización política o sindical. <br /> <br />Una forma de resistencia basada en la oposición frontal, en el decir NO. Un tren de alta velocidad se construye o no, una base militar se hace o no. No hay términos medios ni espacios de negociación. Una lucha que es difícil de integrar en las agendas de las/los políticos de todo signo. <br /> <br />Este es uno de los motivos de hacer este blog: que estas noticias, estas luchas, lleguen a otros lugares, lugares que no son de habla italiana. <br /> <br />Pero además de esto también la actualidad italiana tendrá su lugar: el racismo, el antiziganismo, el militarismo, la homofobia y el nacionalismo más rancio y agresivo se convierten en nuevas señas de identidad de Italia. También hablaremos de la actualidad de la resistencia, la lucha y el conflicto social. Porque donde hay una llama siempre hay la esperanza de una explosión. <br /> <br />“Las vacas no comen cemento” <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.alasbarricadas.org/blackblogs/vacas">http://www.alasbarricadas.org/blackblogs/vacas</a> <br /> 2008-07-06T20:49-07:00 Luca http://www.alasbarricadas.org/blackblogs/vacas es Fascismo espanhol à solta por Ferrol: ataque ao local comarcal de NÓS-Unidade Popular http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16387.shtml Na noite do dia 5 de Julho, elementos fascistas aproveitárom a escuridade da noite para pintar com esvásticas nazis a fachada do local comarcal de NÓS-Unidade Popular em Ferrol, enchendo-a de manchons de pintura em diferentes pontos. Na noite do dia 5 de Julho, elementos fascistas aproveitárom a escuridade da noite para pintar com esvásticas nazis a fachada do local comarcal de NÓS-Unidade Popular em Ferrol, enchendo-a de manchons de pintura em diferentes pontos. ]]> Na noite do dia 5 de Julho, elementos fascistas aproveitárom a escuridade da noite para pintar com esvásticas nazis a fachada do local comarcal de NÓS-Unidade Popular em Ferrol, enchendo-a de manchons de pintura em diferentes pontos. Nom é a primeira vez que exaltados de extrema-direita atacam a sede da nossa organizaçom, nem é NÓS-UP a única entidade atacada periodicamente na nossa comarca. <br /> <br />Nos últimos tempos, pintadas reivindicando a espanholidade da Galiza junto a símbolos nazi-fascistas proliferam polas paredes da comarca de Trasancos, sem que as autoridades ditas 'democráticas' pareçam preocupar-se. A exibiçom de símbolos espanhóis e filofranquistas nas celebraçons da vitória espanhola no recente campeonato de futebol europeu parece ter dado vida aos fascistas que pululam por Ferrol fazendo apologia do fascismo e, de quando em quando, protagonizando agressons a locais e pessoas. <br /> <br />A compreensom policial e institucional aos 'incontrolados' fascistas actua como elemento de cumplicidade com as agressons fascistas, o que obriga os sectores populares a exercer a autodefesa activa, como já tem acontecido no passado. <br /> <br />NÓS-Unidade Popular exige medidas para que o fascismo espanhol deixe de actuar impunemente nas nossas ruas e de atacar os locais e as pessoas que participam activamente nos movimentos sociais da nossa comarca. <br /> <br />Assembleia Comarcal de NÓS-Unidade Popular <br />Ferrol, 5 de Julho de 2008 <br /> <br /><img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1517">http://www.nosgaliza.org/principal.php?pag=lernot&id=1517</a> 2008-07-06T17:03-07:00 www.nosgaliza.org pt Espaço Irmandinho http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16386.shtml Esclarecimento do Espaço Irmandinho ante a proposta de conformaçom de candidaturas conjuntas da esquerda autodeterminista às eleiçons ao parlamento da CAG de 2009. Esclarecimento do Espaço Irmandinho ante a proposta de conformaçom de candidaturas conjuntas da esquerda autodeterminista às eleiçons ao parlamento da CAG de 2009. Ante a proposta dumha convocatória para estudar a possibilidade de confeccionar candidaturas autoderministas conjuntas às eleiçons ao parlamento da CAG de 2009, à que se convida entre outros agentes ao Espaço Irmandinho, este espaço de formaçom, coordenaçom e intervençom de militantes independentistas quer esclarecer a sua postura sobre a questom eleitoral. <br /> <br />Entendemos a intervençom