O 3 de dezembro de 2002, um grupo de cidadáns e cidadás galegas encadearom-se ao Parlamento Galego durante a celebraçom dum plenario de (inoperante) urxencia, verquendo o chapapote de 6 capachos recolhido nas praias de Lira diante das súas mesmas portas e manifestando asim por varias horas uma protesta nonviolenta ante a patética actuaçom técnica dos responsableis políticos e a súa reiterada manipulaçom informativa. A desproporcionada cárrega policial que segueu a esta acçom pacífica/reivindicativa saldou-se co ingreso de 6 dest@s cidadás num centro hospitalario de urxencias e deu uma vergonhenta volta ao mundo a traverso de diversos meios de comunicaçom internacional, deixando asim ben ás claras cál era a resposta oficial do governo fascista de Fraga á uma máis que (ainda hoje) justificada indignaçom popular.
Pouco depois o excedentisimo concelho tripartito de Compostela persoaba uma denuncia por danos ao mobiliario urbán (incluida uma factura co importe do servizo público dos bombeiros!¿) o cal implica a solicitude dunha pena de prissom para @s participantes. Cál debería ser pois a pena proporcional por ter verquido 77.000 toneladas de fuel? Cál a factura do povo galego?
Con todo, hoje, 2 anos e 11 dias depois da brutal agressom, 2 anos e 27 dias depois do afundimento irresponsabel do prestige, 10 dos polícias identificados coma protagonistas da malheira baixo o mando do conhecido inspector Enrique León Calviño, hiam ser pasados po-la maquinaria da súa propia justiça no banquinho dos acusados. A vista foi aplazada ata o 1 de Fevreiro do 2005 por incomparecencia de 5 policías autonómicos acusados. O concelho de compostela reiterou a súa acusaçom por danos contra @s denunciantes
Podes tentar baixa o video da cárrega.
malheira.jpg
http://causaencantada.org/~kalimero/media/mp3/02_prestige/carrega1.ogg
http://galiza.indymedia.org/gz/2005/01/1592.shtml
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