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Polas folgas salvaxes e contra a represión: PRECARIAS EN LOITA-PRECARIAS EN FOLGA
Precarias en loita , 10.05.2006, (Id: 7065)
Á espera de que a Asemblea ratifique ou non o acordado polas centrais, o que xa non poden quitarnos é a loita realizada.
A folga do metal en Pontevedra e especialmente en Vigo, vese atravesada desde o primeiro día, pola precariedade, polas precarias e pola rebeldía contra esta situación, non tanto porque xente das Precarias en Loita e de diversos movementos sociais combativos teñan participado nas movilizacións (por pertencer ao sector e solidariamente), senón sobre todo polas reivindicacións e a configuración do sector, moita xente nova, o 70% de contratos precarios e temporais, contratas e subcontratas, e como consecuencia unha altísima tasa de accidentes laborais, moitos deles mortais.

Tamén, aínda que os sindicatos leven a voz cantante, faise notar unha maior combatividade porque a asemblea de traballadores ten máis importacia e forza que nas folgas doutros sectores, e así debe seguir polo menos ata que remate o conflicto.

Non deixa de ser paradóxico que ao mesmo tempo que se aproba unha nova Reforma Laboral (que crea máis precariedade) sen apenas oposición, estas protestas sectoriais desborden todo control e expectativa, mostra de que o descontento social é moi real e agroma onde ten ocasión. Se as novas leis só serven para perder dereitos laborais e sociais, o que nos queda é a movilización sectorial para impedir que finalmente se apliquen eses recortes.

Debido ao simbólico deste sector na cidade, as simpatías que xeran estas folgas e ao feito de que afectase aos intereses do auténtico “cacique” da cidade como é a factoría Citroën. A patronal, sectores políticos e a prensa presionan e constrúen unha imaxe de folga ilegal, movilización violenta e en definitiva crean o caldo de cultivo para xustificar a represión brutal por parte da policía.

Tentan converter un conflicto laboral en páxina de sucesos con detidos, feridos, e imaxes nos telediarios onde non se fala da realidade dunha folga senón dos incidentes.

As Precarias en Loita (ao igual que boa parte da cidadanía) o que temos que dicir é:

Que estamos en folga, estamos nos piquetes e estamos nas barricadas, tanto física como moralmente.

Que a violencia a exerce a policía, a patronal e as autoridades; polo tanto as folguistas tan só exercemos o dereito á autodefensa.

Que a cidade non debería parar só pola acción dos piquetes, senón que debería haber unha Folga Xeral en solidariedade e porque nos afecta a todas.
E por último sumámonos ás peticións de retirada dos cargos para as persoas detidas nas movilizacións e á esixencia de responsabilidades pola acción violenta da policía nacional.
- Caixa dos correios:: precariasvigo@gmail.com

elias, 11.05.2006 (Id: 5302)

Este comunicado é singelamente uma merda pinchada num pau, por dize-lo sem ambages.

Uma coisa é que uma asembleia de quatro pessoas analise a realidade desde a sua propria perspectiva, embora esta seja erronea. Análises erróneas só podem conduzir à conclusoes erróneas, e praxes desastrosas. Nada que objetar, dos erros também se aprende, se o proceso foi honesto eu sou o primeiro em difundir a experiência; de tudos jeitos no caso que nos ocupa nao compre preocupar-se, a praxe é inexistente :-P. E outra coisa é tergiversar o evidente e no colmo da chuleria eregir-se em vanguardia operaria sem que ninguem no-lo pida e ficar mais a gosto que deus.

A precariedade, a golpe de reforma laboral, fai tempo que se instalou no mundo do trabalho. Dá igual a idade que tenhas e o sector no que trabalhes. A sensaçom de ser os últimos de filipinas, de sentir-se acosado, de que em qualquer momento isto vai rematar, o feito de ter que defender cada novo convénio com unhas e dentes e a sensaçom de que o teu posto de trabalho ou a tua jubilaçom pende dum fio afecta incluso a quem leva tuda a vida no mesmo posto e conserva umas boas condiçons de trabalho. Incluso aos funcionários fam-lhes mil putadas: congelaçom dos salários, sacá-los da seguridade social e pasá-los a mutuas privadas, salarios base de merda cum guevo de complementos por antiguedade... Caros representantes n’A Terra da Divina Precariedade, esta abrangue-o já tudo, nao só aos jovens do metal. Nao sei se isto é pra voçés uma boa ou má notícia.