eleitoral como mais umha ferramenta na caixa de ferramentas a utilizar polo MLNG segundo as circunstáncias e necessidades de cada conjuntura concreta. Esta concepçom para nós implica que a participaçom eleitoral se deva associar a projectos e estratégias de certo alcanço, quer dizer, nunca fruto esporádico de casualidades, da teatralizaçom de unidades de ocasiom e da tendência a disfarçar com marketing publicitário a incapacidade ou indisposiçom para abordar as prioridades reais do movimento e do País. Aliás implicita que se tem que cimentar e construir sobre a discreçom, os climas de confiança e respeito mútuo, o diálogo e o acordo multilateral prévios dos agentes interessados e, sobretodo, o enquadramento numha vontade de trabalho em mao-comum e convergência noutras frentes de luita. Neste sentido, a proposta na que se nos quer envolver é a antítese da concepçom que nós manejamos sobre a participaçom independentista no campo eleitoral. <br /> <br />Desconhecemos por esta razom que utilidade pode ter que sectores que mantenhem dissensons teóricas e práticas e relaçons marcadas por distáncias e entraves para articular intervençons conjuntas encenem em períodos eleitorais entendimentos fitícios, sem crédito nem cimentaçom pola base. Valorizamos portanto que propostas como a que analisamos erram na hora de determinar a actual ordem de prioridades e demonstram umha hipervalorizaçom da intervençom eleitoral independentista. <br /> <br />Apelamos finalmente aos sectores patrióticos a trabalhar em positivo, desde a base e com espíritu construtivo para focar a nossa atençom e energias nas respostas conjuntas às agressons reais e imediatas que enfrenta Galiza e o seu povo trabalhador, nas dinámicas de construçom nacional que garantam o futuro do País, na conflitividade social que surge por toda a parte e na edificaçom dum movimento de liberaçom nacional e social que seja realmente merecedor desse nome e reconhecido polo nosso Povo como tal. <br /> <br /> <br /> <br />Na Terra, 6 Junho de 2008 <br />Espaço Irmandinho <br /> 2008-07-06T08:53-07:00 Espaço Irmandinho pt Letras '09: RAG escolhe o 'galeguismo difuso' e volta a punir a opçom reintegracionista http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16382.shtml Falou a vaca e dixo mu: poucas semanas depois do alegato em favor do nome espanhol do nosso país, a Real Academia Galega volta a reivindicar a opçom mais digerível para as instituiçons espanholas na escolha da figura a quem se dedicará o próximo Dia das Letras Falou a vaca e dixo mu: poucas semanas depois do alegato em favor do nome espanhol do nosso país, a Real Academia Galega volta a reivindicar a opçom mais digerível para as instituiçons espanholas na escolha da figura a quem se dedicará o próximo Dia das Letras ]]> <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.primeiralinha.org/">http://www.primeiralinha.org/</a> <br /> <br />5 de Julho de 2008 <br /> <br />Falou a vaca e dixo mu: poucas semanas depois do alegato em favor do nome espanhol do nosso país, a Real Academia Galega volta a reivindicar a opçom mais digerível para as instituiçons espanholas na escolha da figura a quem se dedicará o próximo Dia das Letras: Ramón Pinheiro, máximo representante do que ficou conhecido como 'galeguismo difuso' ou 'pinheirismo'. <br /> <br />Nom existia nengumha reivindicaçom popular da figura institucional de Ramón Pinheiro, já suficientemente homenageada na etapa fraguista polo poder autonómico. No entanto, a 'nossa' Monárquica Academia nom se caracteriza por dar ouvidos ao sentir popular: Por isso, voltou a desprezar o vulto que representa a antítese do lamentável provincianismo que caracteriza o clube elitista que preside o espanholfalante José Ramón Barreiro Fernández: Ricardo Carvalho Calero, o grande intelectual nacionalista e defensor do nosso idioma, cuja obra continua a provocar umha difícil digestom aos senhores académicos. <br /> <br />Confirma-se a vigência da distinçom estabelecida no se dia polo próprio Carvalho: 'Galicia oficial vs. Galiza real'. De qualquer maneira, enquanto os galeguistas oficiais homenageiam o pinheirismo, nom duvidamos que o movimento popular galego continuará a revindicar, ainda mais, o valor da obra e, sobretodo, o exemplo de patriotismo verdadeiro de Ricardo Carvalho Calero. 