Fomos quedando sós, o mar o barco e máis nós (Manuel Antonio)
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7 de maio - Praça de Azcárraga
Assembleia Aberta contra o Desfile Militar , 10.05.2005 16:33, (Id: 2969)
Hoje sábado, 7 de maio, tivo lugar umha nova intervençom da Assembleia Aberta contra o Desfile Militar. Ás 19:30 as assistentes despregarom na Praça de Azcárraga diversos cartazes, umha imensa fotografia e vários cartons conformando a lenda "contra o desfile militar, actúa!". O acto continuou lendo-se, a modo de rolda de prensa um texto que animava à cidadania a expressar a repulsa popular à ostentaçom fascista, militarista e despilfarradora que os militares, políticos e administraçons tenhem preparada na Corunha para este mês de maio. A poetissa Luz Fandiño tomou também a palavra expressando a raiva e a indignaçom que nos produz o desfile militar e as forças armadas.
A uns centos de metros, no edifício do concelho, tinha lugar um "selecto" e exclussivo cóctel no que Caspolándia/Pacoland e Teófila Martínez celevravam o irmanamento com a cidade de Cádiz.
Baixo contínua e agobiante pressom policial, as gentes antidesfile disperssarom-se para reaparecer de novo diante da Estatua de Millán Astray (fundador da Legiom Espanhola, paradigma do Terror e do fascismo mais sanguinário). Dito símbolo, vergonha dos corunhesses, dos galegos e da humanidade tuda, foi tapado com um imenso plástico negro; negro como a Morte que espalhou durante os anos 20 e 30 aqui, no norde de África e em tantos sítios. A intençom era precintar este Monstro para depois acavar numha chascarrada festiva no Campo da Lenha. A abafante e contínua presença e pressom policial impediu a continuidade normal do acto, um acto de expressom simbólica a vissual no qual forom identificadas 4 pessoas.
Frente às intimidaçons e às limitaçons dos nossos direitos, continuam em pé as nossas raçons, os nossos argumentos e a nossa possiçom antagonista. Somos umha outra realidade. E nom nos vam silenciar. Nom nos vam calar.








comochoconto, 11.05.2005 - 10:10 (Id: 2029)

Gosta-me todo o que estades a montar e vejo que vai polo bo caminho, mas há algo que nom chego a comprender:

Por qué tapades as caras da gente que sae nas fotos??

Entendo esta actitude quando as acçons recolhidas requirem que nom se vejam a quem as fai, mas nistos casos nos que ides com a cabeça bem alta e orgulhosas do que fazedes, e que saídes nas fotos dos mass merdas sem que ninguém vos tape, por qué, quem cola aqui e noutras páginas alternativas as fotos, oculta os rostros das participantes??? (alem de que baixo o meu parecer fai-no dum jeito moi sujo).

É cómo se houvera medo de que as fotos caeram nas maos de quem nom interesa, mas todas sabemos que issos já tenhem fotos dabondo de todas nós.

Acho que issos borrons transmitem que o que se está a fazer é algo a ocultar e perigoso (que pode desanimar a algumha gente a apoiar estas acçons), entanto que o que transmitides nos textos e nas acçons é todo o contrário.

Só um conselho a quem fai as fotos: se há tanta preocupaçom por ocultar os rostros das pessoas seria mais próprio buscar fazer as fotos para publicar sem que se viram ( ejemplo: propôndo a quem sustentavam os cartazes que os ponham à altura dos rostros para tira-la foto, ou tirar fotos sem gente, ou tirar fotos de costas...).

Mas só é umha opiniom e probavelmente quem o fai terá a sua.





antonngbc, 11.05.2005 - 18:05 (Id: 2053)

Olá, obrigado polas túas consideraçons. O caso é que a decissom de mudar as imagens foi tomada em "cónclave" colectivo.
No momento no que umha ou varias pessoas negam-se a que a súa imagem saia "limpa" fai-se ilógico -segun o meu ponto de vista- publicar ao resto sem "tapar".
De todos jeitos intentaremos que as túas valoraçons tenham voz na assembleia polo fucionais que semelhan.