Fomos quedando sós, o mar o barco e máis nós (Manuel Antonio)
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MULHERES TRANSGREDINDO
umha , 23.10.2004 13:13, (Id: 335)
Impresionante acçóm na rúas de Compostela esta manhá. Unhas cincuenta
mulheres enriba de sillas con cartazes ben explícitos, em silencio pero coa presença elocuente e transgressora de quen ten a verdade da sua man. Chega xa de violência de género!



O colectivo MULHERES TRANSGREDINDO inicía a súa andaina pola
necessidade de mudar as cousas.

Cada ano morrem mais mulheres vítimas da violência de género.
Que está a ocorrer? Sabemos que a morte é a manifestaçom máxima
da violência, pero,onde começa? Cual é a linha que separa a
atitude machista do maltrato?

As MULHERES TRANSGREDINDO imos tomar as ruas de Compostela para
denunciar, para berrar e para loitar contra as mil caras da violência
contra as mulheres.

ESTAMOS HOJE NA RÚA:

* Porque estes governos dos "senhores" da guerra nom nos representan.
* Porque seguimos cobrando menos polo mesmo traballo.
* Porque seguimos sendo o piar da família, dunha familia que nos
oprime traballando dentro e fóra da casa sen descanso nem vacaçoms.
* Porque as mulheres com filhas e filhos nom temos saidas laborais nem
protecçom social.
* Porque as mulheres que queremos abortar nom podemos facelo
livremente e na seguridade social.
* Porque as mulheres lesbianas sofremos umha penalizaçom política e
social que nos restringe dereitos e liberdades fundamentáis.
* Porque a educaçom machista que se leva impartindo e sofrendo dende
tempos inmemoriais segue a ser o único modelo educativo, potenciado
polo poder nas escolas e nos médios de comunicaçom.
* Porque todas as relixións fundamentalistas e patriarcáis (já sejam
islámicas, judeas, cristiáns..) subordinan ás mulheres ao home e
defendem como parte central do seu credo a repressom da sexualidade
das mulheres.

Porque queremos mudar o mundo e porque o mundo precisa mudar, porque
temos poder e força para fazelo e nom puidemos sendo boas...aquí
estamos as mulheres malas TRANSGREDINDO!


Se ti tamén es mala, anímate e participa.

Contacta con nós:  mulheres@causaencantada.org


- Caixa dos correios:: mulheres@causaencantada.org


fotos, 23.10.2004 - 14:27 (Id: 136)

non hai fotos?





umha, 24.10.2004 - 22:19 (Id: 159)

caminho a...
caminho a...
rua s.peter
rua s.peter
+ rua
+ rua

pois isso. fotos.





umha, 24.10.2004 - 22:35 (Id: 160)







Estou na rua por...
...E ti por que estás na rua?





umha, 24.10.2004 - 22:46 (Id: 161)







Estou na rua por...





umha, 24.10.2004 - 23:18 (Id: 162)







Estou na rua por...





umha, 24.10.2004 - 23:34 (Id: 163)







Estou na rua por...





bravo!, 25.10.2004 - 11:08 (Id: 169)

bravo! e coma esta, moitas!





comochoconto, 25.10.2004 - 20:41 (Id: 174)

Aportação dum texto de Galeano do seu livro "Patas arriba. La escuela del mundo al revés" que fala da situação da mulher no sul do mundo:

Nos paises do sul do mundo, uma de cada tres mulheres casadas receve tundas, como parte da rútina conjugal, em castigo polo que fijo ou polo que poderia fazer:

"Estamos durmidas, di uma operária do bairro Casavalle de Montevideo, algum príncipe beija-te e durme-te. Quando acordas, o príncipe aporrea-te"

Confirmação do dereito de propriedade.- O macho proprietário comprova a golpes o seu dereito de propriedade sobre a fémia. É as violações, não são por certo, ritos que pola violência celebram esse dereito de propriedade?

O violador não busca, nem encontra prazer: necessita submeter, a violação grava a lume uma marca de propriedade na anca da vítima. E é a expresão mais brutal do carácter fálico do poder, dende sempre expresado pola flecha, pola espada, polo fusil, polo canhão ou polo mísil e outras ereções.

"Não há diferência entre ser violada e ser atropelada por um camião, exceito que depois de violar-te os homes pergumta-che se gostas-te". Declarou uma mulher mejicana.

Ah! e noraboa pola ação.





umha, 25.11.2004 - 12:09 (Id: 516)



foto retocada





umha, 25.11.2004 - 12:24 (Id: 517)



foto retocada