2008-07-05T16:40-07:00 www.primeiralinha.org pt "Non queremos guetos, hai que formalizar un movemento amplo de esquerdas" http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16381.shtml Entrevista de Vieiros a Mariano Abalo, secretário xeral da Frente Popular Galega, con motivo da celebración do XX aniversário da FPG. Entrevista de Vieiros a Mariano Abalo, secretário xeral da Frente Popular Galega, con motivo da celebración do XX aniversário da FPG. "Non queremos guetos, hai que formalizar un movemento amplo de esquerdas" Mariano Abalo, secretario xeral da FPG. <br /> <br />Co gallo do vixésimo aniversario da organización independentista, falamos cun dos seus históricos dirixentes. <br /> <br />Vieiros - Redacción - 09:30 05/07/2008 <br /> <br />A máis veterana das organizacións independentistas celebra este sábado en Cangas, na parroquia de Aldán, o seu vixésimo aniversario. Falamos con Mariano Abalo, un dos históricos dirixentes da Frente Popular Galega. <br /> <br />Vieiros: No mes de xuño fixéronse vinte anos da asemblea constituínte da FPG. Que balance fai de todo este tempo? <br />Mariano Abalo: Eu creo, para ser honestos, que hai que facer autocrítica. Dende a nosa perspectiva consideramos que aínda que o esforzo foi enorme os resultados non foron os agardados. De todos os xeitos, tiñamos que combater unha asimilación do nacionalismo como agora se está comprobando. <br /> <br />A FPG ten presenza na bisbarra Morrazo e no seu tempo tivo tamén representantes noutros municipios galegos. Porén, a implantación da súa organización no resto do territorio revelouse unha misión extraordinariamente difícil. Cales foron os atrancos? <br />Considero que a bonanza económica e a asimilación da política oficial de esquerdas dificultaba que poidese haber alternativas. Agora, coa crise, demándanse políticas diferentes e a existencia da FPG aínda ten máis razón de ser ca nunca. É certo que tivemos a nosa particular travesía no deserto. <br /> <br />Vostedes son moi críticos co nacionalismo maioritario. Afirman a miúdo que o BNG representa unha liña cada vez máis autonomista e alonxada da esquerda. Aínda así, o Bloque seguiu aglutinando a inmensa maioría da base social nacionalista, sen deixar practicamente espazo a ningunha outra forza... <br />En xeral, a xente apunta a cabalo gañador. Cando non se albiscan crises importantes a xente busca os postulados máis acomodaticios. Aínda así, creo que se non houbese unha organización como a FPG habería que creala. <br /> <br />Logo de 16 ano de gobernos Fraga, agora hai un bipartito. Que chatas lle apoñen e que aspectos positivos? <br />Nós consideramos que, aínda que hai que poñer moitas chatas, nunca tivemos unha posición sectaria contra o BNG (de feito, compartimos goberno en Cangas).Tratouse sempre de tender pontes. Pero, nomeadamente dende a UPG, sempre se tratou de que a esquerda non tivese cabida dentro do BNG. Sabemos que todos os que non abracen a liña oficial non teñen sitio. Con respecto ao Goberno, somos críticos porque ten unha liña moi continuista coa época do PP, sen medidas novidosas. <br /> <br />Cales son os atrancos para a unidade da esquerda independentista, supoño que irán máis alá dunha guerra de normativas lingüísticas da que falan algúns... <br />(Ri) Evidentemente, iso só é a punta do iceberg. Hai outras diferenzas. Hai outra configuración e unha dinámica política que nos separa. Non queremos güetos nin políticas marxinais, ou se formaliza un movemento amplo de esquerdas e combativo ou será un simple salto en falso. <br /> <br />Cal é o futuro da FPG. Como lle gustaría que fose este proxecto cando toque cumprir os 30 anos? <br />O noso obxectivo vai máis aló dunha política meramente partidista. Queremos un Goberno onde os traballadores galegos teñan un peso real. Queremos deixar de ser unha mera sucursal do goberno de España, que se fagan políticas a prol das maiorías sociais e non para o simple proveito do sistema. Para iso, hai que alentar unha liña política de esquerdas, que hoxe en día non existe nese país. <br /> <br /> 2008-07-05T12:53-07:00 Vieiros gl Interesantes apontamentos desde a cadeia de Ugio