Fomos quedando sós, o mar o barco e máis nós (Manuel Antonio)
Destacamos:
FAÍSCA, 07.10.2008
Celebraçom do dia da Galiza combatente:
Este Sábado dia 11 de outubro, e coincidindo com o "Dia da Galiza Combatente" convidamos-vos a assistir à palestra e mais à ceia que organizamos no nosso local


Comisión de Denuncia, 06.10.2008
12 de Outubro, sen nada que celebrar...
Na Igrexa Parroquial de Arteixo, xusto á hora da misa central da mañán
renderén Colectivo, 01.10.2008
A civilización enferma (monográfico en preparación): amplíase o prazo para a recepción de colaboracións atá o 30 de novembro
L.S.O. Casa das Atochas, 01.10.2008
Concertos de outubro no L.S.O. Casa das Atochas
SCMadiaLeva!, 30.09.2008
por umhas festas galegas e populares!
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30-09-2008
Image Demostra o que sabes , 1 comentario
Text Centros de menores , 2 comentarios
Image 3ª Ediçom do CENSURADO , 2 comentarios

Os líderes do Grupo das oito Nações (G8) mais industrializadas do planeta (Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão , Rússia, Reino Unido e EEUU) reúnem-se cada ano em unha cimeira para tomar decisões de maior envergadura sobre assuntos políticos e económicos que afectam directamente a tod@ @s seres vivos deste planeta. Desde há dez anos, estas Cimeiras som contestadas cada vez mais por os movimentos sociais globais. Isto causou que o G8 tenha que retirar-se a lugares más remotos para celebrar as suas cimeiras. Este ano, o G8 reúne-se no hotel e campo de golfe de Gleneagles em Escócia, situado aproximadamente a unha hora ao norte de Edimburgo

Coincidindo coa Cimeira esta-se a planear unha série de acções e manifestações massivas. unha rede de medias independentes e activistas mediáticos, vai prover unha cobertura não corporativa das diferentes manifestações e eventos desde o 1 ao 9 de Júlio de 2005
CMI Galiza - portugues (galego), 15.12.2004
Mulheres, migrantes e pressos políticos sao as principais víctimas das violaçoes dos direitos humanos no sistema penitenciario espanhol, tal como denuncia o último informe do relator da ONU contra a tortura. Os centros penitenciarios sao ademais o espaço no que se regista um maior número de cassos de agresoes sexuais, malos tratos, vejaçoes e torturas por parte das forças de seguridade do estado e os funcionarios de prissao.

A situaçao de total indefenssao das víctimas garantizaría a impunidade dos torturadores de nao mediar a intervençao das organizaçoes de defessa dos direitos humanos que realizam a súa laboura difundindo esta informaçao e denunciando estes feitos nos julgados. É o caso do preso árabe que foi vejado e apaliçado polos funcionarios no Centro Penitenciario de Monterroso en Lugo. Um extenso grupo de gente que loita na sombra contra @s sem sombra conseguiu sentar no banquilho a estes tres funcionarios que baijo umha acusaçao de torturas enfrentamse agora a umha pena de inhabilitaçao e prissao de cinco anos de presidio.

Esta informaçao nao sairá nas portadas dos meios de comunicaçao corporativos, que tratarám de silenciala na medida das súas posibilidades. Por esse motivo é vital a participaçao nas acçoes de protesta que terám lugar o próximo sábado 18 de dezembro en Lugo. Baijo o lema Torturas Nunca Máis! terá lugar umha concentraçao ás 12 horas no Parque Rosalía de Castro desa vila. Ás 13 horas a concentraçao desprazarase em caravana de automóbiles até monte da Vacaloura onde está ubicado o penal de Monterroso no que se perpetraron estas torturas. Espérase umha asistencia massiva a esta jornada de protesto, á que se pode acudir compartindo o automóbil ou a través dos bonos para desprazarse em bus dende Compostela e A Coruña até Lugo.

CMI Galiza - portugues (galego), 14.12.2004

O 3 de dezembro de 2002, um grupo de cidadãos e cidadás galegas encadearom-se ao Parlamento Galego durante a celebraçom dum plenário de (inoperante) urgencia, deitando o chapapote de 6 capachos recolhido nas praias de Lira diante das suas mesmas portas e manifestando assim por várias horas um protesto nom violento perante a patética actuaçom técnica dos responsáveis políticos e a sua reiterada manipulaçom informativa. A desproporcionada cárrega policial que seguiu a esta acçom pacífica/reivindicativa saldou-se com ingresso de 6 de est@s cidadans num centro hospitalário de urgencias e deu uma vergonhenta volta ao mundo através de diversos meios de comunicaçom internacional, deixando assim bem clarificado qual era a resposta oficial do governo fascista de Fraga a uma mais que (ainda hoje) justificada indignaçom popular.