Mas duvido que sejam as asembleias de trabalhadores as que levem a voz cantante neste conflito. Mais bem semelha tudo bem dirigido pelos sindicatos maioritários, incluida a CIG, maioritária na Galiza. Nao sei se isto é bom ou mau para os trabalhadores, mas assim é. As asembleias de trabalhadores nao som neste caso mais que puro teatro, e nao me extranha que haja quem esté cabreado por este motivo. Nao vam deixar os sindicatos que uma asembleia lhes estropee um convénio, nao te fode.

Em quanto à suposta combatividade, uma folga duma semana, para muita gente um sacrificio mais que potente –nas folgas nao se cobra-, e o desgaste do folhom na rua, nao semelham uma medida de pressom dos trabalhadores sobre a patronal, senao mais bem ao revés. A falta de resposta ante a enésima reforma laboral explica-se singelamente porque sao os sindicatos os que mobilizam ou desmobilizam à gente, nao voçés cos seus comunicados. De quem dizem ser representantes? Alguem lhe-lo pediu? Trabalham voçés em canalizar esse descontento, que de certo existe? Ardo em desejos de ver os resultados das campanhas de pintadas, de seguro os resultados nao se vam fazer esperar.

Concordo com voçés no tema da desinformaçom. Mas nao se ve que este site contribua muito a paliar o problema. A participaçom e opiniom dos protagonistas dos conflitos é zero, e o nível de debate entre os que escrebemos habitualmente pobrísimo. O qual confirma o que já sabíamos, abrir um espaço nao significa que este se encha de contidos automáticamente. Seria uma bonita reflexao para o colectivo editorial se este nao tivesse já abondo com manter aberto este site.

Por que nao procuram voçés essa informaçom e a compartem com nós? Por que nao se curram um texto ou buscam a alguém que bote algo de luz sobre o que está a passar em lugar de cagar comunicados como este? Ah, comprendo, é tarefa muito insignificante pra voçés, ocupados em chamar à cidadania a solidarizar-se co metal numa greve geral. Bem, disculpem, sigam trabalhando, dirigir essas telúricas forças da Precariedade é uma grande responsabilidade, perdoem o meu atrevimento, nada deve distraer as suas energias de tam importante tarefa. Aí os estam, sim senhor, covado com cóvado cos outros capitaes da Revoluçom que pululam pelo indymedia.

Em fim...





zgenot, 12.05.2006 (Id: 5306)

Elias meu, o teu grao de trollismo (mao rolho desmesurado e infundadas críticas sem sentido no linguagem tekie..) passa neste post a roçar a mala educaçom. Noutros post fas umha crítica máis ou menos hábil, máis ou menos ácida, á situaçom geral e as aportaçons (que nom propostas) que um grupo de gente recentemente autoorganizada numha autodenominada assembleia Prekarias em Luita fai a colaçom da conflictiva situaçom que se tinha gerado na greve do metal de Vigo; pero nesta ocassom buscas uns culpaveis onde só existe umha respetuosa aportaçom.
É por isto que noutros correios a gente trotuo de fazer debate com as túas muito válidas reflexons, matinadas polo que dis desde dentro, pero penso que neste post tam so fica lógico chamar-te a ti a que penses sobre as túas críticas, sobre a vectorizaçom dos teus enemigos, sobre a túa equivoca alienaçom de umha subjetividade que por muito que ti queiras pouco tem de alheia a ti.
Um dentro a fora o teu, que deverías -penso- entender que também provoca que nom sejas objetivo nas análises e que mostres de jeito irremediável umha subjetividade ingerida na raiba contra um pessoal que, a bom seguroi compartilha muitas das túas reflexons e luitas, praxes e diagnoses.

Bom se queres pode-se falar de muito neste nom lugar tam nosso que é o indy GZ, levado para adiante com muito esforço polo colectivo editorial, pero sobre concretos melhor, nom sobre divagaçons centrípetas com desastrosos resultados.

beijos de um(a) ruda prekaria corunhenta com ánsias de romper as barreiras que lhe separam das rudas obreiras viguesas.

zgenot, Corunha





elias, 12.05.2006 (Id: 5312)

Sim, reconhezo que fum agresivo de mais.

Só um apuntamento mais, nao acredito nesa dialéctica de dentro-fora. É mais bem uma questao de idade, e eu sou um velho cascarrabias e nesta altura já acredito em mui poucas coisas.




;-)

ZGenot, 14.05.2006 (Id: 5323)

Olá elias,
obrigado polas desculpas meu. O da idade pode-se superar ;-)
vemo-nos nas rúas...