http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16380.shtml Neste texto, tirado do seu bloque (com os pés na terra), Ugio Caamanho reflicte sobre a dimensom ideológica do independentismo actual. Moito interessante. Neste texto, tirado do seu bloque (com os pés na terra), Ugio Caamanho reflicte sobre a dimensom ideológica do independentismo actual. Moito interessante. Escoitei que há por aí quem qualifica as nossas ideias de “post-marxismo anarquizante”. Esta mui bem! Já sei que vai com bastante cachondeio, mas a quem se lhe ocorresse a expressom há que dizer-lhe:”Bem feito algo já vas entendendo!” Algo, eh. Um pouco. Umha porçom mais bem pequena, mas já é algumha cousa. <br /> <br />A quem se lhe caem os aneis por ficar à margem da ortodoxia marxista? Nem por isso nem por buscar e encontrar teses úteis noutras escolas de pensamento, entre elas as anarquistas. E há que acrescentar que, umha vez privad@s das virtudes místicas daquela “ciência marxista-leninista”, postos a fuchicar entre as opinions e propostas mais prosaicas, a verdade é que encontramos mais ferramentas acaídas à nossa luita em editoriais libertárias do que no refritos de pratos velhos que se consumem nos templos da pureza ideológica. É isto um sacrilégio? Bem nós também nom professamos nengumha fé por esta religiom. <br /> <br />Ora, a questom nom é tam singela. Se um ou umha quer justificar ou recusar umha etiqueta nom chega com apelar ao seu índice de leituras, nem às palavras mais empregadas no seu discurso, ao menos se um ou umha leva a sério as etiquetas, e nom vejo porque nom vamos fazê-lo. Nom me refiro à de post-marxistas anarquizantes, que é brincadeira, mas à de verdade, à que resume a possiçom política e teórica do independentismo a que eu pertenço. Qual é? Marxistas? Anarquistas? Autónomos? Situacionistas, libertári@s, comunitaristas? Como digo, nom refugimos as contribuiçons de nengumha escola, e de todas elas aprendemos algo. Mas a qual pertencemos? <br /> <br />Toda a nossa vida, e nom apenas a dimensom política, vem marcada por duas pulsons incontroláveis que nos brotam das entranhas. A primeira é ódio à sociedade de comerciantes e carceréiros que o estado espanhol leva séculos impondo na Galiza; o ódio a sua mercantilizaçom da Terra e das pessoas, ao seu individualismo feroz que arruína todos os laços comunitários, à sua ética do sucesso económico e vantagismo a ultrança, à sua destruiçom do nosso território, à sua urbanizaçom do campo e a costa e às suas cidades horrendas e inabitáveis, aos seus ídolos laicos em forma de bugigangas tecnológicas e de marketing, à sua política falsificada, ao seu Estado omnipresente que se impom com pistoleiros, torturadores, exércitos e prisons, ao seu sistema económico que nos obriga a entregar a nossa vida para produzir mercadorias supérfluas ou até nocivas embrutecendo-nos ao mesmo tempo, à sua aculturizaçom e ao seu idioma dominante, ao seu lezer manufacturado pronto para consumir e aos seus subornos de dinheiro para comprar o lixo que oferece, poder para dominar aos vizinhos e vizinhas e fama para inflar os egos danados por tanta insensatez. <br /> <br />A segunda é o amor ao nosso Povo, nom apenas aos galegos e galegas de hoje, também nom exclusivamente às devanceiras e descendentes; também e especialmente, as maneiras como este povo, quer dizer nós, nos arranjamos para lidar com as asperezas da vida, da natureza e do poder estabelecido, à relaçom que conseqüentemente estabelecemos com a Terra e entre nós, às fórmulas de resistência que ensaiamos no passado e no presente, às margens de poder autónomo que constituimos e defendemos, aos sonhos e palavras que esse conflito vai generando, enraizadas nas etapas prévias e vivíssimas nas brigas actuais, aos modelos de organizaçom económica, política e social, semelhantes no seu colectivismo e igualitarismo ao do resto dos povos dominados do mundo, que por meio de nós existirom, existem e existirám apesar dos esporços de Espanha. <br /> <br />É precisa umha etiqueta para nos resumir? Nesse caso, podemos reconhecer que somos, na plenitude do sentido... nacionalistas. Depois de tantas excursons polo exotismo universalista, @s galeg@s, como tantas vezes, a cumprir o trajecto arredor de si. <br /> 2008-07-04T14:38-07:00 