ourobouros,
04.09.2007 (Id: 8627)
Parabéns por esta mobilizaçom, e sobretudo pola aposta polo trabalho conjunto com inmigrantes, um dos seitores mais chungos da sociedade (algo que certamente às vezes parece esquecido polas esquerdas galegas).
zero,
04.09.2007 (Id: 8628)
rumbera,
04.09.2007 (Id: 8630)
¡Brutal!
¡Enhorabuena por el "trabajo" que llevais haciendo!
Por un mundo sin fronteras, por una cultura libre.
umha,
04.09.2007 (Id: 8631)
Identidade Galega IDEGA amosa o seu apoio a Policia Nacional da Coruña no seu recente operativo contra a inmigración ilegal e a pirateria no centro da Coruña.
Idega denuncia a actitude de ongs que apoian a ilegalidade ( inmigracion ilegal e pirateria) e que subsisten gracias o apio dos cartos públicos de cidadans como comerciantes e veciños do centro, que pagan seus impostos sen que noinguen les pregunte si queren que o fruto do seu traballo sirva para defender ilegalidades e subvencionar profesionais do "bo rollito" e a "solidaridade", que a bandeira que emprega a fracasada esquerda progre para captar xentes benintencionadas.
Idega solidarizase cons veciños e comerciantes do centro da Coruña ante a degradación do barrio e a indiferecia do concello.
IDEGA
http://identidadegalega.blogia.com/
idegaexterior@yahoo.es
Cary Grant,
04.09.2007 (Id: 8633)
Porén que é unha regra non-escrita do Indy non respostar a trollismos vários, non deixo de sorprender-me sobre o fetichismos do persoal. Un dos fetichismos máis patolóxicos do ser humano é o da 'lei'. Cantas veces se menciona o conceito (i-)legalidade no post de Identidade Galega? Realmente sirve para algo a lei para mediar/ocultar un debate que é netamente político, respeito do cal a lei non é senón un artefacto formal empregado para plasmar tensións e hexemonias políticas? Non perdamos de vista que *s únic*s que están obrigados a cumprir e respeitar a lei son *s polis e *s cargos públicos, pois só el*s teñen como tarefa esa, e teñen deber formal de respeita-la. *s demáis esquezamos dunha vez a lei (cando menos, cando discutimos políticamente), o peor dos fetiches que coñezo. Présto-me a suxerir a Identidade Galega outros fetichismos ben máis gostosos.
migrante,
04.09.2007 (Id: 8635)
Ourobouros, suponho que é um lapsus, mas chunga aqui seram a policia e todo esse fáscio corunhes, digo eu? Por certo (e sem malos rolhos): nem "in-", nem "e-", quem migra, migra e punto!
Parabéns a todxs pola acçom!
lolo,
05.09.2007 (Id: 8640)
"Ourobouros, suponho que é um lapsus, mas chunga aqui seram a policia e todo esse fáscio corunhes, digo eu?"
Creio que quando dize chungo refere-se a situaçom de precariedade na que estám...
"Por certo (e sem malos rolhos): nem "in-", nem "e-", quem migra, migra e punto!"
Tenho dúvidas sobre isto... Porque? Nós somos um país migrante (20.000 jovens anualmente saem a trabalhar fora, e desconheço se nestas cifras se inclue o pelotom de funcionarios que lhes toca a praça fora, com o qual engrosaria imenso). Na nossa situaçom pode ser de utilidade baralhar os dous termos. As emigrantes som as que vam fora e as imigrantes às que vêm (porque paradoxalmente a Galiza é um país receptor de imigrantes).
A análise será distinta se falamos das emigrantes que saem dum País como o nosso, na periferia capitalista, ou das imigrantes, que quase na sua maioria vêm de isso que chamam "terceiro mundo", ainda que poda coincidir em muitos aspectos. Por isso acho de utilidade, no nosso contexto, os dous termos.
Por certo, parabens polas acçons!
Kunta Kinte,
05.09.2007 (Id: 8641)
¿Nacionalistas galegos de dereitas?
¿Son 4 gatos, non sí?
¿Alguen sabe?
ourobouros,
05.09.2007 (Id: 8642)
Eu também adoito empregar o termo migrante (sem in- nem e-), dada a similitude da condiçom das in- e e-migrantes, sujeitas às mesmas condiçons de precariedade... digamos inmaterial, existencial, devido ao feito de estar afastada da sua terra, amigas, família, e comunidade, ao fim e ao cabo. Pero, como di lolo, acho que no nosso contexto, e de acordo com o significado que queiramos matiçar, é útil empregar os 2 termos. E prova disso é que eu me vim obrigada a dizer "inmigrante" (quando adoito empregar migrante a secas), para discernir a que vem da que se vai. Porque lembremos que tudo isto vinha porque digem que os problemas das in-migrantes estavam um pouco esquecidos polas esquerdas galegas (mas é obvio que nom os das e-migrantes, constituindo em ocasions um fetiche, incluso).
Nom quero sentar cátedra, principalmente porque nom é um tema que tenha madurado, e a terminologia veu dada polo próprio discurso que queria transmitir (vim-me "forçada" a empregar o termo para nom traiçoar o significado). Pero isso nos pode fazer pensar um pouco sobre a terminologia, nom? Devem ser diferentes as condiçons vitais das e-migrantes e das in-migrantes, quando uns movimentos tenhem esquecidas a umhas e nom a outras.
Queiramo-lo ou nom, galiza nos últimos tempos experimentou um crescimento ¿no sentido capitalista do termo), que veu acompanhado da geralizaçom doutras pobreças, pero nom materiais necessariamente (e nom estou a dizer que na galiza nom haja pobreça material, que também a hai). Mas a situaçom nom tem comparaçom coa da África subsahariana...
ourobouros,
05.09.2007 (Id: 8643)
Ah! E com chungos referia-me a que estám chungas, que tenhem mais complicado isso de vivir, vaia. Nom era um comentário racista nem muito menos. Aínda que me asusta um pouco que isso se empeçe a ver no indy... polo da "identidade galega" essa, digo.
joao,
06.09.2007 (Id: 8647)
¿Nacionalistas galegos de dereitas?
¿Son 4 gatos, non sí?
¿Alguen sabe?
Teñem 312.039 votos e trece concelheiros. Chámanse BNG