Pouco depois a excedentíssimaCâmara Municipal tri-partita do Concelho de Compostela persoaba uma denuncia por danos ao moviliario urbão (incluida uma factura com o importe do serviço público dos bombeiros!¿) o qual implica a solicitude duma pena de prissom para @s participantes. Qual debería ser pois a pena proporcional por ter deitado 77.000 toneladas de fuel? Qual a factura do povo galego?

Contudo, hoje, 2 anos e 11 dias depois da brutal agressom, 2 anos e 27 dias depois do afundimento irresponsável do prestige, 10 dos polícias identificados como protagonistas da malheira, sob o mando do conhecido inspector Enrique León Calviño, iam ser passados pola maquinária da sua própria justiça no banco dos acussados. A vista foi apraçada até o 1 de Fevereiro do 2005 por incomparecência de 5 policías autonómicos acussados. O Concelho de Compostela reiterou a sua acusaçom, por danos contra @s denunciantes

Podes tentar descarregar o video da carga.
CMI Galiza - portugues (galego), 25.11.2004
Na actualidade 1.300 milhoes de pessoas no mundo sao pobres, destas, 7 de cada 10 sao mulheres. Mais de 840 milhoes de pessoas adultas sao analfabetas, destas, as duas terceiras partes sao mulleres. As mulheres e as nenas son vítimas de tudo tipo de violência no mundo, nao só em tempos de guerra, senao a diário e em tudos os continentes, vítimas de violaçoes, amputaçoes genitais, obrigadas a ocultar o seu corpo ou a espilo e vendelo, condenadas a morrer de fome ou enfermidades, elas e as suas crianças.

Reflectindo a gravedade da situaçao, a ONU escolje em 1999 o 25 de novembro como Día Internacional para a Eliminaçao da Violência contra a Mulher conmemorando así o asasinato das irmáns Mirabal, asasinadas polo régime de Trujillo en 1960 na República Dominicana. Mais, conscientes de que sao precisas algo máis que declaraçoes para transformar esa realidade, no ano 2000 surge a idea da Marcha Mundial das Mulheres na forma dumha acçao pacifista que consigue movilizar ao conjunto do movemento feminista acadando o respaldo de amplos sectores da poboaçao em tudo o mundo. Secundando a táboa reivindicativa internacional, nasce umha coordenadora galega que consegue aglutinar ao movemento feminista galego sintetizando medidas locais concretas e efectivas na luita contra a pobreça e contra a violência de gênero.

Este ano espectaculares acçoes como as protagonizadas por Mulheres Transgredindo [ 1 | 2 | 3 ] umha alfombra gigante cubrindo a praça do Obradoiro ou manifestos como o das moças galegas contra o terrorismo machista complementam os numerosos actos locais que terám lugar esse día como preludio da manifestaçao do sábado 27, na que se convida a todas as mulheres a asistir vestidas de vermelho e negro. Este 25 de novembro será ademais o punto de partida da Campanha contra a Violencia Sexual lanzada polo Colectivo Paz e Desmilitarizaçao da Marcha que se prolongará até o próximo 25 de novembro de 2005.

CMI Galiza - português (galego), 22.11.2004
O problema do sector naval tem a súa origem na primeira crise do petroleo, quando em 1973 os países da OPEP incrementam drásticamente o preço do barril em resposta á ocupaçao militar israelí. Esto provocaría umha reduçao no tráfico marítimo e na demanda de novos buques que deixaría aos asteleiros públicos sem carga de trabalho, afectando especialmente á industria galega especializada na construçao de petroleiros. Para enfrentar esta crise, agravada pola reduçao das nossas cotas de produçao a raíz da entrada na uniao económica europea, iniciaríase um processo de reconverao do sector naval que finalizaría no 2000 coa unificaçao pola SEPI dos asteleiros civís e militares na empresa pública IZAR.

Tras ese processo que se alongou durante mais de vinte anos provocando aproximadamente 30.000 despidos em todo o estado, surge de novo a crise. E a soluçao que propóm a SEPI coa Comissao Europea é umha nova reconversao que consiste em segregar os asteleiros unificados na anterior reconversao, condicionando a súa viabilidade á privatizaçao da secçao civil.