GZ-divulgarmos pt A imposicion da lingua, unha vision libertaria. http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16379.shtml Aqui o artigo de hai dous dias en El Pais sobre o sistema de imposicion das linguas por parte do poder. Unha vision anarquista do tema. <br />Agustín García Calvo é catedrático emérito de Filoloxía Clásica da Universidade Complutense de Madrid. Aqui o artigo de hai dous dias en El Pais sobre o sistema de imposicion das linguas por parte do poder. Unha vision anarquista do tema. <br />Agustín García Calvo é catedrático emérito de Filoloxía Clásica da Universidade Complutense de Madrid. Señores: a lingua non é de ninguén; esa máquina de marabillosa complexidade que vostedes mesmos usan, “con la cual suele el pueblo fablar a su vezino”, non é de ninguén; non xa a lingua común, que non aparece na realidade máis que como linguas de Babel, pero nin sequera unha desas linguas ou idiomas é de ninguén, e non hai académico nin emperador que poida mandar na súa maquinaria, nin cambiar por decreto nin a máis miúda regla, por exemplo, de oposicións entre fonemas e neutralización combinatoria de oposicións que nela rixan. <br /> <br />A escritura, a cultura, a organización gubernativa, a escolar, as leis, as opinións, esas si que teñen dono; e o dono é o de sempre: o xefe, os seus secretarios, os seus sacerdotes, a persoa que cre que sabe o que di. <br /> <br />E deses xa se sabe o que queren ou necesitan: queren ordear o mundo, o mapa, as poboacións; é o xogo terrible de nenos grandes, malcriados e simplóns, que viu arrasando terras e torturando xentes desde o comezo da Historia, en nome do Ideal; e así seguen querendo, por exemplo, que España sexa unha, que os Estados Unidos sexan un, que Cataluña sexa unha, que Euskal Herria ou Galiza sexan unha cada unha… Dá o mesmo: o caso é someter ó ideal a todos, dentro das fronteiras que lles toquen: que todos sexan un. <br /> <br />Por medio da escritura e da escola, o Poder utilizou unha e outra vez as linguas ou idiomas para esa fin: tomando en bloque unha variedade simplificada do idioma correspondente, e sen entrar para nada á maquinaria da lingua, logrou por lei (pero sempre a través da escola e a escritura) impor ata certo punto un idioma uniforme dentro das lindes que os avatares da Historia lle repartisen a esa forma de Poder; así impuxo Roma no vasto territorio do Imperio a unidade lingüística, para apenas un par de séculos, mentras os pobos volvían facer das súas e desfacían o latín en dialectos innumerables; e fazañas parecidas se viñeron dando logo, en territorios máis ou menos amplos, como, por exemplo, a conversión do hebreo, unha lingua morta, en idioma, relativamente uniforme, do Estado de Israel. <br /> <br />Naquilo que ía sendo Europa hai uns oito séculos, os homes cultos, que falaban diferentes idiomas ou dialectos como lingua cotiá, trataron de manter, e mantiveron durante uns cinco séculos, unha lingua común, o latín resucitado por escrito, non só para as desputas escolares e científicas, senón tamén para os tratos internacionais. Pero xa, entre tanto, os Estados modernos, o Español, o Francés, o Inglés, se estableceran, e preferían volver a repetir, cada cal no seu ámbito propio, a empresa do Imperio: a unificación dos varios idiomas e dialectos baixo o mesmo ideal; unha lingua unha para o Estado un; e na mesma idea seguíronlles tódalas nacións de cuño estatal, chiquitas ou maiores, que tratan de dividirse o mapamundi. <br /> <br />Certo que o que unha lingua, relativamente uniforme, ocupe vastos espazos, ten as súas vantaxes, non só para os trámites comerciais e administrativos, senón para que, por exemplo, esta andanada contra os tratantes de linguas chéguelle a máis xente que se a escribise en saiagués; pero a conta do que con iso gaña a denuncia da mentira en contra do que gaña a difusión da mentira, ¿quen, señores, me axudará a botar esa conta? <br /> <br />En fin, o que o Poder, nacional, autonómico, universal, quere facer coas linguas e a xente, iso sábeo calquera, se se deixa sentir. Algo de vergoña dá que homes doctos e esclarecidos confundan nun trance como este os manexos unificatorios dunha ou outra administración coa máquina, descoñecida e libre, da lingua. Pero