Convoca-se umha assembleia aberta com a intençom de criar em Compostela umha Assembleia contra o Jacobeu
venres 13 desde as 18:00
>> gALICIA xENERATECH!!!!!! << 1ª Xornada 6-7 Nov.A Corunha
O sábado 7 de setembro ás 19:00, no auditorio do antigo reitorado, na rua Areal, celebrara-se unha mesa redonda sobre as agresións ambientais à Ría de Vigo.
O 6 de Novembro celebramos no L.S.Faísca o magosto.
Esta sexta-feira, 6 de Novembro, a Associaçom Cultural Foucelhas celebrará umha homenagem a Luís Porteiro Garea no cemitério de Gafoi (Frades), onde está soterrado o corpo do luguês. O acto desenvolverá-se às 17h00, e constará de umha oferenda floral, leitura do texto em homenagem, e um grupo de gaiteiros da Pontraga (Numide, Tordóia) interpretará o hino galego.
Sábado 7 às 18hh. na Praça de Chaviám de Bertamiráns (Ames), VI Magosto popular do Centro Social A Fouce.
Obradoiros: 1. Eixo Migración. A reforma da Lei de Estranxeiria, endurecemento das fronteiras e autoorganización migrante. ;
ceas veganas+proxeccions no CS vagalume
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Multitudinaria manifestaçom a do pasado domingo 18 em Compostela em defensa da nossa língua. Miles de pessoas bloquearom as rúas da cidade numha marcha contra o oscurantismo do ideologema lingüicida do governo Feijoo.
Umha empoderadora demonstraçom popular que logrou reunir desde as multiplas e diversas entidades que se recolhem na Plataforma Queremos Galego até o bloco pola Hegemonía Social do Galego habitado por umha significativa representaçom de colectivos e movimentos de base, assim como Locais e Centros Sociais.
|Reportagem audiovisual da plataforma Queremos galego| |Bloco Galego Sempre Mais:galería de fotos| |Galería de fotos em Vieiros| |Cobertura na TVG| |Reaccións do PPdeG, PSdeG, BNG, Núñez Feijoo, Caamaño e Gloria Lago| |Televisom, manipulaçom| |Reportagem audiovisual:Bloco crítico polo monolingüismo social| |Artigo de opiniom em Galizalivre:Manifestaçom de Compostela confirma a força ascendente dos movimentos normalizadores|
Editoriais anteriores:|18-O: polo monolingüismo social| |Manifesto pela hegemonia social do galego| |A nossa língua em permanente perigo| |Conflito lingüístico na Galiza| |Crónica do 8-F| |Na Galiza em galego|
O 3 de dezembro de 2002, um grupo de cidadãos e cidadás galegas encadearom-se ao Parlamento Galego durante a celebraçom dum plenário de (inoperante) urgencia, deitando o chapapote de 6 capachos recolhido nas praias de Lira diante das suas mesmas portas e manifestando assim por várias horas um protesto nom violento perante a patética actuaçom técnica dos responsáveis políticos e a sua reiterada manipulaçom informativa. A desproporcionada cárrega policial que seguiu a esta acçom pacífica/reivindicativa saldou-se com ingresso de 6 de est@s cidadans num centro hospitalário de urgencias e deu uma vergonhenta volta ao mundo através de diversos meios de comunicaçom internacional, deixando assim bem clarificado qual era a resposta oficial do governo fascista de Fraga a uma mais que (ainda hoje) justificada indignaçom popular.
Pouco depois a excedentíssimaCâmara Municipal tri-partita do Concelho de Compostela persoaba uma denuncia por danos ao moviliario urbão (incluida uma factura com o importe do serviço público dos bombeiros!¿) o qual implica a solicitude duma pena de prissom para @s participantes. Qual debería ser pois a pena proporcional por ter deitado 77.000 toneladas de fuel? Qual a factura do povo galego?
Contudo, hoje, 2 anos e 11 dias depois da brutal agressom, 2 anos e 27 dias depois do afundimento irresponsável do prestige, 10 dos polícias identificados como protagonistas da malheira, sob o mando do conhecido inspector Enrique León Calviño, iam ser passados pola maquinária da sua própria justiça no banco dos acussados. A vista foi apraçada até o 1 de Fevereiro do 2005 por incomparecência de 5 policías autonómicos acussados. O Concelho de Compostela reiterou a sua acusaçom, por danos contra @s denunciantes
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