Pero o certo é que mais da terceira parte deses despidos forom asumidos pelos asteleiros galegos de Bazám (Ferrol) e Astano (Fene), generando o declive económico dumha comarca que foi declarada Zona Industrial em Declive, num país como Galiza que forma parte das Regioes Objectivo 1 nos planos de cohesao europea. E durante tudo este tempo nengum esforço se fijo por atraer capitais ou investir em I+D para aumentar a nossa competividade como tampouco se ejercerom as presoes correspondentes na OMC para impedir a competência derivada dos baijos custes salariais e as ajudas que recibem dos seus governos os asteleiros do sudeste asiático.

A soluçao nao pode pasar por máis despidos na comarca de Ferrolterra.

CMI Galiza -português, 17.11.2004
Nao foi umha catástrofe incruenta. Morrerom miles de aves, mamíferos marinhos e outras ameazando de extinçao a especies como o arao, o noso penguino autóctono. Morreu Man, o alemao de Camelhe que nao puido soportar a vissao do pesadelo que tivera pouco tempo atrás.

E agora, dous anos despois, Apostolous Mangouras, um home de setenta anos que recebeu o premio "Capitán do ano 2002" e que por ser o capitao do Prestige foi encarcelado em contra das convençoes internacionais, morre agora atrapado no sistema penitenciario espanhol, cabeça de turco e refén da política de repressao e censura que seguirom as autoridades espanholas e galegas para ocultar e minimizar a súa responsabilidade na maior catástrofe europea dende o accidente nuclear de Chernôbil.

Denunciemos esta situaçao para esigir a súa liberdade alí onde poidamos, unámonos á campanha pola liberdade de Apostolous Mangouras e tomemos a iniciativa para impedir que a morte de Mangouras en prissao seja um máis dos "danos colaterais" da incompetencia, da desidida e da irresponsabilidade dos nossos gobernantes.

CMI Galiza - Português, 26.10.2004
Continúan sem serem esclarecidos os motivos da incautação por parte do F.B.I. dos servidores Ahimsa e que provocou a caída do sector da rede Indymedia no que se atopaba o CMI Galiza. Baralham-se distintas hipóteses de investigações judiciais (uma italiana e outra suíça) amparadas no Tratado de Mútua Asistencia Legal que tenhem asinado diversos países cos Estados Unidos -entre eles Espanha- e que teríam permitido a intervenção do F.B.I. fora do territorio norteamericano.

Protestas ante as embaixadas, uma declaração de solidaridade internacional que te invitamos a asinar, perguntas parlamentarias entre outras acções conseguirom uma grande repercusom nos media para denunciar estes feitos. Ao mesmo tempo seguiremos coas acções de autodefensa legal co apoio da EFF e outras organizações para esclarecer este escuro asunto, esigindo responsabilidades sobre o que é um claro atentado contra a liberdade expressão.

Pero a maneira mais efectiva de amosar a nossa vontade para que este projecto continúe funcionando é participando nel. Cronistas, editor@s multimedia, tradutor@s, grafistas, fotógraf@s... tudo isso e moito máis é precisso para afortalar um meio de comunicação independente que se basea na participação. Nesta nova etapa do CMI Galiza poderás entrar directamente dende o páxina de novos membros onde atoparás informação sobre o projecto, indicar as túas preferências de participação e facer uma pequena presentação para darte a conhecer entre a demais gente que ja participa no CMI Galiza. Anímate a enviar o formulário e construamos entre tod@s um CMI que não poida ser nunca mais silenciado! Participa no CMI Galiza!

Colectivo Editorial do CMI Galiza, 14.10.2004
O encontro teve lugar na Casa Encantada de Compostela. Nele participarom todas as pessoas activas nas listas do CMI-Galiza com excepção de Pedradome (escusou assistencia) e Lehia. O encontro decorreu durante aproximadamente oito horas sem interrupção, que no sucessivo poderão ser menos se tentamos ser um bocado menos "gualdrapas", um novo termo que ao parecer aplica-se à impontualidade nas suas formas mais diversas :). Felizmente esta questão não impediu que o encontro trascorrera com normalidade, de modo que os objectivos plantejados para este encontro foram atingidos com sucesso tanto em relação a gestão do nodo, quanto a um possicionamento colectivo sobre o CMI-Portugaliza, objectivos que foram definidos de forma consensual num positivo clima de concordia.

Dada a urgência da questão, o encontro começou com uma exposição dos factos relativos ao sequestro por parte do FBI do servidor Ahimsa no que se atopa o CMI-Galiza. A seguir tratou-se a questão da língua. Debate no que se demonstrou a vontade de todas as partes para clarificar os respectivos possicionamentos e compreender os alternativos. Depois trataron-se diversas questões sobre a gestão do nodo: estructura, listas, conteúdos e demais. Finalmente tratou-se o assunto do CMI-Portugaliza, dando por rematado o encontro com a chegada da Gabriela Sol acompanhada dos seus progenitores???