tampouco iso debe extrañarnos demasiado, sabendo e sufrindo, como sufrimos, o que é a condición da Cultura e a da Persoa. <br /> 2008-07-04T12:27-07:00 Da Ponte pt G8 http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16373.shtml <br /> Quenes som o G8? Quando e por qué nasce o G8? <br /> Qué papel desempenha o G8 na política internacional? <br /> Quenes som o G8? Quando e por qué nasce o G8? <br /> Qué papel desempenha o G8 na política internacional? <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://www.youtube.com/watch?v=t5ENVyhiRas">http://www.youtube.com/watch?v=t5ENVyhiRas</a> 2008-07-03T18:02-07:00 umha http://www.anticapitalistas.net pt Já na rede o blogue da Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16372.shtml Já está na rede o blogue da Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom (AGARB) no endereço <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://agarb.blogspot.com/">http://agarb.blogspot.com/</a> <br /> <br />Avante o internacionalismo proletário! Já está na rede o blogue da Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom (AGARB) no endereço <img src="/img/extlink.gif" border="0"/>&#160;<a href="http://agarb.blogspot.com/">http://agarb.blogspot.com/</a> <br /> <br />Avante o internacionalismo proletário! A Associaçom Galega de Amizade com a Revoluçom Bolivariana (AGARB) é umha organizaçom popular sem ánimo de lucro, enquadrada nos parámetros da esquerda soberanista e anticapitalista galega, cujos principais objectivos som: <br /> <br />1º- Difundir na Galiza o processo revolucionário em curso na República Bolivariana da Venezuela. <br /> <br />2º- Apoiar a luita anti-imperialista e a prol da construçom do socialismo neste país irmao. <br /> <br />3º- Procurar apoios e adesons à causa bolivariana entre o povo trabalhador galego. <br /> <br />4º- Impulsionar projectos de cooperaçom, intercâmbio, solidariedade e conhecimento mútuo entre o povo galego e o povo venezuelano. <br /> <br />5º- Recuperar e difundir os históricos laços de amizade entre a Galiza e a Venezuela. <br /> <br />6º- Reforçar a luita anti-imperialista e anticapitalista, pola soberania nacional no caminho de Socialismo do século XXI. 2008-07-03T16:00-07:00 AGARB http://agarb.blogspot.com/ pt Cruz Vemella ? Porque vermella? http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16368.shtml Mañan do Xoves 3 de Xullo.Encontro. Mañan do Xoves 3 de Xullo.Encontro. ]]> Camiñaba esta mañan tranquilamente polo canton grande da Coruña co sol ben alto xa,a xente tomaba mostos nas terrazas,algunhas con olivas, outras con patatas, cando levantei a mirada dunha mesa e me atopei de supeto deslumbrado por un raio solar rebotado desde un trapo vermello e gualda.Era unha mesa informativa da cruz vermella.A miña primeira intencion foi preguntar porque estaba aquela bandeira ali(na miña opinion calquera estaria fora de lugar ali), pero o meu estupor foi xa total cando vin o que tiñan colgado tras deles.Non puiden conterme e preguntei se era o emblema das forzas armadas...e si que o era.O meu estupor non proven de que sexan españolas, como empezou a dicir aquela señora, o meu estupor proven da incongruencia sanguinolenta de que unhas forzas armadas patrocinen unha mesa informativa da cruz vermella(inda que non é pra estranarse vendo a traxectoria de tan universal institucion.Apename ver que os integrantes da mesa non chegaran a entender o meu plantexamento.Como unha institucion que nace pra paliar o efectos producidos polas maquinarias de guerra(ou sexa as forzas armadas)no seculo pasado, hoxe é financiada polas mesmas forzas que,en certo modo, deberian combater??? <br />Pois a explicacion dos integrantes da mesa non puido ir mais alo.Pensando que tiñan diante un nacionalista independentista comunista(cousa que non son inda que meu chovinismo ourensan ás veces roza o delirante)se limitaron a dicir que as forzas armadas eran tamen españolas.E a min que mais me da!!Coma se son galegas!!A sua natureza é diametralmente o posta á da cruz vermella...pero claro...o capital o poñen eles e... 2008-07-03T15:00-07:00 Emilio de Ventosela gl Colombia: “Operación Jaque”... ¿y “Mate”? http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16365.shtml No puede menos que respirarse con alivio luego que la “Operación Jaque” realizada por las FFMM colombianas y que condujera a la liberación de Ingrid y demás secuestrados lograra ser realizada incruentamente... No puede menos que respirarse con alivio luego que la “Operación Jaque” realizada por las FFMM colombianas y que condujera a la liberación de Ingrid y demás secuestrados lograra ser realizada incruentamente... ]]> Colombia: “Operación Jaque”... ¿y “Mate”? <br /> <br />Lucy Roessler <br /> <br /> <br />No puede menos que respirarse con alivio luego que la “Operación Jaque” realizada por las FFMM colombianas y que condujera a la liberación de Ingrid y demás secuestrados lograra ser realizada incruentamente. Ello demuestra el grado de ingenio y profesionalidad operativa que las FFMM pueden alcanzar en su combate antiguerrillero, aunque esa no haya sido su tónica anterior. <br />Sin tomar demasiado en consideración las declaraciones gubernamentales y otras efectuadas en los momentos posteriores de la operación -dado que como es habitual, las mismas se realizan exclusivamente con propósitos de desinformación al “enemigo” y aprovechamiento político del golpe-, debemos tratar de dilucidar los reales entretelones y sobretodo las repercusiones que en las próximas horas se irán manifestando. <br /> <br />Queda claro que la operación no sólo contó con el apoyo directo del gobierno de los EEUU (lo que ha sido reconocido por el mismo), sino también con algún grado de participación de los gobiernos de Francia y de Suiza, y probablemente otros sectores, con la posibilidad que esto haya llegado incluso a hacerlos intervenir activamente en la operación misma. <br />No es infundada esta aseveración: los helicópteros utilizados en el rescate fueron Mi-17 IV, un modelo fabricado en Rusia similar a los Mi-172 que fueran empleados por el gobierno de Venezuela Bolivariana en las anteriores operaciones exitosas de rescate. Para esta ocasión se pintaron con los mismos colores blanco y rojo que aquellos mostraron... y probablemente portaron también el membrete de la Cruz Roja Internacional, CICR. Esto indica que si fueron disfrazados con un camuflaje de estas características, era para asegurar que las FARC creyeran confiadamente y sin lugar a dudas estar en camino de entregar los secuestrados en las propias manos del CICR. <br />Todo esto señala a las claras, que previo a ello tuvieron que haber existido conversaciones multilaterales entre las FARC, el CICR, representantes de Colombia, Francia y Suiza, y otros, encaminadas a lograr un acuerdo concreto para la liberación de estos secuestrados. Esto se reafirma al recordar que, por las informaciones filtradas a los medios desde hacía varias semanas, se dejaba entrever que estaba trabajándose “en secreto” un acuerdo de estas características entre todos estos actores. <br />Esto nos deja entonces en realidad, antes que frente a una operación espectacular de inteligencia, más bien ante una maniobra “multinacional” que saboteó innecesariamente acuerdos alcanzados o en marcha y logró con ello engañar a las FARC: una actitud que abre peligrosas proyecciones al evidenciar una vez más que la intención obsesiva frente a la guerrilla es la de que no se respetará sino su rendición incondicional. <br />Por más que las FARC hayan creído que accediendo a liberar los secuestrados iban a acercar las posibilidades del diálogo, han resultado “cazados” en la propia trampa que la dinámica del secuestro implica. Se evidencia una vez más que el secuestro político es, además de ser un método éticamente inaceptable, un verdadero caballo de troya que no ha servido nada más que para acrecentar el poderío e intervención del imperio y otros interesados en la región. <br />Mientras con la masacre de Raúl Reyes y sus compañeros el gobierno colombiano enviaba el mensaje de que no aceptaba negociar en el terreno que las FARC le planteaban, con la operación “Jaque” les indica que además de haber recuperado la iniciativa en el terreno político militar, está en condiciones de obtener variados apoyos e importantes éxitos en diferentes terrenos, reafirmándoles con ello que no necesita para nada llegar a algún acuerdo de diálogo serio con la guerrilla. A las FARC sólo se les ofrece la rendición incondicional o la guerra eterna. Se aleja por ende otra vez la posibilidad de Paz. <br /> <br />Sin dudas que Uribe, Santos, y sus amos han sabido maniobrar magistralmente en el momento preciso cuando se encontraban con la espalda contra la pared; asimismo piensan obtener, además de los aplausos por el “éxito” de esta operación realizada contra las FARC, el perdón y el olvido de sus narcoparapolíticos pecados. <br />Frente a todo esto que se está definiendo segundo a segundo activamente a espaldas del pueblo colombiano, y que la gigantesca operación mediática intenta manipular carnavalescamente, cabría preguntarse cómo es que el pueblo y sus organizaciones van a intervenir para impedir que se concrete no solo el “Jaque Mate” a las FARC sino también la propia desmovilización popular. <br /> <br /> <br />“No preguntes por quien doblan las campanas... doblan por tí.” <br /> 2008-07-03T14:57-07:00 Lucy Roessler es Pintadas neonazis en Ferrolterra http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16364.shtml Detras das decenas de pintadas neonazis en ferrolterra hai un grupo moi minoritario,4 ou 5, de ultrasur. Detras das decenas de pintadas neonazis en ferrolterra hai un grupo moi minoritario,4 ou 5, de ultrasur. Nos últimos meses puidemos ver por toda ferrolterra fachadas recen pintadas esnaquizadas por una pinta que pon “Galicia Es España” firmadas coa firma “USGalicia” acompañadas en todo momento por unha clara simboloxía neonazi e un correo electrónico que non porei por que é ilegal pero que está escrito en centos de paredes de ferrolterra. <br /> <br />Despois de investigar, xa sei con seguirdade quen son. Son un grupo de recoñecida ideoloxia Nacionalsocialista, e son moi poucos(nunha entrevista que lles fixeron din ser tan só 5). <br /> <br />O nome US Galicia, significa Ultra Sur(hinchada de ideoloxía neonazi do Real Madrid). Vamos que non son un grupo propio, senón unha sección galega dun grupo Catelá. Ademáis, non son de toda Galicia, senón que a maioría son da Provincia da Coruña, e algún os varios son de Ferrol. <br /> <br />No plano deportivo son moi pouco activos, só apoiaron de forma conxunta dous partidos do Real Madrid o que denota que a súa actividade como grupo ultra é casi nula. <br /> <br />As decenas de pintadas, semellan ser unha campaña de publidade nunha búsqueda desesperada de atopar novos militantes. Pero pese a súa gran actividade bandálica, é un grupo moi minoritario. <br /> <br /> <br />Os ultra sur e un grupo que pextremadamente violento e intolerante. Moitos dos seus mebros a súa vez militan en grupos ultradeireitistas coñecidos polas súas agresíons aos marxinados. 2008-07-03T14:43-07:00 Bardo do vinho pt cinema transgredindo na rúa http://galiza.indymedia.org/gz/2008/07/16362.shtml Hoxe, xoves día 3 de xunho, proxectarase o filme <br />Historia de Christina M. <br />ás 22h na praza da Oliveira(ao carón da praza dos Bombeiros. <br /> <br /> <br /> Hoxe, xoves día 3 de xunho, proxectarase o filme <br />Historia de Christina M. <br />ás 22h na praza da Oliveira(ao carón da praza dos Bombeiros. <br /> <br /> <br /> ]]> Hoxe, xoves día 3 de xunho, proxectarase o filme <br />Historia de Christina M. <br />ás 22h na praza da Oliveira(ao carón da praza dos Bombeiros. <br /> <br />Folha técnica <br />Título orixinal: De Stilte rond Chistine M.(A question of silence, en inglés. <br />Directora e guionista: Marleen Gorris <br />Ano: 1982 <br />País: Holanda <br />Actrices: Edda Barends, Nelly Frijda, <br />Henriëtte Tol, Cox Habbema, Eddie <br />Brugman, Han Croiset, Erik Plooyer. <br />Sinopsis: <br />Tres mulheres que non se coñecen entre <br />elas atópanse nunha tenda de roupa. <br />O responsábel da tenda increpa a unha <br />delas ao vela roubando, as outras mulheres <br />achéganse a carón dela e esmagan ao tipo <br />ata matalo. <br />Son detidas pola policía, xa na cadea <br />mándanlhes unha psiquiatra para que as <br />examine, xa que todo o mundo ten claro <br />que están tolas, mais a psiquiatra non vai <br />concordar coa opinión xeral, vai declarar <br />que as mulheres só expresaron a súa raiba <br />contra a dominación machista. 2008-07-03T12:00-07:00 cristina m http://mulherestransgredindo.blogaliza.org/ pt